Arquivo de janeiro 2nd, 2007
Fiat e Volks sustentam crescimento do mercado
Em um ano em que o setor automobilístico vai crescer acima do previsto, Fiat e Volkswagen são as montadoras com os melhores desempenhos. As duas estão no topo do ranking de vendas e tiveram aumentos expressivos de participação. Pelo volume de carros comercializados por estas montadoras, é possível dizer que elas são as responsáveis pelo crescimento do mercado, que está em cerca de 12,5%.
A italiana, líder absoluta pelo segundo ano consecutivo, conquistou 24,23% de participação nos primeiros onze meses do ano, alta de 0,64% em relação ao fechamento de 2005. A Volks, vice-líder também pelo segundo ano seguido, está com 22,56%, crescimento de 0,54% em comparação com o resultado do ano passado.
Apesar de ainda travar uma briga acirrada com a Volks pela segunda posição no ranking, a GM teve uma ligeira perda de participação. A montadora fechou 2005 com 21,29% do bolo e neste ano está com 21,20%.
Observando o mercado dessa forma, a Ford é a que tem o pior desempenho entre todas as montadoras. Atualmente a empresa está com 11,5% do mercado, queda de 0,89% em relação a 2005.
A Toyota e a Honda só têm o que comemorar. As japonesas vêm ganhando terreno a cada ano desde 2001. Mesmo crescendo em níveis mais baixos, elas são as montadoras com a maior regularidade.
Já a Renault, que chegou a ter mais de 4% do mercado, vem caindo desde 2001. Hoje ela tem 2,67%. Outra francesa, a Peugeot, tem 3,18% de participação, o melhor desempenho da empresa desde que começou a atuar no Brasil.
A Citroën, com 1,8% do mercado, é a montadora que mais cresce em vendas, tendo apresentado também boa evolução em participação. Ela teve alta de 0,22% em relação ao ano passado.
Fonte: GazetaNews e CNM/CUT
Menos acidentes, mais mortes nas estradas federais
O número de mortes nas estradas brasileiras no feriado de Ano Novo aumentou 4,4% em relação ao feriado do Natal. Ao todo, foram 94 mortes nos 60 mil quilômetros fiscalizados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). O número de acidentes, no entanto, diminuiu 12,3%, o que representa 1.529 acidentes. O de feridos também caiu 2,2%, o que significa 1.181 feridos.
O aumento de mortes, apesar da redução do número de acidentes se deve, em grande parte, ao aumento do número de passageiros nos carros e à imprudência de motoristas. O número também pode ser associado às condições climáticas e às condições das estradas.
As estradas enfrentaram aumento no volume de tráfego por conta da crise enfrentada pelos aeroportos. Segundo a PRF, houve aumento de até 50% no fluxo de veículos em algumas estradas brasileiras. Nos anos anteriores esse aumento girou em torno de 30%. As cidades litorâneas foram as que mais apresentaram aumento do fluxo.
“Temos um coquetel que é extremamente explosivo. A condição climática, que não ajuda; em alguns pontos, a rodovia não está em boas condições; e o principal elemento que, se não observado, amplia o número de mortes, é a prudência na hora de dirigir”, explicou o coordenador de Controle Operacional da PRF, inspetor Alvarez de Souza Simões.
De acordo com o inspetor, os acidentes mais graves ocorreram em estradas de pistas simples e por causa de ultrapassagens indevidas. “Não houve um cuidado necessário na hora de fazer essas manobras, o que culminou, infelizmente, no número muito alto de vítimas fatais”, disse.
Os números são do balanço da Operação Ano Novo, divulgado hoje (2) pela PRF. A Operação começou na sexta-feira (29) e terminou à 0h desta terça-feira. O balanço mostra, ainda, que foram fiscalizados 74,2 mil veículos e aplicadas 14 mil multas. A maioria delas por excesso de velocidade e ultrapassagem indevida. A PRF ainda prendeu 195 pessoas em flagrante por embriaguez e falta de documentos obrigatórios, como a carteira de motorista.
A Operação Ano Novo faz parte da Operação Verão da PRF, que vai até 04 de março deste ano.
Fonte: Ag. Brasil
Acidentes de trabalho têm forte impacto social
Estudo mostra que os acidentes de trabalho têm forte impacto nos gastos da previdência brasileira. Realizado por pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) com apoio do Ministério da Saúde, o trabalho mostra que naquele estado, em 2000, 7,3% dos benefícios pagos em decorrência de doenças se referem a acidentes de trabalho. Os custos com esses benefícios foram estimados em R$ 8,5 milhões.
Embora regionais, os dados apontam para uma realidade de todo o país. “É uma amostra o que ocorre no estado da Bahia e situações semelhantes ocorrem em outros estados do Brasil”, aponta o coordenador da área de Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, Marco Antônio Gomes. Nos primeiros 15 dias após o trabalhador sofrer um acidente de trabalho os custos são pagos pela empresa onde ele trabalha. A partir desse período, ele passa a receber um benefício da Previdência Social que corresponde à cerca de 70% do salário do trabalhador.
Os acidentes de trabalho representam ainda perda de produtividade para as empresas. O estudo estima que no ano pesquisado foram perdidos aproximadamente meio milhão de dias de trabalho. Além disso, a ausência do trabalhador acidentado pode resultar em sobrecarga de trabalho para os que ficam, ou mesmo em investimento para treinar um substituto.
Uma parte significativa desses gastos pode ser evitada desde que sejam feitos investimentos em prevenção, de acordo com a pesquisadora do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA, Vilma Souza Santana. “Se conseguíssemos reduzir em 80% os problemas de saúde dá para imaginar o impacto que teríamos nas contas em relação aos benefícios pagos. Temos que divulgar mais que o déficit da previdência pode também ser focalizado com a prevenção dos problemas de saúde”, afirma.
Os serviços de saúde também ficam mais sobrecarregados com os acidentes de trabalho, desde o atendimento de emergência até tratamentos mais prolongados motivados por seqüelas decorrentes dos acidentes. “A grande maioria dos acidentes de trabalho são atendidos pelo Sistema Único de Saúde”, conta Marco Antônio Gomes.
Além dos impactos econômicos avaliados pelo estudo, está a dimensão humana. “Medidas de prevenção de acidentes de trabalho se justificam pelas perdas humanas, incapacidades físicas e grande sofrimento às pessoas”, aponta o texto.
500 mil dias perdidos
Meio milhão de dias de trabalho perdido em um ano é o saldo provocado por acidentes de trabalho no estado da Bahia, de acordo com estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) com apoio do Ministério da Saúde. Os acidentes causam afastamentos que duram em média 100 dias.
Menos dias trabalhados significa menor produtividade para as empresas e geram um impacto direto na economia, difícil de ser medido, mas provavelmente muito alto, apontam estudos preliminares como o da Bahia. Além disso, os acidentes de trabalho resultam em despesas para a Previdência Social com os benefícios pagos.
Evitar essas perdas é possível com a prevenção, aponta a pesquisadora do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia, Vilma Souza Santana. “È interesse para a previdência prevenir o acidente, porque é uma despesa que é possível de ser reduzida”, afirma.
As atividades ligadas ao mercado financeiro como bancos e trabalhos administrativos são as que resultam em afastamentos com maior duração, 115 dias, de acordo com o estudo. Em seguida está a construção civil, com 113 dias, e as atividades como transporte, telecomunicações e correio, pesca, agricultura com média 110 dias.
Já os ramos em que mais ocorrem acidentes são os da construção civil, eletricidade e indústria de transformação, por exemplo. As lesões mais comuns são fraturas, principalmente nas mãos, e amputações.
A pesquisa, realizada pela Universidade Federal da Bahia, utilizou dados da Previdência durante o ano 2000. Trata-se de uma pequisa inédita que relaciona os acidentes com as perdas econômicas geradas por eles.
Prevenção reduziria gastos
Priorizar a prevenção aos acidentes de trabalho no país é a principal recomendação do estudo realizado por pesquisadores de Universidades da Bahia e de Brasília, com apoio do Ministério da Saúde sobre os custos previdenciários provocados por essas ocorrências no estado.
“A previdência poderia assumir um papel importante na prevenção dos problemas de saúde do trabalhador”, afirma a pesquisadora do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia, Vilma Souza Santana. Ela cita dados de países que reduziram o número de ocorrências com políticas efetivas de prevenção a esses acidentes. Um exemplo é a Inglaterra onde a mortalidade por acidente de trabalho é 17 vezes menos do que no Brasil.
O estudo aponta ainda os setores onde as ações de prevenção são prioritárias, entre eles, construção civil, indústria de transformação e a agricultura. Ainda segundo a pesquisa é preciso aprimorar os dados disponíveis na previdência social para orientar a construção das políticas públicas de prevenção.
O número de acidentes de trabalho no país aumentou 4,8% no ano passado em comparação a 2004, atingindo 528.134 registros. Nesses acidentes morreram 2.708 pessoas, número 4,6% menor do que em 2004. Em um terço dos casos, os trabalhadores sofreram algum tipo de traumatismo nas mãos e punhos, como amputação, queimaduras, corte ou esmagamentos, segundo informou o secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer.
Na avaliação dele, a falta de modernização nos equipamentos e no sistema de operação podem justificar essas ocorrências. “Muito provavelmente, têm origem em técnicas obsoletas de operação e máquinas obsoletas”.
Fonte: Ag. Brasil
Lula toma posse e promete desenvolvimento
Ao discursar no plenário do Congresso Nacional, onde tomou posse, o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva prometeu mais esforços para assegurar um crescimento econômico maior do que o obtido em seu primeiro mandato. Ele citou o pacote de medidas para “destravar” a economia, que deve ser anunciado ainda em janeiro. Também citou reformas necessárias, como a tributária, para complementar as mudanças.
“É necessário que este crescimento esteja inserido em uma visão estratégica de desenvolvimento que nosso país havia perdido. É preciso uma combinação ampla e equilibrada do investimento público e do investimento privado. Para lograr este equilíbrio, temos de desobstruir os gargalos e de romper as amarras que travam cada um destes setores. Isso significa ampliar e agilizar o investimento público, desonerar e incentivar o investimento privado”, afirmou.
Lula também reconheceu que somente o investimento público não pode “garantir sozinho” o crescimento. “Porém, ele é decisivo para estimular e mesmo ordenar o investimento privado. Estas duas colunas, articuladas, são capazes de dar grande impulso a qualquer projeto de crescimento”. O presidente também convocou parlamentares para discutir, em conjunto com o poder Executivo, as mudanças necessárias para avançar na reforma tributária.
“Serão desdobradas e complementadas ao longo de todo o mandato, incorporando, inclusive, reformas mais amplas que seguramente estarão na pauta desta Casa. Vamos: realinhar prioridades; otimizar recursos; aumentar fontes de financiamento; expandir projetos de infra-estrutura; aperfeiçoar o marco jurídico; e ampliar o diálogo sistemático com as instituições de controle e fiscalização para garantir a transparência dos projetos e agilizar sua execução”, disse no Congresso.
O presidente ainda ressaltou que tem “claro” que nenhum país consegue firmar uma “política sólida” de crescimento se os juros forem mais altos do que a taxa média de retorno dos negócios. Na seqüência, Lula reafirmou que pretende expandir o crédito do país a uma meta de 50% do Produto Interno Bruto (PIB) até o ano de 2010. “Outro ponto vital é a implantação de vigorosas medidas de desburocratização, sobretudo as que facilitem o comércio exterior, a abertura e fechamento de empresas, além de levar adiante o aperfeiçoamento das legislações sanitária e ambiental.”
Entre os convidados no Congresso Nacional, estiveram Henrique Meirelles, Márcio Thomaz Bastos, Celso Amorim, Márcio Fortes, Nilcéia Freire, Walfrido dos Mares Guia, Álvaro Ribeiro, Antonio Fernando de Souza, Marina Silva, Dilma Rousseff, Fernando Haddad e Waldir Pires.
Comparecimento menor
Foram distribuídos 1.300 convites para assistir, no Congresso Nacional, à posse do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo informação da equipe de cerimonial, apenas 400 pessoas registraram presença.
Dos presentes, mais da metade eram parlamentares e 80 eram representantes de delegações estrangeiras. Estiveram presentes também seis governadores: Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro; Wellington Dias, do Piauí; Cid Gomes, do Ceará; Waldez de Goés, do Amapá; José Roberto Arruda, do Distrito Federal; e Jacques Wagner, da Bahia.
Poucos parlamentares da oposição compareceram à posse no Congresso. Não estavam presentes os líderes dos partidos da oposição, a não ser o líder da minoria na Câmara, José Carlos Aleluia (PFL-BA).
Fonte: Ag. Brasil, Folha.
Oferta de educação indígena cresce 47%
Dados do Censo Escolar de 2006 mostram que a oferta de educação escolar indígena cresceu 47% nos últimos quatro anos. Em 2002, 117.171 alunos freqüentavam escolas indígenas em 24 unidades da Federação. Hoje, esse número chega a 172.256 estudantes em cursos que vão da educação infantil ao ensino médio. Nenhum outro segmento da população escolar no Brasil apresenta crescimento tão expressivo no período.
A oferta em escolas indígenas do segundo segmento do ensino fundamental (quinta à oitava série) passou de 14,9%, em 2005, para 16,4%, em 2006. A do ensino médio foi para 4,4%, em comparação com os 2,9% do ano anterior. Aumentou também o número de escolas indígenas que oferecem o ensino médio — de 18 instituições, em 2002, para 91 em 2006. A quantidade de alunos nessas escolas subiu de 1.187 para 7.556.
De 2002 a 2006, 709 novas escolas indígenas entraram em funcionamento, aí incluídas instituições já existentes que passaram a ser reconhecidas como indígenas, o que significa expansão de 41,6%. Cada escola indígena abriga, em média, 70 alunos, quatro professores e pelo menos um funcionário da comunidade.
O crescimento no número de escolas significa, portanto, 49.630 novos alunos indígenas com acesso à formação escolar, 2.836 novos professores e 3.545 novos assalariados.
O expressivo número de alunos no ensino fundamental permite às comunidades indígenas cujas escolas estejam inseridas nos sistemas estaduais e municipais de ensino ter a educação escolar mantida com recursos de R$ 149 milhões, relativos ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), em 2006. Em 2007, com a implantação do Fundo da Educação Básica (Fundeb), o valor será superior.
Vinculadas aos sistemas estaduais e municipais de ensino, todas as escolas indígenas têm acesso aos programas do FNDE, tais como Dinheiro Direto na Escola, de Alimentação Escolar Indígena (investimentos superiores a R$ 12,5 milhões em 2006) e do Livro Didático (enviou às escolas indígenas, ao longo do ano, cerca de 600 mil livros, num investimento superior a R$ 3 milhões).
Mais 880 professores indígenas
Um total de 880 professores indígenas ingressou em 2006 em cursos de licenciatura específica de sete universidades brasileiras. Além disso, dois conselhos de educação escolar indígena foram instaurados. Houve ainda um amplo debate sobre propostas político-pedagógicas de ensino médio articulado com a formação profissional para os índios.
O coordenador-geral de educação escolar indígena da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC), Kleber Gesteira, salienta que outras universidades devem iniciar os projetos de licenciatura em 2007. “Esperamos contar com pelo menos dois mil professores em formação”, projetou. Organizada em 225 sociedades, a população indígena no Brasil, hoje, é de aproximadamente 460 mil pessoas — 0,25% do total de brasileiros.
A pauta tradicional da educação indígena também foi colocada em prática em 2006. Cresceram a oferta de cursos de magistério, a produção de material didático específico e a construção de escolas. A implantação e a consolidação do apoio às licenciaturas indígenas ganharam força.
No Alto Solimões, Amazonas, é desenvolvido um curso específico para 250 professores ticunas, cocamas e caixanas, numa iniciativa da Organização-Geral dos Professores Ticunas Bilíngües (OGPTB), em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Em Minas Gerais, 150 professores de seis povos indígenas estudam em cursos oferecidos pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em Mato Grosso, o apoio é dado a cem professores de 19 povos pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). A Universidade Federal de Roraima (UFRR) oferece cursos a 180 professores de seis povos do estado.
Em Mato Grosso do Sul, a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) promoveu vestibular para 60 professores indígenas. Uma articulação entre as universidades federais de Goiás (UFG) e do Tocantins (UFT) proporcionou vagas para 59 professores de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. Também já está em funcionamento a licenciatura para 80 professores na Universidade de São Paulo (USP).
Metas — Para 2007, segundo Gesteira, a meta é fortalecer os projetos em andamento e consolidar a licenciatura dos professores indígenas como uma política pública sustentável. Para isso, ressalta, é necessário haver mais pesquisas nas universidades, mais produção de material didático específico e mais interação da comunidade com as universidades. “O objetivo é proporcionar a oferta do ensino básico nas aldeias, com professores indígenas liderando o processo”, disse.
Em 2006, também foi desenvolvido um intenso trabalho de criação de espaços entre instituições para que os índios participem da formulação, desenvolvimento e avaliação das políticas de educação escolar. Também este ano, foram instalados os conselhos de educação escolar indígena de Pernambuco e do Maranhão. O conselho do Tocantins foi consolidado. No âmbito do MEC, foi fortalecida a Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena.
Outra frente de trabalho desenvolvida foi a de apoio à expansão da oferta de ensino médio em terras indígenas. Serão discutidas propostas político-pedagógicas e de formação profissional. De acordo com Gesteira, a implantação desse sistema favorece o desenvolvimento das terras indígenas e abre perspectivas para a juventude indígena no País.
Apoio — O MEC manteve o apoio técnico, político e financeiro, além da oferta de cursos de magistério indígena. O investimento foi de R$ 2,2 milhões em 20 projetos de formação de professores indígenas de nível médio. Essa formação garante oferta de ensino para alunos da primeira à quarta série. Além disso, manteve-se a produção de material didático específico, por meio da Comissão Nacional de Apoio à Produção de Material Didático Indígena (Capema), para uso nas escolas indígenas. O investimento foi de R$ 700 mil, aproximadamente, para 20 novos projetos.
Já nos projetos de construção de escolas em terras indígenas, estão sendo investidos R$ 2,6 milhões pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC). Serão abertas 19 escolas. Outros R$ 2,8 milhões, do Fundo de Fortalecimento da Escola (Fundescola), permitirão a criação de 27 instituições de ensino.
Fonte: Ag. Brasil e MEC