Banco Central alerta para tentativas de golpes por telefone
O Banco Central fez hoje (24) um alerta para que a população fique atenta à ação de golpistas que se passam por funcionários da instituição. Segundo o BC, fazendo-se passar por servidores da área jurídica e da ouvidoria, criminosos têm oferecido vantagens e cobrado para resolver problemas ligados ao banco, entre outras ações irregulares.
De acordo com nota do BC, a autarquia não faz contatos com pessoas físicas ou jurídicas para tratar do andamento de pendências administrativas, judiciais ou solicitação de documentos. A exceção é para as partes interessadas em processos administrativos cujos processos foram devidamente protocolados e que estejam em análise no Banco Central.
O BC informou ainda que uma linha telefônica com código de área do Distrito Federal (61) e de número 4063-6199 foi identificada, mas podem existir outras utilizadas nas fraudes. As ocorrências estão sendo encaminhadas para a Polícia Federal.
Jornal Agora
Banco Central alerta para nova tentativa de golpe na internet
O Banco Central (BC) divulgou hoje (28) nota para alertar sobre nova tentativa de golpe pela internet. Mensagem enviada para e-mails com a logomarca do BC convida os clientes de várias instituições financeiras a se cadastrarem no fictício programa Mais Segurança do Banco Central.
“Diante de mais essa tentativa de fraude, o BC orienta os usuários da internet para, em hipótese alguma, preencherem cadastro, copiarem arquivos ou executarem tarefas sugeridas por mensagens dessa natureza”.
No comunicado, o banco reitera que não envia e-mails diretamente a correntistas e outros usuários do sistema financeiro, “exceto quando responde a demandas específicas solicitadas por clientes de instituições financeiras”.
Para tirar dúvidas, o BC tem disponível a central de atendimento pelo telefone 0800 979 2345 ou pelo site www.bcb.gov.br, seção de atendimento ao cidadão (Fale Conosco).
Milhões de novas cédulas do real estão em circulação no país
As novas notas de R$ 50 e R$ 100 já começam a fazer parte do dia a dia dos brasileiros quando vão aos bancos e caixas eletrônicos e fazem compras. Segundo dados do Banco Central, referentes ao último dia 26, estão em circulação 41,024 milhões dessas cédulas com valor de face de R$ 50 e 15,291 milhões, de R$ 100. As novas notas de R$ 100 e R$ 50 começaram a circular no dia 13 dezembro do ano passado.
No total, são 56,315 milhões de notas da segunda família do real (R$ 50 e R$ 100) em circulação no país. Como a substituição das cédulas é feita gradualmente, de acordo com o desgaste das da primeira família, as notas antigas ainda vão predominar por algum tempo: circulam no país 1,292 bilhão de notas da primeira família, com valor de face de R$ 50 e 356,107 milhões de R$ 100. As notas de R$ 50, tanto as antigas como as novas, duram em média três anos e oito meses. No caso das de R$ 100, a durabilidade média é cinco anos.
Nos caixas eletrônicos, as novas notas também estarão acessíveis aos poucos. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a adaptação dos caixas eletrônicos para liberar as notas depende da estratégia de cada instituição. A adaptação é necessária, porque as novas cédulas têm tamanhos maiores: as de R$ 100 têm 15,6 centímetros (cm) por 7 cm e as de R$ 50,14,9 cm por 7 cm.
A Caixa, por exemplo, informou que está seguindo o cronograma estabelecido pelo BC para adaptação de 60% dos equipamentos de auto-atendimento até outubro deste ano. O Banco do Brasil (BB) espera adaptar 3,643 mil terminais até o final de junho. Até setembro deste ano, a adaptação estará feita em 9 mil terminais do BB.
A secretária Gisele Ramos, de 27 anos, diz que, até agora, recebeu poucas informações sobre as novas notas.
- Não vi muita notícia sobre isso. Quando recebi a primeira, até estranhei, pois não sabia que havia mudado.
Já o motorista de táxi Antonio Araújo, de 44 anos, conta que recebe constantemente as novas notas de R$ 50, mas prefere guardar, em vez de repassar como troco para os clientes.
- Eu tenho todas as novas notas que recebi guardadas. Não gosto de usá-las no dia a dia por causa do tamanho, que acaba atrapalhando.
A estudante Joana Macedo, de 22 anos, gostou da aparência das novas notas: “estão mais bonitas, e o material me pareceu mais resistente que o das demais. Elas não amassam tão facilmente.”
Até abril BC recolheu mais de 4 mil notas falsificadas da nova família do real
As novas cédulas começaram a circular no país há cerca de cinco meses e já houve recolhimento de notas falsificadas ao BC.
Apesar de ser pequeno o número de cédulas falsificadas recolhido, é preciso atenção ao receber uma nota da nova família do real. De acordo com dados do BC, neste ano, até abril, foram recolhidas 1,870 mil notas falsas de R$ 50 da segunda família do real, 2,2% do total de cédulas retidas em todo o país (81,816 mil). No caso de notas de R$ 100, também da segunda família, foram 2,429 mil (2,9% das apreensões). No site do BC é possível conferir as características das novas notas de real.
Segundo o BC, as duas notas de maior valor eram as que demandavam mais proteção contra tentativas de falsificação e, por isso, foram lançadas antes das demais. A previsão do BC é lançar as novas notas de R$ 10 e R$ 20 ainda neste ano e as de R$ 2 e R$ 5, em 2012.
As notas de R$ 50 da primeira família do real falsificadas e recolhidas pelo BC, de janeiro até abril deste ano, chegam a 33,970 mil, 41,5% do total de cédulas apreendidas no país. No caso das notas de R$ 100, foram recolhidas 21,059 mil notas falsas (25,7% do total).
Em caso de suspeita quanto à autenticidade de uma nota, a orientação do BC é recusar o recebimento. Mas, se a pessoa já tiver recebido a cédula, sem perceber a falsificação, deve encaminhá-la para exame na rede bancária ou no BC. Se a nota suspeita for entregue em um banco, é preciso pedir o recibo de retenção.
Se a nota suspeita for sacada de um caixa eletrônico, é importante retirar um extrato no mesmo terminal e comunicar o fato rapidamente ao banco. Se isso não for possível, a orientação do BC é ir a uma delegacia de polícia para registrar a ocorrência.
Agência Brasil
Prévia da inflação oficial fica em 0,70% em maio
A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), diminuiu para 0,70% em maio, depois de registrar alta de 0,77% um mês antes. De acordo com dados divulgados hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice acumula alta de 3,86% no ano. Já nos últimos 12 meses, a elevação acumulada chega a 6,51%, superando o teto da meta estabelecida pelo Banco Central para a inflação em 2011 (6,5%). O centro da meta é 4,5%, com variação de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Em maio de 2010, o IPCA-15 chegou a 0,63%.
De acordo com o levantamento do IBGE, o resultado foi influenciado principalmente pelos alimentos e bebidas, cuja taxa passou de 0,79% para 0,54%, e pelos transportes (de 1,45% em abril para 0,93% em maio).
No caso dos alimentos, a redução foi puxada pelos produtos in natura e por aqueles consumidos fora do domicílio. O tomate, por exemplo, ficou 9,18% mais barato no mês. As frutas (-2,90%) e as hortaliças (-1,51%) também pesaram menos no bolso do consumidor. Já a taxa referente às refeições fora de casa diminuiu de 0,91% em abril para 0,47% em maio. Também ficaram mais baratos os lanches consumidos fora de casa (de 0,54% para – 0,63%).
O documento aponta que, por outro lado, o consumidor passou a pagar mais por outros itens, como a batata-inglesa (de 10,05% para 24,22%), o feijão-carioca (de 5,99% para 7,27%), o leite pasteurizado (de 1,58% para 3,82%) e o café moído (2,10% para 3,02%).
No grupo transporte, a redução na taxa foi influenciada pelo preço do litro do etanol, que ficou praticamente estável em maio (0,01%), depois de ter subido 16,40% em abril. Já a gasolina, ficou ainda mais cara, com alta de 5,30%. Um mês antes, a elevação havia sido de 4,28%. O produto foi responsável por um impacto de 0,21 ponto percentual, o maior do mês, representando 30% do IPCA-15.
Os produtos não alimentícios tiveram elevação de 0,75%, praticamente repetindo o resultado de abril (0,76%). A alta em itens como remédios, que tiveram reajuste médio de 4,77% em 31 de maio, energia elétrica (1,14%), além de água e esgoto (1,64%), impediram que houvesse redução da taxa desse grupo.
Regionalmente, Goiânia registrou o maior índice (1,07%), puxado pela alta na taxa de água e esgoto (2,49%), reajustada em 5,93% em 1º de maio, além da gasolina (6,71%). O menor resultado foi observado em Belém (0,36%), onde os remédios apresentaram variação de 0,68%, a mais baixa de todas as regiões pesquisadas.
Para calcular o IPCA-15 de maio, foram coletados preços no período de 13 de abril a 13 de maio e comparados aos vigentes entre 16 de março e 12 de abril.
De acordo com o IBGE, o indicador refere-se às famílias com rendimento de até 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas de Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador, Curitiba e do Rio de Janeiro, além das cidades de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está apenas no período de coleta dos preços.
Agência Brasil
FMI elogia regime de metas de inflação no Brasil
O diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) para o Hemisfério Ocidental, Nicolas Eyzaguirre, elogiou o regime de metas de inflação brasileiro. Ele classificou o sistema como uma bem sucedida estratégia da economia brasileira para atingir a estabilidade econômica. Eyzaguirre participa do 13º Seminário sobre Metas de Inflação, promovido hoje no Rio de Janeiro pelo Banco Central (BC).
Durante o evento, Eyzaguirre comentou que as economias que adotam o sistema de metas de inflação normalmente angariam um espectro de tempo maior para absorver choques. Porém, ele fez uma ressalva: mesmo com regime de metas e com política fiscal eficiente, é preciso que as autoridades brasileiras fiquem atentas à evolução dos mercados de crédito, para que este não possa conduzir a “surpresas desagradáveis” no cenário macroeconômico. Isso porque a iniciativa privada, na avaliação de Eyzaguirre, pode conduzir a ambientes de excessiva concessão de crédito, que podem gerar demandas expressivas no mercado.
Apesar disso, o diretor foi taxativo ao classificar o Brasil como “um exemplo” entre os emergentes, de como os países podem avançar nas áreas de política fiscal, com seus superávits primários; e com sua política de metas de inflação. Ele lembrou que, em 2001, os mercados internacionais viam a economia brasileira com cautela, e estavam “nervosos” devido à perspectiva cada vez mais premente, naquela época, de ascensão de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. “Mas muito aconteceu desde então. Todos estão apaixonados pelo Brasil agora. Mas amor demais também não é muito bom”, avaliou.
O diretor ressaltou ainda alguns temas aos quais o Brasil deve ficar atento no cenário econômico internacional. Ele comentou que os preços dos metais devem seguir em alta, mas que os preços dos alimentos podem desacelerar nos próximos meses. De uma maneira geral, porém, os preços das commodities (matérias-primas) devem permanecer elevados nos próximos meses, na opinião dele. Eyzaguirre alertou principalmente para o comportamento de preços do petróleo, que ultrapassou a cotação de US$ 100 o barril e pode continuar acima deste patamar nos próximos meses – embora hoje, na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o petróleo esteja cotado abaixo disso, com a onda de queda das commodities vista nos mercados internacionais.
CNMCUT
Maioria das famílias brasileiras gasta mais do que ganha
Pela primeira vez desde 2005, a maioria das famílias brasileiras (53%) está gastando mais do que recebe.
Isso é o que mostra um estudo feito pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) em parceria com as empresas de pesquisa Nielsen e Kantar Worldpanel.
A maior oferta de crédito, sobretudo para a compra de imóveis e veículos, segundo a Apas, foi a principal responsável pelo endividamento da população. “Ao ter acesso ao crédito, o consumidor aprendeu a viver com ele”, explicou o economista da Apas, Martinho Paiva Moreira.
Os motores dessa expansão e também do descontrole financeiro foram as classes de renda mais baixa. Segundo ele, os gastos das classes D e E cresceram 16%, em média, enquanto nas classes média (C) e mais altas (AB) o aumento foi de 13%.
A Apas acredita que as famílias vão equilibrar os gastos e que as medidas de restrição do Banco Central irão esfriar um pouco o consumo.
Destak Jornal
55% dos brasileiros recebem salário em espécie, segundo BC
Apesar do aumento no número de pessoas com acesso a serviços bancários, a maioria dos brasileiros ainda recebe seu salário em “dinheiro vivo”, segundo levantamento do Banco Central.
A pesquisa “O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro” de 2010 mostra que 55% das pessoas são pagas dessa maneira por seus empregadores, mesmo percentual verificado em 2007.
Esse aumento se deu apesar do avanço na bancarização da população nesse período. O percentual de pessoas com conta corrente passou de 39% para 51% em três anos.
Houve queda, no entanto, no uso de dinheiro em espécie no pagamento de despesas, de 82% para 72% das transações realizadas no país.
Cartões de crédito e débito avançaram de 8% para 13% e 14%, respectivamente.
Despesas
O BC calculou uma despesa média de R$ 807,93 entre compras e pagamentos de contas, ante uma média de R$ 577 em 2007. Para saldar os gastos diários, a instituição verificou que a maior parte da população carrega no máximo R$ 20 diariamente: 24% dos entrevistas carregavam menos de R$ 10 e 27% carregavam no máximo esse valor.
Somente 12% dos entrevistados admitiu carregar mais de R$ 50 em valores no dia a dia.
Para compor essa pesquisa, o BC realizou 1.044 entrevistas entre janeiro e fevereiro. As entrevistas foram distribuídas de modo a abranger todas as 26 capitais brasileiras e o Distrito Federal.
Da Folha Online
Aumenta projeção para crescimento da economia neste ano
Os analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) elevaram a projeção de crescimento da economia para este ano.
Segundo o boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central (BC), a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi ajustada de 5,45% para 5,50%. Para 2011, foi mantida a expectativa de crescimento de 4,5%.
Para o crescimento da produção industrial, neste ano, a estimativa passou de 8,74% para 8,79%. No próximo ano, os analistas esperam expansão de 5%, a mesma previsão anterior.
A projeção para a relação entre dívida líquida do setor público e o PIB permaneceu em 41,50%, neste ano, e caiu de 39,80% para 39,60%, em 2011.
A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) permaneceu em US$ 10 bilhões, neste ano, e em US$ 2,5 bilhões, em 2011.
Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa para este ano foi ajustada de US$ 51 bilhões para US$ 50 bilhões. Em 2011, os analistas mantiveram a expectativa de US$ 60 bilhões.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 38 bilhões, em 2010, e em US$ 40 bilhões, em 2011.
Da Ag. Brasil
Bancos não podem mais cobrar por renovação do cadastro, determina BC
A cobrança de tarifa bancária para a renovação do cadastro de conta corrente está proibida a partir desta segunda-feira (14), de acordo com determinação do Banco Central (BC). Em decisão anunciada na última sexta-feira, o BC proibiu a prática que, pela regra anterior, podia ser feita até duas vezes por ano.
Esse serviço, que tem como objetivo atualizar dados relativos à vida financeira dos clientes, era alvo constante de reclamações de consumidores em órgãos como o Ministério Público e o próprio BC. A cobrança de tarifa para a análise da ficha do cliente no início do relacionamento bancário não foi proibida e continua a valer.
Levantamento da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) mostra que a maioria dos grandes bancos de varejo cobrava, a cada seis meses, valor entre R$ 25 (Bradesco) e R$ 48 (Santander e Real) de seus clientes. Mas há casos, como o do Banco Cruzeiro do Sul, em que a tarifa chegava a R$ 150.
Segundo o chefe do departamento de normas do BC, Sérgio Odilon dos Anjos, a proibição foi motivada pela falta de padronização do serviço prestado pelas instituições. De acordo com ele, alguns bancos, por exemplo, exigiam a assinatura de clientes na ficha cadastral. Outros sequer entravam em contato com o consumidor por telefone.
Procon contesta
Apesar de ser autorizada pelo BC, a cobrança da taxa de abertura de cadastro é irregular aos olhos do Procon. Para a técnica Renata Reis, do Procon-SP, a cobrança não se justifica, e o consumidor que tiver pago tal tarifa pode requerer a devolução do dinheiro ao banco. Isso porque, segundo ela, os custos de pesquisa de dados do cliente já devem estar inclusos nos juros cobrados pelos bancos ao consumidor.
“O Procon orienta que o consumidor que foi cobrado da tarifa de cadastro, mesmo na abertura da conta, pode fazer uma reclamação para conseguir o estorno dessa cobrança referente aos três últimos anos”, afirma.
Fonte: Sindicato do ABC
Analistas reduzem para 4,32% projeção da inflação este ano
A projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,37% para 4,32% neste ano, segundo o boletim Focus, publicação semanal do Banco Central, elaborada com base em estimativas de analistas de mercado para os principais indicadores da economia. Para 2010, a expectativa permanece em 4,30%.
O IPCA é o índice escolhido pelo governo para a meta de inflação, que tem como centro 4,5% e margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A meta é válida para este ano e 2010.
O BC usa a taxa básica de juros, a Selic, para controlar a inflação e assim perseguir a meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Em 2009, a Selic teve queda de 5 pontos percentuais e atualmente está em 8,75% ao ano. Os analistas não esperam mais cortes nos juros básicos neste ano. Em 2010, no entanto, a expectativa é que a Selic suba e encerre o período em 9,25% ao ano.
A projeção para o Índice de Preço ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) neste ano foi ajustada de 4,11% para 4,12%.
Os analistas de mercado esperam maior deflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) e pelo Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) neste ano. As estimativas de queda desses dois índices passaram de 0,31% para 0,57% e de 0,63% para 0,73%, respectivamente.
Em 2010, a expectativa é de alta de 4,5% para o IPC-Fipe, IGP-DI e IGP-M.
A projeção para os preços administrados caiu de 4,25% para 4,20% em 2009 e permaneceu em 3,5% em 2010. Os preços administrados referem-se aos valores cobrados por serviços monitorados (combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento e transporte urbano coletivo, entre outros).
Fonte: Ag. Brasil