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	<title>Sindicato dos Mecânicos &#187; Brasil</title>
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		<title>Brasil é destaque no 42° Fórum Mundial Econômico</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 20:12:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[42° Fórum Mundial Econômico]]></category>
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		<category><![CDATA[inclusão social]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil, com o modelo de desenvolvimento com inclusão social adotado desde 2003, foi um dos destaques no 42º Fórum Mundial Econômico, em Davos, na Suíça, que terminou no domingo, 29. O presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luís Moreno, por exemplo, elogiou os resultados positivos obtidos nos últimos anos no País. Segundo os participantes do evento, o modelo brasileiro de crescimento associado ao desenvolvimento social sobressai no cenário internacional.</p>
<p> Os elogios, conforme o líder da Bancada do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP) confirmam o acerto do modelo que o Brasil passou a seguir com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, agora, com a presidenta Dilma Rousseff. “No Brasil, como em outros países da América do Sul, o modelo de reforma com inclusão social tem se mostrado vitorioso com a implementação de políticas públicas cujo norte permitiu a retomada do crescimento econômico com distribuição de renda e inclusão social.</p>
<p> Conseguimos isto porque rompemos com modelos neoliberais que endeusavam o mercado em detrimento dos interesses da população em geral”, disse.</p>
<p> O líder lembrou que, com o PT e aliados, o Brasil superou o modelo subalterno do governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), que preconizava alinhamento automático com os interesses dos Estados Unidos e submetia o Brasil às orientações do Fundo Monetário Internacional (FMI) e aos interesses do grande capital.</p>
<p> “O Brasil, de 2003 para cá, deu um salto para que possamos nos tornar uma potência econômica com justiça social e sustentabilidade ambiental”, completou Paulo Teixeira.</p>
<p> O Brasil foi tema de um painel de debates realizado no sábado,28, que foi o penúltimo dia do evento, com a participação do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e do secretário executivo do Ministério da Indústria, Comércio e Turismo, Alexandre Teixeira. O painel, denominado Brasil Outlook, foi mediado pelo jornalista John Defterios, da emissora norte-americana CNN.</p>
<p> Apreensão- As discussões em tom de otimismo,contrastaram com o clima de apreensão dos debates em Davos, cujo tema principal é a crise econômica internacional que atinge principalmente países da zona do euro, como a Grécia, Espanha e Portugal.</p>
<p> O  mediador perguntou a Pa-triota se o Brasil está pronto para assumir parte da liderança que é exercida pelos Estados Unidos e por alguns países que sofrem os impactos da crise econômica internacional. O chanceler respondeu que os Estados Unidos se mantêm na liderança, assim como outros países.</p>
<p>FEM-CUTSP</p>
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		<title>Brasil é segundo país mais desigual do G20, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:20:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O Brasil é o segundo país com maior desigualdade do G20, de acordo com um estudo realizado pela Oxfam &#8211; entidade de combate à&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é o segundo país com maior desigualdade do G20, de acordo com um estudo realizado pela Oxfam &#8211; entidade de combate à pobreza e a injustiça social presente em 92 países. Segundo o trabalho entitulado &#8220;Deixados para trás pelo G20&#8243;, apenas a África do Sul fica atrás do Brasil em termos de desigualdade. Mas mesmo estando nas últimas colocações, o Brasil é mencionado pela pesquisa como um dos países onde o combate à pobreza foi mais eficaz nos últimos anos.</p>
<p>Como base de comparação, a pesquisa também examina a participação na renda nacional dos 10% mais pobres da população de outro subgrupo de 12 países, de acordo com dados do Banco Mundial. Neste quesito, o Brasil apresenta o pior desempenho de todos, com a África do Sul logo acima.</p>
<p>A pesquisa afirma que os países mais desiguais do G20 são economias emergentes. Além de Brasil e África do Sul, México, Rússia, Argentina, China e Turquia têm os piores resultados. Já as nações com maior igualdade, segundo a Oxfam, são economias desenvolvidas com uma renda maior, como França (país com melhor resultado geral), Alemanha, Canadá, Itália e Austrália.<br />
Avanços</p>
<p>A Oxfam indica medidas eficazes do Brasil no combate à pobreza nos últimos anos. O estudo cita dados que apontam a saída de 12 milhões de brasileiros da pobreza absoluta entre 1999 e 2009, além da queda da desigualdade medida pelo coeficiente de Gini, baixando de 0,52 para 0,47 no mesmo período (o coeficiente vai de zero, que significa o mínimo de desigualdade, a um, que é o máximo).</p>
<p>A pesquisa prevê que, se o Brasil crescer de acordo com as previsões do FMI (3,6% em 2012 e acima de 4% nos anos subsequentes) e mantiver a tendência de redução da desigualdade e de crescimento populacional, o número de pessoas pobres cairá em quase dois terços até 2020, com cinco milhões de pessoas a menos na linha da pobreza.</p>
<p>No entanto, a Oxfam diz que, se houver um aumento da desigualdade nos próximos anos, nem mesmo um forte crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) poderá retirar um número significativo de brasileiros da pobreza. &#8220;Mesmo que o Brasil tenha avanços no combate da pobreza, ele é ainda um dos países mais desiguais do mundo, com uma agenda bem forte pendente nesta área&#8221;, disse  o chefe do escritório da Oxfam no Brasil, Simon Ticehurst.</p>
<p>&#8220;As pessoas mais pobres são as mais impactadas pela volatilidade do preço dos alimentos, do preço da energia, dos impactos da mudança climática&#8221;, acrescentou. Para ele, é importante que o governo dê continuidade às políticas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e que o Estado intervenha para melhorar o sistema de distribuição. &#8220;Os mercados podem criar empregos, mas não vão fazer uma redistribuição (de renda)&#8221;, afirma.</p>
<p>Ticehurst diz que, para reduzir a desigualdade, o Brasil também precisa atacar as questões da sustentabilidade e da resistência a choques externos. &#8220;As pessoas mais pobres são as mais impactadas pela volatilidade do preço dos alimentos, do preço da energia, dos impactos da mudança climática. O modelo de desenvolvimento do Brasil precisa levar isso mais em conta&#8221;.</p>
<p>Para o representante da Oxfam, a reforma agrária e o estímulo à agricultura familiar também é importante para reduzir a desigualdade. &#8220;Da parcela mais pobre da população brasileira, cerca de 47% vivem no campo. Além disso, 75% dos alimentos que os brasileiros consomem são produzidos por pequenos produtores, que moram na pobreza&#8221;, disse TiceHurst.</p>
<p>&#8220;É preciso fechar esse circuito para que os produtores que alimentam o país tenham condições menos vulneráveis e precárias&#8221;. Segundo o estudo da Oxfam, a maioria dos países do G20 apresenta uma tendência &#8220;preocupante&#8221; no sentido do aumento na desigualdade. A entidade afirma que algumas dessas nações foram &#8220;constrangidas&#8221; pelas reduções significativas da desigualdade registradas nos países de baixa renda nos últimos 15 anos.</p>
<p>&#8220;A experiência do Brasil, da Coréia do Sul e de vários países de renda baixa e média-baixa mostra que reduzir a desigualdade está ao alcance dos dirigentes do G20&#8243;, diz o texto.</p>
<p><em>Da Rede Brasil Atual, com BBC Brasil</em></p>
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		<title>China se consolida como principal parceira comercial do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 23:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O governo federal informou no primeiro dia útil do ano que o país fechou 2011 com saldo comercial próximo dos US$ 30 bilhões, no&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal informou no primeiro dia útil do ano que o país fechou 2011 com saldo comercial próximo dos US$ 30 bilhões, no melhor resultado dos últimos quatro anos. Chama a atenção a mudança de perfil dos parceiros comerciais do Brasil. Dez anos atrás, a China representava apenas 3% das exportações brasileiras.</p>
<p>Agora, o gigante asiático é o principal destinos dos nossos produtos – a participação da China atingiu 17,3% no ano passado. Situação inversa se deu com os Estados Unidos, que em 2001 representavam 24% das vendas do Brasil e em 2011 corresponderam a apenas 10%. Entre os países não desenvolvidos, o Brasil aumentou suas vendas para a África, que subiram de 3% para 5%.</p>
<p>Nos países do Mercosul, cuja participação nas exportações brasileiras havia caído de 11% para 5,5% entre 2001 e 2002, as vendas têm se mantido entre 10% e 12% do total – em 2011, por exemplo, fechou em 10,9%. Também se mantêm estáveis com a Argentina, recuando ligeiramente de 9,2% para 8,9% entre 2010 e 2011 (chegaram a 8,6% em 2001).</p>
<p>As exportações do Brasil para a União Europeia passaram 21,4% para 20,7% do total no ano passado. Chegaram a 25,5% em 2001 e ultrapassaram os 30% do total nos anos 1990. Para o Oriente Médio, essa participação subiu de 3,5%, em 2001, para 4,8% em 2011.</p>
<p>A Ásia corresponde hoje a 30% das exportações brasileiras e a 31% das importações &#8211; apenas a China corresponde a 17,3% das vendas e a 14,5% das compras. A América Latina e o Caribe são responsáveis por 22,3% das vendas de produtos brasileiros e 16,7% das nossas importações. Na sequência, vem a União Europeia, com 20,7% do total de exportações e 20,5% das importações. Os Estados Unidos respondem por 10,1% das vendas e 15,1% das compras.</p>
<p>Por país, os principais destinos das exportações do Brasil em 2011 foram China (US$ 44,3 bilhões), Estados Unidos (US$ 25,9 bilhões) e Argentina (US$ 22,7 bilhões). </p>
<p>Para a China, o Brasil vende, principalmente, minério de ferro, soja em grão, petróleo em bruto, celulose e equipamentos siderúrgicos. Para os Estados Unidos, petróleo, siderúrgicos, máquinas e equipamentos, café e químicos orgânicos. E para a Argentina, automóveis e autopeças, máquinas e equipamentos e óleo combustível.</p>
<p>CNM/CUT</p>
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		<title>Brasil é o país que mais ampliou escolaridade do trabalhador</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 21:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[MEC]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O ministro da Educação, Fernando Haddad disse, na última sexta-feira (30), que o ensino brasileiro ainda tem muitas deficiências, mas ressaltou que as mudanças&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Educação, Fernando Haddad disse, na última sexta-feira (30), que o ensino brasileiro ainda tem muitas deficiências, mas ressaltou que as mudanças no sentido de melhorar o cenário ocorrem em ritmo maior do que a média mundial. &#8220;Todos os relatórios internacionais que foram divulgados em 2010 dão conta que o Brasil foi o país que mais ampliou a escolaridade média do trabalhador&#8221;.</p>
<p>&#8220;Na faixa etária de 18 a 24 anos nós estamos ampliando a escolaridade média em um ano a cada cinco, nenhum país consegue fazer isso. A média mundial é um ano cada dez&#8221;, disse após participar de um debate sobre o tema.</p>
<p>Segundo Haddad, inclusive há uma percepção internacional sobre os avanços que é significativamente mais otimista do que a visão brasileira sobre as melhorias do sistema educacional.</p>
<p>&#8220;Se você pegar os relatórios internacionais, você vai ver um painel muito diferente do que você vê aqui. Avaliações muito mais otimistas fora em relação ao Brasil&#8221;, disse.</p>
<p>O ministro destacou ainda a necessidade de aumentar os investimentos na área para que o país possa sustentar o ritmo de desenvolvimento alcançado nos últimos anos.</p>
<p>&#8220;A educação vai ter que receber uma maior atenção daqui para frente e as políticas públicas têm que avançar no sentido de melhorar o financiamento&#8221;, assinalou.</p>
<p><em>Da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Só no Brasil há saúde grátis e universal mas gasto privado maior</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 22:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) completou dia (19) 21 anos exibindo um paradoxo. O Brasil é o único país do mundo que tem uma&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) completou dia (19) 21 anos exibindo um paradoxo. O Brasil é o único país do mundo que tem uma rede de saúde gratuita e aberta a toda a população e, ao mesmo tempo, vê o mercado (convênios e consultas particulares) gastar mais dinheiro do que o Estado.</p>
<p>O motivo da contradição, dizem especialistas, é a falta de recursos públicos para fazer com que o SUS se realize plenamente, tal qual previsto na Constituição, o que exigiria pelo menos dobrar seu caixa.</p>
<p>As despesas com saúde no Brasil são de 8,4% do chamado produto interno bruto (PIB), a soma das riquezas produzidas pelo país durante um ano. Deste ponto de vista, o investimento está em linha com a média global, de 8,5% anuais, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>A distinção está em quem puxa os gastos. No Brasil, 55% são privados (e beneficiam cerca de 46 milhões de conveniados) e 45%, públicos &#8211; favorecem todos os 190 milhões de brasileiros.</p>
<p>A fatia estatal representa 3,7% do PIB, um terço mais baixo do que a média internacional, de 5,5% do PIB, de acordo com a OMS. No resto do mundo, o gasto público equivale a 60% do total investido em saúde.</p>
<p>Quando se faz comparação com países com sistemas similares ao SUS – universais e gratuitos -, a disparidade é maior.</p>
<p>No Reino Unido, cujo modelo montado depois da Segunda Guerra Mundial é considerado clássico e inspirou o brasileiro, a despesa pública com saúde gira em torno de 7% do PIB. O Estado britânico responde por 82% dos gastos totais, os quais são de patamar semelhante aos do Brasil (8,7% do PIB).</p>
<p>No Canadá, que também conta com sistema público, o governo gasta cerca de 7% do PIB em saúde e o setor privado, 2,8%.</p>
<p>Em dois países escandinavos que são exemplo na área, Noruega e Suécia, o Estado gasta mais de 6% do PIB e responde por 72% do investimento em saúde.</p>
<p>“Se comparado com outros países do mundo que adotaram o sistema universal de saúde, o Brasil gasta muito pouco”, diz o médico e ex-ministro da Saúde Humberto Costa, atual líder do PT no Senado.</p>
<p>“O SUS tem um saldo positivo inegável nesses anos todos, mas tem esse paradoxo: é um sistema público e universal que gasta menos do que o setor privado”, diz Solon Magalhães Vianna, um dos relatores da Conferência Nacional de Saúde que, em 1986, esboçou o SUS.</p>
<p><strong>Novas fontes<br />
</strong>Para Vianna, o gasto público em saúde deveria duplicar, o que requer novas fontes de recursos para o setor. É a mesma posição do ex-ministro da Saúde Adib Jatene.</p>
<p>“Quando o SUS foi criado, diziam que era inviável, que os contituintes tinham sido irresponsáveis ao não apontar fontes de financiamento. Mas a Constituição apontou as fontes, nas disposições transitórias, só que elas nunca foram regulamentadas”, diz Jatene. “Eu estimo que o orçamento do SUS precise dobrar, mas não há nenhuma possibilidade de dobrar.”</p>
<p>Na avaliação de outro ex-ministro, José Gomes Temporão, é “significativo” o dado da OMS sobre o gasto privado superar o público no Brasil. Especialmente porque, enquanto o investimento estatal obedece a uma política nacional, o privado às vezes termina em plásticas.</p>
<p>“Na Argentina, 70% dos gastos com saúde são públicos. Aqui no Brasil, quem está arcando com o acesso à saúde são as famílias”, disse. “É importante a sociedade ter clareza que, ao investir no SUS, está investindo num patrimônmio que a sociedade construiu nos últimos 22 anos”.</p>
<p>O secretário de Saúde da prefeitura de São Paulo, Januário Montone, tem a mesma visão orgulhosa do sistema que faz aniversário. “O SUS foi uma vitória fantástica. É um sucesso, não existe nenhum sistema de saúde desse tamanho em nenhum lugar do mundo”, disse.</p>
<p>Ele é defensor da ampliação dos recursos para a saúde. Mas acredita que, depois de 23 anos da Constituição, o país precisa rediscutir o sistema de saúde e decidir se a iniciativa deve ou não participar dele. E, na opinião dele, deve. Até porque o próprio Estado precisa contratar serviços privados.</p>
<p><em>Da Carta Maior</em></p>
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		<title>“Força do Brasil é cada vez mais respeitada no exterior”, afirma Dilma</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 22:03:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cenário econômico]]></category>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Presidenta Dilma]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ao comentar sua participação na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a presidenta Dilma Rousseff disse nesta segunda, 26, que&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao comentar sua participação na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a presidenta Dilma Rousseff disse nesta segunda, 26, que a força do Brasil é cada vez mais respeitada no exterior. “O Brasil está mostrando ao mundo que é possível fazer a economia crescer e, ao mesmo tempo, fazer com que as pessoas melhorem de vida. Foi assim que conseguimos driblar a crise econômica mundial em 2008 e é assim que estamos nos preparando para evitar impactos maiores da crise atual sobre o Brasil e sua economia”, disse. “Voltei muito animada da Assembleia da ONU”, destacou.</p>
<p>No programa semanal<em> &#8221;</em><em>Café com a Presidenta&#8221;</em>, ela lembrou que a posição defendida pelo país, na semana passada, durante o encontro em Nova York é que a saída para a crise econômica mundial seja discutida por todos os países, de forma conjunta.</p>
<p>“É claro que os países desenvolvidos têm uma responsabilidade muito maior, porque foi lá que a crise começou. Mas todos os outros países sofrem as consequências de alguma forma, ainda que indireta. Então, todos devem ter o direito de participar das soluções”, ressaltou.</p>
<p>A presidenta voltou a dizer que o Brasil está bem preparado para enfrentar o atual cenário econômico, citando as reservas internacionais em dólar, o fortalecimento do mercado interno e a manutenção das taxas de desemprego.</p>
<p>Dilma avaliou ainda que é preciso aumentar o espaço das mulheres nas decisões mundiais. Segundo ela, os caminhos para a participação feminina estão “cada vez mais abertos”, mas é preciso avançar.</p>
<p>FEM-CUTSP</p>
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		<title>Combate à miséria no Brasil é exemplo para o mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 21:22:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pobreza]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O jornal espanhol La Vanguardia, editado em Barcelona, destacou em artigo publicado esta semana o exemplo do Brasil como país que está conseguindo, em&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornal espanhol La Vanguardia, editado em Barcelona, destacou em artigo publicado esta semana o exemplo do Brasil como país que está conseguindo, em tempos de crise internacional e pessimismo generalizado, vencer a pobreza.</p>
<p>O jornal destaca que os resultados da iniciativa brasileira &#8220;são inegáveis e transformam a experiência em um modelo para o mundo&#8221;.</p>
<p>A publicação espanhola ressalta ainda as estatísticas oficiais de que &#8220;28 milhões de brasileiros saíram da pobreza extrema e 36 milhões ascenderam à ‘classe média´ na última década, com a ajuda dos programas sociais ativados durante o mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010)&#8221; e continuados pela presidenta Dilma Rousseff.</p>
<p>Entre os programas sociais destacados no artigo, o jornal cita o Bolsa Família, o Brasil sem Miséria e o Minha Casa, Minha Vida. Sobre esse modelo brasileiro de combate à pobreza, o La Vanguadia avalia que a &#8220;fórmula funciona bem porque existem recursos e um Estado forte que pode e quer administrá-los adequadamente, de modo que nem todos os países podem copiá-la facilmente&#8221;.</p>
<p>Veja abaixo íntegra do artigo.</p>
<p><strong>Brasil tirou da pobreza milhões de pessoas que hoje contribuem para o crescimento</strong></p>
<p>Nem tudo está perdido. Em tempos de crise mundial, pessimismo generalizado e fomes galopantes, vale a pena lembrar e pôr em dia o exemplo de um país em crescimento, o Brasil, que já ganhou alguns &#8220;rounds&#8221; da miséria. Sua estratégia tem pontos frágeis e seu êxito é às vezes exagerado, mas os avanços são inegáveis e transformaram a experiência em um modelo para o mundo. Embora seja preciso vê-los com cautela, os grandes números desse avanço são notáveis.</p>
<p>Segundo os dados oficiais, 28 milhões de brasileiros saíram da pobreza extrema e 36 milhões ascenderam à &#8220;classe média&#8221; na última década, com a ajuda dos programas sociais ativados durante o mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e continuados por sua sucessora, Dilma Rousseff. Um progresso apreciável para uma população de 194 milhões de habitantes, até há pouco tempo vista como paradigma da desigualdade.</p>
<p>Convém fazer distinções. No Brasil se rotula de &#8220;classe média&#8221; as famílias com rendas entre 720 e 2.400 euros por mês, ou melhor, os indivíduos cuja renda per capita oscila entre 132 e 575 euros (depende da classificação que se escolha). E lá quase tudo é mais caro que na Espanha, especialmente os produtos importados e a moradia nas grandes cidades.</p>
<p>Por outro lado, e apesar da evidente melhora, mais de 16 milhões de brasileiros ainda sobrevivem com rendas familiares inferiores a 31 euros por mês; destes, 10 milhões habitam em lares com uma renda de menos de 17,50 euros. A situação era muito pior antes de se implementar o programa principal de Lula e Rousseff, chamado Bolsa Família e baseado na transferência direta de ajudas aos menos favorecidos: entre 14 e 67 euros mensais, segundo as necessidades. O dinheiro é entregue às mães, mas com condições. Os filhos em idade escolar têm de ir ao colégio, os calendários de vacinação devem ser cumpridos à risca e as mulheres grávidas precisam se submeter a um estrito controle médico. As dotações chegam a 12 milhões de famílias e são acompanhadas de cursos de capacitação, tanto para os gestores do plano como para seus beneficiários.</p>
<p>A fim de reforçar e aumentar a eficácia das ajudas, a presidente aprovou em junho o plano Brasil Sem Miséria, que estenderá os subsídios a 800 mil famílias até agora excluídas. A ampliação afeta 1,3 milhão de menores de 15 anos. O orçamento anual é de 8,8 bilhões de euros. &#8220;Não vamos mais esperar que os pobres nos procurem; é o Estado quem deve sair em busca da miséria&#8221;, disse a presidente ao lançar o projeto.</p>
<p>As ajudas diretas serão complementadas com investimentos em saúde, educação, saneamento e formação profissional. Nenhum desses programas estaria funcionando como hoje sem uma boa coordenação entre as administrações envolvidas, mas tampouco sem contar com a sociedade. Para afinar a participação social, 62 organizações civis fundaram em maio o movimento Brasil Sem Pobreza, em cujo espectro entram advogados, médicos, educadores, religiosos e representantes dos indígenas, entre outros. &#8220;O governo não pode fazer isso sozinho&#8221;, diz o secretário executivo do coletivo, Ulisses Riedel.</p>
<p>Outro ponto essencial dos programas é o caráter imediato e direto das ajudas, distribuídas mediante um cartão pessoal de débito que também facilita o acesso a microcréditos.</p>
<p>O fato de não haver intermediários não só economiza atrasos e custos burocráticos como evita chantagens e corrupção: um aspecto que se deve levar muito em conta em um país onde a &#8220;mordida&#8221; é pão de cada dia. Assim, por exemplo, o Ministério Público investiga o desvio de milhões de euros através de comissões ilegais de até 50% nos contratos das obras para reconstruir as cidades afetadas pelas chuvas de janeiro passado no Rio de Janeiro, que deixaram 900 mortos.</p>
<p>O modelo brasileiro de combate à miséria não é totalmente original, pois o conceito do Bolsa Família se baseou no plano Oportunidades do México. Entretanto, são as iniciativas de Lula e Rousseff que estão sendo tomadas como exemplo em outros 40 países &#8211; segundo o governo -, incluindo os EUA. A ONU, o Banco Mundial e o FMI, mas também muitas ONGs, elogiam os êxitos alcançados. A fórmula funciona bem porque existem recursos e um Estado forte que pode e quer administrá-los adequadamente, de modo que nem todos os países podem copiá-la facilmente.</p>
<p>Mas, na medida em que melhora a formação e favorece a independência econômica dos beneficiários, o sistema está promovendo por sua vez o crescimento econômico e o desenvolvimento humano do país. E esse é um círculo virtuoso que merece ser imitado em toda parte.</p>
<p><strong>Moradia, o mais difícil<br />
</strong>O governo brasileiro acaba de aprovar a segunda fase de seu programa de habitação social Minha Casa, Minha Vida, para o período 2012-2014. Trata-se de ampliar em 2 milhões de unidades o objetivo de 1 milhão traçado na etapa anterior, que começou em 2009 e deve acabar este ano. O plano subsidia as famílias mais necessitadas com o financiamento sem juros de apartamentos e casas de baixo preço. A cota para os mais desfavorecidos em áreas com solo barato pode ser inferior a 10 euros por mês. Mas há atrasos, problemas e queixas. Embora os contratos assinados para a primeira fase já superem a meta prevista, o volume de entregas beira os 25%.</p>
<p>Muitos beneficiários denunciaram problemas de qualidade na construção, distância dos serviços ou falta de transporte. O aumento dos preços imobiliários no Brasil está dificultando o projeto. O Executivo teve de elevar os tetos de custo das moradias, mas as construtoras continuam considerando-os pouco realistas. É o grande paradoxo: os programas sociais favoreceram o crescimento, mas este trouxe mais inflação (sobretudo na construção). E agora alguns programas saem caros demais.</p>
<p>PT</p>
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		<title>Brasileiro continua otimista com situação socioeconômica</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 13:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[famílias brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O brasileiros permanecem otimistas em relação à situação socioeconômica do país em julho, aponta nesta quarta-feira (3) o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O brasileiros permanecem otimistas em relação à situação socioeconômica do país em julho, aponta nesta quarta-feira (3) o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na sétima edição do Índice de Expectativas das Famílias (IEF). O indicador de julho foi de 63,5 pontos, valor ligeiramente inferior ao do mês anterior, quando ficou em 64,1.</p>
<p>A escala de pontuação de expectativas das famílias é medida com a seguinte dimensão do indicador: grande pessimismo (de 0 a 20 pontos), pessimismo (de 20 a 40 pontos), moderação (de 40 a 60 pontos), otimismo (de 60 a 80 pontos) e grande otimismo (de 80 a 100 pontos).</p>
<p>Em julho, 75,5% das famílias pesquisadas indicaram estar melhor financeiramente hoje do que há um anoO índice é resultado de uma pesquisa mensal do Ipea realizada em 3.810 domicílios distribuídos por mais de 200 municípios em todas as unidades da federação.</p>
<p><strong>Dimensões da pesquisa<br />
</strong>A pontuação do IEF resulta da combinação de cinco diferentes dimensões: a expectativa da família sobre a situação econômica nacional; a percepção da família sobre a condição financeira passada e a expectativa sobre a condição futura; a expectativa da família sobre decisões de consumo; a expectativa da família sobre o endividamento e condições de quitação de dívidas e contas atrasadas; e a expectativa da família sobre o mercado de trabalho, especialmente nos quesitos segurança na ocupação e sentimento de melhora profissional futura.</p>
<p>A expectativa das famílias para o mês de julho, no que diz respeito à situação econômica do país no curto prazo, aponta que 53,2% delas acreditam que o Brasil passará por melhores momentos nos próximos 12 meses, um valor 3,6 ponto percentual menor que o registrado no mês anterior (56,8%).</p>
<p>Em julho, 75,5% das famílias brasileiras pesquisadas indicaram estar melhor financeiramente hoje do que há um ano, percentual ligeiramente superior ao apresentado no mês anterior. Ao mesmo tempo, verifica-se que houve queda de 22,8% para 21,3% na proporção de famílias que acreditam terem piorado financeiramente, diz o Ipea.</p>
<p>No que diz respeito ao consumo de bens duráveis, 49,5% das famílias brasileiras afirmam que o momento é propício, contra 45,4% que não acham o momento ideal.</p>
<p>No país como um todo, os resultados da percepção sobre endividamento mantiveram-se praticamente semelhantes em relação aos do mês anterior, com 9,2% que se consideram muito endividados e 52% que afirmam não possuir dívidas</p>
<p>Ainda considerando o país, cerca de 79% dos responsáveis pelos domicílios se sentem seguros em sua ocupação atual .</p>
<p><em>Do G1</em></p>
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		<title>Oportunidades atraem cada vez mais estrangeiros para o Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 13:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[estrangeiros]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores estrangeiros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Brasil está atraindo cada vez mais trabalhadores estrangeiros. Balanço do Ministério do Trabalho e Emprego mostra que, apenas no primeiro semestre do ano,&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil está atraindo cada vez mais trabalhadores estrangeiros. Balanço do Ministério do Trabalho e Emprego mostra que, apenas no primeiro semestre do ano, 26,5 mil estrangeiros conseguiram autorização para trabalhar no país. Na maioria, vistos temporários com validade de até dois anos. Aumento de 19,4% em comparação com 2010, quando foram emitidos 21,1 mil vistos para trabalhadores estrangeiros.</p>
<p>O país está recebendo, principalmente, portugueses, espanhóis, norte-americanos e trabalhadores dos países da América do Sul. Os profissionais vêm para ocupar vagas nos setores ligados à engenharia, infraestrutura e tecnologia, como construção civil,  portos, petróleo e gás e tecnologia da informação. Os estrangeiros também encontram oportunidades na área financeira, principalmente os especializados em contabilidade internacional, que enfrentam dificuldades para conseguir colocação no país de origem, em razão dos efeitos da crise econômica que atinge a Europa e os Estados Unidos.</p>
<p>A Consultoria Hays atua em 29 países e recruta executivos para empresas dos mais diversos segmentos. De acordo com pesquisa da consultoria, 80,4% das empresas do Brasil demonstraram a intenção de contratar. Para César Rego, gerente da Hays em Curitiba, o número de estrangeiros dispostos a trabalhar no país reflete o crescimento da economia brasileira. “Eles veem aqui a oportunidade de desenvolvimento profissional , para ganhar responsabilidade e visibilidade nas corporações. Além disso, a União Europeia e os Estados Unidos perceberam que a qualidade de vida aqui já está em padrões aceitáveis. Em alguns cargos, principalmente na área de financias, o executivo brasileiro já é mais bem remunerado”.</p>
<p>Segundo dados da Coordenação-Geral de Imigração, vinculada ao Ministério do Trabalho, órgão que concede os vistos de trabalho aos estrangeiros que querem trabalhar no Brasil, as cidades mais procuradas pelos estrangeiros são São Paulo e Rio de Janeiro.</p>
<p>O espanhol da cidade de Marbella Álvaro Torquemada, de 36 anos, é casado com uma brasileira. Formado em administração em 2009, ele terminou um curso de pós-graduação do tipo MBA (Master of Business Administration) no IE Business School, da Espanha. Como o país europeu também sofre com a crise econômica internacional, Torquemada decidiu vir para o Brasil. “Vi que no Brasil teria mais oportunidades que na Espanha para o crescimento profissional”, disse ele.</p>
<p>Torquemada conseguiu emprego de gerente de consultoria em Sustentabilidade da empresa Eccaplan e mora na capital paulista há um ano e meio. Segundo ele, o processo para conseguir o primeiro emprego aqui foi demorado. Levou quatro meses e seis entrevistas. Já a mulher dele, formada em publicidade e marketing, conseguiu emprego assim que chegou ao Brasil. “Hoje, os salários em São Paulo estão mais altos que na Espanha. Além do mais, já sou apaixonado pelo Brasil e adoro morar aqui &#8220;, disse Torquemada.</p>
<p>De acordo com César Rego, esse tipo de profissional qualificado que vêm para o Brasil traz práticas e tecnologias que ajudam a desenvolver e expandir a economia do país. E a chegada de profissionais estrangeiros não diminui as chances dos brasileiros de conseguir se posicionar no mercado de trabalho. “É porque o Ministério do Trabalho determina que, para trazer alguns profissionais, é preciso comprovar que não existe essa mão de obra no país”, explicou o consultor.</p>
<p><em> Agência Estado</em></p>
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		<title>Investimento estrangeiro no País quase triplica no semestre</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 15:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[exterior]]></category>
		<category><![CDATA[investimento estrangeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O investimento estrangeiro direto em empresas brasileiras cresceu quase 170% no primeiro semestre e chegou a US$ 32,5 bilhões, segundo dados do Banco Central.</p>
<p>O&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O investimento estrangeiro direto em empresas brasileiras cresceu quase 170% no primeiro semestre e chegou a US$ 32,5 bilhões, segundo dados do Banco Central.</p>
<p>O valor foi mais que suficiente para cobrir o deficit do Brasil nas suas transações com o exterior, que passou de US$ 23,8 bilhões, no primeiro semestre de 2010, para US$ 25,5 bilhões no mesmo período de 2011.</p>
<p>Os investimentos em ações no país caíram praticamente pela metade na mesma comparação, para US$ 3,5 bilhões, enquanto as aplicações de estrangeiros em títulos de renda fixa recuaram de US$ 9,3 bilhões para apenas US$ 133 milhões.</p>
<p>Em junho, o deficit nas transações recuou em relação ao mês anterior, para US$ 3,3 bilhões. O investimento direto subiu para US$ 5,5 bilhões.</p>
<p><em>Da Folha Online</em></p>
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