Honda fará recall de 9.658 carros no Brasil
A unidade brasileira da montadora japonesa Honda Motor anunciou que fará um recall de 9.658 veículos dos modelos Civic 2001 e 2002. De acordo com a montadora, os modelos apresentaram problemas com air bags do lado do passageiro. “Devido a um desvio no processo de produção deste componente, em caso de acidente frontal de grande severidade, em algumas unidades poderá ocorrer uma expansão da bolsa com intensidade acima do previsto em projeto”, informou a montadora.
Os proprietários dos veículos com chassis de 1Z000001 a 2Z117324 devem comparecer, a partir do dia 26 de julho, a qualquer concessionária autorizada da Honda para inspeção e substituição gratuita do insuflador de air bag. Como a falha pode ocorrer apenas em algumas unidades, a Honda recomenda que os proprietários entrem em contato com o serviço de atendimento ao cliente (SAC) pelo telefone 0800-701-3432 ou pela internet (www.honda.com.br/recall).
A companhia recomenda o agendamento prévio na autorizada.
Da Agência Estado, com informações da Dow Jones.
Brasil pode acabar com a miséria em 2016, diz Ipea
Até 2016, o Brasil pode superar a miséria e diminuir a taxa nacional de pobreza absoluta (rendimento médio domiciliar per capita de até meio salário mínimo por mês), segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre pobreza e miséria. O levantamento apresentado hoje (13) no Rio de Janeiro alerta que, para atingir esse ideal, o país precisa equilibrar a desigualdade que existe entre os estados em relação às taxas de redução da pobreza.
Segundo o levantamento baseado em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), entre 1995 e 2008 saíram da condição de pobreza absoluta 12,8 milhões de pessoas enquanto 13,1 milhões superaram a condição de pobreza extrema (rendimento médio domiciliar per capita de até um quarto de salário mínimo mensal).
O desafio, segundo o Ipea, é fazer com que os estados apresentem ritmos diferenciados de redução da miséria, justamente por apresentarem níveis diferentes de distribuição de renda e de riqueza. Entre 1995 e 2008, as taxas de pobreza extrema entre as unidades da federação foram bem desiguais. Em 1995, Maranhão (53,1%), Piauí (46,8%) e Ceará (43,7%) eram os estados com maior proporção de miseráveis em relação à população. Treze anos depois, Alagoas assumiu o topo do ranking, com a taxa de pobreza extrema de 32,3%. Na outra ponta da lista, Santa Catariana (2,8%), São Paulo (4,6%) e Paraná (5,7%) apresentaram os melhores resultados.
Em relação à pobreza absoluta, entre os estados que tiveram os melhores resultado nesse período estão Santa Catarina, que reduziu a taxa em 61% no período de 13 anos, Paraná (52,2%) e Goiás (47,3%). Já o Amapá (12%), o Distrito Federal (18,2%) e Alagoas (18,3%) tiveram as menores taxas de redução do universo de pessoas nessas condições.
Da Ag Brasil
Mantega: PIB mostra que país teve uma das melhores recuperações no mundo
O resultado do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de bens e serviços produzidos no país – no primeiro trimestre deste ano tem como base de comparação um ano fraco e de crise como foi 2009. A avaliação é do ministro da Fazenda, Guido Mantega, em nota divulgada hoje pela assessoria de imprensa. Segundo o ministro, que está em Frankfurt, na Alemanha, a trajetória é de um crescimento moderado. Ele afirmou que a economia do país caminha para um crescimento sustentável.
Mantega lembrou, por exemplo, que a indústria teve um desempenho negativo em 2009 e agora, em 2010, a economia brasileira deve ter crescimento de 6% a 6,5%. “Fiquei muito satisfeito com o resultado. Foi mais do que eu esperava. Eu esperava 2,5%. Ele mostra que a economia brasileira teve uma das melhores recuperações do mundo”, diz o ministro na nota.
Ele lembra que o resultado faz parte de um conjunto de medidas de políticas monetária e fiscal que ele considera bem sucedidas. Para o ministro, na comparação internacional, apenas a China teve um crescimento dessa magnitude e o resultado do PIB brasileiro mostra o vigor e o dinamismo da economia brasileira.
“Temos que destacar a qualidade do crescimento, principalmente pelo crescimento da indústria (4,2%) e da Formação Bruta de Capital Fixo (7,4%) na comparação com o quarto trimestre de 2009. O investimento está crescendo 18% em relação ao primeiro trimestre de 2009”.
Mantega destaca que o primeiro trimestre de 2010 foi o auge da retomada do crescimento e todos os estímulos estavam em vigor, como as desonerações do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a redução do compulsório dos bancos e a taxa de juros, que estava em seu menor patamar.
“Ainda tivemos os estímulos dos gastos do governo. Eu também destacaria o aumento do consumo das famílias [1,5% em relação ao quarto trimestre do ano passado].”
Para o segundo trimestre, a análise do ministro é que já há dados de desaquecimento. Ele destaca porém que no ano o crescimento será alto. Isso porque quase todos os impostos que foram zerados ou reduzidos durante a crise voltaram a seus patamares anteriores, provocando queda na demanda. Além disso, ajudarão a volta do compulsório, a taxa de juros e o corte de R$10 bilhões nos gastos do governo.
“Outro fator que ajudará no desaquecimento é a crise europeia, que diminui a disponibilidade de crédito para a economia brasileira e dificulta a rolagem da dívida das empresas. Também vai dificultar os IPOs [sigla em inglês de Initial Public Offering, a abertura do capital de uma companhia no mercado acionário] e vai diminuir a abertura de capital das empresas”.
Da Ag. Brasil
Lula volta a defender cultura da paz e diálogo entre países
Ao comentar a conclusão do 3º Fórum Mundial da Aliança de Civilizações na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (31) que o encontro funcionou como uma espécie de resposta aos países que pretendem dividir o mundo. Lula voltou a defender a cultura da paz e o diálogo entre países.
“O Brasil aposta no entendimento e somente o diálogo vai fazer com que a gente cale o barulho das armas. Eu digo todo santo dia que existem milhões de razões para que a gente construa a paz e não existe uma única razão que justifique a guerra”, disse, em seu programa semanal Café com o Presidente.
Durante a abertura do encontro, no Rio de Janeiro, Lula já havia pedido que a comunidade internacional dialogasse com o Irã sobre a questão nuclear. Segundo ele, é preciso buscar “uma solução negociada” para um possível conflito que ameaça o mundo.
O 3º Fórum Mundial da Aliança de Civilizações reuniu chefes de governo da América Latina, Europa e África, além de chanceleres de todo o mundo, para pedir mais diálogo e convivência pacífica entre as diversas culturas e civilizações.
Da Ag. Brasil
BBC produz série de reportagens sobre a ascensão do Brasil
A rápida recuperação do Brasil após a crise financeira internacional, o crescimento econômico e a ascensão do país no cenário global são temas de uma série de reportagens especiais que a BBC leva ao ar nesta semana em seu canal internacional de notícias, BBC World News, e no site de notícias em inglês BBC News.
As reportagens, transmitidas em inglês, devem abordar temas que vão da economia à cultura, passando pelo futebol e questões como a violência e a discussão sobre cotas raciais.
Os programas de transferência de renda do governo, como o Bolsa Família, e as críticas a este tipo de assistência serão abordados em uma das reportagens, assim como o problema do turismo sexual no país.
Outra reportagem discutirá a modernização da agricultura e a ascensão do Brasil como um grande exportador de alimentos.
O crescimento do setor aéreo brasileiro, assim como os gargalos que impedem uma maior expansão serão tema de outra matéria da série, assim como a ascensão de uma nova classe média no país.
Na quinta-feira, o âncora da BBC Matt Frei apresentará o programa BBC World News America ao vivo, direto de São Paulo. Ele deve apresentar reportagens sobre a ascensão do Brasil como um ator global e os desafios que o país ainda precisa superar.
Frei estará novamente ao vivo na sexta-feira, transmitindo a partir do Rio de Janeiro. Neste programa, um dos temas abordados deve ser o impacto do crescimento econômico no futebol, e a volta de jogadores brasileiros que jogavam no exterior. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 20h, horário de Brasília.
Do Sindicato do ABC
Scania eleva produção para atender demanda no Brasil
A fabricante de caminhões Scania informou nesta terça-feira (16) que vai elevar produção e que seus empregados vão retomar o trabalho em tempo integral para atender a recuperação forte da demanda na América Latina, em especial no Brasil, após o maior declínio do mercado em décadas.
A Scania, controlada pela alemã Volkswagen, afirmou em comunicado que os trabalhadores em muitas de suas fábricas retornarão para um esquema de trabalho de cinco dias por semana em abril, depois de trabalharem em turnos de quatro dias semanais durante a crise.
“Há uma necessidade de elevar a produção principalmente porque a demanda segue muito alta no Brasil, mas certa recuperação ainda está acontecendo na Europa”, afirmou a companhia sueca.
“Ao utilizar nossa estrutura de produção global, estamos impulsionando nosso nível de manufatura na Europa para podermos abastecer as unidades produtoras da América do Sul com componentes.”
Nos últimos meses, a demanda em países emergentes como o Brasil, um dos maiores mercados da Scania, cresceu de forma muito mais robusta enquanto a atividade na Europa ficou para trás.
“Em partes, podemos dizer que isso era esperado, já que algumas fábricas europeias estão voltando a adotar o turno de cinco dias por semana para atender a forte demanda na América Latina que temos visto há alguns trimestres, especialmente no Brasil”, disse o analista Hampus Engelleau, da Handelsbanken.
“Mas ao mesmo tempo podemos dizer que a produção não foi retomada para atender a demanda na Europa, onde os níveis permanecem baixos.”
Reuters
Lula: Investimentos em educação vão transformar Brasil em potência econômica
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (8) que o Brasil está precisando de “uma cara nova” por meio de investimentos em educação. Para ele, com esse incremento financeiro no setor o país terá as mudanças necessárias para se tornar uma potência econômica.
No programa semanal Café com o Presidente, Lula lembrou a inauguração de 78 escolas técnicas na semana passada. Ele voltou a afirmar que, até o final do ano, um total de 354 unidades serão entregues – até o momento, são 141.
“Ainda é pouco diante das necessidades que o Brasil tem de investimento na educação – sobretudo no ensino médio. Eu penso que isso vai dar um avanço extraordinário na formação da nossa juventude”, disse, ao destacar a previsão de 500 mil jovens matriculados em escolas técnicas até dezembro.
Inovação tecnológica
Lula afirmou também durante o programa que que a inauguração da primeira fábrica brasileira de chips em Porto Alegre (RS) na semana passada é um “divisor” na história da inovação tecnológica do país. A produção de chips ocorre no Centro Nacional em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), único fabricante na América Latina.
Seundo ele, o Ministério de Ciência e Tecnologia investiu R$ 400 milhões no local que, por enquanto, produz chips para o rastreamento de rebanhos bovinos. O presidente destacou ainda que, por meio da fábrica, o Brasil mostra ao mundo sua capacidade de competir internacionalmente no setor.
“A coisa mais extraordinária é que, em 60 dias, nós conseguimos trazer de volta para o Brasil praticamente 100 engenheiros para trabalhar nessa fábrica – pessoas que são altamente qualificadas e que estavam, por falta de oportunidades, trabalhando no exterior”, disse. “É isso que vai dar ao Brasil a dimensão de uma grande nação. O Ceitec é apenas o começo de uma caminhada do Brasil para um futuro muito promissor”, completou.
Agência Brasil
Brasil terá voz em comitê de normas internacionais
Os responsáveis pela elaboração do padrão internacional de contabilidade, conhecido como IFRS, querem que os normativos sejam cada vez mais globais – e menos europeus -, o que acabará deixando os Estados Unidos sem saída em termos de padrão contábil: ou o país se rende e aceita os conceitos ou ficará isolado no mercado financeiro mundial.
Essa estratégia pôde ser percebida ontem quando o presidente do Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (Iasb, na sigla em inglês), David Tweedie, assinou memorando de entendimentos com entidades brasileiras do setor a fim de aumentar a participação do Brasil na formulação de regras contábeis. Amaro Gomes, do Banco Central, é um dos 15 integrantes do Iasb desde 2008.
“Nós não somos do conselho da Europa, não somos americanos, somos globais. A assinatura do memorando é para garantir que vamos ouvir os comentários dos brasileiros. Nem sempre vamos concordar com as sugestões, mas vamos ouvir o que vocês têm a dizer”, afirmou Tweedie, que esteve ontem na sede da BM&FBovespa, em São Paulo. Acordos semelhantes foram assinados pelo Iasb apenas com os EUA e a China.
Ao adotar a partir deste ano o IFRS como padrão contábil, o Brasil se junta a um grupo formado hoje por 117 países, sendo a maioria deles da Europa e da Ásia. Outro país importante que decidiu permitir o uso do padrão internacional de contabilidade para as companhias abertas recentemente foi o Japão. Na lista das nações que estão na fila para seguir o mesmo caminho nos próximos anos estão Coreia do Sul, México, Argentina, Cingapura, Malásia e Taiwan. A expectativa de Tweedie é de que mais de 150 países estejam usando IFRS dentro de cinco anos.
Em relação à adoção do padrão pelos EUA, o presidente do Iasb diz acreditar que, em 2011, o país dará a opção para que as empresas americanas usem o IFRS, em substituição ao modelo americano, chamado US Gaap. “Anos atrás, os EUA tinham 50% da capitalização de mercado global. Hoje essa fatia é de 30%, por conta do crescimento de mercados como o do Brasil e o da China, entre outros. Ou seja, a participação está caindo. Assim (se não adotarem o IFRS), eles podem acabar sozinhos, e acho que eles não querem ficar isolados no mundo”, disse Tweedie.
De fato, os órgãos responsáveis pela contabilidade nos EUA, como a Securities and Exchange Commission (SEC) e o Fasb (análogo ao Iasb, só que americano) já sinalizaram que pretendem aderir em algum momento ao padrão global, mas com a condição de poderem participar da sua formulação.
Ao ser questionado sobre a real possibilidade de Iasb e Fasb alcançarem um consenso sobre pontos de divergência como o alcance do valor justo, Tweedie foi taxativo: “Não vamos convergir a qualquer preço. Vamos manter o que a gente pensa”, afirmou.
As diferenças entre o padrão americano de contabilidade e o internacional começam no conceito. Enquanto o IFRS está baseado em princípios e julgamento, o US Gaap é muito mais detalhado. Enquanto as normas internacionais têm um total de 2,5 mil páginas, o padrão americano reúne mais de 17 mil.
Do Sindicato do ABC
Banda Larga: Brasil terá 165 milhões de acessos à internet até 2018
O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, reafirmou hoje (16) a expectativa de o país ampliar, até 2018, para 165 milhões o número de acessos à internet banda larga. Segundo ele, existem atualmente 15 milhões de acessos no país.
Sardenberg disse que a previsão de investimentos para o setor é de R$ 250 bilhões até 2018 e que, para atingir a marca, será fundamental incentivar a concorrência entre as empresas fornecedoras do serviço, que, segundo ele, responde atualmente por mais de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
“A universalização é fundamental porque o Brasil está se transformando em um grande mercado em matéria de telecomunicações. Já somos o quinto mercado mundial em telefonia móvel e o sétimo em telefonia fixa”, disse após participar do seminário internacional Alternativas para o Desenvolvimento da Infraestrutura e do Acesso em Banda Larga, evento promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.
“Portanto, não podemos nos conformar com um hiato digital no país, com serviços de telecomunicações muito avançados em determinadas regiões e muito atrasados em outras”, acrescentou.
Sardenberg disse, ainda, que passada a fase de obrigar as empresas a introduzir tecnologia de segunda geração (2G) nas regiões Norte e Nordeste, “será o momento de promover a transformação do serviço para 3G [terceira geração]”.
Fonte: Ag. Brasil
Jogos Olímpicos vão gerar empregos e aumentar massa salarial
O estudo realizado pela Fundação Instituto de Administração (FIA) prevê aumento gradativo do poder de compra da população. Os resultados mostram crescimento do número de postos de trabalho dos jogos, sobretudo na construção civil. Os aportes de US$ 14,4 bilhões resultariam em 120.833 pessoas contratadas direta e indiretamente ao ano, entre 2009 e 2016, e 130.970 pessoas, ao ano, entre 2017 e 2027. Para chegar a estes resultados os pesquisadores utilizaram a Equivalência Homem por um Ano (EHA), que representa a soma das horas (pagas) de trabalho (temporário e permanente) criadas para organizar e realizar os Jogos.
Impostos
Os ganhos do País com os Jogos ocorrem também na forma de arrecadação de impostos. O conjunto de investimentos geraria até 2027 uma arrecadação tributária adicional para os governos municipal, estadual e federal equivalente a 97% dos investimentos previstos para os Jogos. Em outras palavras, os investimentos na realização das Olimpíadas retornam aos cofres públicos ao longo do tempo, com a arrecadação tributária. Isso significa que o gasto público atuaria como um elemento indutor na forma de “adiantamento” e se “pagaria” em forma de impostos e taxas incidentes sobre o movimento adicional na dinâmica macroeconômica prevista.
Para o secretário de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, coordenador do estudo, esse resultado demonstra que “não há contradição entre investir nos Jogos e investir em escolas, hospitais, postos policiais e outras necessidades da população, já que o retorno permite ao poder público realizar as Olimpíadas e atender às demandas sociais”. Ele acrescenta que “a função da política pública de investimento é exatamente alocar recursos onde existe a possibilidade de esta iniciativa gerar transformações socioeconômicas relevantes, que é o caso dos Jogos”.
Benefícios
Os efeitos positivos dos Jogos não se limitariam ao estado do Rio de Janeiro. Os impactos foram mapeados em quatro áreas geográficas: município do Rio de Janeiro; sua região metropolitana; restante do estado do Rio; e as demais regiões do Brasil.
Mais da metade da massa salarial (50,9%) e dos empregos (53,1%) gerados pelo evento esportivo beneficiaria pessoas que moram além das fronteiras do Rio, assim como parcela significativa do PIB (41,6%) e da produção (47%). Na fase de preparativos e de realização dos Jogos, 2009 a 2016, o Rio de Janeiro apresentaria ganhos mais fortes em massa salarial (52%) e emprego (53,3%) com a realização do evento. Enquanto no resto do País esses percentuais chegariam a 48% (salário) e 46,7% (emprego).
Porém, no período após as Olimpíadas, de 2017 a 2027, haverá uma maturação dos investimentos feitos. Nesta fase, a participação dos impactos no PIB (62,4%) e no Valor Bruto de Produção (59,5%) no Rio de Janeiro passa a ser maior do que no resto do Brasil (PIB 37,6% e produção 40,5%).
O ministro do Esporte, Orlando Silva Júnior, acredita que “os investimentos previstos para a realização do evento têm potencial para promover um processo de reestruturação da economia regional, com impactos benéficos na economia de todo o País”. Em função disso, “a realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos no Rio de Janeiro não se trata apenas de um projeto para o Rio, mas para o Brasil em geral, porque o investimento é feito no Rio, porém se irradia para todo o País”.
Fonte: Informativo Em Questão