Arquivo de setembro 18th, 2007

Mantega diz que governo vai retirar MPs da pauta

Publicado por admin 18 setembro, 2007 Nenhum Comentário Imprimir

O governo vai retirar da pauta da Câmara dos Deputados duas medidas provisórias (MPs) que estão comprometendo a votação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) na Casa. A informação foi confirmada hoje (18) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, pouco antes de participar de reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto.

“A oposição está usando a votação de MPs para atrasar a votação da CPMF. Eles retardam, ficam horas e horas discutindo medida provisória. Então nós temos que retirá-as porque elas estão obstruindo [a pauta] para apressar a aprovação da CPMF na Câmara”, afirmou o ministro.

As duas medidas provisórias que deverão sair da pauta são a que altera o registro, a posse e a comercialização de armas no Brasil e a que cria um regime especial de impostos para a compra de mercadorias vindas do Paraguai.

Segundo o ministro, a medida provisória que cria o Revitaliza, programa que beneficia alguns setores (como calçados e móveis) prejudicados com valorização do real frente ao dólar, será mantida. “Não estamos retirando a MP do Revitaliza esperando a possibilidade de uma negociação para aprová-la”, ressaltou Mantega.

A manutenção da MP do Revitaliza é um dos assuntos que estão sendo tratados na reunião com o presidente Lula. “Queremos ver se essa nós aprovamos, senão vai causar sérios prejuízos para vários setores econômicos brasileiros”.

Fonte: Ag. Brasil

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Previdência amplia estrutura de fiscalização

Publicado por admin 18 setembro, 2007 Nenhum Comentário Imprimir

A Secretaria de Políticas de Previdência Social passou por uma reestruturação administrativa para que possa manter o bom desempenho de suas atribuições em face do aumento do volume de trabalho dos últimos anos. Com a nova estrutura, a SPS tem agora um secretário adjunto e um departamento para cuidar de políticas de saúde e segurança do trabalho. “O secretário adjunto é importante porque a Secretaria ganhou complexidade”, explica o secretário Helmut Schwarzer. “Temos um papel interno, técnico, e também de representação e diálogo”, comenta.

Essa complexidade tem representado novas tarefas para o secretário, que agora são compartilhadas com o secretário adjunto. O cargo foi ocupado pelo auditor fiscal da Receita Federal do Brasil, Geraldo Almir Arruda. Para diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional foi nomeado Remígio Todeschini, que já foi presidente da Fundacentro, órgão do Ministério do Trabalho e Emprego especializado em segurança do trabalho.

“Com o novo departamento, estamos ampliando o raio de atuação da Secretaria”, informa Schwarzer. A saúde e a segurança no trabalho, ressalta ele, ganham cada vez mais importância para a Previdência Social, diante da grande diversidade dos processos de trabalho e dos riscos a eles relacionados. É preciso, afirma, a adoção de políticas preventivas para combater as causas das doenças ocupacionais, acidentes e demais causas que incapacitam as pessoas para o trabalho.

Políticas na área da saúde do trabalhador são cruciais para a sustentabilidade da Previdência Social, que é também responsável pelo seguro por acidente de trabalho. O secretário Schwarzer ressalta que a tendência é que o volume de benefícios relacionados a doenças no trabalho continue aumentando devido ao envelhecimento da população. “A Previdência Social não terá que enfrentar apenas o desafio demográfico do ponto de vista da aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição”, afirma. “O impacto virá também do crescimento dos gastos com pagamento de benefícios por incapacidade”.

“Quanto maior a idade média do trabalhador, maior a probabilidade de doenças ocupacionais”, explica. Na sua atuação, o Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional também vai estabelecer interfaces com outros órgãos públicos, como os ministérios do Trabalho e da Saúde e a Receita Federal do Brasil. As três áreas, segundo o secretário, terão que trabalhar de forma coordenada, já que o assunto envolve todas elas. A Receita é encarregada de cobrar a contribuição ao seguro; ao Ministério do Trabalho cabe fiscalizar as condições de trabalho, e o Ministério da Saúde arca com as contas do tratamento de saúde dos trabalhadores. Ao INSS cabe pagar os benefícios ao segurado afastado do trabalho.

Secretário adjunto - Geraldo Almir Arruda, secretário-adjunto de Políticas de Previdência Social, integra os quadros do Ministério da Previdência Social desde 1997, quando ingressou na carreira de auditor. Com a criação da Receita Federal do Brasil, unificando a arrecadação dos tributos e contribuições federais, ele passou a auditor-fiscal da Receita Federal, embora tenha continuado a exercer suas funções na SPS.

“A Secretaria tem que coordenar as ações na área externa, na relação com outros países, e das políticas internas”, explica Geraldo Arruda. A necessidade de um secretário adjunto, segundo ele, era ressentida há tempo, diante da multiplicidade de tarefas na formulação das políticas. Nesse momento, exemplifica, o secretário está priorizando a coordenação do Fórum Nacional da Previdência Social, enquanto as demais atividades da Secretaria têm que continuar.

Na área internacional, a SPS participa das negociações de acordos com outros países, para assegurar aos brasileiros que estejam trabalhando ou tenham trabalhado no exterior os benefícios da Previdência Social. Os acordos permitem a contagem do tempo de contribuição no Brasil e no país que tenha firmado o acordo, evitando que o trabalhador seja prejudicado por ter deixado de pagar suas contribuições à previdência brasileira no tempo que estava fora. O Brasil garante os mesmos direitos aos cidadãos do país que tenha assinado o acordo.

Desafio - A criação do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional, vinculada à Secretaria de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência Social, é mais uma iniciativa do Governo para criar no País uma cultura de prevenção de acidentes de trabalho e de doenças ocupacionais. Os acidentes de trabalho matam, por ano, 2,8 mil pessoas seguradas do INSS, 42 % delas com até 29 anos de idade, afirma Remígio Todeschini, diretor do novo departamento, com base em dados de 2005. Acidentes e doenças relacionados ao trabalho representam, segundo ele, um custo de R$ 38 bilhões anuais aos cofres da Previdência Social, que arca com o pagamento de auxílio-doença e outros benefícios acidentários.

Remígio Todeschini assumiu o cargo com o desafio de auxiliar a Secretaria de Políticas de Previdência Social do MPS e o governo a encontrar caminhos para reduzir os acidentes de trabalho e a incidência de doenças ocupacionais. No Fórum Nacional de Previdência Social, levantou-se, segundo ele, um cenário que prevê reduzir em 20%, num período de 10 anos, os benefícios por incapacidade, justamente para reverter a tendência atual de crescimento devido ao envelhecimento da população.

Além disso, defende que o Governo encaminhe ao Congresso proposta de ratificação da Convenção 187 do Organização Internacional do Trabalho (OIT), que preconiza que os países incluam nas metas de desenvolvimento econômico um programa nacional de saúde e segurança no trabalho, com a adoção de programas e ações para reduzir acidentes e doenças ocupacionais. A expectativa, segundo Todeschini, é que o Congresso Nacional aprove a Convenção 187 no próximo ano.

“A criação do Departamento de Polícias de Saúde e Segurança Ocupacional da Secretaria de Políticas de Previdência Social demonstra a preocupação do governo Lula e do ministro Luiz Marinho com a cultura da prevenção da saúde e segurança do trabalhador”, afirma. A criação do Departamento, segundo ele, vem ao encontro das discussões do Fórum Nacional de Previdência Social e da OIT, de ter como meta o bem-estar no trabalho e a redução de acidentes.

Para alcançar esse objetivo, explica ele, é preciso o desenvolvimento de ações integradas de vários órgãos do governo, principalmente dos ministérios da Previdência Social, Trabalho e Saúde. Algumas iniciativas já estão em andamento, como a adoção do Nexo Técnico Epidemiológico, que dá ao médico perito do INSS poder para notificar ocorrências de doenças decorrentes de acidentes de trabalho ou causadas pela função exercida pelo trabalhador. A medida está em vigor desde abril deste ano. Outra medida importante foi a instituição do Fator Acidentário de Prevenção, estabelecendo que as empresas com maior número de acidentes contribuam mais para o seguro de acidente de trabalho. A medida está em fase de implantação.

“São medidas importantes. Quem oferece mais risco deve pagar mais e quem investe mais em proteção deve pagar menos”, comenta. A política preventiva, explica ele, deve enfocar os setores com maior incidência de acidentes, como o de construção civil, o setor rural, o de transportes e a indústria de transformação em geral. “A grande guerra que a gente tem que continuar enfrentando é a da redução dos acidentes, de mortes e doenças”, afirma.

Fonte: Previdência Social

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PIS: começa pagamento para nascidos em novembro

Publicado por admin 18 setembro, 2007 Nenhum Comentário Imprimir

Tem início nesta quarta-feira (19), em todo o país, o pagamento do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) para os trabalhadores nascidos no mês de novembro (veja tabela). O calendário 2006 teve início em julho e terminará em junho de 2008. Destinado a complementar a remuneração de trabalhadores de baixa renda, o abono salarial tem o valor de um salário mínimo e deve ser sacado nas agências da Caixa Econômica Federal.

Para receber o abono, o trabalhador precisa estar inscrito no PIS há pelo menos cinco anos (até 2002); ter trabalhado com carteira profissional assinada durante pelo menos 30 dias no ano-base (2006), por empregadores cadastrados no CNPJ; e ter recebido neste período, em média, até dois salários-mínimos. Os beneficiários são identificados pela Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), declarada anualmente pela empresas, e os recursos são do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Para efetuar o saque, é preciso estar com a carteira de identidade e comprovante de inscrição no PIS. Os trabalhadores com cadastro no PIS que possuírem o Cartão do Cidadão e senha cadastrada junto à CAIXA também poderão fazer a retirada do benefício nos terminais eletrônicos do banco, nas casas lotéricas e postos do CAIXA AQUI.

Balanço
Desde o início do calendário ano-base 2006 até o final de agosto, cerca de 6,91 milhões de trabalhadores e servidores já sacaram o abono salarial do PIS e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), o que  representou a inserção de R$ 2,5 bilhões na economia nacional. No total, 13,9 milhões de brasileiros têm direito ao benefício neste calendário.

CALENDÁRIO – ANO-BASE 2006 – Exercício 2007/2008
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL (PIS)

I – Pagamento nas agências da Caixa Econômica Federal

NASCIDOS EM           RECEBEM A PARTIR DE           RECEBEM ATÉ
JULHO                         08 / 08 / 2007                  30 / 06 / 2008
AGOSTO                      15 / 08 / 2007                  30 / 06 / 2008
SETEMBRO                   22 / 08 / 2007                  30 / 06 / 2008
OUTUBRO                    12 / 09 / 2007                   30 / 06 / 2008 
NOVEMBRO                  19 / 09 / 2007                   30 / 06 / 2008
DEZEMBRO                  25 / 09 / 2007                   30 / 06 / 2008
JANEIRO                     09 / 10 / 2007                   30 / 06 / 2008
FEVEREIRO                  17 / 10 / 2007                   30 / 06 / 2008
MARÇO                       24 / 10 / 2007                   30 / 06 / 2008
ABRIL                         09 / 11 / 2007                   30 / 06 / 2008
MAIO                         13 / 11 / 2007                    30 / 06 / 2008
JUNHO                       21 / 11 / 2007                    30 / 06 / 2008

Fonte: MTE

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IV Marcha à Brasília será dia 5 de dezembro

Publicado por admin 18 setembro, 2007 Nenhum Comentário Imprimir

Em reunião na manhã desta segunda-feira (17) na sede nacional da Central Única dos Trabalhadores, dirigentes da CUT, CGTB, Força Sindical e UGT aprovaram a realização de uma IV Marcha conjunta a Brasília no dia 5 de dezembro, dando prosseguimento à iniciativa responsável em 2004, 2005 e 2006 pelo maior aumento do salário mínimo em duas décadas. Na oportunidade, as centrais vão cobrar do Congresso Nacional que respeite e faça valer o acordo firmado com o governo, reajustando o salário mínimo pela variação do INPC mais o PIB de 2006, como aumento real.

A bandeira principal da mobilização da Marcha deste ano será a Redução da Jornada de Trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário, dialogando com a sociedade sobre os impactos positivos da medida, tanto do ponto de vista da qualidade de vida, como da geração de novos postos de trabalho. A diminuição da jornada legal também beneficiará categorias que já têm o benefício assegurado por acordo ou convenção coletiva, proporcionando maiores avanços.

Com a palavra de ordem Mais e Melhores Empregos, as centrais vão priorizar o combate à terceirização – que tem alastrado a informalidade e a precariedade – e a defesa da Convenção 158 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), que impede a dispensa imotivada, responsável pela alta rotatividade e utilizada como mecanismo de arrocho nos salários nas mais variadas categorias.

A terceira reivindicação da Marcha deste ano será a defesa da saúde pública de qualidade, sublinhando a necessidade de mais e melhores investimentos nesta área tão sensível. Uma nova reunião das centrais ficou agendada para as 10 horas do próximo dia 1º de outubro, na sede da Força Sindical. A iniciativa potencializa a Jornada pelo Desenvolvimento, que tem seu eixo na distribuição de renda e valorização do trabalho.

Artur Henrique destaca importância do ato
O presidente da CUT, Artur Henrique, em entrevista exclusiva, faz uma avaliação sobre a importância da unidade do movimento sindical brasileiro e o papel da mobilização e da negociação para avançar nas conquistas.

A política de valorização do salário mínimo foi uma conquista das marchas unitárias das centrais em 2004, 2005 e 2006. E este ano?

Arthur: Nós já conseguimos transformar a marcha do final do ano num momento importante do calendário sindical, envolvendo o conjunto das centrais sindicais em temas que são de interesse da classe trabalhadora. As três primeiras marchas tiveram uma pauta sindical bastante concreta, mas tinham objetivo que era a questão do reajuste do salário mínimo acima da inflação, de acordo com a variação do PIB, que acabou sendo fechado na realização da última marcha.

Agora, nesta IV Marcha, mais uma vez estamos discutindo primeiro a unidade das centrais sindicais em torno de um tema que não é específico desta ou daquela categoria, mas demandas que dialogam com o conjunto dos trabalhadores. Depois de algumas reuniões, principalmente desta que ocorreu hoje, conseguimos definir o calendário com uma pauta de reivindicações das centrais que tem como principal objetivo levar no próximo 5 de dezembro uma grande quantidade de trabalhadores e dirigentes sindicais numa marcha a Brasília com uma pauta que também interessa ao conjunto da sociedade brasileira.

Quais são os pontos acordados?

Arthur: O primeiro ponto é a redução da jornada sem redução de salário, não só pelo que isso pode trazer do ponto de vista de geração de emprego, mas também pela necessidade de discutir uma maior participação dos trabalhadores na renda nacional. O segundo ponto é mais e melhores empregos. Dentro deste tema se coloca o combate à informalidade, o combate à terceirização, a necessidade da ratificação da Convenção 158 da OIT pelo Brasil. Há vários subtemas dentro deste tema mais geral, que possibilita trabalhar com esse enorme contingente de trabalhadores que hoje na verdade não são representados por nenhum Sindicato das centrais, pois são trabalhadores que estão na informalidade.

Também esse debate sobre o combate à informalidade é fundamental de ser atacado no país. O terceiro ponto é a defesa da saúde pública. Destacamos um tema das políticas públicas, as centrais optaram por esse tema, por considerar que é atual, que está atingindo a toda população brasileira. Na verdade você tem todo esse debate a respeito da necessidade da regulamentação da Emenda 29, que está no Congresso Nacional desde 2000 para ser votada, que destina mais recursos para a saúde, vincula alguns recursos do Orçamento para a Saúde, tanto a nível federal, quanto nos estados e municípios. Essa é evidentemente uma luta pela qualidade, pela implementação e fortalecimento do SUS, do Sistema Único de Saúde, como sistema público, universal e de qualidade, é uma bandeira importante para as centrais sindicais conseguirem viabilizar nesta marcha.

Há na verdade uma disputa sobre qual é o papel do Estado.

Arthur
: Evidentemente que este é o debate central da agenda do desenvolvimento, para qualquer dirigente de qualquer central sindical que queira pensar um projeto de país, um projeto de nação: tem que colocar na ordem do dia o debate sobre o papel do Estado. Eu diria que no começo existia quase que um certo preconceito por parte de alguns setores, que enxergavam isso como uma questão mais ligada apenas e tão somente à pauta dos servidores públicos, do ponto de vista do corporativismo. Mas nós conseguimos demonstrar que isso é fundamental, que debater o papel do Estado não é só para valorizar o servidor, é para valorizar o serviço público, e isso tem a ver com o conjunto dos trabalhadores.

Nós queremos cada vez mais políticas públicas de qualidade, cada vez mais o Estado e o Orçamento sendo aplicado para melhorar estas políticas, seja de saúde, seja de educação. E nós estamos conseguindo convencer sobre a importância desta discussão. Tanto é assim que a questão da saúde pública aparece agora como um ponto na mobilização unitária das centrais. Este é um tópico social, de política pública, que será colocado como bandeira na marcha do final do ano. Isso é um processo que você vai construindo, com as pessoas sendo convencidas de que é preciso lutar para que o Estado tenha condições de prestar serviço público de qualidade para a população.

Há muitas administrações municipais que continuam burlando a lei e pagando um salário inferior ao mínimo. O que a CUT pretende fazer em relação a isso?

Arthur: Este tem sido um debate que temos feito com os nossos Sindicatos ligados ao Ramo dos municipais, com a nossa Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal, a Confetam, a necessidade de implementar tanto nos estados quanto nos municípios – uma vez definido o salário mínimo – a cobrança de que as Prefeituras e os Estados paguem no mínimo o que está estabelecido pelo acordo, pois o que está inclusive escrito na Constituição Federal é muito maior do que isso. Segundo, uma campanha no sentido de fazer com que naquelas verbas destinadas pelo governo federal a Estados e municípios, que só sejam liberadas para governadores e prefeitos que se comprometerem a pagar o salário mínimo, não como um penduricalho.

O que muitas administrações fazem hoje é pagar um salário base menor, cheio de adicionais, para tentar, somando todos os vencimentos, pagar um valor maior que os atuais R$ 380,00. Mas, na verdade, o salário base é R$ 200,00, R$ 230,00, portanto menor que o salário mínimo. Nós queremos garantias do pagamento do mínimo, hoje de R$ 380,00, que no ano que vem será maior pois será corrigido pela inflação mais o PIB. Queremos fazer com que as verbas do governo federal e mesmo dos estaduais para os municípios só possam ser repassadas àqueles que tiverem comprovadamente pagando o salário mínimo. Esta seria uma forma de pressão para o cumprimento da lei, que é uma questão fundamental para os 40 milhões de brasileiros que são afetados direta ou indiretamente pelo salário mínimo.

O sucesso da manifestação cutista de 15 de agosto potencializa a Marcha do final do ano?

Arthur: No 15 de agosto, nós conseguimos de uma certa forma tomar a iniciativa política mostrando a força e a energia dos militantes dos sindicatos da CUT que lotaram Brasília. Uma semana depois, na Marcha das Margaridas, lotamos Brasília novamente, possibilitando aquecer essa perspectiva de que tenhamos um sucesso ainda maior na Marcha do final de ano. Há uma disposição de luta, de mobilização dos nossos Sindicatos, e isso é bastante claro. Vamos colocar a CUT na rua aliando o processo de mobilização com negociação, que é o que temos feito nas últimas manifestações, repetindo os êxitos obtidos até aqui nesta Marcha do final de ano.

Fonte: Ag. CUT

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Aprenda a controlar suas finanças!

Publicado por admin 18 setembro, 2007 Nenhum Comentário Imprimir

O aumento da oferta de crédito no mercado foi um dos bons indicadores da economia brasileira nos últimos anos, mas a facilidade veio acompanhada do crescimento da inadimplência. O problema pode ser causado pela ausência de um programa de educação financeira que oriente a população sobre as implicações de lidar com financiamentos e taxa de juros.

“O tema do crédito é fundamental dentro do consumo consciente por causa da sua transversalidade”, afirma o gerente de projetos especiais do Instituto Akatu, Aron Belinky. “Saber gerir bem e gastar corretamente o seu dinheiro influi na maneira como as pessoas se realizam nos seus projetos de vida, na sua evolução profissional e cultural.” A entidade produziu um guia com oito passos para quem já contraiu dívidas e quer – ou melhor, precisa – se livrar delas.

Oito passos para sair do endividamento

1. Faça uma lista com o dinheiro que você recebe no mês. Inclua salário, pensão, rendimentos da poupança etc. Não inclua seu cheque especial ou limites de cartão.

2. Faça uma lista com todas as contas que você paga no mês. Não inclua o pagamento das suas dívidas.

3. Faça uma lista com todas as suas dívidas.
São consideradas dívidas todas as prestações. As dívidas com taxas de juros mais altas devem ser as primeiras da lista. Lembre-se: todo pagamento parcelado é maior dos que os feitos à vista.

4. Veja se você tem dinheiro para pagar suas dívidas. Não esqueça que você não deve deixar de pagar ou atrasar uma parcela, pois os juros e multas fazem com que sua dívida aumente ainda mais.

5. Diminua seus gastos.
Pense como economizar em cada despesa: luz, água, lazer etc.

6. Substitua suas velhas dívidas por novas dívidas que você consiga pagar.
Você pode quitar sua antiga dívida fazendo um novo empréstimo, desde que tenha taxas de juros mais baixas do que as que você paga atualmente.

7. Procure empresas que emprestam dinheiro.

Identifique os financiamentos que têm taxas de juros menores que as suas dívidas atuais.

8. Faça um novo empréstimo para quitar suas antigas dívidas.
Só faça uma nova dívida para pagar as dívidas antigas se a taxa de juros for menor e se você tiver como pagar o novo empréstimo.

Fonte: Meu Salário

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Futsal: hora da decisão para a categoria Livre

Publicado por admin 18 setembro, 2007 Nenhum Comentário Imprimir

Está chegando a hora da verdade para quem ainda aspira conquistar o título do 5º Futsal dos Mecânicos. No próximo sábado – 22 de setembro – acontece a última rodada da segunda fase da categoria Livre, onde serão apontados os 18 classificados para a terceira fase. Já os Masters ainda terão mais duas rodadas para que se conheça os seis classificados para a segunda fase, onde os times estarão divididos em dois grupos de três equipes, classificando-se os dois primeiros para as semifinais. Os artilheiros da categoria Livre são André M. Marques (União da Pintura) com 16 gols, e Cleberton do Rosário (Techsus), com 13 gols.

Mesmo com a maioria das equipes da categoria Livre sabendo de sua classificação para a próxima fase, os treinadores e apoiadores se preocupam em fazer as contas para verificar a melhor colocação na chave visando prever com quem cruzarão na terceira fase. “Eles querem evitar encontrar adversários mais difíceis teoricamente”, diz o diretor de Esportes, João Luiz Vieira. A final de 2006 será repetida entre Só Amigos, atual campeão, e Zanella Pneus, que fizeram uma final inesquecível só decidida nos segundos finais da partida. Confira abaixo os resultados da rodada do sábado – 15 de setembro:

MEGATRICOLOR 3 X 3 SCHNEIDER MOTOBOMBAS
RIBEIRO FERRAMENTARIA 1 X 0 HENGST
SCHNEIDER ARAQUARI 6 X 2 ARMENIO/MTJ
AFIATEC/ROSSIL 8 X 6 MONDAI (MASTERS)
MOD.STO.ANTONIO 7 X 3 MET.DENK/SÃO BENTO (MASTERS)
LEAS INDUSTRIAL 7 X 5 KARISMA MODAS
ERZINGER 3 X 3 MOD.STO.ANTONIO
BUSSCAR PLASTICOS 4 X 5 MET.DENK/SÃO BENTO
BASSO E.C. 5 X 2 SENABIO USINAGEM
SO AMIGOS TECHSEAL 8 X 4 SOVAMO
SINOS USINAGEM 16 X 3 MEDITEC

Confira agora a tabela dos jogos de sábado – 22 de setembro – quando a categoria Livre define seus classificados à próxima fase. Os jogos iniciam à tarde, a partir das 14 horas no Centro Esportivo e Recreativo:

Q1 – 14:00 – União da Pintura   x   Ribeiro Ferramentaria
Q2 – 14:00 – Entre Amigos   x   Mod. Santo Antonio
Q1 – 14:50 – Ponteiras Rodrigues   x   Schneider Motobombas
Q2 – 14:50 – Kelli e Kary   x   Leas Indústrias
Q1 – 15:40 – Techsus   x   Metalúrgica Denk B
Q2 – 15:40 – Schneider Araquari   x   J. Junckes
Q1 – 16:30 – Lab. Gimenes   x   Unimold Plásticos (MASTERS)
Q2 – 16:30 – Schneider   x   Mondai (MASTERS)
Q1 – 17:20 – Mod. Santo Antonio   x  Amigos do Esporte 2 (MASTERS)
Q2 – 17:20 – Afiatec/Rossil   x   Ajax/Duque (MASTERS)
Q1 – 18:10 – Galv. Vila Nova   x   Basso E.C.
Q2 – 18:10 – Zanella Pneus   x   Só Amigos/Techseal
Q1 – 19:00 – Amigos do Esporte 1   x   Meditec

Compareça, prestigie e faça a festa com o excelente futsal dos mecânicos de Joinville e Região.





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