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	<title>Sindicato dos Mecânicos &#187; Administrador</title>
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		<title>Proposta amplia proteção ao menor de idade nas relações de trabalho</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 17:19:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[proposta]]></category>
		<category><![CDATA[proteção de menor]]></category>
		<category><![CDATA[relações de trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Tramita na Câmara o Projeto de Lei 2700/11, da deputada Sandra Rosado (PSB-RN), que altera a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT (Decreto-Lei&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tramita na Câmara o Projeto de Lei 2700/11, da deputada Sandra Rosado (PSB-RN), que altera a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT (Decreto-Lei 5.452/43) para ampliar a proteção ao menor de idade (dos 14 aos 18 anos).<br />
 <br />
“Em que pese reconhecermos o grande avanço observado em relação ao tratamento dispensado aos adolescentes na legislação vigente, entendemos que ainda há mais a ser feito”, afirma a autora.<br />
 <br />
Ela propõe, por exemplo, que os direitos do menor à profissionalização e à proteção no trabalho, que já constam do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90), estejam também garantidos no texto da CLT.<br />
 <br />
A deputada também apresenta normas que restringem o trabalho noturno, exigem a matrícula escolar do menor que trabalha e aceleram o julgamento de ações relativas a infrações cometidas pelos empregadores, entre outras.<br />
 <br />
Trabalho noturno<br />
Pela proposta, passa a ser considerado trabalho noturno aquele executado pelo menor de 18 anos entre as 21 horas e as 5 horas. Atualmente, a CLT estipula que o início do trabalho noturno é às 22 horas. “Essa medida visa a proteger a saúde do menor, já que consideramos inapropriado o trabalho até as 22 horas para essa parcela da população”, ressalta Sandra Rosado.<br />
 <br />
Além disso, o texto proíbe a contratação do trabalho do menor de 18 anos por mais de um empregador. A lei hoje permite que ele trabalhe em mais de um local, desde que as horas sejam somadas.<br />
 <br />
O projeto também veda as atividades que demandem o emprego de força muscular superior a 14 quilos para o trabalho contínuo, ou acima de 19 quilos para o trabalho ocasional. A CLT já veda o trabalho do menor em locais e serviços perigosos ou insalubres, ou que sejam prejudiciais à sua moralidade (cinemas, boates e comércios com venda de bebida alcoólica, entre outros).<br />
 <br />
Educação<br />
A proposta de Sandra Rosado torna obrigatório o transporte escolar do menor trabalhador, se a escola estiver a mais de dois quilômetros da empresa que contratar permanentemente mais de 30 menores. Hoje, o empregador tem apenas a obrigação de manter local apropriado em que seja ministrada instrução primária aos menores.<br />
 <br />
De acordo com o projeto, o menor somente poderá ser admitido após a comprovação de matrícula em estabelecimento de ensino regular. Além disso, ele terá que comprovar a frequência escolar a cada semestre, sob pena de rescisão do contrato.<br />
 <br />
A deputada justifica a regra destacando que “a CLT obriga o empregador que contrate menor a conceder-lhe ‘o tempo que for necessário para a frequência às aulas’. Essa medida somente tem razão de ser, todavia, se o menor efetivamente estiver estudando”.<br />
 <br />
Sandra Rosado propõe ainda a inclusão na lei da obrigação de o Ministério Público do Trabalho (MPT) agir para que o menor seja afastado de empregos que diminuam consideravelmente o seu tempo de estudo, reduzam o tempo de repouso necessário à sua saúde e constituição física ou prejudiquem sua educação moral, já que a CLT atualmente só faz essa exigência a pais ou responsáveis.<br />
 <br />
A autora argumenta que, ao prever de forma expressa a responsabilidade do MPT de atuar em defesa das condições de trabalho do menor, fica reforçada a participação do órgão.<br />
 <br />
Punições<br />
No caso de descumprimento das normas, o projeto determina, em vez de multa no valor de um salário mínimo regional (regra atual), uma multa de R$ 664,81, que será aplicada tantas vezes quanto forem os menores empregados ilegalmente. Em caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro.<br />
 <br />
A proposta também prevê multa de R$ 380 para a empresa que fizer anotação não prevista em lei na Carteira de Trabalho do menor. Atualmente, as anotações permitidas são aquelas referentes ao salário, data de admissão, férias e saída.<br />
 <br />
O empregador que utilizar o trabalho do menor ilegalmente estará ainda sujeito a restrições como suspensão de empréstimos e financiamentos por instituições financeiras oficiais; extinção de incentivo fiscal de tratamento tributário especial; e inabilitação para licitar e contratar com qualquer órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta federal, estadual, municipal e do Distrito Federal.<br />
 <br />
Se a empresa infratora tiver mais de cem menores contratados, terá ainda que veicular anúncios publicitários enfocando as determinações constantes no ECA e na CLT, pelo período de 30 dias.<br />
 <br />
Julgamento célere<br />
De acordo com o projeto, para apresentar reclamações sobre seu empregador, os menores serão assistidos ou representados pelo seus responsáveis legais ou, na falta deles, pelo Ministério Público do Trabalho. Eles não pagarão custas, a não ser em caso de má-fé; a sentença terá que sair em até 90 dias; e os recursos relativos às suas reclamações terão preferência de distribuição e julgamento nos tribunais.<br />
 <br />
A proposta também determina que os direitos trabalhistas e previdenciários assegurados ao menor serão indisponíveis, irrenunciáveis e não poderão ser transacionados, e que, se for comprovado o trabalho proibido, serão devidas todas às verbas rescisórias, conforme a CLT, ao menor de 14 anos.<br />
 <br />
Por fim, o projeto obriga os estabelecimentos hospitalares públicos e privados, as clínicas particulares e os médicos profissionais liberais a comunicar as ocorrências envolvendo acidentes de trabalho com menores de 18 anos às entidades ou órgãos competentes de proteção à criança e ao adolescente, bem como às delegacias regionais do Trabalho e ao Ministério Público do Trabalho.<br />
 <br />
Tramitação<br />
A matéria tramita em caráter conclusivo e será examinada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Portal Nacional do Direito do Trababalho</p>
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		<title>Estoque de trabalhadores na construção civil dobra em cinco anos</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 16:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[estoque]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O estoque de trabalhadores com carteira assinada no setor da construção civil dobrou nos últimos cinco anos.  Até o final de dezembro de 2011,&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O estoque de trabalhadores com carteira assinada no setor da construção civil dobrou nos últimos cinco anos.  Até o final de dezembro de 2011, o setor contabilizava 2.762.156 empregos celetistas; em 2006, o montante era de 1.388.958, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).</p>
<p> Fatores como o aumento do financiamento habitacional e ações governamentais &#8211; Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), além dos investimentos previstos por conta dos eventos esportivos Copa do Mundo em 2014 e Jogos Olímpicos em 2016 têm contribuído positivamente para geração de empregos no setor.</p>
<p> Somando os setores de atividade econômica, o país chegou ao final de dezembro passado com estoque de 37.887.47 empregos celetistas. Destes, 15.317.702 referem-se ao setor de serviços; 8.506.686 comércio; 8.215.134  indústria da transformação;  1.571.221 agropecuária; 914.374 administração pública; 391.800 serviços de utilidade pública; e 208.397  extrativa mineral.</p>
<p> <strong>Caged –</strong> Em 2011, a Construção Civil foi responsável pela criação de 222.897 empregos com carteira assinada, registrando o maior crescimento relativo entre os setores, com elevação de 8,78% em relação ao estoque de trabalhadores de dezembro de 2010.</p>
<p>Os estados que geraram o maior número de empregos com carteira assinada  foram São Paulo (41.191); Rio de Janeiro (37.026) e Pernambuco (21.211).</p>
<p>MTE</p>
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		<title>Petrobras responderá por créditos salariais de trabalhador terceirizado</title>
		<link>http://www.sindmecanicos.org.br/site/blog/2012/02/08/petrobras-respondera-por-creditos-salariais-de-trabalhador-terceirizado/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 16:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[çréditos salariais]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[terceirizado]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Petróleo Brasileiro S.A. é responsável pelo pagamento dos créditos salariais devidos pela Mont Sul Montagens e Instalações Industriais a ex-empregado em caso de descumprimento&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Petróleo Brasileiro S.A. é responsável pelo pagamento dos créditos salariais devidos pela Mont Sul Montagens e Instalações Industriais a ex-empregado em caso de descumprimento das obrigações por parte da prestadora de serviços. O fato de existir prova de que a Petrobras não fiscalizou os atos praticados pela empresa contratada levou a Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho a rejeitar o recurso da petrolífera contra a condenação.</p>
<p>No juízo de origem, a Petrobras foi condenada subsidiariamente ao pagamento das verbas trabalhistas devidas ao ex-empregado da Mont Sul. O Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP) manteve a sentença por entender que a Petrobras, ao contratar empresa prestadora de serviço, com posterior lesão aos direitos dos trabalhadores, causou prejuízos a terceiros e, por isso, deveria responder, de forma subsidiária, pelo ato. O TRT ainda destacou a existência de culpa <em>in eligendo</em> (na escolha) e <em>in vigilando</em> (na fiscalização) na hipótese, uma vez que a Petrobras não zelou pelo cumprimento das obrigações derivadas do contrato de trabalho.</p>
<p>Na Primeira Turma do TST, a Petrobras alegou que não terceirizou atividade fim ou atividade meio do negócio, tendo em vista que a Mont Sul foi contratada para executar obras e serviços. Logo, era aplicável ao caso a <a href="http://intranet.tst.jus.br/jurisprudencia/OJ_SDI_1/n_s1_181.htm#TEMA191" target="_blank">Orientação Jurisprudencial nº 191</a> da SDI-1 do TST, que isenta a empresa que contrata serviços de construção civil por empreitada de responsabilidade solidária ou subsidiária pelas obrigações trabalhistas do empreiteiro.</p>
<p>Contudo, o recurso de revista da Petrobras contra a decisão do Regional não pôde ser conhecido, porque a Turma concluiu que não havia violação constitucional nem contrariedade a súmula do TST para autorizar a análise do mérito do apelo. A Turma observou que, embora o artigo 71 da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8666cons.htm" target="_blank">Lei nº 8.666/93</a> estabeleça a ausência de responsabilidade da Administração Pública pelo pagamento dos encargos trabalhistas, previdenciários, fiscais e comerciais resultantes da execução do contrato, a norma refere-se à hipótese em que o contratado agiu dentro de regras e procedimentos normais.</p>
<p>A Turma lembrou que o artigo 37, parágrafo 6º, da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Constituicao.htm" target="_blank">Constituição Federal</a> consagra a responsabilidade objetiva da Administração, que tem a obrigação de indenizar sempre que causar danos a terceiro. Além do mais, a responsabilidade subsidiária da Petrobras era decorrência do seu comportamento omisso e irregular, ao não fiscalizar o cumprimento das obrigações contratuais assumidas pelo contratado, ou seja, situação típica de culpa <em>in vigilando</em>, quando falta atenção do tomador do serviço aos procedimentos e atitudes da empresa prestadora em relação aos empregados que trabalham em benefício do tomador de serviços.</p>
<p><strong>O julgamento na SDI-1</strong></p>
<p>Na SDI-1, os embargos da Petrobras também não tiveram o mérito analisado. O relator dos embargos, ministro Renato de Lacerda Paiva, votou pelo não conhecimento, na medida em que a empresa não demonstrara a existência de divergência jurisprudencial, e foi acompanhado pela maioria do colegiado. O relator destacou que, embora não pactue diretamente com o trabalhador, o tomador dos serviços dirige sua atividade, por isso a situação econômico-financeira da prestadora deve ser capaz de suportar o pagamento dos empregados – o que não ocorreu no caso.</p>
<p>O ministro esclareceu também que o Supremo Tribunal Federal decidiu, na <a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?incidente=2497093" target="_blank">Ação Direta de Constitucionalidade nº 16</a>, 24/11/ 2010, que é constitucional o artigo 71, parágrafo 1º, da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8666cons.htm" target="_blank">Lei nº 8.666/93</a> (Lei de Licitações), que veda a transferência de encargos trabalhistas da empresa contratada à Administração Pública nas situações de inadimplemento das obrigações pelo vencedor da licitação. Depois desse julgamento, a Justiça do Trabalho não pode atribuir ao ente público contratante, de forma automática e genérica, a responsabilidade subsidiária pelo pagamento das obrigações trabalhistas descumpridas pelo contratado, em terceirizações lícitas.</p>
<p>Por consequência, afirmou o relator, o TST alterou o item IV da <a href="http://brs02.tst.jus.br/cgi-bin/nph-brs?d=BLNK&amp;d=BLNK&amp;s1=331&amp;s2=BDEN.BASE.&amp;u=http://intranet.tst.jus.br/jurisprudencia/n_brs/n_bden.html&amp;p=1&amp;r=2&amp;f=G&amp;l=20" target="_blank">Súmula nº 331</a> e acrescentou o item V para deixar claro que, havendo conduta culposa da Administração Pública no cumprimento das obrigações contratuais, ela pode ser responsabilizada subsidiariamente, a partir da verificação de cada caso e com base nas provas processuais.</p>
<p>Como a Primeira Turma do TST partiu das provas e fatos registrados pelo Tribunal Regional, entre eles o de que a Petrobras teve comportamento omisso ou irregular ao não fiscalizar o cumprimento das obrigações contratuais assumidas pelo contratado, a SDI-1 concluiu que estava caracterizada a culpa da empresa e, portanto, a obrigação de pagar pelos créditos salariais devidos ao trabalhador caso a prestadora de serviço não o faça.</p>
<p id="aui_3_2_0_1329">Durante a sessão, o ministro João Batista Brito Pereira defendeu o conhecimento dos embargos por contrariedade ao item V da <a href="http://brs02.tst.jus.br/cgi-bin/nph-brs?d=BLNK&amp;d=BLNK&amp;s1=331&amp;s2=BDEN.BASE.&amp;u=http://intranet.tst.jus.br/jurisprudencia/n_brs/n_bden.html&amp;p=1&amp;r=2&amp;f=G&amp;l=20" target="_blank">Súmula nº 331</a> do TST (acrescentado em maio de 2011), que seria um desdobramento do item IV, mencionado pela empresa no recurso. Com a divergência votaram os ministros Horácio de Senna Pires e Milton de Moura França.</p>
<p>TST</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Brasil recebe 57% mais mão de obra estrangeira</title>
		<link>http://www.sindmecanicos.org.br/site/blog/2012/02/08/brasil-recebe-57-mais-mao-de-obra-estrangeira/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 16:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[mão de obra]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O número de trabalhadores estrangeiros no Brasil cresceu 57% no ano passado, chegando a 1,51 milhão em dezembro, segundo estatísticas do Ministério da Justiça.</p>
<p>O&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O número de trabalhadores estrangeiros no Brasil cresceu 57% no ano passado, chegando a 1,51 milhão em dezembro, segundo estatísticas do Ministério da Justiça.</p>
<p>O principal fator para esse salto no número de imigrantes legais foi a chegada de trabalhadores de países vizinhos. Desde 2009, triplicou o número de imigrantes peruanos legais. O de paraguaios e bolivianos cresceu mais de 70%. Comunidades com presença antiga no país, como japoneses e europeus, têm crescido mais lentamente.</p>
<p>O crescente fluxo migratório de países latino-americanos tem sido acompanhado por uma mudança significativa no perfil dos trabalhadores que vêm para o Brasil.</p>
<p>Os imigrantes dos países vizinhos em geral têm baixa escolaridade e pouca qualificação. Bolivianos trabalham em oficinas de costura e como empregados domésticos; peruanos atuam como ambulantes e operários na construção. Portugueses e espanhóis ocupam postos gerenciais ou trabalham como arquitetos, engenheiros e advogados.</p>
<p>Segundo Paulo Abrão, secretário nacional de Justiça, o número de latino-americanos legais no país aumentou por três motivos: boom econômico brasileiro, acordo de residência do Mercosul e anistia -os dois últimos, de 2009. O acordo autoriza cidadãos do Mercosul, da Bolívia e do Chile a entrar sem visto no Brasil, somente com registro na Polícia Federal, e a pedir residência temporária.</p>
<p>O acordo deve ser estendido para Peru e Equador -falta a aprovação do Congresso. A anistia de 2009 deu a 45 mil imigrantes ilegais residência provisória e 18 mil conseguiram obter residência permanente depois de dois anos.</p>
<p>Apesar do grande aumento na presença de latinos no Brasil, europeus e japoneses ainda são as maiores comunidades, porque historicamente foram os maiores grupos de imigrantes. Houve entrada de 4,4 milhões entre o fim do século 19 e os primeiros 40 anos do século 20.</p>
<p>Hoje, os portugueses ainda são o maior grupo, seguidos de japoneses e italianos. Bolivianos estão em quarto lugar -mas boa parte dos latinos está ilegal e não entra nas estatísticas.</p>
<p><strong>Ilegais e refugiados<br />
</strong>Os números do governo incluem os estrangeiros que estão legalmente no país, com autorizações de trabalho e vistos de residência. ONGs e o governo estimam que haja de 60 mil a 300 mil estrangeiros ilegais no Brasil -na maioria latino-americanos, chineses e africanos. Além deles, há 4.477 refugiados.</p>
<p>&#8220;Vim para o Brasil porque percebi que este país tinha futuro&#8221;, diz o boliviano Davi Gironda, 25, que mora em São Paulo há três anos. Gironda trabalha 14 horas por dia em uma tecelagem, com ganho médio de R$ 1.200 por mês.</p>
<p>Apesar da longa jornada, não reclama. Às vezes, guarda R$ 400 por mês. Ele diz que não é hora de voltar à terra natal. &#8220;O mundo está de olho no Brasil.&#8221;</p>
<p><em>Da Folha de S. Paulo</em></p>
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		<title>Busscar: 22 meses sem pagar salários e virando as costas para a sociedade</title>
		<link>http://www.sindmecanicos.org.br/site/blog/2012/02/07/busscar-22-meses-sem-pagar-salarios-e-virando-as-costas-para-a-sociedade/</link>
		<comments>http://www.sindmecanicos.org.br/site/blog/2012/02/07/busscar-22-meses-sem-pagar-salarios-e-virando-as-costas-para-a-sociedade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 18:53:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Busscar]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[falência]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação judicial]]></category>
		<category><![CDATA[salários atrasados]]></category>
		<category><![CDATA[sindicalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Pois é. Agora já são 22 meses que a Busscar deixa de pagar salários aos seus trabalhadores, mais dois décimos terceiros e meio (2011/2010&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é. Agora já são 22 meses que a Busscar deixa de pagar salários aos seus trabalhadores, mais dois décimos terceiros e meio (2011/2010 e parte de 2009), sem contar férias, INSS, FGTS, rescisões contratuais, acordos na Justiça do Trabalho, e tampouco os impostos federais, estaduais e municipais. E é assim que aquela que já foi uma das maiores encarroçadoras de ônibus pensa em sair da crise com um Plano de Recuperação Judicial mirabolante, sem qualquer critério econômico e financeiro que se sustente.</p>
<p>Enquanto isso os diretores ainda tentam confundir os trabalhadores que tem, ou já tiveram algum vínculo com a Busscar, de que é possível sair do lodaçal em que se meteram. Mostram números que jamais existirão, por pura falta de espaço, e falta de dinheiro novo, investidores e administração nova, comprometida com o sucesso. Agora chega a notícia da possível vinda da Marcopolo e Caio Induscar, em uma união estratégica de negócios, para produzir em Joinville (SC). Se vier a acontecer, é a pá de cal no orgulho e empáfia que levaram a Busscar à bancarrota.</p>
<p>Para o presidente João Bruggmann, os trabalhadores devem olhar para a frente, acreditar no Sindicato e se preparar para as reuniões que a entidade está organizando, e votar firmemente pelo não diante desse plano sem pé nem cabeça que só vem adiar o fim de uma bela história que foi construída com o suor dos trabalhadores.</p>
<p>&#8220;Se se confirmar a vinda dessas duas grandes encarroçadoras, penso que é o fim. Quem sabe uma fusão das duas com a Busscar poderia ser uma solução. Mas diante de tanta teimosia e orgulho, acredito que não há interesse nem de um lado nem de outro. Entendemos que a vinda das duas encarroçadoras vai ser positivo para a cidade, e para os trabalhadores, caso aconteça&#8221;, comentou Bruggmann.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Marcopolo e Caio Induscar procuram terrenos em Joinville (SC)</title>
		<link>http://www.sindmecanicos.org.br/site/blog/2012/02/07/marcopolo-e-caio-induscar-procuram-terrenos-em-joinville-sc/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 18:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Representantes da empresa que está sendo formada através da joint venture entre as fabricantes de carrocerias de ônibus Marcopolo, de Caxias do Sul (RS), e Caio Induscar, de Botucatu (SP), estiveram hoje pela manhã em Joinville. Em reunião com o prefeito Carlito Merss, o grupo pediu ajuda para encontrar terrenos e galpões na cidade. A nova empresa pretende investir R$ 110 milhões para fabricar carrocerias de ônibus para exportação, além de peças e acessórios para o mercado interno.</p>
<p>Segundo o prefeito, o objetivo da vinda da empresa para Joinville é aproveitar a mão de obra parada com a crise da Busscar. — Há uma consultoria local prestando serviços para esta joint venture e eles querem encontrar um local para se instalar o quanto antes. A chance de que o terreno escolhido seja em Joinville é muito grande, mas eles também consideram outros municípios da região —, afirma Carlito.</p>
<p><em>Matéria está no site de A Notícia e é assinada pela jornalista Larissa Guerra</em></p>
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		<title>Dilma anuncia ampliação de vagas em programa de ensino técnico</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 14:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) vai oferecer, este ano, quase 1,2 milhão de vagas em cursos de qualificação&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) vai oferecer, este ano, quase 1,2 milhão de vagas em cursos de qualificação em áreas como construção civil, informática, mecânica, turismo e enfermagem. A afirmação foi feita pela presidenta  Dilma Rousseff em entrevista ao programa <em>Café com a Presidenta</em> desta segunda-feira (6).</p>
<p>Dilma disse que os cursos serão feitos em parceria com o Senac, Senai e escolas técnicas federais. “O mercado de trabalho está exigindo cada vez mais qualificação. No ano passado, mais de 60% dos trabalhadores nas regiões metropolitanas tinham feito pelo menos o ensino médio, ou seja, estudaram pelo menos 11 anos”, disse.</p>
<p>Emprego e raenda</p>
<p>Em seu programa, a presidenta festejou o mais baixo nível de desemprego dos últimos dez anos, conforme estudos divulgados na semana passada pelo Seade/Dieese, chegando a 4,7% em dezembro. &#8220;Esses resultados são muito positivos, principalmente quando a gente observa o que acontece na Europa e nos Estados Unidos, onde uma séria crise econômica gerou estagnação e desemprego&#8221;, disse. &#8220;Com investimento, criação de emprego e distribuição de renda, estamos transformando o Brasil em um país de classe média&#8221;, afirmou, para completar que &#8221;o emprego, com aumento do salário e da renda das famílias, é o motor do crescimento sustentável. Esse é o segredo do sucesso da economia brasileira&#8221;.</p>
<p>Rede Brasil Atual</p>
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		<title>Mercado eleva projeção para crescimento da economia em 2012 e 2013</title>
		<link>http://www.sindmecanicos.org.br/site/blog/2012/02/07/mercado-eleva-projecao-para-crescimento-da-economia-em-2012-e-2013/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 14:05:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A estimativa de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para o crescimento da economia – Produto Interno Bruto (PIB) – neste&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A estimativa de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para o crescimento da economia – Produto Interno Bruto (PIB) – neste ano e em 2013 foi ajustada para cima. Para 2012, a projeção passou de 3,27% para 3,3%. Para 2013, a previsão de expansão subiu de 4,15% para 4,2%.<br />
A expectativa para o crescimento da produção industrial, neste ano, passou de 3% para 2,79%, e permanece em 4%, em 2013.<br />
A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi mantida em 36,95%, este ano, e em 35,8%, em 2013.<br />
A expectativa para a cotação do dólar ao final do ano caiu de R$ 1,8 para R$ 1,75. Para 2013, continua em R$ 1,75.<br />
A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) caiu de US$ 19,8 bilhões para US$ 19,5 bilhões, em 2012, e de US$ 15 bilhões para US$ 14,5 bilhões, no próximo ano.</p>
<p><strong>Compra e venda</strong><br />
Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa passou de US$ 65,9 bilhões para US$ 67,95 bilhões, este ano, e permanece em US$ 70 bilhões, em 2013.<br />
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 55 bilhões, neste ano e no próximo.</p>
<p><strong>FEM-CUTSP<br />
</strong></p>
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		<title>Salário mínimo deveria ser R$ 2.398,82 para brasileiro arcar com despesas básicas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 21:29:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[despesas básicas]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><span>O brasileiro precisaria de um salário mínimo no valor de R$ 2.398,82 em janeiro, para conseguir arcar com suas despesas básicas, de acordo com&#8230;</span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>O brasileiro precisaria de um salário mínimo no valor de R$ 2.398,82 em janeiro, para conseguir arcar com suas despesas básicas, de acordo com dados divulgados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) nesta segunda-feira (6).</p>
<p>A entidade verificou que são necessárias 3,86 vezes o valor do salário mínimo vigente na data para suprir as demandas do trabalhador. O cálculo foi feito com base no mínimo de R$ 622, em vigor desde o mês passado.</p>
<p>Em dezembro, o valor necessário para suprir as necessidades mínimas do trabalhador era de R$ 2.329,35, sendo 4,27 vezes maior que o salário mínimo vigente naquele mês, que era de R$ 545.</p>
<p>O salário mínimo necessário é o que segue o preceito constitucional de atender às necessidades vitais do cidadão e de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, sendo reajustado periodicamente para preservar o poder de compra.</p>
<p><strong>Cesta versus salário</strong></p>
<p>O comprometimento com os gastos da cesta básica alcançava, em média, 43,03% do salário mínimo em janeiro, após a dedução da parcela referente à Previdência Social, ante os 48,11% necessários em dezembro de 2011. No mesmo período de 2011, o percentual comprometido era de 48,11%.</span></p>
<p>Portal Sindical</p>
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		<title>Vendas de veículos no atacado têm melhor janeiro da história</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 21:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[atacado]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>As montadoras instaladas no Brasil venderam em janeiro deste ano 268,2 mil veículos, um aumento de 9,6% sobre o mesmo período do ano passado.&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As montadoras instaladas no Brasil venderam em janeiro deste ano 268,2 mil veículos, um aumento de 9,6% sobre o mesmo período do ano passado. Esse foi o melhor desempenho registrado em um mês de janeiro de toda a história da indústria automobilística no País. Esse volume, no entanto, foi 23% inferior ao de dezembro quando a indústria comercializou 348,4 mil veículos.</p>
<p>A participação dos importados teve ligeira baixa sobre dezembro e passou de 27% para 25,3%, índice que supera a marca de janeiro de 2011 (23,5%).<br />
O destaque da comercialização coube aos fabricantes de máquinas agrícolas que obtiveram elevação de 16% sobre dezembro e 16,6% sobre janeiro de 2011, com um total de 4.687 unidades. As exportações de veículos também cresceram em relação a janeiro de 2011 com 33.075 unidades, 6,9% maior do que naquele período. Sobre dezembro, porém, houve queda de 31,7%.<br />
A produção do setor em janeiro somou 211,8 mil veículos ante 262 mil em dezembro, um recuo de 19,2%. Na comparação com janeiro de 2011, a queda na produção foi 11,4%.</p>
<p>FEM-CUT</p>
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