Arquivo de outubro, 2006
Petrobrás bate recorde de produção de petróleo
A Petrobras atingiu na última segunda-feira, 23 de outubro, a produção recorde de 1 milhão 912 mil 733 barris de petróleo no Brasil. Esse recorde superou em 30 mil barris o anterior, de 1 milhão 882 mil barris, ocorrido no final de maio deste ano.
Esse recorde resultou, principalmente, da manutenção da produção nos campos terrestres e da entrada em produção de três novos poços interligados à plataforma P-50, no campo de Albacora Leste, na Bacia de Campos.
Com eles, a P-50 já atingiu uma produção de aproximadamente 150 mil barris diários. Está em fase adiantada a ligação de outros quatro poços à mesma plataforma, quando a P-50 deverá atingir, nas próximas semanas, a sua capacidade máxima de produção, programada para 180 mil barris por dia.
Esse resultado é mais um passo decisivo para que a Petrobras alcance a meta de 2 milhões de barris por dia, prevista para ser atingida no final do ano, com a entrada em operação de mais duas plataformas na Bacia de Campos: a P-34, no campo de Jubarte, que deverá ocorrer em novembro, com potencial de 60 mil barris/dia; e o FPSO Cidade do Rio de Janeiro, no campo de Espadarte, em dezembro, com capacidade para produzir até 100 mil barris/dia.
Fonte: Petrobrás e Ag. Brasil
SP reduz obras em até 80%
Algumas das principais obras e projetos de infra-estrutura de transporte do Estado de São Paulo tiveram seu ritmo reduzido drasticamente ou foram até paralisadas pelo governo de Cláudio Lembo (PFL), que conta os dias para terminar seu mandato e procura cortar gastos para não descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Os atrasos ou as interrupções dos investimentos – situação que será herdada por José Serra (PSDB) em 2007- foram intensificados nos últimos meses e envolvem de rodovias do interior à expansão da rede sobre trilhos da Grande São Paulo, do Rodoanel ao recapeamento das marginais Pinheiros e Tietê.
A LRF proíbe os governantes de deixar pendências financeiras para os seus sucessores. Na metade do ano, Lembo enviou ofício a todos os secretários vetando novos investimentos e determinando “redobrada atenção” e “rigorosa austeridade nos gastos públicos”.
O secretário de Estado de Planejamento, Fernando Braga, afirma que os cortes são necessários para adaptar os gastos à realidade orçamentária, mas que não haverá déficit.
O trecho sul do Rodoanel, que ligará a Régis Bittencourt a Mauá, no ABC paulista, obteve a licença definitiva no final de agosto. No mês seguinte, foi aberta uma única frente de trabalho -das cinco previstas.
Dos R$ 200 milhões esperados para a construção em 2006, Lembo deve investir menos de R$ 80 milhões – parte devido à demora para iniciar, mas parte em razão da própria orientação de tocá-la em marcha lenta.
Meses após firmar três convênios com a Prefeitura de São Paulo, comandada por Gilberto Kassab (PFL), para desembolsar mais de R$ 100 milhões em 2006 para o recapeamento de 32 km das marginais, o Expresso Tiradentes (antigo Fura-Fila) e para obras na região da av. Roberto Marinho, Lembo teve que desistir dos investimentos.
Redução de 80%
Das obras em curso de recuperação ou ampliação de estradas, a Folha apurou que a redução do ritmo em diversos casos é de 80%. A orientação é que alguns empregados sejam mantidos, evitando a desativação de canteiros, o que elevaria os custos para a retomada.
Entre as afetadas, a interligação da av. Mário Covas, em São José dos Campos, com a rodovia dos Tamoios, principal acesso ao litoral norte, num total superior a R$ 50 milhões. Ficaria pronta no fim do ano.
Só a Secretaria dos Transportes diminuiu em mais de R$ 200 milhões as obras programadas e decidiu que nem as já licitadas pelo DER (Departamento de Estradas de Rodagem) terão suas ordens de serviço concedidas até dezembro.
Antes de sair do governo para se candidatar à Presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB) firmou contratos de R$ 176 milhões para reformar 156 km de estradas, incluindo um trecho de serra da SP-125 (Oswaldo Cruz), muito utilizada por quem viaja ao litoral norte.
O lote fazia parte de um programa do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e as obras começaram até maio. A partir de agosto, foram interrompidas. O Estado, nesse caso, culpa a demora do governo federal para a aprovação do financiamento do BID.
Fonte: Folha de São Paulo
O Governo Lula é bom para o trabalhador
O desemprego faz mal para a saúde, mas, por outro lado, trabalhar não pode ser causa de doença, acidente e de sofrimento. O governo do presidente Lula sabe disso. Ao mesmo tempo em que criou 7 milhões e 500 mil novos empregos investiu, mais do que qualquer outro governo, para melhorar a saúde dos trabalhadores.
Pela primeira vez o governo federal elaborou uma Política Nacional de Saúde do Trabalhador e patrocinou a Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador que não se realizava há 11 anos. Mais de 120 mil pessoas participaram das Conferências Municipais que deram a base e apresentaram as propostas aprovadas por essa Conferência Nacional.
Fortaleceu a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador – Renast, criando e financiando, até agora, mais de uma centena de Centros de Referência em Saúde do Trabalhador em todos os estados do país. Para melhorar a capacidade de atendimento do serviço público, realizou concursos públicos e contratou profissionais nas áreas da Saúde, Trabalho e Previdência Social.
Recentemente editou uma medida provisória que vai facilitar o reconhecimento das doenças ocupacionais pelo INSS. Dentre outras coisas, esta medida prevê a inversão do ônus da prova, ou seja, não é mais o trabalhador quem terá que reunir dezenas de documentos para provar que adoeceu por causa do trabalho e sim o empregador.
Se determinada doença atinge de forma significativa trabalhadores de um mesmo segmento econômico ou categoria profissional, será reconhecida como acidente do trabalho, assegurando direitos trabalhistas como o recolhimento do FGTS, contagem do tempo para aposentadoria e estabilidade para os afastamentos maiores que quinze dias. Todos esses direitos deixam de existir quando os afastamentos são devidos a doenças ou acidentes não ocupacionais.
Além disso, o Ministério da Saúde determinou que os serviços médicos devem notificar todos os acidentes de trabalho fatais e mutilantes e várias doenças relacionadas ao trabalho, mesmo para os trabalhadores sem registro em carteira. Isto quer dizer que assim como acontece com os casos de AIDS, o país terá os números reais dos acidentes e doenças do trabalho.
No estado de São Paulo, ao contrário do que tem sido feito pelo governo federal, a área de saúde do trabalhador tem sido sistematicamente boicotada nos últimos anos, principalmente na gestão Alckmin, que não investiu orçamento específico, não ampliou as equipes profissionais que cuidam do assunto e não estruturou o Centro de Referência Estadual em Saúde do Trabalhador.
Votar em Lula, que já foi vítima de acidente de trabalho e sentiu na pele o que é ter parte do seu corpo amputada, é criar condições para que continuemos avançando por condições de trabalho saudáveis e seguras.
Prioridades do governo Lula para o segundo mandato:
- Fortalecimento do SUS – Sistema Único de Saúde e da Renast – Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador.
- Melhoria da qualidade de atendimento do INSS. Facilitar o reconhecimento do nexo com o trabalho das doenças ocupacionais. Garantir que o Seguro Acidente de Trabalho do INSS não seja privatizado.
- Penalização das empresas que não oferecem condições de trabalho seguras e premiação das que investem na melhoria das condições de trabalho.
- Implementação a Política Nacional de Saúde do Trabalhador, integrando e estimulando o trabalho conjunto das áreas da Saúde, Trabalho e Previdência Social.
- Inclusão da Saúde do Trabalhador e do Meio Ambiente como ponto central da política de desenvolvimento sustentável do país. Desenvolvimento sustentável exige não só economia estável, mas também a preservação da saúde de nosso solo, de nossas águas, de nossas árvores, de nossos animais, de nossas crianças, de nossas mulheres e homens. Isto significa que para ganhar a vida, o trabalhador não tem que perdê-la.
Autor: CUT
Alckmin aumentou impostos acima da inflação em SP
Os paulistas já conhecem bem o tal choque de gestão tucano, segundo informa uma matéria do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. O choque de gestão dos tucanos é um choque no povo. Às escondidas, eles aumentaram impostos e taxas bem acima da inflação. Ou seja, ao invés de cortar imposto, o governo do PSDB/PFL enfiou ainda mais a mão no seu bolso. Veja abaixo alguns exemplos:
- Privatização corrige tarifas pelo dólar e o ICMS aumenta além da inflação nas contas de luz e de telefone.
- O IPVA de São Paulo é um dos mais altos do Brasil; licenciamento subiu 283% e o pedágio 210%.
- Governo paulista não cobra sonegadores e São Paulo perde R$ 1 bilhão.
- O ISS saltou de 100 para 200 itens.
- O PSDB/PFL ainda nos deve 39% da correção na tabela do Imposto de Renda.
Cortar impostos é tirar dinheiro de seu bolso
O economista e coordenador da Subseção Dieese do Sindicato do ABC, Osvaldo Rodrigues Cavignato, o Osvaldinho, estudou os dados sobre a arrecadação de impostos no Estado de São Paulo nos últimos anos. Ao terminar o trabalho, ele é enfático em afirmar que é mentirosa a proposta dos tucanos de cortar impostos.
“Se Alckmin cortou impostos é porque deixou de aplicar dinheiro em algum lugar e tirou dinheiro de outro”, afirma Osvaldinho. “O licenciamento de carros aumentou 283%, a tarifa de pedágio cresceu 210% e os paulistas perderam em investimentos na saúde e na educação”, explica o economista.
Ele lembra ainda que o governo tucano é o maior responsável pelo tamanho da mordida do Imposto de Renda. Nesta entrevista, Osvaldinho derruba a mentira da redução de impostos que Alckmin afirma que vai fazer.
Redução das verbas sociais paga diminuição do ICMS
O ex-governador se orgulha de dizer que diminuiu o ICMS de alguns produtos. Só não fala que para compensar as diferenças de arrecadação tirou verbas dos municípios, sucateou a saúde e acabou com a educação. A redução provocou uma queda na arrecadação de R$ 4 bilhões. Com isso houve uma diminuição de R$ 1 bilhão para os municípios paulistas; uma queda de repasses para a educação de R$ 900 milhões; para a saúde, algo em torno de R$ 360 milhões, para as universidades R$ 287 milhões e para o setor da habitação uma queda de R$ 40 milhões.
Malandragem com o maior de todos os impostos
O maior imposto do País pertence aos estados, não ao governo federal. É o ICMS. No ano passado, comeu 8% do PIB para render R$ 155 bilhões aos 27 governadores. São Paulo sozinho levou cerca de R$ 46 bilhões. O ICMS é cobrado sobre quase tudo que consumimos. Mas, por uma maladragem fiscal, ele é cobrado sobre o valor de toda uma nota fiscal e não sobre o valor do produto. Veja que na conta de luz, por exemplo, o ICMS é de 25%. Aplique os 25% sobre o consumo e verá que o valor pago do imposto deveria ser menor. Ou seja, cobrado em cima do valor total da conta, o ICMS chega a 36%. É imposto sobre imposto. É assim que os tucanos vão cortar impostos?
Privataria e mais ICMS
As privatizações estimularam a arrecadação de ICMS. Com FHC, os contratos de privatização de empresas de telefonia e transmissão de energia tiveram índices de reajuste atrelados ao dólar e empurraram as tarifas acima da inflação. E as contas de luz e telefone são as maiores fontes de ICMS, junto com a gasolina. Os três setores representam 40% da arrecadação do imposto.
Alívio para os devedores
Alckmin isentou os ricos de impostos. De 1998 a 2004, a arrecadação junto aos devedores de tributos caiu 52%, representando uma perda de quase R$ 1 bilhão que poderiam ser investidos nas áreas sociais. O símbolo da tolerência com a sonegação foi o caso da Daslu (loja onde a filha de Alckmim trabalhava), que só foi investigada depois que a Polícia Federal deu um batida por sonegação de impostos em 2005.
Choque de ignorância no Metrô
Em janeiro do ano passado, Alckmin tirou o desconto de 10% que o Metrô de São Paulo dava aos usuários que compravam dois bilhetes.
Além disso, comeu metade do bônus oferecido a quem comprava dez passagens. Mordida de R$ 1,00 de cada passageiro.
Para o usuário que vai e volta do trabalho todos os dias úteis, o metrô de Alckmin cobra R$ 105,00 ou 46 dólares mensais.
Em Nova Iorque, esse mesmo trabalhador paga 38 dólares por um cartão que lhe permite viajar quantas vezes quiser, durante um mês. Lá, houve um choque de gestão. Aqui, há outro choque, o de péssima gestão.
O estado dos pedágios
São Paulo pode ser considerada a Terra dos Pedágios. Segundo o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), o número de pedágios no Brasil é 321.
No Estado existem 153 praças. Antes eram 28 postos nas rodovias entregues à iniciativa privada. Hoje são 137. Só 18 ficaram com o Estado.
As tarifas subiram 210% acima da inflação, de julho de 1994 a julho de 2005. Se engana quem acha que só paga quem tem carro. O pedágio é diluído em toda cadeia produtiva. Uma carreta com cinco eixos que viaja de Araçatuba ao porto de Santos paga R$ 376,50. Tudo isso encarece o preço do transporte e das mercadorias produzidas ou que passam por São Paulo.
O pedágio funciona como um tributo a mais na cadeia produtiva em que todos pagam. É um imposto indireto sobre todos.
IPVA mais caro
São Paulo cobra 4% de Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor do Brasil, um dos maiores do País.
Basta ver que cada vez mais se vêem carros com placas de outros Estados por aqui. As frotas das montadoras têm placas do Paraná (Volks) ou da Bahia (Ford). Repare nas placas e verá que as frotas dos veículos para aluguel ou das empresas de manutenção de telefone também são de outros Estados. E São Paulo tem a metade da frota brasileira de veículos.
283% a mais no licencimento
A taxa de licencimento de veículos no Estado de São Paulo cresceu 283% entre os anos de 2003 a 2005. Ela saltou de R$ 12,36 para R$ 47,36.
A tungada no Imposto de Renda
Nos oito anos do governo tucano do PSDB/PFL, a tabela do Imposto de Renda sofreu um dos maiores arrochos na história a partir do congelamento da tabela. A classe média foi ainda mais penalizada porque teve alíquota ampliada de 25% para 27,5%.
A não correção da tabela fez ainda que muito companheiros e companheiras que pagavam a alíquota mínima de 15% passassem a pagar 27,5% e outros que eram isentos a terem o desconto. Os tucanos promoveram apenas um reajuste de 17,5% em oito anos de governo e deixaram uma defasagem de 39%, de acordo com a inflação medida pelo IPCA .
O governo Lula já fez duas correções, que somam 18%, e faltam 7,6% para zerar a inflação em seu mandato. O governo se comprometeu com as entrais sindicais a negociar essa diferença ainda neste ano.
Tucanos dobram ISS
Trata-se de um imposto municipal que aumentou graças ao esforço tucano. Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a nova lei do ISS ampliou a base de serviços a partir de um projeto apresentado pelo então senador Fernando Henrique Cardoso. A lista de serviços tributados passou de 100 para 200 itens. De 2003 a 2005, a arrecadação de ISS pelas prefeituras cresceu 40%, de R$ 9 bilhões para R$ 13 bilhões.
Como se vê, o tão falado choque de gestão de Alckmin é na verdade um ataque ao bolso do povo. Será que queremos voltar àqueles tempos?
Fonte: CNM/CUT e Sindicatos dos Metalúrgicos do ABC Paulista
Futsal: Definidos os grandes finalistas de 2006
Quatro grandes jogos definiram os finalistas do 4º Campeonato de Futsal dos Mecânicos 2006 no último sábado (21/10). O equilíbrio técnico entre as equipes se refletiu nos resultados, todos apertados, sendo que dois deles foram para a prorrogação. Até gol de ouro foi anotado. Decidem o título na categoria Masters a Schneider, atual campeã, e a MD Santo Antonio. Na Livre, disputam Zanella Pneus e Só Amigos, também o atual campeão.
Os jogos de Masters
Schneider 5 x 4 Basso
No jogo entre a Schneider e Basso, o equilíbrio levou o jogo até a prorrogação, sem que houvesse o vencedor, que só foi conhecido no “gol de ouro”, marcado pela Schneider logo a um minuto do período. No tempo regulamentar o jogo ficou empatado em três a três, e na prorrogação, quatro a quatro. Muita garra e técnica de ambas as equipes, e a determinação da equipe Basso valorizou a passagem da Schneider à final, que vai em busca do bicampeonato.
CNC Comai 2 x 3 MD Santo Antonio
A MD Santo Antonio e a CNC Comai também mostraram muita garra e bom futsal na disputa que definiu o segundo finalista master. Muita movimentação, muitos gols perdidos e boas jogadas individuais levaram o bom público presente à vibrar com os lances. No final, a experiência dos jogadores da MD Santo Antonio fez a diferença, fechando o placar em três a dois.
Os jogos da Livre
Zanella Pneus 5 x 4 Basso E.C.
Outro grande jogo que abriu a definição das semifinais da livre, e que foi decidido somente no segundo tempo da prorrogação. A equipe da Basso sentiu o cansaço no final, já que alguns jogadores participaram também da primeira semifinal dos masters. A Zanella definiu o jogo nos detalhes finais, em desatenção na defesa do adversário. No tempo regulamentar o jogo ficou empatado em três a três. Neste jogo houve muita discussão e reclamação da arbitragem por parte da Basso, mas prevaleceu o melhor preparo da Zanella Pneus.
Só Amigos 3 x 1 Galvanoplastia Vila Nova
O campeão de 2005, a Só Amigos, utilizou a experiência de seus jogadores para dominar o jogo do início ao fim. A Galvanoplastia mostrou muita disposição, mas não teve a organização tática necessária para vencer o jogo. Não faltou vontade e determinação de ambos os times, que disputaram com muita lealdade as jogadas mais duras e divididas decisivas na frente do gol. O resultado saiu ao natural para a Só Amigos, que também busca o segundo título consecutivo.
As decisões
Uma grande festa está preparada para o próximo sábado – 28 de outubro – a partir das 14 horas no Centro Esportivo do Sindicato. A disputa do terceiro e quarto lugares acontecem no início, enquanto a partir das 16 horas estarão em disputa os títulos das duas categorias. Haverá transmissão das duas finais, ao vivo, pela Rádio Cultura AM 1250.
Também uma confraternização está programada, com som ao vivo, após a entrega das premiações. Os dois campeões ganham ainda, além dos troféus e medalhas, um pôster que será publicado no jornal A Notícia na quarta-feira (1/11), caderno AN Cidade.
Veja abaixo os jogos, que iniciam a partir das 14 horas, anote e venha participar dessa grande festa que marca os 47 anos do Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região.
Disputa do 3º e 4º Lugar
CNC Comai x Basso E.C. (Masters)
Basso E.C. x Galvanoplastia Vila Nova (Livre)
Disputa do 1º Lugar
Schneider x MD Santo Antonio (Masters)
Só Amigos x Zanella Pneus (Livre)
Lula amplia vantagem sobre Alckmin
Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira pelo Jornal Nacional aponta o candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança, com 20 pontos percentuais à frente de Geraldo Alckmin (PSDB). Segundo o levantamento, Lula está com 60% dos votos válidos (excluindo brancos e nulos), contra 40% do tucano. A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo e jornal Folha de S.Paulo.
O levantamento ouviu 7.133 eleitores entre os dias 16 e 17 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos para baixo ou para cima, e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 22427/2006. Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada no último dia 11, Lula apareceu com 56% dos votos válidos, frente a 44% de Alckmin. Na totalização de votos, o candidato petista fez 57%, contra 38% do tucano. Brancos e nulos somam 3%, assim como indecisos.
Lula subiu seis pontos percentuais no intervalo de uma semana, enquanto Alckmin caiu dois. Apesar de ter crescido em praticamente todos os segmentos do eleitorado, foi o desempenho de Lula nas regiões Sudeste e Sul o fator mais decisivo para a melhora na pesquisa. As regiões correspondem, respectivamente, a 44% e a 15% de todos os eleitores do Brasil.
Segundo análise do Datafolha, os números indicam que Lula (detentor de 48,61% dos votos válidos no primeiro turno, contra 41,64% de Alckmin) conseguiu no últimos dias mais votos que os 9,49% contabilizados Heloísa Helena (PSOL) e Cristovam Buarque (PDT) na etapa inicial do pleito presidencial.
Neste segundo turno, o Datafolha já realizou três pesquisas. Veja a evolução de Lula nos votos válidos: 54 a 46 (em 6/10), 56 a 44 (em 11/10) e, agora, 60 a 40. Quando são computados também os votos brancos e os indecisos, o quadro é o seguinte: 50 a 43 (em 6/10), 51 a 40 (em 11/10) e 57 a 38 (17/10).
O crescimento de Lula nas pesquisas vem mostrando que a população brasileira aprova não só sua forma de governar, mas também de conduzir a campanha, na qual apresenta apenas suas realizações e propostas para um segundo mandato. Ao contrário de Alckmin, cuja principal bandeira é atacar o presidente.
O Datafolha também revelou que a população brasileira está satisfeita com a administração do presidente Lula. Dos eleitores entrevistados, 51% consideram seu governo ótimo e bom (eram 49% na pesquisa passada), enquanto que 33% o acham regular e 15%, ruim ou péssimo. A pesquisa ouviu 7.133 eleitores em 348 municípios e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número 22427/2006.
Fontes: Datafolha, Folha de SP, Terra, site Lula Presidente.
Vendas do comércio varejista crescem 6,27%
As vendas do comércio varejista cresceram 2,32% em agosto em relação a julho, segundo pesquisa do IBGE desta terça-feira (17). Em relação a agosto de 2005, as vendas do varejo cresceram 6,27%, resultado acima das estimativas que iam de 3,00% a 4,60% com mediana de 4,30%.
A maior alta ocorreu em equipamentos e materiais para escritório e informática, que tiveram crescimento de 26,57%. Em 2006, as vendas acumularam alta de 5,30% até agosto; em 12 meses, as vendas registram alta de 5,10%.
“O aquecimento nas vendas do comércio em agosto está relacionado à melhoria no rendimento dos trabalhadores, à queda dos preços dos alimentos e ao aumento das importações, que recheiam o varejo de produtos mais baratos”, de acordo com Reinaldo Pereira, técnico da coordenação de comércio e serviços do IBGE.
O segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que tem o maior peso na pesquisa, aumentou as vendas em 7,48% e contribuiu sozinho com mais da metade (3,71 ponto porcentual) do aumento de 6,27% nas vendas totais do comércio em agosto, na comparação com igual período de 2005.
A segunda maior contribuição para a taxa do comércio no mês foi dada por móveis e eletrodomésticos (1,55 ponto), com aumento de 10,65% nas vendas em relação a agosto de 2005.
Empregos para jovens crescem 11,3% em três anos
O estoque de empregos formais na faixa etária de
Esse aumento foi observado pela Relação Anual de Informações Sociais (Rais – 2005), apresentada na última semana de setembro pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Rais reúne informações repassadas pelas empresas e administração pública de todo o país e representa importante fonte para a observação e estudo do mercado de trabalho.
O crescimento do número de emprego para jovens de
O Comércio é o setor que mais empregou jovens em 2005. Em dezembro do ano passado, havia 115 mil jovens na faixa de
Também na faixa de
Na Construção Civil, os jovens na faixa dos
Fonte: MTE
Previdência suspende 65,3 mil benefícios
O Ministério da Previdência Social publicou hoje (17) edital suspendendo o benefício de 65,3 mil aposentados e pensionistas, porque não atenderam a convocação do Censo Previdenciário de junho.
Os nomes foram publicados em um grande jornal de cada estado e na página do ministério na internet. A lista de suspensão, que envolve benefícios de número com final 3, é a sétima divulgada. O estado de São Paulo teve o maior número de benefícios suspensos: 14.964.
Para receber o benefício de outubro (que é pago nos primeiros cinco dias úteis de novembro), o beneficiário que teve o beneficio suspenso precisa fazer o censo numa agência do banco pelo qual recebe o dinheiro, de preferência aquela em que costuma fazer isso. Nos grandes bancos, a quantia é liberada imediatamente. Em outros bancos, ela deve ser desbloqueada em, no máximo, 13 dias.
O ministério alerta que todo o processo (censo e desbloqueio do benefício) é realizado na agência bancária. Não há necessidade de procurar uma unidade da Previdência.
Para atualizar os dados, o beneficiário deve apresentar Cadastro de Pessoa Física (CPF) e documento de identificação, que pode ser carteira de identidade, Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), passaporte, carteira de habilitação ou registro de conselho profissional. Recomenda-se ainda a apresentação de um comprovante de residência e o Número de Inscrição do Trabalhador (NIT).
De acordo com o ministério, os aposentados e pensionistas foram avisados da necessidade de atualizar os dados cadastrais desde março. Os avisos ocorreram toda vez que o benefício era sacado ou por meio de carta e edital.
Na primeira etapa do Censo Previdenciário, em outubro do ano passado, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) convocou 2,4 milhões de beneficiários que tinham informações incompletas e considerados vulneráveis a fraudes. Na fase seguinte, 14,7 milhões foram chamados.
Fonte: Previdência Social e Ag. Brasil
Redução de juros deve ser de 0,5 pontos
O Comitê de Política Monetária (Copom), formado pelo colegiado de diretores do Banco Central, inicia hoje (17) a penúltima reunião do ano com o objetivo de avaliar a taxa básica de juros (Selic). Atualmente, a taxa está em 14,25% ao ano e a expectativa geral dos analistas do mercado financeiro é de que caia pelo menos meio ponto percentual, conforme consta do boletim Focus que o BC divulgou ontem (16).
A reunião de dois dias começa logo depois das 15 horas e dela participam todos os diretores do banco para ouvirem análises técnicas dos chefes de departamento e do gerente de Relacionamento com Investidores. As exposições versam sobre controle da inflação, política monetária, setor externo, macroeconomia, política fiscal e demais aspectos que possam influir no processo de “calibragem” descendente da taxa de juros.
No entanto, a definição de quanto será a redução dos juros só sairá no início da noite de amanhã (18), quando terminar a segunda parte da reunião, da qual participam só os nove dirigentes do BC (com direito a voto) e o chefe do Departamento de Política Econômica (sem voto).
Até o ano passado, as reuniões do Copom eram mensais, mas o BC resolveu espaçá-las, a partir deste ano, para intervalos médios de 45 dias, reduzindo de 12 para oito reuniões por ano. De qualquer sorte, os analistas financeiros ouvidos pelo BC mantêm a expectativa de quedas gradativas da taxa básica de juros, de modo a chegar ao final do ano em 13,50%.
Acreditam, portanto, que na reunião agendada para final de novembro o Copom reduza mais 0,25% da taxa Selic, dando prosseguimento a um processo de flexibilização iniciado em setembro do ano passado, que resultou, hoje, no menor patamar de juros praticado pelo BC desde 1975, embora continue sendo o custo mais caro dentre os países emergentes.
Mas o caminho para chegar até aqui foi dos mais complicados, cheio de altos e baixos, com pico de 38% ao ano, em dezembro de 1997, como decorrência da instabilidade criada com a crise da Rússia três meses antes. Seguiu-se, então, um período de reduções com nova elevação dos juros ao patamar mais alto, de 45% ao ano, em março de 1999, depois da desvalorização cambial em janeiro daquele ano.
A partir daí, a taxa Selic entrou em queda livre, e já no mês seguinte (abril) recuava para 34% e foi caindo gradativamente até chegar a 15,25%, em janeiro/fevereiro de 2001. No mês seguinte, porém, começou nova onda de repiques para cima, até chegar a 25%, no final do governo de Fernando Henrique Cardoso, em dezembro de 2002.
Já no Governo Lula, a taxa Selic aumentou para 26,50% em fevereiro de 2003, e permaneceu nesse nível até junho daquele ano, quando entrou em declínio até atingir 16%, de abril a setembro de 2004. A partir de então começou nova curva ascendente até marcar 19,75% em maio do ano passado, e só começou a cair novamente em setembro de 2005, chegando ao nível atual.
Fonte: Ag. Brasil