Arquivo de julho, 2006

Reformas no Centro Esportivo são finalizadas

Publicado por admin 18 julho, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

As reformas nos vestiários e banheiros no Centro Esportivo e Recreativo já estão prontas e vão oferecer mais comodidade e conforto a todos os associados, familiares e usuários. Foram investidos quase R$ 20 mil nas obras.

O presidente João Bruggmann e o secretário de Esportes, João Luiz Vieira, vistoriaram as benfeitorias para determinar os últimos retoques. Até o início do 4º Campeonato de Futsal dos Mecânicos, tudo estará preparado.

Os quatro novos vestiários receberam novo piso, chuveiros, e iluminação, garantindo assim as melhores condições para os atletas após o esforço físico em quadra. Também os banheiros masculino e feminino foram totalmente remodelados. Contam agora com novo piso, iluminação, divisórias e espelhos amplos, com pias adequadas. Mulheres e crianças tem agora muito mais limpeza e espaço para o asseio corporal.

“Estamos investindo no patrimônio do trabalhador e da trabalhadora da categoria. É assim que o dinheiro das contribuições e do imposto sindical é investido, retornando em forma de benefícios a todos. Quem frequenta o Centro Esportivo já pode notar a diferença, e quem vier no 4º Campeonato ficará bem mais à vontade”, afirma João Bruggmann.


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Assédio Moral atinge saúde do trabalhador (a)

Publicado por admin 18 julho, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

Ao todo, 4,37% dos bancários brasileiros já pensou ou ainda pensa em suicídio. A conclusão é da pesquisa “Assédio Moral no Trabalho: Impactos sobre a Saúde dos Bancários e sua Relação com Gênero e Raça”, coordenada pelo Sindicato dos Bancários de Pernambuco em 28 diferentes bancos públicos (48,14%) e privados (51,86%).

Além de situações extremas, vários sintomas de distúrbios psicológicos foram observados: falta de apetite (17,15% dos entrevistados), tremores nas mãos (21,20%), chora mais que de costume (19,10%), se sente incapaz de realizar um papel útil na vida (4,37%). “Ficamos chocados. São relações autoritárias que provocam adoecimento físico e mental. É uma realidade cruel”, ressalta a secretária-geral do sindicato e coordenadora da pesquisa, Suzineide Rodrigues de Medeiros.

A principal conseqüência relatada pelas vítimas é nervosismo, tensão ou preocupação (60,72%). Em menor escala, outros sintomas mais graves são manifestados. A vítima dorme mal (42,14%), se cansa com facilidade (38,76%), tem se sentido triste ultimamente (37,86%), tem dores de cabeça constantemente (37,37 %), tem dificuldade para realizar com satisfação suas atividades (36,55 %), sente-se cansado o tempo todo (36,36 %), sensações desagradáveis no estômago (33,40 %) e má digestão (31,87 %).

A coordenadora explica que os sintomas de depressão muitas vezes aparecem porque a pessoa “pensa que a culpa é dela, está com esse peso e não consegue distinguir o que é erro dela e o que é do gerente”. Por isso, segundo a coordenadora, quando ocorre uma denúncia, a vítima é encaminhada a um psicólogo para que o profissional faça uma análise da situação.

Enquanto 53% das mulheres se dizem estressadas, 46% dos homens têm a mesma queixa. Segundo o estudo, os homens são mais agressivos. Eles são acusados em 50,96% dos casos. As mulheres são responsáveis por 22,79 das agressões. Ambos os sexos respondem a 26,25% das acusações. Mas em 17,10% dos casos, a vítima afirma que o agressor não tem consciência do que faz.

Diferentemente do esperado, boa parte das agressões morais sofridas pelos bancários no ambiente de trabalho não são feitas pelo chefe. O superior hierárquico continua sendo o maior agressor (63%,71), mas não o único. Os colegas são apontados por 28,38% dos entrevistados e os subordinados por 5,46% dos 2.609 profissionais que participaram da pesquisa.

Com informações da AG. Brasil

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Busscar corrige injustiça salarial em Pirabeiraba

Publicado por admin 11 julho, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

Uma grande vitória para 126 trabalhadores da Busscar Plásticos, unidade situada em Pirabeiraba, distrito de Joinville (SC), acaba de ser conquistada: a equiparação salarial com a Busscar Ônibus. Outra vitória é o pagamento de insalubridade para 59 trabalhadores que atuam nas áreas de moldagem e acabamento spray-up. A diretoria do Sindicato esteve ao lado dos companheiros e companheiras todo o tempo, realizando inúmeras reuniões com a direção da empresa, e o resultado já pode ser comemorado.

O fim desta injustiça vai gerar um aumento de 14,29% para todos que estão no piso salarial de R$ 2,38 a hora, que passa agora para R$ 2,72. É importante ressaltar também a boa vontade da Busscar na negociação. Mesmo ainda em recuperação da grave crise financeira que quase à levou à falência, a empresa está aberta para o diálogo. O caso da insalubridade, por exemplo, mostra bem esse novo momento. Mesmo com o laudo ambiental, que foi acompanhado pela diretoria do Sindicato, mostrando a não exigência desta obrigação, a Busscar definiu que irá pagar o benefício aos trabalhadores atingidos.

“Estamos satisfeitos com o desfecho desta situação, que já durava muito tempo, desde de que a Busscar Pirabeiraba passou a ser representada por nós. É mais uma demonstração de que a união dos trabalhadores junto ao sindicato conquista muito mais”, comemora o presidente João Bruggmann.


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Soldaço: trabalhadores rejeitam Banco de Horas

Publicado por admin 11 julho, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

Após cinco anos de utilização do banco de horas, os trabalhadores da Soldaço rejeitaram a continuidade da política na empresa. A vitória do “não” foi incontestável: 61,36% contra apenas 38,64% para o “sim”. A assembléia foi realizada no dia 6 de julho. No dia 29 de junho, também em assembléia geral extraordinária, os trabalhadores da Athletic Way também já haviam rejeitado renovar o acordo coletivo que flexibilizava a jornada de trabalho. Lá também a rejeição teve acima de 60% de votos dos trabalhadores. Na Cid Produtos, a continuidade do banco de horas foi aprovado pela maioria, que são trabalhadores administrativos.

 

Nestas assembléias extraordinárias, a votação é secreta e acompanhada pela diretoria do Sindicato, que faz uma exposição detalhada do tema a ser votado. O Sindicato dos Mecânicos tem uma posição fechada contra a realização de Banco de Horas, por entender que a prática só traz benefícios aos empregadores, e muitos prejuízos aos trabalhadores. Para o presidente do Sindicato, João Bruggmann, as últimas assembléias realizadas sobre o banco de horas tem mostrado o apoio que a entidade tem junto a seus representados, os trabalhadores.

“Os companheiros e companheiras estão atendendo o nosso apelo, principalmente em relação ao banco de horas, que só atende ao patrão. É também uma resposta à maneira raivosa com que os empresários ligados ao sindicato patronal tratam a categoria quando das negociações salariais. Evitam valorizar o trabalhador, que agora dá a resposta. Que isto sirva de lição porque trabalhador valorizado é trabalhador produtivo e atuante”, destaca Bruggmann. Nas empresas onde a grande maioria é trabalhador na produção, no chão de fábrica, o banco de horas não está sendo aceito. Apenas as empresas com ampla maioria de trabalhadores no setor administrativo tem mantido o banco de horas.

O Sindicato reafirma que é ilegal qualquer mudança nas relações de trabalho sem a realização de assembléia geral, com a participação da maioria de trabalhadores e também da diretoria sindical.

Mais informações junto à Secretaria Geral, com Evangelista ou Jaqueline. O telefone é 0800 726 1198.

 

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Sindicato presta contas à associados

Publicado por admin 11 julho, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Oficinas Mecânicas de Joinville e Região está convocando a todos os trabalhadores e trabalhadoras associados para participar da Assembléia Geral Ordinárias de prestação de contas do exercício de 2005. Também será analisada a proposta orçamentária para 2007. Esta iniciativa é prevista no estatuto para acontecer até o mês de novembro, mas devido à organização administrativa implantada, já pode ser realizada.

A Assembléia será realizada na sede central do Sindicato – rua Luiz Niemeyer, 184 – Centro – a partir das 9 horas em primeira convocação, e 9:30 horas em segunda convocação, com qualquer número de associados presentes.

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Ascensão social chega a 7 milhões de brasileiros

Publicado por admin 11 julho, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

Pesquisa divulgada pelo jornal O Globo neste domingo (9) mostra que, entre 2005 e 2006, cerca de 7 milhões de brasileiros ascenderam na pirâmide social e chegaram à classe média – o que representa um acréscimo de 7,9% e uma expectativa de consumo da ordem de R$ 31 bilhões a mais.
 


A ascensão de grandes contingentes das classes D e E para a classe C foi detectada pelo Instituto Target, com base em dados do IBGE, e confirmada por outras duas instituições: a Fundação Getúlio Vargas e o LatinPanel, ligado ao Ibope.


 


As políticas do governo Lula foram determinantes para a expansão dos setores intermediários da população. Segundo especialistas ouvidos pelo jornal, a evolução se deve ao crescimento de emprego com carteira assinada, à recuperação do poder de compra dos salários e ao aumento da oferta de crédito no país.


 


“Há um claro movimento de ascensão social. Os domicílios da classe D subiram na pirâmide. Compraram mais bens duráveis e, como na classificação leva-se em conta também a posse desses bens, houve o avanço para a classe média”, disse ao jornal o diretor da Target, Marcos Pazzini.


 


Para o economista da FGV Marcelo Neri, também ouvido na reportagem, a melhora da condição de vida dos mais pobres veio para ficar.


 


“As empresas estão confiantes, pois há custo na contratação. Por esse lado, a expansão parece sustentável. Quanto ao crédito, o avanço pode ser menor, mas deve continuar”, afirmou.


 


Datafolha
Outro jornal, a Folha de S.Paulo, chegou a conclusões parecidas em pesquisa Datafolha também divulgada neste domingo. Embora seja relativo a todo o período de governo Lula, o levantamento da Folha considera apenas a ascensão social dos brasileiros eleitores, ou seja, dos que têm acima de 16 anos.


 


Segundo o jornal, por esse critério, seis milhões de eleitores saíram das classes D e E a partir de 2003. A maioria migrou para a classe C. O levantamento também mostra que 37% dos entrevistados passaram a consumir mais nos últimos três anos e que praticamente a metade dos 125,9 milhões de eleitores (49%) considera que sua situação econômica vai melhorar.


 


De acordo com o jornal, a melhora na renda se dá por uma combinação de cenário econômico positivo e forte aumento do gasto público dirigido aos mais pobres. Diz a reportagem que, desde 1994, nunca foi tão baixo o percentual de brasileiros que reclama do pouco poder aquisitivo.


 


“Hoje, 28% acham ‘muito pouco’ o que a família ganha. Eles somavam 45% antes da posse de Luiz Inácio Lula da Silva”, afirma o texto.


 


O Datafolha ouviu 2.828 eleitores no país entre 28 e 29 de junho, quando pesquisou a intenção de voto à Presidência. Na época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecia com 46%, contra 29% de Geraldo Alckmin (PSDB).


 


A melhora no consumo e nas expectativas dos eleitores mais pobres, na análise da Folha, explicaria o favoritismo do petista, que hoje venceria as eleições no 1º turno.


 


Um dos principais resultados do levantamento, continua a matéria, é que o total de eleitores na classe D/E diminuiu de 46% para 38% entre outubro de 2002 e agora. A classe C passou de 32% para 40%. Já a classe A apenas variou de 20% para 22% – dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou menos.


 


As maiores taxas de intenção de voto em Lula estão nas classes D/E e C: 54% e 44%, respectivamente; contra 34% na A/B. A pesquisa também questionou os eleitores sobre a participação em programas sociais do governo, como o Bolsa Família. Os maiores aumentos de consumo foram detectados entre membros da classe C que participam ou que têm alguém da família incluído nos programas. Entre esses eleitores, 52% consumiram mais alimentos nos últimos três anos, contra 37% na média geral.


 


Os menores percentuais de aumento de consumo foram detectados na classe D/E. Mesmo assim, é aí que está concentrada a maior força eleitoral de Lula e, segundo algumas análises, a maior taxa de aumento da renda nos últimos anos. Dentre os D/E que participam de algum programa social, Lula chega a ter 65% da preferência dos eleitores, contra 27% de Alckmin. Os D/E e C também são os mais otimistas em relação ao futuro.

Com informações da Ag. Brasil, O Globo e Folha de SP.

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Futsal feminino vai abrir Campeonato dos Mecânicos

Publicado por admin 11 julho, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

Já está definido: um torneio de futsal feminino vai ser a atração principal na abertura do 4º Campeonato de Futsal dos Mecânicos no dia 5 de agosto. Haverá premiação para todas as equipes participantes, sendo troféus e medalhas do primeiro ao terceiro colocado, e medalhas para as demais equipes participantes. Um almoço será oferecido à essas companheiras guerreiras, cortesia da diretoria do Sindicato. Para se inscrever, é preciso entrar em contato com o secretário de Esportes, João Luiz Vieira (fones abaixo).

Esta é uma das ações previstas pela diretoria. A formação da Comissão Organizadora do campeonato será feita neste final de semana. Esta Comissão vai planejar todos os passos, atividades e medidas a serem utilizadas, evitando assim a sobrecarga de trabalho, para garantir a todos os participantes toda a estrutura necessária de segurança, saúde e também desportiva.

O 4º Campeonato de Futsal dos Mecânicos é considerado um dos maiores campeonatos classistas de futsal da região norte e nordeste de Santa Catarina, e já virou tradição na categoria, reunindo centenas de atletas ligados às empresas. Serão novamente duas categorias: masters (podem participar atletas com idade a partir de 35 anos, completados até dezembro deste ano) e livre. As inscrições seguem até o dia 25 de julho. 

Os interessados devem retirar a ficha de inscrição e o regulamento do campeonato na sede central do Sindicato ou no Centro Esportivo e Recreativo localizado no bairro Costa e Silva. O Congresso Técnico já está marcado para o dia 31 de julho às 19 horas. É indispensável a presença dos representantes das equipes no Congresso Técnico. Este ano são esperadas mais de 60 equipes para a disputa. Em 2005 foram 52 equipes participantes. O campeão foi a Schneider, nas duas categorias, que levou ainda quase todas as premiações em disputa, como goleiro menos vazado, artilheiro. 

Mais informações sobre o 4º Campeonato dos Mecânicos você pode obter com o secretário de Esportes, João Luiz Vieira pelos telefones (47) 9176.1550 e 3435.8190. Acompanhe os detalhes também pelo site, como em todo o ano passado. Fique atento, forme sua equipe e venha participar!

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Assédio Moral atinge quase 40% dos bancários

Publicado por admin 11 julho, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

A pesquisa “Assédio Moral no Trabalho: Impactos sobre a Saúde dos Bancários e sua Relação com Gênero e Raça”, realizada pelo Sindicato dos Bancários de Pernambuco apontou que mais de 40% dos bancários de todo país sofrem agressões morais no trabalho e quase um terço dos trabalhadores do setor se diz estressado. Foram ouvidos 2.609 trabalhadores e trabalhadoras de 28 bancos públicos (48,14%) e privados (51,86%).

Segundo o estudo, as agressões duram quase o ano todo (11,13 meses); em 51% dos casos ocorrem várias vezes por semana. A maior queixa é que “o chefe o enche de trabalho”. Ao todo, 19,66% dos entrevistados consideraram esta uma “situação constrangedora”. Outras situações descritas são a de que o “chefe prejudica sua saúde” (12,73%), “dá instruções confusas e imprecisas” (10,35%) e “pede trabalhos urgentes sem nenhuma necessidade” (9,51%).

Entre as 20 situações colocadas como agressivas, estão também “chefe falar mal de você em público (5,48%); “proibir seus colegas de falar/almoçar com você” (2,53%), “forçar você a pedir demissão” (3,41%) e “insinuar e fazer correr boato de que você está com problema mental ou familiar” (3,41%). Esta última é a situação mais freqüente entre as mulheres. Já para os sexo masculino é o fato de o chefe “não lhe dar qualquer ocupação”.

A secretária-geral do Sindicato e coordenadora da pesquisa, Suzineide Rodrigues de Medeiros, explica que a violência moral é “a exposição do trabalhador a situações constrangedoras com objetivo de desestabilizar a relação no ambiente de trabalho, diminuído a auto-estima e que atente a dignidade da pessoa”.

A diferença entre a má educação e o assédio moral, segundo os conceitos da pesquisa, é “usar de valores culturais, sexuais ou que deixem a pessoa fragilizada para humilhá-la, para atingir a dignidade”.

Suicídio –
A pesquisa também mostra que 4,37% dos bancários já pensaram em suicídio devido à pressão emocional que sofrem no trabalho. “Tremores nas mãos” (21,20%), “falta de apetite” (17,15%) e “chorar mais do que de costume” (19,10%) foram outros itens relacionados aos distúrbios psicológicos relacionados à carga sofrida. 

A principal conseqüência relatada pelas vítimas é nervosismo, tensão ou preocupação (60,72%). Em menor escala, a vítima dorme mal (42,14%), se cansa com facilidade (38,76%), tem se sentido triste ultimamente (37,86%), tem dores de cabeça constantemente (37,37%), dificuldade para realizar com satisfação suas atividades (36,55 %), sente-se cansado o tempo todo (36,36 %), sensações desagradáveis no estômago (33,40 %) e má digestão (31,87 %).

Suzineide Rodrigues explica que os sintomas de depressão muitas vezes aparecem porque a pessoa “pensa que a culpa é dela, está com esse peso e não consegue distinguir o que é erro dela e o que é do gerente”.

Questão de gênero - Enquanto 53% das mulheres se dizem estressadas, 46% dos homens têm a mesma queixa. Segundo o estudo, os homens são mais agressivos, representando 51% dos casos; as mulheres são responsáveis por 22,79% das agressões; ambos os sexos respondem a 26,25% das acusações.

Diferentemente do esperado, boa parte das agressões morais sofridas pelos bancários no ambiente de trabalho não são feitas pelo chefe. O superior hierárquico continua sendo o maior agressor (63,71%), mas não o único. Os colegas são apontados por 28,38% dos entrevistados e os subordinados por 5,46% dos 2.609 profissionais que participaram da pesquisa.

Segundo Francisco Bitú, diretor do Sindicato e que também coordenou a pesquisa, um dos próximos passos é trabalhar as conclusões desta pesquisa na campanha salarial da categoria em nível nacional. “Esse tema [assédio moral] já vinha sendo debatido nos encontros e plenárias nacionais; realizamos o estudo e vamos debater com os demais companheiros da Contraf [confederação do ramo financeiro] como utilizar na campanha salarial deste ano”, afirma Bitú.

Nos próximos dias 14 e 15 de julho, os bancários de Pernambuco definirão quais as suas prioridades e que pontos devem ser colocados na minuta de reivindicações. Vão, também, escolher os representantes que participam da Conferência Regional.

Com informações da Radiobrás e CUT

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Marinho alerta para prejuízo a aposentados

Publicado por admin 4 julho, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, pediu hoje (4/7) que representantes de entidades de aposentados e pensionistas dialoguem com os parlamentares para evitar que a medida provisória que prevê aumento salarial para a categoria seja aprovada pelo Congresso Nacional com reajuste de 16,6%.

De acordo com Marinho, se a medida passar com alteração do reajuste de 5% para 16,6%, como querem os parlamentares, o governo não terá outra saída a não ser o veto, já que o aumento não está previsto no orçamento deste ano. “O Congresso está realizando isso em prejuízo dos aposentados e pensionistas. Com o veto, poderá cair por completo a medida provisória e restaria um reajuste de 3,14%”. A medida provisória tramita na Câmara dos Deputados.

O ministro da Previdência, Nelson Machado, informou que uma solução foi apontada neste encontro de hoje em que ele e Luiz Marinho tiveram com representantes de entidades de aposentados e pensionistas. O caminho seria que a redação feita na emenda da medida provisória deixasse margem para o governo vetar o texto apenas parcialmente. “Se tiver que vetar a medida como um todo, ela desaparece”, alertou Machado.

Os 5% para aposentados que ganham mais de um salário mínimo estão previstos na medida provisória enviada ao Congresso após acordo firmado entre os aposentados e pensionistas e o governo em abril deste ano. O valor representa um aumente real de 1,8% para os aposentados e pensionistas, de acordo com Nelson Machado.

O presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores Aposentados e Pensionistas – ligado à Central Única dos Trabalhadores – Epitácio Epaminondas, disse que os aposentados estão preocupados porque com a possibilidade de veto, além do prejuízo do reajuste, perderiam também outros benefícios acordados.

Entre os benefícios previstos no acordo estão a antecipação do pagamento de metade do 13º salário para setembro, a garantia de vagas gratuitas para idosos em ônibus interestaduais e a constituição de uma comissão interministerial para um diálogo permanente entre o governo e as entidades, e a continuidade das negociações para corrigir as distorções salariais entre ativos e inativos. “Nos últimos 20 anos não tivemos aumento acima da inflação. Queremos criar uma campanha salarial contínua dos aposentados”, afirmou Epaminondas.

O reajuste de 16,6% representaria um impacto de R$ 7 bilhões nas contas do governo apenas neste ano, de acordo com Nelson Machado.

Fonte: Ag. Brasil

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Trabalhadores rejeitam Banco de Horas

Publicado por admin 4 julho, 2006 Nenhum Comentário Imprimir

Na última quinta-feira (29/6), reunidos em assembléia geral extraordinária, os trabalhadores da Athletic Way, empresa fabricante de equipamentos para ginástica, rejeitaram a renovação do acordo coletivo que flexibilizava a jornada de trabalho, o famoso Banco de Horas. Dos 168 empregados, 148 participaram (88,09%) da votação e o resultado ficou assim: 95 votos pelo não continuidade; 53 pelo sim. Não houve votos brancos e nulos. O resultado final representou 64,55% de votos reprovando o acordo na empresa.

A votação nestes casos é secreta e acompanhada pela diretoria do Sindicato. O diretor José David de Souza Junior, após abrir a assembléia, fez uma ampla e minuciosa explanação sobre o assunto, vantagens e desvantagens, inclusive jurídicas. Por ampla maioria, os trabalhadores entenderam que esta fórmula não atende os seus interesses. O Sindicato dos Mecânicos tem uma posição fechada contra a realização de Banco de Horas, por entender que a prática só traz benefícios aos empregadores, e muitos prejuízos aos trabalhadores.

“Quando sentamos à mesa para discutir a convenção coletiva, nas campanhas salariais, os patrões se negam a conceder a mesma percentagem sobre o valor das horas extras também sobre as horas. Se negam também a aumentar os salários de forma digna, justa, muitas vezes negando índices mínimos. O resultado desta postura dos patrões começa a aparecer em suas fábricas: descontentamento. Talvez isso ajude a que eles comecem a tratar os trabalhadores de forma mais humana e distribuindo melhor os lucros”, destaca o presidente João Bruggmann.

Ainda esta semana acontecem mais duas assembléias extraordinárias para discutir banco de horas. Na quarta-feira (5/7) às 13:30 horas o Sindicato realiza a atividade na Protmolde para discutir a implantação do banco de horas. Na quinta-feira (6/7) é a vez da Cid Soldaço e Cid Produtos, que tenta a renovação do banco de horas. A assembléia acontece a partir das 13:30 horas. O Sindicato reitera que é ilegal qualquer mudança sem a realização de assembléia geral.

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