Salário médio de admissão tem aumento real de 3,04%

Publicado por Administrador 20 julho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O salário médio de admissão do trabalhador brasileiro teve um aumento real (descontada a inflação) de 3,04% no primeiro semestre de 2011, passando de R$ 874,14 em 2010 para R$ 900,70 este ano. Esse resultado é oriundo do aumento de 3,88% no salário médio de admissão dos homens e 1,93% no das mulheres. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), apresentados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, nesta terça-feira (19).

“Eu acho que o grande fator positivo da economia brasileira é o ganho real do salário. Quando a gente verifica que a base dessa pirâmide está tendo aumento maior que a inflação, podemos ver também que ela está comprando para garantir melhores condições de vida. Essa base da pirâmide precisa comprar de tudo um pouquinho. Então o Brasil vive uma relação diferenciada. Na Europa, por exemplo, praticamente todo mundo já tem tudo o que precisa. No Brasil, tem tudo para você fazer e as pessoas ainda precisam comprar muitas coisas para melhorar de vida. Então, esse ganho real de salário alimenta a economia interna”, enfatiza o ministro Carlos Lupi.

Entre as regiões, o maior crescimento foi registrado no Sul, com ganho real de 4,36%. O salário médio de admissão no período nessa região passou de R$ 817,97 no primeiro semestre de 2010 para R$ 853,62 este ano. Em seguida vem o Sudeste, com aumento real de 3,01%, o Centro-Oeste, com 2,39%, e o Nordeste, com 2,38%. O Norte teve o menor crescimento real, com 1,87, com os salários de admissão passando de R$ 790,16 nos seis primeiros meses de 2010 para R$ 804,90 em 2011.

Em relação às Unidades de Federação, 23 apresentaram elevação se comparado ao mesmo período de 2010. Os estados que obtiveram os maiores aumentos reais foram Paraná (+6,55%), Pernambuco (+5,27%), Amapá (+4,12%) e Santa Catarina (+3,88%). Em contrapartida, os estados que apontaram redução real dos salários de admissão foram o Sergipe ( -3.64%),  Piauí (-2,97%), Roraima (-1,36%)  e Tocantins (-0,60%).

Por grau de escolaridade, o maior aumento real do salário médio de admissão no primeiro semestre deste ano, comparado a 2010, foi no Ensino Superior Completo, com crescimento de 3,84%. O valor médio na hora da admissão desses profissionais passou de R$ 2.253,80 entre janeiro e junho de 2010 para R$ 2.340,33 em 2011. Logo após, vem os profissionais até o 5º ano incompleto do Ensino Fundamental, com 3,82%, do 6º ao 9º ano incompleto do Ensino Fundamental, com 3,68%, e até o 5º completo do Ensino Fundamental, com 3,40%.  O menor aumento foi registrado entre os profissionais com Ensino Médio Incompleto, que ficou em 1,74%.

MTE

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Geração de empregos têm melhor resultado da história

Publicado por Administrador 22 junho, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

O Brasil gerou em maio 298 mil empregos com carteira assinada, melhor resultado na história do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego. Ao divulgar os números, o ministro Carlos Lupi disse que não teme a possibilidade de aumento da inflação. Segundo Lupi, o Brasil tem conseguido manter um índice entre 5% e 5,5%, e não deve fugir disso.

“Eu não vejo problema em ter 0,25% a mais de inflação, quando o Brasil já teve 30% ao ano. Eu não vejo ninguém reclamar quando a China ou a Índia crescem mais de dois dígitos, a 10%. Não via ninguém reclamar quando o Japão crescia a 9% ao ano. Nós vamos crescer bem, com emprego e inflação controlada”, afirmou Lupi, confiante.

De acordo com o ministro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá fechar seus oito anos de mandato com 15 milhões de empregos gerados. “Em sete anos, já geramos 13 milhões de empregos formais e estamos avançando em todos os setores”.

Para ele, em junho, a criação de postos de trabalho deverá passar de 309 mil. O fechamento dos dados deste mês deve ser positivamente influenciado pela contabilidade dos empregos gerados com a Copa e com a proximidade das eleições. Além disso, há o início do período sazonal na Região Centro-Oeste, cuja produção agrícolas leva a aumento dos postos de trabalho em junho, explicou.

Da CUT Nacional

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Salário médio de admissão do trabalhador cresce em 2009

Publicado por Administrador 25 janeiro, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

O salário médio de admissão do trabalhador brasileiro teve aumento real de 5,24% no ano passado, saindo de R$ 741,68 em 2008 para R$ 780,56 em 2009. “O ganho real, acima da inflação, foi a alavanca da economia brasileira para vencer a crise”, ressalta o ministro Carlos Lupi (Trabalho). “Isso levou o País a sair da crise”, enfatiza.

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do ministério, o Estado de São Paulo segue líder no ranking dos maiores salários médios, com R$ 913,48. Na sequência, vem Rio de Janeiro, Distrito Federal, Sergipe e Amazonas. Os menores salários estão no Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará.

Gênero - O aumento do salário médio de admissão entre as mulheres superou o dos homens: 5,64% e 4,49%, respectivamente. Os maiores ganhos reais do salário de admissão feminino ocorreram nos estados de Sergipe (32,29%), Tocantins (13,83%), Amazonas (13,74%), Alagoas (10,38%) e Rio Grande do Norte (10,29%).

Fonte: Ag. Sindical

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Brasil já supera 1 milhão de empregos em 2009

Publicado por Administrador 16 novembro, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O Brasil gerou 230.956 mil novos empregos formais em outubro, e ultrapassou a marca de 1 milhão de postos de trabalho criados em 2009, informou nesta segunda-feira (16) o Ministério do Trabalho. Com o resultado deste mês, o saldo acumulado de novos empregos já totaliza 1.163.607. 

No levantamento apresentado mês passado, os números referentes a setembro – 252,617 mil novos empregos – representaram um recorde no ano e o maior desde setembro de 2008 (282,841 mil). 
 
Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, foi o melhor outubro da história no número de vagas criadas. A exemplo do que ocorreu em setembro, o setor da indústria de transformação, com 74.552, foi a principal responsável pelo crescimento de postos de trabalho no mês. Até agosto, o setor que mais vinha gerando emprego no Brasil este ano era o de serviços. 
 
Após o bom desempenho de setembro e outubro, Lupi havia elevado a previsão para a geração de novos empregos formais este ano de 1 milhão, que calculava até agosto, para 1,1 milhão. Os números de outubro já fazem Lupi afirmar que novembro poderá ser outro ano histórico para a geração de postos de trabalho: “Ouso afirmar que vai ser um mês recorde. Vamos ter o melhor novembro da história.” 
 
O número atual de postos de trabalho ainda é muito inferior ao de 2008 (1,45 milhão) e ao recorde de 2007 (1,61 milhão). Lupi prevê que o mês de dezembro será negativo em cerca de 200 mil postos, o que vai segurar a média em 1,1 milhão de postos. “Vamos ter um número negativo, mas vai ser menos que nos outros anos”, diz Lupi. 
 
O Brasil já superou os cerca de 800 mil postos de trabalho formais perdidos entre novembro do ano passado e janeiro de 2009, em consequência da crise econômica global. Em setores como a indústria, a redução da produtividade levou empresas a demitir funcionários, o que se refletiu no número de empregos a partir de outubro de 2008. Em fevereiro, o país iniciou a trajetória de recuperação.

Fonte: Sindicato do ABC

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Lula diz que geração de emprego em agosto deve ser recorde

Publicado por Administrador 14 setembro, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (14), durante entrevista a rádios de Roraima, que a geração de empregos formais em agosto deve chegar a 150 mil e bater recorde. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), segundo o presidente, serão divulgados no próximo dia 17 pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

“Certamente vamos bater outra vez recorde de criação de empregos, deve ser por volta de 150 mil empregos. Enquanto o mundo inteiro está tendo desemprego, vamos chegar ao fim do ano quase um milhão de empregos novos criados com carteira assinada”, disse Lula.

O último Caged registrou a criação de 138.402 vagas formais em julho de 2009, o melhor saldo registrado no ano e o quarto maior da série histórica, segundo dados do cadastro. O número é 0,43% maior do que o registrado no mês anterior, mas é menor do que o referente a julho de 2008, quando foram criados 203.218 postos. No acumulado do ano, o saldo é de 437.908 postos.

Fonte: Ag. Brasil

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País cria 106.205 vagas de emprego em abril

Publicado por Administrador 18 maio, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego registrou em abril um saldo líquido positivo de 106.205 vagas de emprego formal. Esse saldo é resultado de um número de admissões, com carteira assinada pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), no mês passado de 1.350.446 contra demissões de 1.244.241. Com o resultado, o estoque de empregos formais na economia subiu 0,33% em abril em relação a março, para 32.041.756.

O resultado do emprego em abril é três vezes maior que o de março, quando foram criados 34.818 empregos formais, e representa o terceiro mês seguido de expansão no mercado formal de trabalho após o agravamento da crise, no fim do ano passado. No acumulado de janeiro a abril de 2009, foram abertos 48.454 empregos com carteira assinada.

Setores
O setor de serviços liderou as contratações em abril, com a abertura de 59.279 postos de trabalho, seguido da agropecuária, com 22.684 vagas. O comércio também ficou positivo, com a criação de 5.647 vagas.

Pela primeira vez em cinco meses a indústria registrou saldo positivo, com a abertura de 183 vagas. O único setor que ainda mostra saldo negativo no emprego formal é o de extrativismo mineral, com eliminação de 582 vagas no mês passado.

Fonte: Estadão

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Pesquisa mostra que das demissões, 80% são homens

Publicado por Administrador 16 março, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

Após três meses seguidos de baixas, o mercado de trabalho formal delineou o perfil do trabalhador brasileiro demitido pela crise econômica que varre o planeta. Dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) obtidos pela Folha mostram que o maior número de empregos eliminados ocorreu entre pessoas com renda de 1 a 3 salários mínimos.

Entre novembro de 2008 e janeiro deste ano, o mercado perdeu 797.515 postos de trabalho. Desse total, 79% são trabalhadores com ganhos entre R$ 415 e R$ 1.245 à época.

Os homens foram os principais afetados pelo encolhimento do emprego formal e respondem por 8 a cada 10 vagas fechadas no período -especialistas atribuem a tendência ao fato de que os setores que mais demitiram no período foram a construção civil e a indústria, atividades dominadas pelo sexo masculino.

Além disso, os números do cadastro revelam que as grandes empresas foram as que mais cortaram empregos com carteira assinada por conta da crise. Os estabelecimentos com mais de 500 funcionários responderam por 34% do saldo total de demissões. No período, essas empresas fecharam 271.015 postos de trabalho.

Especialistas consultados pela Folha avaliam que os sinais apontados por esse conjunto de informações são preocupantes e levam a crer que a crise no mercado de trabalho pode estar só no começo e, diferentemente de outras ocasiões, desta vez chegou mais rápido do que se esperava.

“Todos os dias estamos vendo nos jornais que são as grandes empresas que demitem mais, como é o caso da Embraer. Isso tem um efeito “bola-de-neve”. Agora, são as grandes. Depois, os provedores delas começarão a demitir. Pode ser só o começo da crise no mercado de trabalho”, afirma Janine Berg, especialista de emprego da OIT (Organização Internacional do Trabalho) no Brasil.

Apesar de considerar o efeito “bola-de-neve” uma tendência, o professor da Unicamp José Dari Krein ressalta que muitos elos da cadeia produtiva já fizeram seus ajustes. “No setor automotivo, o segmento de autopeças já demitiu. O que é preocupante em relação a grandes empresas demitindo é que isso vai resultar em uma desestruturação do mercado de trabalho, como a que ocorreu nos anos 90.”

Baixa qualificação

Na avaliação de Krein, já era de esperar que o contingente de renda mais baixa fosse mais afetado pela crise. Historicamente essa é a parcela que mais entra e sai do mercado. “Há uma elevada rotatividade de mão-de-obra devido à baixa qualificação. Todos os anos, 40% dos trabalhadores são demitidos e recontratados.”

Fábio Romão, economista da LCA Consultores, pondera que, proporcionalmente, a crise teve efeitos mais devastadores entre os trabalhadores com renda acima de 20 salários mínimos. “Para os que ganham menos, há um impacto maior por conta do volume. Mas, se olharmos a proporção de admitidos e desligados no período, para a faixa acima de 20 salários, as demissões ficaram 118% acima das contratações.”

Segundo ele, isso é reflexo das fusões ocorridas na economia recentemente e, agora, da necessidade de enxugamento.

Pelos dados detalhados do Caged, o número de trabalhadores demitidos é maior entre aqueles com idade entre 25 e 39 anos. Eles representam mais da metade (57%) das vagas fechadas nos três meses analisados. Cerca de 70% dos postos de trabalho eliminados atingiram pessoas entre a quinta série incompleta e o ensino fundamental completo.

Fonte: CNM e Folha de São Paulo

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