Arquivo de setembro, 2005

Resultados da 1ª Rodada da 2ª Fase do Futsal

Publicado por admin 5 setembro, 2005 Nenhum Comentário Imprimir

Começou neste sábado (3/9) a segunda fase do Campeonato de Futsal dos Mecânicos – categoria livre, e também foi realizada mais uma rodada da categoria Masters. Os jogos foram muito disputados, com 83 gols marcados em 10 partidas. Veja abaixo os resultados:


Extintores Mata Fogo 3 x 7 Erzinger Ind. Mec.


Schneider 8  x 3 Amigos do Zico (Master)


Mondaí 2 x 3 Mecânica do Cebola/Entre Amigos (Master)


Athletic Scorpion 0 x 6 Só Amigos/Indubor/Schneider


Cid Soldaço 0 x 5 Senábio Usinagem


J. Junckes 7 x 2 12 de Julho


Megaestamp 2 x 5 MoldTool Ferramentaria


Sinos Usinagem 11 x 5 Krisma Ferramentaria


Tomba Copos 1 x 2 Beto Automecânica


Zanella Pneus 8 x 3 Arsenal Schneider


Confira agora os jogos da próxima rodada:


Rodada do dia 10 de setembro


Quadra 1


9 horas – Autolandia  x  Megaestamp


10 horas – Amigos do Zico  x  Mondaí (Master)


11 horas – Schneider  x  Busscar Plásticos/Os Feras (Master)


13:20 horas - Oxiplasma  x  Só Amigos/Indubor/Schneider


14:10 horas – União F.C.  x  Senábio Usinagem


Quadra 2


9 horas – Erzinger  x  Parkfer Ferramentaria


10 horas – J. Junckes  x  Busscar Plásticos


11 horas – Sinos Usinagem  x  Macibrás


13:20 horas - Tomba Copos  x  KS Schapelins 2


14:10 horas – Zanella Pneus  x  Busscar Ônibus


Venha participar e torcer pela sua equipe. Os jogos tem a arbitragem oficial da Liga Joinvilense de Futsal e a Rádio Difusora AM 1480 tem feito a cobertura de todo o Campeonato, valorizando e divulgando a categoria mecânica para toda Joinville e região.

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86% das negociações fecham com aumento real

Publicado por admin 5 setembro, 2005 Nenhum Comentário Imprimir

O resultado das negociações coletivas do 1º semestre de 2005 das categorias filiadas à CUT registrou balanço positivo, em comparação ao mesmo período do ano passado. É o que mostra um estudo parcial elaborado pela CUT São Paulo, em parceria com o Centro de Estudos Econômicos da Unicamp (Cesit) e a Escola Sindical São Paulo.


O levantamento analisou 28 sindicatos dos setores públicos e privado que assinaram 42 convenções coletivas de trabalho e representam 350 mil trabalhadores.


O resultado, que teve como referência o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC-IBGE), revela que 86% das categorias conseguiram um reajuste acima da inflação passada, 7% zeraram as perdas da inflação e 7% fecharam abaixo da inflação do período. (Veja gráfico no site da CUT). Em relação ao 1º semestre de 2004, os dados são ainda mais significativos, pois 49% das entidades haviam conseguido aumento real.


A inflação, calculada pelo INPC, oscilou entre 6,13% a 6,93% no semestre. Os reajustes conquistados pelas categorias cutistas variaram de 8% a 10% e o aumentos reais oscilaram entre 1% e 2% na maioria das convenções pesquisadas. Em 2004, o aumento real variou entre 1% e 1,5%.


Os ramos beneficiados foram: couro (sapateiros); alimentação; construção civil; funcionalismo público estadual (Universidades Estaduais (USP, UNESP e UNICAMP; Sabesp e Metroviários);   ensino particular, costureiras, transporte (condutores); funcinalismo municipal (Água e Esgoto de Campinas); saúde privada; habitação (CDHU, EMURB e COHAB); e trânsito (CET – Sindviários).


Conquistas sociais e trabalhistas


O estudo da CUT/SP e Cesit/Unicamp também destaque que as categorias cutistas conquistaram melhorias nas cláusulas sociais e trabalhistas. Algumas delas são: sapateiros de Franca conquistaram PLR de R$ 300, registro em trabalho domiciliar e melhoria na saúde do trabalho; os trabalhadores do setor de refeições coletivas de São José dos Campos conseguiram convênio médico com participação de 30% e limite de R$15 por pessoa e cesta básica de R$ 48; os metroviários e funcionários da Sabesp conquistaram a garantia de estabilidade no emprego para 98% do quadro funcional e os trabalhadores da CET conquistaram complementação previdenciária.


Avaliação


Na avaliação do pesquisador do Cesit/Unicamp, José Dari Krein, a razão para explicar o resultado favorável do 1º de semestre de 2005 está no crescimento econômico e na estratégia dos sindicatos de buscar recuperar as perdas passadas, aproveitando o cenário mais favorável.”A lucratividade das empresas, especialmente do setor industrial foi muito alta nos dois últimos anos e contribuiu para o bom resultado dos sindicatos ligados ao setor privado. Já as entidades sindicais públicas conquistaram melhorias devido ao poder de negociação e de organização da categoria”, afirma.


Edílson de Paula, presidente da CUT/SP, reforça que o bom desempenho também está atrelado ao crescimento da geração de empregos em nível nacional. “O Estado de São Paulo foi o carro chefe da criação de postos de trabalho, gerando cerca de 55 mil por mês, e no país de janeiro a junho foram criados 1 milhão de empregos. Sem dúvida esse resultado somando ao novo crescimento do PIB, que registrou 1,4% no 2º trimestre, influenciará positivamente as categorias em campanha neste 2º semestre”, finaliza.  


Setor público estadual


Nos dados do balanço da campanha salarial no 1º semestre de 2005 não está incluído o reajuste anunciado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), no último dia 25 de agosto, para algumas categorias de servidores estaduais (professores da rede estadual, funcionários do Centro Paula Souza, servidores da saúde, da segurança pública, da administração penitenciária e pesquisadores científicos), que variou entre 8,5% a 15%.


A razão da exclusão é pela não existência de uma sistemática de negociação coletiva entre o Estado e as entidades sindicais do setor. Devido à não existência do direito de negociação coletiva, o reajuste dos servidores estaduais não foram considerados nas séries históricas elaboradas nos últimos anos.


No entanto, na avaliação da CUT/SP e dos sindicatos filiados o reajuste não cobre a defasagem da inflação do período das categorias — que estão há 12 anos com o salário congelado– que gira em média de 24,98% a 72,22%.


Com informações da CUT

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