Arquivo de fevereiro 20th, 2006

Sindicato promove palestra sobre saúde bucal

Publicado por admin 20 fevereiro, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

De um lado, um profissional com vontade de orientar e com capacidade de comunicação. De outro, trabalhadores necessitando de informações básicas de saúde para uma vida saudável. Resultado: um belo embrião de um projeto sobre saúde bucal que promete avançar muito.

O dentista Sérgio Bombonato, há três atuando no Sindicato, tem mais de 10 anos de experiência e se dispôs a colocar seu conhecimento à disposição do Sindicato para um trabalho preventivo e de educação em saúde bucal. O secretário geral, Evangelista dos Santos, verificou a possibilidade junto à duas empresas da categoria, Megaestamp e Metalsolda, e daí surgiram as duas primeiras palestras realizadas no dia 10 de fevereiro, por ocasião da realização da Semana Interna de Prevenção de Acidentes – SIPAT.

Com apenas um retroprojetor e uma sala de trabalho, isso mesmo, de trabalho, Sérgio repassou informações, pela manhã e a tarde, para cerca de 40 trabalhadores. Temas como câncer bucal, alimentação saudável, higienização, doenças bucais foram didaticamente explicados com o apoio de transparências ilustrativas. “O que mais impressionou foi a quantidade de perguntas que eles me fizeram. O tempo da palestra era para ser de 40 minutos, mas se transformou em mais de uma hora”, comemora Sérgio.

O projeto agora terá uma ampliação das informações, atendendo a demanda de perguntas dos trabalhadores. “Vou incluir temas como ortodontia, traumatismo buco-facial no local de trabalho, entre outras coisas. Quanto mais informada a pessoa é, menos custos financeiros ela tem, e menos sofrimento físico e estético ela terá, além do que, a saúde bucal é fundamental para uma vida saudável”, destaca o dentista.

Segundo Evangelista dos Santos, a proposta vai se expandir na medida da procura das empresas interessadas. “Temos o voluntário com conhecimento e vontade. Agora, esperamos a manifestação das empresas interessadas em ver seus funcionários com boa saúde, principalmente as pequenas e médias empresas”, finalizou.

Para mais informações sobre as palestras, ligue 0800.726.1198 e fale com a secretaria geral.

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Novo ecônomo assume lanchonete do Centro Esportivo

Publicado por admin 20 fevereiro, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

Mais uma ação para melhorar os serviços do Sindicato para associados, seus dependentes, e trabalhadores da categoria, foi efetivada nesta segunda-feira (20/2) – a mudança de responsável pela lanchonete do Centro Esportivo e Recreativo. Assume a função o senhor Davi Fink, que tem como objetivo garantir um bom atendimento aos associados e frequentadores do local.

Davi tem grande experiência no ramo, e é uma aposta da diretoria para a melhoria contínua dos benefícios aos associados. Muitas mudanças foram realizadas nos últimos meses, com obras na sede central, ampliação de horários de dentistas, reformas, e esta alteração também faz parte do projeto de modernização do Sindicato.

Visite o Centro Esportivo e conheça nossa estrutura para esporte e lazer. O endereço é rua Rui Barbosa, 495 – bairro Costa e Silva – Joinville (SC).

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Recesso no feriadão de carnaval

Publicado por admin 20 fevereiro, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

Para atender necessidades internas de obras e otimizar o atendimento aos associados, o Sindicato dos Mecânicos informa que estará fechado no feriadão de carnaval, dias 27, 28 e 1º de março até as 13 horas, quando retornará Ã s atividades normais.

Durante os festejos carnavalescos, Joinville fica quase deserta, já que boa parte da população viaja para outros destinos. “Não é diferente conosco nas atividades sindicais. Assim, aproveitamos para dar acabamentos em algumas obras que precisam ser terminadas, organizando tudo para o retorno dos nossos associados”, destaca o presidente João Bruggmann.

Para esclarecer dúvidas sobre horários de consultas médicas, de dentistas e outros temas, ligue para 0800.726.1198 e fale com as recepcionistas.

 

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INSS não justifica problemas com perícias

Publicado por admin 20 fevereiro, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

Preocupada com os inúmeros problemas relacionados à concessão e manutenção do auxílio-doença aos trabalhadores acometidos por doenças do trabalho, a diretoria do Sindicato dos Mecânicos esteve reunida nesta segunda-feira (20/2) com o gerente executivo do INSS da região de Joinville, Luiz Fernandes. Participaram da reunião representando o Sindicato o presidente João Bruggmann, o secretário geral, Evangelista dos Santos; a assessora jurídica, Luiza De Bastiani, e o vereador Marcos Aurélio Fernandes (Marquinhos/PT), que intermediou a audiência.

De prático resultou a informãção da realização de concurso público do INSS para contratação de médicos e atendentes, cerca de 1,5 mil para todo o País, sendo que apenas 12 serão colocados na região de Joinville, São Bento do Sul, Mafra, Canoinhas, Jaraguá do Sul e São Francisco do Sul. Desde ontem (20), não há mais o atendimento por médicos credenciados. A expectativa do gerente executivo, Luiz Fernandes, é que após a realização do concurso público (abril), sejam necessários mais três meses para que o atendimento fique a contento. Informações sobre o concurso do INSS nos sites: www.previdencia.gov.br e www.concursosfcc.com.br, ou ainda nas agências da previdência social.

“Durante muito tempo não houve mais contratações de médicos peritos. Os governos anteriores não se preocuparam em manter os quadros do INSS. No setor de reabilitação, por exemplo, desde 1977 não eram mais contratatados profissionais, portanto há mais de 28 anos. Agora estamos reconstruindo os setores”, informou. Fernandes disse ainda que com um novo sistema chamado “COPES” – Cobertura Programada e Estimada – a concessão do benefício pode ser concedida até 180 dias. Antes era de apenas 90 dias.

O presidente João Bruggmann questionou a atenção dada aos trabalhadores no atendimento. “O trabalhador, mesmo ainda não se sentindo apto ao trabalho, é liberado pela perícia. Ao retornar à empresa, também não é aceito porque não está cem por cento. Neste jogo de empurra, como ficam as contas do trabalhador? Ele tem que ter a garantia do seu rendimento”, cobrou. Luiz Fernandes não soube indicar uma solução para estes casos.

O secretário geral do Sindicato, Evangelista dos Santos, avaliou como insatisfatória a reunião. Ele acredita que está faltando mais sensibilidade por parte da gerência para as questões levadas pelo Sindicato. “Não podemos ser tratados de forma fria, principalmente quando os casos são de saúde do trabalhador, da manutenção da sua subsistência e de sua família. Vamos esperar atitudes mais pró-ativas por parte do INSS local nos próximos dias. Depois, se não houver avanço significativo, vamos partir para outra ação”, revelou. 

O vereador Marquinhos, que intermediou a reunião, aposta no diálogo frequente entre os sindicalistas e a gerência executiva para que se encontre uma solução viável, legal e abrangente para a questão. “Sabemos que há muita tentativa de fraude, pessoas que recebem o benefício sem necessidade, mas também temos que tratar com muito cuidado e atenção aos problemas dos trabalhadores que realmente necessitam. Espero que com a reestruturação da equipe, este problema seja minimizado”, ressaltou.

O tema saúde do trabalhador em Joinville (SC) está na ordem do dia desde o ano passado, quando o Sindicato dos Mecânicos levantou a questão (leia mais). Entre outros problemas, destaque para a não emissão da comunicação por acidente de trabalho (CAT), a liberação do trabalhador para o trabalho sem a devida análise, acarretando inclusive demissões injustificadas.

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Bate-papo virtual sobre Reforma Sindical

Publicado por admin 20 fevereiro, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

A reforma sindical é tema bate-papo pela internet a ser promovido pela Agência Câmara de Notícias, na quarta-feira (22), às 15 horas, com o deputado Tarcísio Zimmermann (PT-RS). Os interessados em participar devem acessar o endereço www.agencia.camara.gov.br e clicar no ícone do chat.

Zimmermann é relator, na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, do Projeto de Lei 1528/89, sobre a organização sindical. A proposta tramita em conjunto com outros 13 projetos de lei. Todos regulamentam o artigo 8º da Constituição.

Mudança constitucional
Além dos 14 projetos de lei, a Câmara analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 369/05, do Executivo, que propõe uma ampla reforma na legislação sindical. Uma das alterações propostas é o fim da unicidade sindical (sindicato único por categoria na mesma base territorial). A PEC está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e tem como relator o deputado Maurício Rands (PT-PE).

As propostas dividem trabalhadores e empregadores. Um exemplo são as divergências sobre a sugestão de criação da representação sindical no local de trabalho. Os opositores da idéia argumentam que os representantes dos trabalhadores dentro da empresa poderão ficar sujeitos às pressões dos patrões.


Reforma sindical é desafio da Câmara em 2006
A discussão sobre mudanças no modelo sindical brasileiro promete mobilizar os deputados em 2006. A regulamentação do artigo 8º da Constituição, que trata da organização sindical, é uma das prioridades da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, responsável pela análise de 14 projetos de lei sobre o tema (PL 1528/89 e mais 13 apensados).

Paralelamente, a Câmara analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 369/05, do Executivo, que modifica esse artigo, abrindo caminho para uma ampla reforma. Uma das alterações propostas é o fim da unicidade sindical (sindicato único por categoria na mesma base territorial).

Anteprojeto
A PEC do Executivo, enviada ao Congresso em março de 2005, aguarda parecer da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), onde tem como relator o deputado Maurício Rands (PT-PE). O governo já divulgou o anteprojeto de lei que será enviado ao Congresso caso a PEC seja aprovada como está. Esse anteprojeto teve como base compromissos firmados pelo Fórum Nacional do Trabalho, coordenado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com a participação de representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do governo.

A apresentação da proposta do governo motivou a Comissão de Trabalho a realizar uma série de audiências públicas para debater o assunto. Como a CCJ não deu início à discussão da PEC, no segundo semestre de 2005 os deputados da Comissão de Trabalho decidiram colocar o PL 1528/89 em pauta. No entanto, divergências em torno do substitutivo apresentado pelo deputado Tarcísio Zimmermann (PT-RS) em novembro adiaram a votação do projeto para este ano.

Aspectos polêmicos
O desafio em 2006 será chegar a um consenso para aprovação da matéria. As diferentes propostas causam polêmica entre representantes dos trabalhadores e dos empregadores. É o caso, por exemplo, da substituição do imposto sindical por uma contribuição baseada na participação em negociação coletiva, com valor fixado em assembléia, prevista na PEC do Executivo e no substitutivo de Zimmermann, que também incorporou sugestões do Fórum Nacional do Trabalho.

No caso da proposta do Executivo, o fim da unicidade sindical, mas com possibilidade de exclusividade de representação em determinados casos; a ampliação do poder das centrais; e a necessidade de o Estado reconhecer a representatividade das entidades para lhes atribuir personalidade sindical – vista como uma restrição à liberdade – são alguns dos pontos mais polêmicos. Também o substitutivo de Zimmermann foi acusado de interferir na autonomia e na liberdade das entidades, com medidas como a fixação de um prazo-limite para o mandato dos dirigentes sindicais.

Normas mínimas
“Meu substitutivo não tinha nada de intervencionismo. Tinha, sim, uma previsão mínima para a organização sindical”, defende Zimmermann. Entre outras críticas feitas ao texto, está, por exemplo, a falta de critérios claros para a criação de centrais sindicais.

Na visão do deputado, é preciso estabelecer normas democráticas mínimas e deixar o restante livre, já que a Constituição prevê a liberdade sindical. “A central é a representação política das entidades a ela filiadas. Na minha proposta, ela não tem o poder de substituir o sindicato”, lembra.

Mesmo alguns dos pontos que pareciam ser consensuais entre trabalhadores ou empregadores têm sido questionados. A criação da representação sindical no local de trabalho, prevista nas duas propostas, é um deles. Considerada uma unanimidade em meio aos trabalhadores, a idéia passou a receber críticas até entre eles. Há quem acredite que, da forma proposta, os representantes dos trabalhadores dentro da empresa vão ficar vulneráveis ao poder dos patrões.

Fonte: Ag. Câmara


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Campanha Salarial 2006-2007

Publicado por admin 20 fevereiro, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

A diretoria do Sindicato dos Mecânicos já entregou a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2006/2007 – “Acorda trabalhador, defenda seu salário”, ao sindicato patronal. O documento foi protocolado no último dia 16 de fevereiro (quinta-feira). A Comissão de Negociação aguarda agora a marcação da primeira rodada de negociações, que deverá ser definida pelos representantes patronais nos próximos dias.

Veja abaixo alguns destaques das propostas apresentadas para negociação:

- Reajuste salarial com 100% do INPC/IBGE, mais oito (8) pontos percentuais de ganho real. Ou seja, se a inflação pelo INPC for de 4% até março deste ano (ainda está sendo apurada), o pedido de aumento a ser negociado chegará a 12%.

- Pré-Aposentadoria: cria o instituto da pré-aposentadoria para proteger trabalhadores que estão próximos da aposentadoria. Assim, não podem ser demitidos até a efetiva aposentadoria, acabando com a possibilidade de demissões quando o trabalhador está em idade de se aposentar e corre o risco de não conseguir mais empregos.

- Efetivação do trabalhador temporário após os três meses iniciais, sem a obrigação de cumprir um novo contrato de experiência. Hoje a prática é contratar o trabalhador de forma temporária por três meses; depois, ao acabar o contrato, se coloca o trabalhador em novo contrato de experiência. Com essa cláusula, isso deve acabar.

- Aumento do piso da categoria para R$ 560 na contratação e R$ 600 após a efetivação no emprego. É a justa remuneração frente aos avanços do salário mínimo, além de promover a verdadeira distribuição de renda.

Fique atento as manifestações em seu local de trabalho, comunicando o seu sindicato sobre as notícias e informes internos. Com a sua participação, vamos conquistar os melhores resultados.

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