Arquivo de dezembro, 2005

RAIS deve mostrar elevação da geração de empregos

Publicado por admin 7 dezembro, 2005 Nenhum Comentário Imprimir

Reportagem da Folha de São Paulo desta semana anunciou, antecipando a divulgação do Governo, que novos dados sobre o desempenho do mercado de trabalho formal em 2004 mostrarão que chegou a 1,8 milhão o número de novos empregos criados, superando os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged, do Ministério do Trabalho. O ministro Luiz Marinho destacou que esses números reforçam a credibilidade do Caged, cujos números vinham sendo atacados pela oposição, que argumentava haver manipulação dos dados pelo Governo.

A Relação Anual de Informações Sociais – Rais – é um mapa mais completo do emprego formal porque abrange todos os empregados contratados pela CLT, incluindo trabalhadores temporários, avulsos e funcionários públicos, informou a Folha. Segundo o ministro do Trabalho, ainda pode ser possível alcançar a cifra de 10 milhões de empregos em quatro anos. “Não foi uma promessa. Mas nós vamos chegar lá. Eu evito falar dos 10 milhões porque, de fato, o presidente Lula nunca colocou o escreveu isso no programa, mas nós estamos acompanhando o mercado de trabalho”, disse Luiz Marinho.

Fonte: Folha de São Paulo, Economia, Reportagem de Julianna Sofia

Categorias : Notícias Tags :
 

IIª Marcha do Salário Mínimo mostra força da CUT

Publicado por admin 7 dezembro, 2005 Nenhum Comentário Imprimir

De sandálias, chinelos, descalços ou de sapatos e tênis. Crianças, idosos, agricultores, sapateiros, comerciários, metalúrgicos, costureiras, enfim, todas as categorias de trabalhadores do País estiveram marchando na capital federal na semana passada (29/11), pressionando o Governo e o Congresso por um salário mínimo de R$ 400,00, correção de 13% na tabela do Imposto de Renda, redução da jornada para 40 horas semanais.

De Santa Catarina partiram três ônibus no domingo (27/11), para chegar à Candangolândia, nas cercanias de Brasília (DF), na terça-feira cedo. De Joinville partiram 35 trabalhadores do Sindicato dos Mecânicos de Joinville, Sindicato dos Mmetalúrgicos e Sindicato dos Ccomerciários de Jaraguá do Sul, além de companheiros metalúrgicos do Paraná, que embarcaram em Curitiba. Foram mais de 50 horas de viagem (ida e volta) passando por quatro Estados. De Candangolândia à Esplanada dos Ministérios, a marcha consumiu mais de 15 quilômetros, debaixo de um calor sufocante, e depois com uma chuva torrencial, que atrasou um pouco mais a chegada ao local da manifestação. No total, a caminhada durou mais de 4 horas e meia.

O presidente da Federação dos Metalúrgicos da CUT de SC/PR, João Batista Souza; o presidente do Sindicatos dos Metalúrgicos de Joinville, Genivaldo Marcos Ferreira, avaliaram como “forte e representativa” a ação promovida pela CUT. “A grande mídia tentou ignorar a força dos trabalhadores, mesmo acompanhando a marcha por cada quilômetro, não dando a devida divulgação ao evento. Mas a verdade é que nós mostramos a nossa força, entregamos nossos pedidos aos presidentes da Câmara e do Senado, além de sermos recebidos por três ministros de Estado, coisa que em nenhum governo anterior havia acontecido. Creio que teremos resultados positivos a serem anunciados pelo presidente Lula nos próximos dias”, declarou João Batista.

Entre os dias 15 e 20 de dezembro, segundo informou a direção nacional da CUT, o presidente Lula deve anunciar o novo salário mínimo que passará a valer em 2006. Quanto à discussão da política permanente de valorização do salário mínimo, uma comissão quadripartite formada por congressistas, sindicalistas, empresários e governo discutirão em 2006 as formas de financiamento para o mínimo. A CUT já apresentou sua proposta de criação de um Imposto sobre Grandes Fortunas para um fundo específico que financiaria esta valorização.

Categorias : Notícias Tags :
 

Uma cidade em buracos

Publicado por admin 7 dezembro, 2005 Nenhum Comentário Imprimir

O trabalhador joinvilense já não sabe a quem recorrer para escapar dos buracos nas ruas da sua cidade. Na Prefeitura, repassam o assunto para a secretaria de Infra-Estrutura. Nas secretarias Regionais, que deveriam ser a solução para os problemas dos bairros, não há previsão de obras, porque não há materiais, máquinas, etc. As alegações são várias, que vão desde as chuvas que não param, até a extensão da malha viária, que não permite a finalização de um trabalho em toda a cidade, sem antes ter que voltar ao início para consertar novamente. Enquanto isso, o trabalhador tampa os buracos com barro, brita, saibro. Tudo para evitar quebras de carros, acidentes com crianças e idosos.


 


Já é de conhecimento público que em Joinville as chuvas são freqüentes. E já houve tempos em que eram ainda mais persistentes que hoje. Mas o que se nota é que a qualidade do asfalto empregado nas obras é de péssima qualidade, não agüentando nem a um ano de rodagem dos veículos. Ruas que deveriam ter uma pavimentação duradoura por serem passagem de caminhões pesados, não agüentam períodos superiores há um ano também. As operações tapa-buracos, pior ainda, pois logo ao cobrirem os buracos, se vir uma chuva, por menor intensidade e período que seja, eles retomam seus lugares nas vias, sem dó nem piedade de pedestres ou carros. Uma verdadeira lástima.


 


Neste caso, são necessárias revisões nestes contratos com empreiteiras e fornecedores do asfalto empregado, tanto na pavimentação quanto nas operações de recuperação. Algo de errado está acontecendo. O dinheiro público não pode financiar serviços de péssima qualidade, que ao serem refeitos em curtos espaços de tempo, produzem prejuízo aos cofres públicos e, por conseqüência, aos contribuintes que pagam seus impostos sem pestanejar. A Câmara de Vereadores também, como fiscalizadora do poder Executivo, deveria promover estudos, audiências públicas, inquéritos ou qualquer outra ação, para que esta barbaridade que ocorre nas ruas de Joinville tenha um fim, ou que pelo menos seja minimizado, com a aplicação de produtos de qualidade.


 


De nada adianta estar em curso mais uma operação tapa-buracos, se na próxima chuva o asfalto se esfarinha, dilui, dando lugar novamente aos senhores das ruas, os buracos. Cabe a Prefeitura de Joinville dar uma resposta eficaz aos cidadãos, que não são apenas contribuintes, mas sim clientes, como costuma ou costumava dizer o prefeito Marco Tebaldi. Se somos clientes, queremos serviços que atendam condignamente aos nossos anseios, aquilo que pagamos ao poder público. Com a palavra, a Prefeitura.


 

A Diretoria

Categorias : Nossa Opinião Tags :
 

Imprensa destaca ação do Sindicato sobre boatos

Publicado por admin 7 dezembro, 2005 Nenhum Comentário Imprimir

O novo posicionamento do Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região na sociedade já movimenta alguns setores, como a imprensa. Nos últimos dias, boatos sobre o fim do 13º salário disseminados pela internet foram combatidos com a verdadeira informação – veja aqui - sobre os fatos. Essa ação da diretoria rendeu espaços generosos na mídia local – Jornal A Notícia, caderno AN Cidade, coluna “Alça de Mira”, nos dias 29/11, 2 e 3/12 (foto).

O jornalista Jefferson Saavedra, grande profissional, cometeu alguns equívocos ao confundir a luta pela reforma sindical, que está no Congresso Nacional, com uma proposta aventada pela classe empresarial, de reforma trabalhista. O Sindicato se posicionou pela divulgação dos fatos, o que gerou um bom e salutar debate sobre o papel da CUT e do movimento sindical na luta pelos direitos dos trabalhadores, que andava meio esquecida pelos órgãos de imprensa da cidade. Graças ao olhar atento do jornalista de A Notícia, a diretoria pode pautar temas que dificilmente ganham as páginas da mídia local.

“Nossa disposição é cada vez mais interagir com a sociedade. Com a reforma sindical, os sindicatos que atuam de verdade pelos trabalhadores, sobreviverão. Aqueles que somente usam a entidade para fins não tão nobres, morrerão. Então, não estamos defendendo privilégios, mas sim um retorno à valorização do papel sindical no equilíbrio de forças entre capital e trabalho. E vamos continuar nesta direção e luta, buscando nosso espaço na imprensa, sociedade, e respondendo aos apelos de trabalhadores da categoria que pedem nossa ação, seja por e-mail, carta ou pessoalmente”, afirma o presidente João Bruggmann.

Categorias : Destaque Tags :
 

Sindicato está em férias coletivas

Publicado por admin 7 dezembro, 2005 Nenhum Comentário Imprimir

O Sindicato está em férias coletivas desde o dia  23 de dezembro, retornando as atividades normais a partir de 9 de janeiro. Inicialmente, retornam ao atendimento os setores de recepção, câmara de conciliação trabalhista, recepção e finanças. O atendimento médico e odontológico, devido às obras de modernização dos consultórios, retorna a partir de 26 de janeiro. As atividades esportivas retornam dia 16, normalmente. O departamento jurídico também retorna dia 26 as atividades normais.

A Câmara de Conciliação Trabalhista Paritária informa ainda que as empresas que tiverem rescisões para homologar no período de férias coletivas, deverão procurar a Delegacia Regional do Trabalho (DRT), ou então depositar o valor das verbas rescisórias na conta corrente ou de poupança do funcionário demitido, juntar o comprovante do depósito efetuado com a rescisão e marcar a homologação junto à Câmara a partir de 9 de janeiro, se assim preferirem.

Serviço – Férias Coletivas do Sindicato dos Mecânicos

Período
: de 23 de dezembro de 2005 à 8 de janeiro de 2006

O que funcionará no retorno em 9 de janeiro:

Recepção, finanças, Câmara de Conciliação Trabalhista (rescisões).

Atendimento Médico e Odontológico:

Retorna dia 26 de janeiro devido à realização de obras nos consultórios.

Departamento Jurídico:

Retorna dia 26 de janeiro com atendimento normal

Centro Esportivo:

As atividades normais para jogos volta dia 16 de janeiro.



 

Categorias : Destaque Tags :
 
Rua Luiz Niemeyer, 184 - Centro • Joinville / Santa Catarina
CEP: 89201-060 • Cx Postal: 716
Fones: (47) 3027-1183 • E-mail: sindicato@sindmecanicos.org.br