Produção de aço será recorde este ano

Publicado por Administrador 1 dezembro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O Instituto Aço Brasil (IABr) reduziu a previsão de produção de aço bruto para 35,3 milhões de toneladas este ano, 1 milhão a menos que a previsão feita em agosto. Apesar de considerar que este está sendo “um ano difícil para a indústria do aço brasileira”, essa é uma previsão de recorde de produção. No ano passado foram fabricadas no Brasil 32,9 milhões de toneladas, o que significa que em 2011 a produção será 7,29% maior. (Crédito: Raquel Camargo)

 
As importações foram estimadas pelo IABr em 3,7 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 37,9% frente ao ano passado. Na comparação com a previsão anterior do IABr, feita em agosto, houve crescimento de 300 mil toneladas. Em valor, as importações devem fechar em US$ 4,4 bilhões, 20% abaixo de 2010.
As exportações deverão totalizar 10,7 milhões de toneladas em 2011, 19,4% acima do observado em 2010. A projeção anterior era de vendas ao exterior de 12,1 milhões de toneladas. Em termos de valor, as exportações deverão fechar o ano com US$ 8,3 bilhões, 43,1% acima de 2010.
O consumo aparente de aço deverá ficar em 25 milhões de toneladas este ano, 4,3% menor que o observado no ano passado. A projeção do IABr aponta para vendas internas de 21,5 milhões de toneladas em 2011, o que representa um crescimento de 3,8% em relação a 2010, mas, segundo o instituto, o patamar ainda está abaixo do nível alcançado antes da crise de 2008.
Para 2012, a previsão é de alta de 6,3% na produção sobre as 35,26 milhões de toneladas deste ano.

FEM/CUT

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Devastação ambiental e trabalho escravo na produção de aço

Publicado por Administrador 14 junho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Inédita e exclusiva, a pesquisa do Observatório Social, coordenada pelo jornalista Marques Casara, revela dados vergonhosos na produção do Aço no Brasil.  A pesquisa começou em Nova Ipixuna (PA). Lá, no dia 24 de maio, foram assassinados José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, que denunciavam a devastação da floresta para produzir carvão e madeira.

Em algumas siderúrgicas do polo de Carajás, grandes exportadoras de ferro gusa usam carvão do desmatamento e do trabalho escravo nos processos produtivos. A prática contamina toda a cadeia produtiva do aço e chega a montadoras de veículos, fabricantes de eletrodomésticos, de aviões e de computadores. A pesquisa detalha como operam grupos criminosos do qual fazem parte empresários, políticos e servidores do governo do Pará.

Em seu trabalho, Casara mostra que em algumas siderúrgicas, o uso do carvão ilegal sustenta mais da metade de toda a produção. Essa conclusão foi possível após a obtenção de dados referentes à produção anual de cada siderúrgica em 2010. Essas informações eram mantidas em sigilo para evitar o cruzamento de dados e a obtenção do índice de ilegalidade.

A fraude acontece por meio da compra de carvão esquentado por mecanismos de fraude diretamente ligados à corrupção nos órgãos de fiscalização. Grandes siderúrgicas exportadoras estão envolvidas, como Cosipar, Sidepar, Margusa e Gusa Nordeste.

A pesquisa revela ainda diversos casos nos quais o carvão é entregue sem documento ou com o uso de documentos forjados e como governos municipais e o governo estadual é conivente com crimes ambientais e trabalhistas, muitas vezes usando aparatos de Estado para acobertar ações criminosas que tem o objetivo de devastar áreas de preservação ambiental e terras indígenas.

Outro ponto de destaque no estudo é o passo a passo de como operam grandes complexos carboníferos usados para lavar carvão ilegal para as siderúrgicas. É o caso, por exemplo, da Indústria de Carvão Vegetal Boa Esperança, que controla 96 fornos no município da Jacundá (PA). Em março de 2011 a empresa declarava ter, no pátio, 325 MDC de carvão.

A contagem forno e forno, realizada por fiscais do IBAMA, mostrou que a empresa, de fato, só tinha 113 MDC de carvão. A diferença entre 113 e 325 (212) é usado para lavar carvão proveniente de carvoarias clandestinas, que retira a madeira de áreas de preservação e usa trabalhadores em condições degradantes.

A lavagem é feita da seguinte forma: o carvão produzido em outro local usa o crédito da carvoaria legalizada para esquentar o produto e dar a ele uma aparência legal. Somente na Boa Esperança, 66% do carvão declarado pela empresa não está, de fato, no pátio. Com isso, a empresa pode vender 66% dos seus créditos de carvão. Assim, o carvão chega à siderúrgica como sendo da Boa Esperança, mas de fato veio de carvoarias ilegais. É o esquema básico de lavagem ou esquentamento e que só pode funcionar quando há conivência dos órgãos de fiscalização estaduais e municipais.

A Boa Esperança faz parte de uma rede de ilegalidade na região de Jacundá. Seu proprietário opera com cerca de 15 CNPJs e usa essas empresas para lavar o carvão entregue para as siderúrgicas de ferro gusa. Boa parte desse carvão é fornecido por um das mais colossais estruturas de ilegalidade existentes na Amazônia Brasileira (foto abaixo): 500 fornos que operam na clandestinidade, na periferia da cidade, a cerca de 10 quilômetros da prefeitura e que nos dias quentes mantém a pequena cidade sob um manto de fumaça proveniente dos fornos. Fumaça de carvão ilegal que todos veem, todos sentem e todos sabem onde fica.

Outro ponto que será desvendado pela pesquisa será o uso de créditos de madeira concedidos a assentamentos rurais direcionados a agricultura familiar. Novamente, os créditos de madeira são vendidos para as carvoarias. Um dos esquemas está em operação em Tucuruí. A madeira nunca sai do assentamento, mas por uma triangulação envolvendo madeireiras, empresas agropecuária e carvoarias, os créditos também são usados para esquentar carvão para o setor siderúrgico.

Nem as tradicionais quebradeiras de coco de babaçu estão livres de serem usadas pelo esquema. Como a casca do coco de babaçu não precisa de guia florestal para ser transportada até as carvoarias, as siderúrgicas supervalorizam a quantidade de carvão produzida a partir dessa matéria prima. Os pesquisadores estiveram nos locais onde as quebradeiras de coco trabalham e elas confirmam o problema, que também está sendo investigado pelo Ibama no Maranhão e no Pará.

O mesmo problema acontece com o eucalipto: também não precisa de guia florestal, de modo que as siderúrgicas maquiam boa parte da ilegalidade usando como fachada a produção de eucalipto. “As empresas precisam mostrar onde está todo esse eucalipto, pois de fato ele não existe”, dizem os agentes do Ibama responsáveis pela fiscalização no Pará e no Maranhão.

O Girassol

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Setores de mineração e siderurgia fazem parceria para fabricar aço

Publicado por Administrador 10 maio, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Se a siderurgia vai passar a andar de mãos dadas com a mineração, conforme define o diretor da Mineração Usiminas, Wilfred Bruijn, o contrário também deve ocorrer. Além da Vale, que não quer mais investir em siderúrgicas, mas já o fez recentemente na construção da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA ), a concorrente Ferrous Resources do Brasil, dona de direitos minerários na Região Central mineira, acelera a busca de um parceiro estratégico para produzir aço em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. O processo de licenciamento da usina siderúrgica foi iniciado, informou Antônio Rigotto, diretor de operações da companhia, constituída por fundos de investidores dos Estados Unidos, Inglaterra e Austrália.

“Estamos conversando com parceiros nacionais e estrangeiros. Nos antecipamos no processo de licenciamento, na compra de terras e no conceito do porte da usina siderúrgica”, afirma Antônio Rigotto. O projeto desenhado pela mineradora envolve uma capacidade de produção de 1 milhão de toneladas de aços longos por ano, destinadas a consumo na construção civil e mecânica, setores em que a Ferrous aposta. O diretor de operações da empresa mantém sigilo sobre detalhes na negociação, destacando que a Ferrous oferece como vantagem ao seu parceiro siderúrgico tecnologia própria avançada para produzir minério premium a partir de jazidas eventualmente de teores muito baixos de ferro.

A tecnologia foi, da mesma forma, determinante para o ingresso da Usiminas no segmento da mineração, observa Wilfred Bruijn. “É um desafio, de fato, mas estamos confiantes. A mineração pode se tornar um negócio tão importante para a companhia quanto o aço”, revela. Ao criar a empresa, a siderúrgica se vale da experiência secular da multinacional japonesa Sumitomo, que adquiriu 30% das ações da Mineração Usiminas por US$ 1,929 bilhão.

A partir do fim deste ano a companhia de mineração do grupo Usiminas definirá a sua estratégia comercial, segundo Bruijn. O executivo participou da missão que acompanhou a presidente Dilma Rousseff à China no mês passado, quando se reuniu com representantes de siderúrgicas locais. “Foi uma visita de cortesia, mas ainda assim pude perceber o interesse das empresas na nossa produção”, afirma. Pedro Galdi, analista chefe da SLW Corretora, acredita que os preços do minério de ferro ficarão acima de US$ 120 por tonelada nos próximos quatro anos. “Não é que as siderúrgicas querem ser propriamente mineradoras, mas este ciclo é de alta das commodities e não da siderurgia”, afirma.

Fonte: O Estado de Minas

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Recorde na produção de autos puxa demanda interna por aço

Publicado por Administrador 15 fevereiro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O novo recorde esperado para a produção da indústria automobilística brasileira vai impulsionar a demanda interna por aços, contribuindo para melhorar as perspectivas para as siderúrgicas, num horizonte em que são esperados novos aumentos de custos com minério de ferro e carvão. Diante da maior demanda por aço e da expectativa de que sua importação continue em queda, já se considera a possibilidade de aumentos de preços dos produtos siderúrgicos em 2011.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) espera elevação de 1,1% na produção do setor, que deve somar 3,680 milhões de veículos em 2011. O crescimento projetado, entretanto, é menor do que no ano passado, quando foi produzida marca histórica de 3,64 milhões de veículos, 14,3% a mais do que em 2009.

A indústria automobilística responde por cerca de 30% das vendas do setor siderúrgico no Brasil. Já o aço responde por cerca de 50% do custo total de insumos de um veículo, segundo o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini. Com relação ao preço final do automóvel, equivale, em média, a 20%.

As siderúrgicas brasileiras pararam de reajustar o preço do aço para a indústria automobilística no ano passado, conforme Belini, que também é presidente da Fiat no Brasil. A interrupção das altas ocorreu quando as montadoras passaram a aumentar as importações do insumo, devido ao chamado prêmio, ou seja, diferença de preços nos mercados externo e interno.

Dados do Instituto Aço Brasil (IABr) apontam que as importações brasileiras totais de aço cresceram 154,2% em 2010, chegando ao recorde de 5,928 milhões de toneladas. A expansão foi puxada pela alta de 172,4% no volume de aços planos desembarcados, que somou 4,067 milhões de toneladas, de acordo com o IABr.

Cada montadora mantém negociações individuais com as siderúrgicas, conforme o presidente da Anfavea. Ainda hoje, de acordo com Belini, o aço importado é cerca de 40% mais caro que o nacional e, apesar disso, as siderúrgicas brasileiras não têm concedido descontos.

Segundo o setor de distribuição, responsável por aproximadamente 25% das vendas de aço no Brasil, as siderúrgicas adotaram a política de descontos em agosto de 2010, no enfrentamento da concorrência com os importados. O resultado foi a redução gradativa dos estoques. As usinas começaram a anunciar a retirada parcial dos descontos que vêm sendo aplicados aos preços do aço vendido à distribuição, conforme o presidente da Frefer, segunda maior distribuidora independente, Christiano da Cunha Freire.

Além da concorrência com as importações, a disputa por clientes na indústria automotiva pelas siderúrgicas brasileiras tem outro desafio. É que a quantidade de aço usada na produção de um carro vem diminuindo nos últimos anos e tende a continuar assim, já que o metal vem sendo substituído por alumínio e fibra de vidro, além de outros materiais menos pesados.

Um dos principais desafios do setor é tornar os veículos mais leves para, assim, reduzir seu consumo de combustível. Alguns estudos apontam que com a redução de 15% no peso de um automóvel é possível obter economia  de 10% no consumo de combustível.

Numa tentativa de reverter esse quadro desfavorável, a indústria do aço tem apostado na nanotecnologia para desenvolver um aço mais leve, mas tão resistente quanto o tradicional. A maior siderúrgica do mundo, a ArcelorMittal, anunciou recentemente que, em cerca de três anos, será possível fornecer à indústria automotiva um aço tão leve quanto o alumínio a um preço competitivo. A ver.

Da Agência Estado

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Produção de aço no Brasil aumenta 7,8% em agosto

Publicado por Administrador 21 setembro, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

A produção de aço bruto do Brasil cresceu 7,8% em agosto, em relação ao mesmo mês do ano passado, para 2,886 milhões de toneladas, informou hoje (21) a Associação Mundial de Aço (WSA, na sigla em inglês).

Em relação a julho, quando a indústria brasileira produziu 2,95 milhões de toneladas de aço bruto, houve queda de 2,2%.

No acumulado dos oito primeiros meses do ano, as siderúrgicas no Brasil produziram 22,119 milhões de toneladas, salto de 40,5% sobre o fraco desempenho de igual período de 2009, quando o setor ainda estava impactado pela queda na demanda ocasionada pela crise financeira internacional.

Apesar disso, o setor ainda está abaixo dos níveis históricos de 2008, quando o volume produzido de janeiro a agosto foi de 23,832 milhões de toneladas, de acordo com os números da WSA.

“A produção de aço bruto mundial de agosto ficou quase no mesmo nível de agosto de 2008, antes da crise econômica se fazer sentir. Entretanto, enquanto China, Turquia e Irã mostraram aumento de produção em agosto sobre o mesmo mês de 2008, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Brasil e Japão ainda não se recuperaram para níveis pré-crise”, afirmou a WSA em comunicado.

Procurado, o Instituto Aço Brasil (IABr) informou que os números referentes ao desempenho das siderúrgicas no país – incluindo vendas, exportações e importações, além de produção – estão sendo finalizados e devem ser divulgados pela entidade ainda esta semana.

No mundo, a indústria siderúrgica nos 66 países acompanhados pela WSA teve uma produção em agosto de 112,871 milhões de toneladas de aço, um incremento de 4,2% sobre agosto de 2009 e 0,1% abaixo do mesmo mês de 2008.

Nos oito meses, houve produção de 931,984 milhões de toneladas, expansão de 21,9% na comparação com o mesmo período de 2009 e 0,2% acima do verificado em 2008.

A China, maior país produtor e consumidor de aço do mundo, teve produção de 51,636 milhões de toneladas em agosto, queda de 1,1% sobre o mesmo período de 2009, em meio a pressões do governo para fechamento de usinas obsoletas e com baixa eficiência no consumo de energia.

Como comparação, a capacidade anual de produção de aço do Brasil é de 42,1 milhões de toneladas.

Em termos de utilização da capacidade instalada global, a taxa de agosto seguiu trajetória de queda iniciada em abril, recuando de 74,4% em julho para 73,1% no mês passado.

ABC

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Produção mundial de aço sobe 18% em junho

Publicado por Administrador 20 julho, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

A produção global de aço bruto subiu 18% em junho ante o mesmo mês do ano passado, para 119 milhões de toneladas. Nos primeiros seis meses do ano, a produção totalizou 706 milhões de toneladas 27,9% a mais que no primeiro semestre de 2009. Os dados foram divulgados hoje pela World Steel Association.

“Todas as regiões tiveram aumento na produção de aço bruto durante o primeiro semestre de 2010, comparado ao primeiro semestre de 2009″, informou a associação, cujos membros produzem cerca de 85% do aço no mundo. “Apesar da produção do primeiro semestre de 2010 ter sido 7,2% superior à do primeiro semestre de 2007, pouco antes da crise econômica global, a maior parte da produção mundial não se recuperou para os níveis pré-crise.”

O Brasil produziu 2,9 milhões de toneladas de aço em junho, 47% acima de junho de 2009. Os Estados Unidos produziram 7,2 milhões de toneladas de aço em junho, alta de 65% ante junho de 2009. A produção de aço bruto na União Europeia, nos Estados Unidos e nos Canadá ainda está 15% abaixo dos níveis de 2007, mas a Ásia e o Oriente Médio mostraram crescimento em relação à produção de 2007, de acordo com a associação.

A produção de aço bruto da China cresceu 9% em junho ante junho de 2009, para o total de 53,8 milhões de toneladas. O Japão produziu 9,4 milhões de toneladas de aço bruto em junho, 35,9% a mais que em junho de 2009. Já a Coreia do Sul produziu 4,8 milhões de toneladas em junho, 22% acima do registrado em junho de 2009.

Na União Europeia, a produção de aço bruto da Alemanha foi de 3 9 milhões de toneladas em junho (alta de 53%). A Itália produziu 2,3 milhões de toneladas em junho (alta de 33%), enquanto a França produziu 1,5 milhão de toneladas (alta de 31%). A capacidade total de utilização foi de 80,6% em junho, abaixo dos 82% registrados em maio. As informações são da Dow Jones.
 
Fonte: Agência Estado

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Produção mundial de aço aumenta 29,1% em maio

Publicado por Administrador 22 junho, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

A produção mundial de aço bruto em maio cresceu 29,1% sobre o mesmo mês do ano passado, para 124,184 milhões de toneladas, informou nesta segunda-feira a Associação Mundial de Aço.

O volume produzido de janeiro a maio avançou 29,8% na comparação com os cinco primeiros meses de 2009, para 586,059 milhões de toneladas.

A produção da China, maior produtor e consumidor do metal no mundo, subiu 20,7% no mês passado, para 56,143 milhões de toneladas.

Já a produção brasileira, segundo a associação, somou 2,856 milhões de toneladas em maio, ante 2,707 milhões de toneladas em abril e 1,894 milhão de toneladas um ano antes.

Da Reuters (Pratima Desai)

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Produção de aço cresce mais de 7% em nove meses

Publicado por Administrador 21 outubro, 2008 Nenhum Comentário Imprimir

A produção brasileira de aço bruto fechou os nove primeiros meses do ano em 28 milhões de toneladas, um crescimento de 7,3% em relação a igual período de 2007.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS) que apurou em setembro uma produção de 3 milhões de toneladas  de aço bruto, resultado 5% superior à produção de setembro do ano passado.

“Os resultados das vendas acumuladas demonstram crescimento em todos os segmentos do setor, com destaque para produtos longos, impulsionado pela forte demanda da construção civil”, justificou o IBS.

Embora tenha havido retração na venda de laminados para o mercado externo, em razão da priorização do mercado interno, o aumento da comercialização de semi-acabados fez com que as vendas externas fechassem os primeiros nove meses do ano com expansão de 27,2%, em relação à igual período de 2007, tendo atingido um total de 6,97 milhões de toneladas. A exportação do produto gerou divisas de US$ 5,86 bilhões para o país.

Os dados divulgados pelo IBS indicam, ainda, que a produção nacional total de laminados, no mês de setembro, foi de 2,14 milhões de toneladas, representando queda de 0,7% devido à paralisação programada de equipamentos nas usinas de aços planos, segmento no qual a queda foi de 8,2%. Em produtos longos, a produção de 967 mil toneladas representou aumento de 10,3%.

Já as vendas internas de laminados no mês passado foram 10,3% superiores às de setembro de 2007, atingindo 1,9 milhão de toneladas. No acumulado do ano, aumentaram 15,8%.

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