Arquivo de agosto 1st, 2005
Campeonatos iniciam sábado (6/8) com 52 equipes
Com um recorde de inscrições na categoria livre, com 47 equipes, e mais 5 equipes na categoria masters, primeiro campeonato para jogadores com mais de 35 anos, o Sindicato dos Mecânicos inicia no próximo sábado (1/8) às 10 horas, no Centro Esportivo – rua Rui Barbosa, 495 – o maior campeonato classista de futsal da região. A abertura terá jogos com equipes femininas, música ao vivo e transmissão dos jogos pelo rádio. O campeonato livre começa no sábado e terá 5 fases até a final. O masters inicia somente no dia 13 de agosto e terá jogos sempre aos sábados pela manhã. “Mais 12 equipes perderam o prazo de inscrição e infelizmente vão ficar de fora, por decisão da assembléia das equipes no congresso técnico”, informou o diretor esportivo, João Luiz Vieira.
A programação inicia às 10 horas com a disputa entre quatro equipes femininas: Meister, Meditec, Duque e uma equipe mista composta por jogadoras de várias empresas. Através de um sorteio feito na hora, as equipes vão se enfrentar em dois jogos eliminatórios. As vencedoras disputam 1o. e 2o. lugares, logo após a decisão de terceiro e quarto lugar. Todas as equipes receberão troféus e medalhas, além de um almoço de confraternização.
Logo após o almoço, às 13:20 horas, inicia o campeonato livre, com a disputa nas quadras 1 e 2. Na quadra 1 jogam Mecânica Boa Vista e J. Junckes, e na quadra 2 jogam Athletic Scorpion e Sinos Usinagem. No total serão disputados 16 jogos somente neste sábado. A primeira rodada deve encerrar às 19:30 horas. Desde a manhã, com os jogos femininos, a Rádio Difusora AM 1580 Mhz vai transmitir os jogos inaugurais, além de todos os sábados até a final do campeonato. A Banda Essência Tropical vai animar o público presente no Centro Esportivo durante todo o dia.
O Campeonato de Futsal dos Mecânicos – Categoria Livre – deve se estender até o dia 22 de outubro, data da grande final. O 1o. Campeonato de Masters começa dia 13 de agosto e vai até 8 de outubro. A tabela com todos os jogos do próximo sábado e a fórmula de disputa dos dois campeonatos estão no quadro “Destaques” na página inicial do site. Semanalmente você poderá acompanhar os resultados dos jogos, pontuação e demais notícias do maior campeonato classista de futsal da região de Joinville (SC).
João Felício é o novo presidente da CUT
“A CUT é apartidária mas não apolítica. Nós queremos a reeleição do presidente Lula, não queremos de volta os neoliberais que venderam nossas estatais a preço de banana. Ao mesmo tempo, não abrimos mão do direito de divergência e vamos às ruas para defender e apoiar mudanças com Lula, pois é o presidente que tem condições de construir o Brasil altivo e soberano, não subalterno nem submisso”. Com informações da Agência CUT
O novo presidente nacional da CUT, João Antonio Felício, afirmou em entrevista coletiva à imprensa na tarde de sexta-feira (29) que a prioridade da central será a “implantação de uma política de recomposição do salário mínimo e de humanização das relações de trabalho”. O contato com as entidades de base e o estreitamento da relação com os movimentos sociais também será ampliado. João Felício foi presidente no período anterior à Marinho.
Felício assumiu a presidência no lugar de Luiz Marinho, atual ministro do Trabalho. A decisão foi tomada em reunião da executiva nacional da Central, que remanejou vários cargos da executiva. Arthur Henrique da Silva Santos assumirá a secretaria-geral; Denise Motta Dau, a secretaria nacional de Organização e Lúcia Reis, a primeira secretaria. Manoel Messias passa a compor a diretoria executiva da CUT.
De acordo com o novo presidente da CUT, o fortalecimento do salário mínimo tem um papel chave “para uma bela e espetacular distribuição de renda, pois atinge não só milhões de trabalhadores da ativa, como aposentados”. E para garantirmos avanços nas políticas públicas e na geração de emprego e renda, frisou, “é preciso que o país recupere sua capacidade de investimento. Isso se faz reduzindo a taxa de juros e diminuindo o superávit primário. A manutenção da lógica do setor financeiro provoca paralisia, não estimula nem a produção nem o desenvolvimento”.
Na avaliação de João Felício, a unidade e a mobilização da sociedade são elementos decisivos para o país superar a atual crise, “pois a radicalização da atual política econômica, via déficit nominal zero com o aumento da desvinculação das receitas da União, como está sendo divulgado, seria o fim”. Na construção de uma agenda positiva, ressaltou, “no próximo dia 16, em Brasília, a CUT e os movimentos sociais estarão unidos num grande ato com milhares de pessoas para exigir mudanças na política econômica e a apuração rigorosa de todas as denúncias de corrupção”.
Uma das reivindicações do movimento para ajudar na “faxina geral” nos governos e no parlamento, esclareceu o dirigente cutista, é a Reforma Política, pois “sem garantirmos o financiamento público de campanha, continuaremos dando espaço para os caixas 2 e vários vícios, como os partidos de aluguel, que são muito ruins para a democracia”.
“Nós não aceitamos retrocesso neoliberal e nos posicionamos de forma firme contra o golpe que setores do PSDB, do PFL e da mídia vêm tentando dar, com declarações que beiram o fascismo. Muitos apressados querem se aproveitar desse momento para tentar desestabilizar o governo e nós não vamos compactuar com gente que sempre usurpou o Estado e agora vem dar uma de vestal. Queremos uma apuração rigorosa de corruptos e corruptores, mas é preciso defender os inocentes”, declarou.
Deputado Dentinho visita Sindicato
Na tarde desta segunda-feira (1/8), o Sindicato dos Mecânicos recebeu a visita do deputado estadual Dentinho (PT). O parlamentar foi recebido pelo presidente João Bruggmann, que relatou sobre as atividades sindicais, a luta desenvolvida na campanha salarial deste ano e sobre a atual situação política brasileira. Antes de se lançar na política, Dentinho também foi presidente do Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região, no período compreendido entre 1989/95.
O deputado acredita que, de todas as mudanças que estão sendo debatidas em nível federal como a reforma sindical, reforma trabalhista e outros projetos, um dos pontos principais é a manutenção do voto secreto para o trabalhador, seja qual for a decisão a ser referendada nas fábricas. “É a proteção que o trabalhador tem contra a pressão do patrão”, afirmou. Dentinho também declarou ser contra qualquer discurso de estatização ou federalização de instituições ou empresas privadas. “Não há condições legais para estas tentativas”, disse ele. Sobre a atual situação política, o deputado acredita que há discussão é despropositada, pois no seu entendimento, os valores que o PT arrecadou vieram de bancos, como qualquer empresa, pessoa ou entidade pode ter acesso. “Há é um grande interesse em manchar o Governo Lula, que avançou muito no desenvolvimento social do país, mas não terão sucesso. O povo vai reeleger Lula”, declarou. O deputado despediu-se dizendo ainda ter saudades do tempo em que era sindicalista.
João Felício, o novo presidente da CUT
João Felício assumiu a presidência no lugar de Luiz Marinho, atual ministro do Trabalho. A decisão foi tomada em reunião da Executiva Nacional da central, que remanejou vários cargos da executiva. Arthur Henrique da Silva Santos assumirá a secretaria-geral; Denise Motta Dau, a secretaria nacional de Organização; e Lúcia Reis, a primeira secretaria. Manoel Messias passa a compor a diretoria executiva. Felício já foi presidente na gestão anterior à Luiz Marinho.
O novo presidente nacional da CUT, afirmou em entrevista coletiva à imprensa na tarde da sexta-feira (29) que a central não vai compactuar com a tentativa da oposição de desestabilizar o governo Lula. Felício diz que vai se posicionar com firmeza contra “o golpe que setores do PSDB, do PFL e da mídia vêm tentando dar, com declarações que beiram o fascismo”, que ele considera um “retrocesso neoliberal”.
O dirigente sindical reafirmou que a central é apartidária, mas não apolítica. “Nós queremos a reeleição do presidente Lula, não queremos de volta os neoliberais que venderam nossas estatais a preço de banana”, falou.
Ao mesmo tempo, Felício ressalta que a CUT não abre mão do direito de divergência e vai às ruas para defender e apoiar mudanças com Lula. “É o presidente que tem condições de construir o Brasil altivo e soberano, não subalterno nem submisso”.
Uma das reivindicações do movimento sindical para ajudar na “faxina geral” nos governos e no parlamento, esclareceu o dirigente cutista, é a reforma política. “Sem garantirmos o financiamento público de campanha, continuaremos dando espaço para os caixas 2 e vários vícios, como os partidos de aluguel, que são muito ruins para a democracia”.
“Muitos apressados querem se aproveitar desse momento para tentar desestabilizar o governo e nós não vamos compactuar com gente que sempre usurpou o Estado e agora vem dar uma de vestal. Queremos uma apuração rigorosa de corruptos e corruptores, mas é preciso defender os inocentes”, declarou.
Conforme João Felício, “o golpe elegante e sem quartelada” está evidenciado pelas tentativas de desqualificação permanente, de forma preconceituosa, do presidente Lula, além da tentativa de colocar o partido de sustentação do governo na ilegalidade. “Agora a campanha das vestais do PSDB e do PFL acalmou um pouco, pois foram surpreendidos com a mão no cofre”, acrescentou.
Com informações AgCUT