Arquivo de março 13th, 2007

Segurado pode agendar para tempo de contribuição

Publicado por admin 13 março, 2007 Nenhum Comentário Imprimir

Os segurados da Previdência Social podem agendar atendimento para contagem de tempo de contribuição por meio da Central 135, a partir de hoje. Basta ligar para o número 135, fornecer o Número de Identificação do Trabalhador (NIT) – que pode ser o número do próprio NIT, do PIS, do Pasep ou do Cartão de Identificação do Contribuinte Individual (CICI) -, e marcar dia e hora para comparecer a uma Agência da Previdência Social.

A partir de meados de abril (data ainda não definida), o segurado poderá também ligar para a Central 135 para agendar dia e hora para entrar com recurso, pedir revisão de benefício, verificar andamento de processo, solicitar carga para advogado constituído (o advogado retira o processo da agência), devolução de carga de processo (o advogado devolve o processo), devolução de documento do segurado e vistas de processo de benefício (o advogado examina o processo na própria agência).

Pela Internet (www.previdencia.gov.br) é possível fazer a simulação da contagem do tempo de contribuição. Basta acessar a página da Previdência Social, clicar em “Serviços”, “Calcule sua aposentadoria” e “Simulação de Contagem de Tempo de Contribuição”.

Fonte: Previdência Social

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Trabalho infantil doméstico é repudiado pela OIT

Publicado por admin 13 março, 2007 Nenhum Comentário Imprimir

O trabalho infantil doméstico, nos últimos anos, vem sendo reconhecido como uma das piores formas de exploração de crianças no Brasil. Por isso, o seu combate tem tido prioridade por ser um trabalho realizado dentro de casa, onde não há fiscalização e que pode esconder uma série de injustiças.

A avaliação é da oficial de Projetos do Programa Internacional para a Eliminação do Trabalho Infantil, da Organização Internacional do Trabalho (Ipec/OIT), Daniela Rocha. Segundo ela, existe o senso comum de que quem exerce trabalho infantil doméstico é beneficiado com cuidados e não é vítima de exploração. Em muitos casos, prossegue a funcionária da OIT, há um forte sentido de caridade, ao terem a criança trabalhando em casa em troca, por exemplo, de estudo.

“É necessária a conscientização da sociedade para quebrar essa aceitação cultural do trabalho infantil doméstico”, sublinha. Ela lembra que a atividade doméstica é proibida no país – só é permitida a partir dos 16 anos, e com todos os direitos trabalhistas e previdenciários assegurados.

De acordo com o Ipec/OIT, normalmente, essas crianças são cedidas por famílias pobres de zonas rurais a famílias com melhores condições em áreas urbanas. Porém, com o inchaço populacional das cidades brasileiras, e a criação dos bolsões de pobreza, esses meninos, meninas e adolescentes estão sendo “recrutados” também nas periferias.

No Brasil, mais de 400 mil crianças e adolescentes na faixa etária entre cinco e 16 anos exercem trabalho doméstico. Esse é um dos principais setores de ocupação de crianças no país. As meninas são maioria – 90% dos casos, com maior incidência de negras ou pardas. A atividade é considerada “exploração infantil” pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

As crianças que trabalham como domésticas em casa de terceiros, segundo o Ipec/OIT, sofrem com o afastamento de suas famílias, e muitas vezes não têm oportunidade de estudar ou brincar. Compõem um “exército invisível” de mão-de-obra, que está sujeita à toda sorte de exploração. Por ser um trabalho realizado dentro de um lar, as meninas e meninos acabam não tendo a proteção do Estado.

Na última sexta-feira (9) foi realizada em Cidade Del Este, no Paraguai, a oficina Mídia: Trabalho Infantil Doméstico, Exploração Sexual Comercial e Tráfico de Meninos, Meninas e Adolescentes, envolvendo profissionais dos meios de comunicação do Brasil, Argentina e do país anfitrião. A organização foi da OIT e da Agência Global de Notícias.

Fonte: Ag. Brasil

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Mulheres aprovam homenagem do Sindicato

Publicado por admin 13 março, 2007 Nenhum Comentário Imprimir

Felizes, algumas surpresas, mas todas com um sorriso no rosto. Assim as mulheres mecânicas receberam em seus locais de trabalho rosas vermelhas, uma homenagem do Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região pela passagem do Dia Internacional da Mulher no dia 8 de março. Já é a quarta vez consecutiva que a diretoria sindical decide presentear as guerreiras mecânicas com uma flor.

“Nossa luta é diária contra as diferenças salariais, assédio moral, discriminações de toda ordem, mas não podemos esquecer da ternura e carinho que cada mulher representa. Elas humanizam cada local de trabalho onde desenvolvem, com muito talento e dedicação, a sua função”, destacou o presidente João Bruggmann.

A maratona de entrega das quase mil rosas iniciou às 7 horas e se estendeu até às 22 horas, única forma que o Sindicato encontrou para atingir o maior número de mulheres possível. Há empresas que ainda impedem a entrada dos dirigentes sindicais, o que dificulta fazer uma homenagem completa. “O importante é que não deixamos a data passar sem a nossa ação”, disse o secretário Geral, Evangelista dos Santos.


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Entidades apóiam veto de Marinho à Emenda nº 3

Publicado por admin 13 março, 2007 Nenhum Comentário Imprimir

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, recebeu nesta terça-feira (13/3)  presidentes das centrais sindicais, sindicatos, do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de entidades representativas da Justiça do Trabalho. No encontro, às 16h30, no gabinete do ministro, eles entregaram uma carta de apoio ao veto à Emenda nº 3, incluída na Lei da Super Receita pelo Congresso Nacional.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) encaminhou, na semana passada, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, parecer em defesa do veto à Emenda 3. De acordo com o ministro, a emenda, que insere o artigo 6º, § 4º, na Lei nº 10.593, de 2002, é inconstitucional porque torna inoperante e sem efetividade a inspeção do trabalho – garantida no artigo 21, inciso XXIV, da Constituição – e  afeta os direitos sociais dos trabalhadores, preconizados no artigo 5º, parágrafo 1º, da Constituição, impedindo a efetiva atuação dos auditores fiscais do Trabalho, principalmente no combate ao trabalho escravo.

Para Marinho, além da inconstitucionalidade, a Emenda 3 favorecerá a prática de fraudes e incentivará o desrespeito aos direitos trabalhistas. O ministro lembra ainda que o texto, tal como foi incluído na lei, contribuirá para o enfraquecimento da organização sindical e evasão de receita. Ele alerta, em sua sugestão de veto, para o aumento do desemprego e da informalidade e para a possibilidade de o empregador deixar de ter responsabilidade pelas normas de proteção à saúde e à segurança do trabalhador.

Participaram da audiência com o ministro os presidentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Arthur Henrique da Silva, da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, representantes da Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Social Democracia Social (SDS) e da Central Autônoma dos Trabalhadores (CAT).

E, ainda, do Conselho Federal da OAB, da  Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), da Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM), da Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas (Abrat), da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), da Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT), da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), da Associação Latino-Americana de Advogados Laboralistas (Alal), do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Previdência Social (Anfip), e do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco).

Fonte: Ministério do Trabalho, CUT e Ag. Brasil

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O Brasil e as turbulências na economia mundial

Publicado por admin 13 março, 2007 Nenhum Comentário Imprimir

Após as turbulências da semana retrasada, as piores desde o 11 de setembro de 2001, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou a semana passada em alta de 1,5%, na sexta-feira (09/03), com alta acumulada na semana de 0,55%. O mercado de ações ainda não recuperou os prejuízos da semana anterior, mas voltou a normalidade. O dólar retornou à cotação anterior a crise do fatídico 27 de fevereiro. Isto significa uma normalidade dos mercados, para a qual contribui a divulgação de números do emprego da economia estadunidense, que revelou uma taxa de desemprego de 4,5%, abaixo do esperado. Os números da economia dos EUA revelam expansão moderada, sem pressões inflacionárias, o que agradou o chamado mercado.

Independente da evolução que esta crise nos mercados de ações venha a tomar nas próximas semanas (outros solavancos não estão descartados) é certo que o Brasil vem cruzando com relativa tranqüilidade os atuais mares revoltos, graças a melhoria dos seus indicadores. O volume elevado de reservas e a ótima situação das contas externas, parece que blindaram a economia brasileira de conseqüências mais graves das turbulências internacionais, por enquanto. No momento os economistas não estão podendo repetir a surrada frase “quando a economia mundial espirra o Brasil pega uma pneumonia”. Mas as turbulências tiveram um papel extremamente didático, ao lembrar que o crescimento da economia mundial e o desempenho das exportações brasileiras não vão durar para sempre. A valorização do real tem aumentado muito as importações, e levado a “desindustrialização” de segmentos importantes. Não é porque existe no momento farta liquidez no mundo que não se deve fazer nada com a política cambial.

Existem vários exemplos no mundo de políticas ativas. Chile, Rússia, Venezuela, Kuwait e Noruega, criaram fundos de estabilização de commodities, para prevenir os altos e baixos deste tipo de mercado. Em geral o princípio é bem simples: colocam-se nestes fundos os dólares que ultrapassarem um determinado preço do produto primário. Este dinheiro extra é aplicado no mercado internacional, evitando assim a sobrevalorização da moeda nacional, ficando como uma reserva para momentos difíceis ou mesmo para investimentos públicos.

No caso do Brasil algumas commodities, como minério de ferro e grão de soja, se valorizaram muito em função da demanda chinesa, e têm sido amplamente predominantes no aumento do valor das exportações. Os fundos de estabilização são políticas de proteção ao câmbio e políticas fiscais anticílicas, que procuram compensar o ciclo econômico, sempre permeado por crises, pela intervenção eficaz do Estado. A atual sobrevalorização cambial, se prolongada, deve aprofundar perigosamente a desindustrialização. É fundamental o governo ser mais pró-ativo na política cambial, e estimular políticas que levem a uma maior diversificação e agregação de valor às exportações.

*Economista e supervisor técnico do DIEESE em Santa Catarina

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Farmácia Popular chegará a 600 unidades em 2007

Publicado por admin 13 março, 2007 Nenhum Comentário Imprimir

Até o final de 2007, o Ministério da Saúde quer aumentar de 274 para 600 o número de unidades da Farmácia Popular. Para alcançar o objetivo, segundo o diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Manoel Santos, o governo vai começar a construir novas 100 unidades. E terminar as 326 novas unidades, em fase de construção. Joinville, a maior cidade do Estado não possui nenhuma unidade própria e nem em parceria com a Prefeitura. Com isso, perdem muito os hipertensos, diabéticos e aposentados, que podem economizar até 90% nos preços dos remédios.

O programa, que funciona desde 2004, já abrange 221 municípios. São aproximadamente 2,5 milhões de pessoas atendidas por ano pelo programa. Mas o objetivo é mais amplo. “A Farmácia Popular foi criada para atender, aproximadamente, 25% da população que têm convênios médicos particulares ou públicos, mas que não têm condições financeiras para comprar os remédios”, explicou.

Além das unidades próprias, o programa Farmácia Popular conta com redes conveniadas, que são redes particulares que, em parceria com o Ministério da Saúde, vendem antiflamatórios e remédios contra hipertensão e diabetes com até 90% de desconto.

São 3.200 unidades conveniadas no Brasil e que vendem remédios mais baratos. Para o consumidor que não tem condições de adquirir o remédio é muito vantajoso, disse Santos. Segundo tabela do ministério, um comprimido de 10 miligramas de Enalapril (medicamento contra hipertensão) pode custar nas Farmácias Populares e conveniadas aproximadamente R$ 0,06. Em farmácias normais o comprimido do mesmo remédio pode chegar a R$ 0,46.

São Paulo é o estado com maior número de unidades em funcionamento. São 54farmácias habilitadas no estado. Já no Mato Grosso do Sul ainda não há nenhuma farmácia popular. De acordo com Santos, seis unidades serão inauguradas ainda este ano no estado.

Depois que entra em funcionamento, cada unidade da farmácia popular recebe R$ 10 mil do governo para gastos com água, luz, telefone e funcionários. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Ministério da Saúde, também oferece os remédios para que sejam vendidos ao consumidor com desconto.

Para ter acesso aos medicamentos da Farmácia Popular, o usuário precisa apresentar a receita médica e o CPF. Segundo Santos, apresentar o CPF é uma forma de evitar abusos da automedicação. Para ter acesso só aquele medicamento usuário tem acompanhamento de um farmacêutico. Com isso, há como observar a evolução do tratamento e a validade do medicamento. Em redes conveniadas ressaltou Santos, só é necessário apresentar a receita médica.

Caso a farmácia queira se filiar ao Ministério, precisa atender critérios sanitários, como profissionais inscritos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estar em dia com impostos tributários.

Informações sobre a lista completa dos medicamentos e o endereço das unidades credenciadas podem ser obtidas por meio do Disque Saúde(0800 61 1997) ou no portal da internet do Ministério da Saúde.

Fonte: Agência Estado

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Campanha Salarial 2007/2008 – Atenção companheiros

Publicado por admin 13 março, 2007 Nenhum Comentário Imprimir

Nesta terça-feira (13/3), o sindicato patronal da indústria mecânica de Joinville se reúne em assembléia geral para definir contra-proposta inicial para os trabalhadores e também o cronograma de reuniões de negociações. Segundo o presidente do Sindicato dos Mecânicos, João Bruggmann, os trabalhadores estão pressionando bastante nas fábricas para saber o quanto receberão de aumento salarial pelos lucros que geraram em um ano aos patrões.

“Espero que já na quarta-feira (14) possamos sentar e começar a discutir a nossa pauta de reivindicações. Penso que o tempo passa muito rápido, e quanto antes chegarmos à um acordo, melhor. O que pedimos é facilmente absorvido pelas empresas”, destacou o Presidente Bruggmann.

A proposta de aumento salarial de 7,11% aprovada pelos trabalhadores e trabalhadoras da categoria mecânica no dia 3 de março passado em assembléia geral é fruto da reposição da inflação do período (abril/2006 a março/2007) mais quatro pontos percentuais de ganho real. Além disso, seis novas cláusulas sociais foram incluídas para negociação. A data-base da categoria é 1º de abril.

Acompanhe aqui o desenvolvimento das negociações da Campanha Salarial 2007/2008 e participe em sua fábrica ou local de trabalho divulgando o avanço ou retrocesso das negociações.


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