Campanha Salarial 2012/2013 – Diretoria se reúne para planejamento
A Campanha Salarial 2012/2013 da categoria mecânica de Joinville (SC) e região já começou. A diretoria do Sindicato se reúne na próxima sexta-feira (3/2) para retomar a organização e planejamento das ações de negociação e informação para a categoria, que reúne em torno de 20 mil trabalhadores. “Se a grande maioria se unisse na luta, teríamos a maior força para conquistas importantes”, avalia o presidente João Bruggmann.
Em 2011 os trabalhadores reunidos em assembleia geral no dia 21 de abril na sede central do Sindicato dos Mecânicos aprovou a contraproposta de 7,5% sobre os salários. O ganho real sobre a inflação foi de 1,2 ponto percentual. O Piso Único da categoria também avançou para R$ 737,00 contra os R$ 685,00 anteriores.
Segundo Bruggmann, que deixa a presidência no início de março deste ano dando lugar ao atual secretário Geral, Evangelista dos Santos, o aumento do Piso Estadual de Salários no estado – para a categoria agora será de R$ 800,00 – vai pressionar e ajudar a melhorias ainda maiores. “Estamos confiantes que vamos avançar bastante, mas para isso precisamos dos trabalhadores junto com a gente, para fortalecer as negociações”, destaca Bruggmann.
Piso Salarial Estadual tem reajuste em 2012, mas depende da Assembleia
A reunião na Fiesc durou mais de três horas e meia. A Comissão de trabalhadores insistia na aplicação do reajuste com base nos mesmos percentuais repassados ao Salário Mínimo Nacional, ou seja, de 14,13%, o que equivale ao PIB (Produto Interno Bruto) de 2010, mais a variação da inflação/INPC de 2011. As entidades sindicais de trabalhadores devem prosseguir com a coleta de assinaturas de modo a garantir o reajuste automático do Piso Salarial Estadual com base no PIB e na variação da inflação, através de Projeto de Lei de Iniciativa Popular – aproximadamente 25 mil das 50 mil assinaturas necessárias já foram coletadas.
A primeira faixa salarial do Piso Estadual será reajustada em 11,11%, elevando o valor de R$ 630,00 para R$ 700,00. A segunda faixa passará dos atuais R$ 660,00 para R$ 725,00, com reajuste de 9,85%. A terceira faixa salarial receberá 9,93% de reajuste, passando de R$ 695,00 para R$ 764,00. A maior faixa salarial ficará em R$ 800,00, com reajuste de 9,59% em relação ao valor atual, de R$ 730,00. Os percentuais serão retroativos a 1º de janeiro de 2012. Com o Acordo, os valores do Piso Estadual, em Santa Catarina, tiveram reajuste médio de 10,03% e ficam superiores aos praticados no estado do Rio Grande do Sul, onde o governo já enviou mensagem à Assembleia Legislativa.
A menor faixa salarial ficou 12,5% acima do valor do Salário Mínimo Nacional, de R$ 622,00. “Foi um grande passo e inédito, porque a negociação foi feita entre as duas partes, patrões e trabalhadores, sem a interferência do governo do estado”, comentou o diretor sindical do Dieese/SC (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-econômicos), Ivo Castanheira, após o encontro na federação patronal.
“O piso estadual é muito importante para os trabalhadores que não têm representação sindical e serve de parâmetro para todas as demais negociações coletivas no estado”, disse. Para o diretor técnico do Dieese/SC, economista José Álvaro Cardoso, “o Piso Estadual mais alto tem efeito positivo na economia”. Álvaro lembra que nos dois anos de vigência do Piso houve maior geração de empregos formais, contrariando o que alguns patrões diziam de que haveria uma quebradeira de empresas no estado”.
Lei 459/2009 Lei 533/2011 Piso Proposto
Primeira faixa R$ 587,00 R$ 630,00 R$ 700,00
Segunda faixa R$ 616,00 R$ 660,00 R$ 725,00
Terceira faixa R$ 647,00 R$ 695,00 R$ 764,00
Quarta faixa R$ 679,00 R$ 730,00 R$ 800,00
O presidente do Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região, João Bruggmann, avaliou como positiva a conquista dos trabalhadores, e que vai influenciar positivamente nas negociações salariais deste ano, e principalmente para a categoria mecânica que tem sua data-base no dia 1 de abril. “Nós que estamos na quarta faixa vamos ter um piso estadual de R$ 800,00 elevando assim a nossa margem de negociação”, afirma o dirigente sindical.
Da CUT/SC
“Um ano com bons resultados”
O ano de 2011 começou com a crise da Busscar aumentando, mas os salários da categoria mecânica também. Na campanha salarial conquistamos 7,5% de aumento salarial, com 1,2 ponto percentual de ganho real sobre a inflação, o que representa 19% sobre o INPC do ano anterior. Ainda não é o ideal, mas mantém o poder de compra dos companheiros e companheiras. Agora já começamos a planejar a próxima campanha salarial 2012/2013. E vamos precisar muito da sua participação para avançar mais!
No caso Busscar, que além da dívida com os trabalhadores também deve muito ao Sindicato por descontos feitos em folha e não repassados para pagar os convênios, conseguimos pressionar com as ações fortes do nosso departamento jurídico, impecável na luta pelos direitos da nossa companheirada.
Graças às ações, a empresa se obrigou a pedir a recuperação judicial diante do inevitável leilão dos seus bens que já estavam até marcados pela Justiça do Trabalho. E ainda vamos avaliar se isso será bom ou não aos trabalhadores, com muita transparência e dinheiro no bolso de cada pai e mãe de família.
Realizamos os torneios de dominó, de futsal, melhoramos os atendimentos e convênios oferecidos, investimos em melhorias na Colônia de Férias para que os associados sejam ainda melhor recebidos, organizamos e realizamos as eleições para a nova direção do Sindicato, que assumirá em março de 2012, sem contar as assembleias nas empresas, conquistas de melhorias salariais e de carreira em várias empresas. Por isso concluímos que trabalhamos muito com toda a equipe para dar o melhor aos associados e toda a categoria mecânica.
Com desejos de um Feliz Natal e um ótimo Ano Novo, agradecemos a todos o apoio e atenção durante todo o ano. Que venha 2012 com muita paz, saúde e vitórias para todos e todas!
A Diretoria e Equipe do Sindicato
FEM-CUT/SP continua negociações da Campanha Salarial
A Federação dos Sindicatos Metalúrgicos da CUT/SP (FEM-CUT/SP) continua nesta semana as rodadas de negociação da Campanha Salarial do ramo. Nesta segunda, dia 12, a Federação se reunirá, às 10h, com a bancada patronal do Grupo 3 (que reúne os setores de autopeças, forjaria e parafusos), na sede do Sindipeças, em Santo Amaro.
Até agora, não houve avanços nas propostas econômicas apresentadas pelas bancadas patronais dos Grupos 2, 3, 8, 10 e Fundição. A FEM reprovou todos os índices propostos – que oscilaram entre 0,74% e 1,49% de aumento real, valores somados à reposição da inflação do período da data-base, 1º de setembro, que fechou em 7,4%.
Com o G3, a proposta reprovada foi de 8,3% (0,97% de aumento real). O presidente da FEM, Valmir Marques, (Biro Biro) disse que os índices apresentados estão “muito distantes” e não atendem à categoria. “Os Grupos patronais têm condições de avançar. Vamos continuar a pressão na mesa de negociação e os nossos sindicatos continuarão as mobilizações nas fábricas em todo o Estado”, conta Biro Biro.
Ao todo estão em Campanha Salarial 200 mil metalúrgicos na base da FEM-CUT/SP em todo o Estado. Confira o calendário das rodadas no Portal da Federação.
Principais reivindicações dos metalúrgicos da CUT
Reposição integral da inflação;
Aumento real no salário;
Valorização nos pisos salariais;
Licença Maternidade de 180 dias;
Ampliação nos direitos sociais;
Organização Sindical no Local de Trabalho;
Jornada de 40h semanais, sem redução no salário.
Base FEM-CUT/SP
A FEM-CUT/SP tem 14 sindicatos metalúrgicos filiados, que representam 250 mil trabalhadores em todo o Estado. A data-base é 1º de setembro. A Federação negocia com sete bancadas patronais divididas nos seguintes setores:
Montadoras (ABC paulista, Taubaté e São Carlos); - acordo fechado pelo período de dois anos – 10% (5% de aumento real no período do Acordo).
Fundição; ————–proposta reprovada 9% (8/09)
Estamparia;
Grupo 2 (máquinas e eletrônicos); ——– proposta reprovada 8,5%
Grupo 3 (autopeças, forjaria, parafusos); — proposta reprovada 8,3% (5/09)
Grupo 8 (trefilação, laminação de metais ferrosos; refrigeração, equipamentos ferroviários, rodoviários entre outros); — proposta reprovada 8,5% (6/09)
Grupo 10 (reúne os sindicatos patronais dos setores de lâmpadas, equipamentos odontológicos, iluminação, material bélico entre outros). – proposta reprovada 8,2%(6/09)
FEM-CUT/SP
FEM-CUT fará balanço da Campanha Salarial 2011
Enquanto as bancadas patronais conversam entre elas e fazem consultas junto às empresas sobre as reivindicações dos metalúrgicos e os encaminhamentos já dados, os sindicalistas de todo o Estado vão se encontrar para realizar um balanço das negociações e definir as próximas ações.
O presidente da Federação Estadual (FEM), Valmir Marques, o Biro-Biro (foto), disse que nas negociações das cláusulas sociais feitas até agora ocorreram alguns avanços, principalmente em defesa do jovem, da mulher e do trabalhador com deficiência.
No início da próxima semana as bancadas vão iniciar o debate econômico. “Como os patrões já conhecem as nossas propostas, queremos uma definição rápida”, comentou o dirigente.
Os presidentes dos 13 sindicatos que participam das negociações têm encontro nesta quinta-feira (1º)para fazer uma avaliação da campanha. “Vamos afinar a viola para as rodadas decisivas”, disse.
Biro-Biro acredita que os patrões estejam fazendo o mesmo, pois eles cancelaram as negociações desta quinta com a Fundição e a de quarta (31) com o G 10, quando seriam definidas as cláusulas sociais e iniciar o debate das econômicas.
“Os trabalhadores devem acompanhar de perto nas negociações da próxima semana, pois elas serão decisivas”, concluiu.
SMABC
Metalúrgicos da CUT iniciam campanha salarial
Os metalúrgicos ligados à Central Única dos Trabalhadores deram início à campanha salarial deste segundo semestre. No sábado (9), uma plenária realizada na sede da Federação dos Sindicatos Metalúrgicos (FEM-CUT), em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, definiu as diretrizes da mobilização deste ano.
Os trabalhadores querem reajuste salarial acima da inflação do período, ampliação da licença maternidade de 120 dias para 180 dias, redução da jornada de trabalho sem corte nos salários e valorização dos pisos na carreira. “O cenário econômico é bom, mas diferente do ano de 2010. Mas como em todos os anos, sempre conquistamos bons acordos graças ao nosso poder de organização e mobilização. Somos uma categoria referência no país e nesta campanha lutaremos para avançar no direitos sociais e manter os ganhos reais conquistados nos últimos anos”, afirmou o presidente da FEM, Valmir Marques , o Biro Biro.
Um dos focos da campanha deste ano será o reconhecimento da organização dos trabalhadores no local de trabalho por meio dos Comitês Sindicais de Empresa (CSEs). “No nosso ramo, os CSEs iniciaram em 1999 no ABC e hoje expandimos para Sorocaba, Taubaté e Salto. Queremos ampliá-los em toda a nossa base porque os Comitês têm sido responsáveis pelo aumento do diálogo social nos locais de trabalho e pelo crescente estabelecimento de acordos e soluções de conflitos nas empresas.”
Segundo a federação, 175 companhias de sua base de atuação aceitaram essa representação sindical em caráter permanente. A CUT apresentou este ano ao governo federal uma proposta para a regulamentação dos comitês sindicais em todo o país por meio de legislação específica. “O direito dos trabalhadores de se organizarem no local de trabalho é uma grande luta e bandeira permanente para nós”, concluiu o líder sindical.
Rede Brasil Atual
“Ganho real é garantido por poucos, para muitos!”
Somos em torno de 20 mil trabalhadores na categoria mecânica. Nas duas assembléias, tanto a de abertura da campanha salarial 2011/2012, quanto a que aprovou a proposta de 7,5% e Piso Único de R$ 737,00 não reuniram a grande maioria dos trabalhadores e trabalhadoras. Apenas parte da categoria comparece efetivamente para a luta salarial, por melhores salários e condições de trabalho. Esses são os verdadeiros heróis da categoria porque saem do seu conforto, deixam de ganhar um pouco a mais com horas extras, ou ainda de curtir o feriadão de Páscoa com a família.
Conquistamos esse aumento, com ganho real de 1,2% o que representa 19% sobre a inflação de 6,30%. Ressaltamos que lutamos por esse ganho, negociando duramente com o sindicato patronal, que não queria nem pagar a inflação. A categoria precisa saber que aumentos não chegam aos seus salários por conta do governo, ou de patrões bonzinhos. Se algo é ganho, é porque a luta do Sindicato existe, e não é fácil. Principalmente porque a maioria dos companheiros e companheiras desistiu da luta por suas carreiras, por seus direitos, delegando a poucos o seu futuro.
Queremos parabenizar a todos e todas que compareceram nas assembleias gerais convocadas. Vocês são a força da categoria, que lutam de defendem seus direitos e dos seus companheiros que não comparecem. Temos muito a trabalhar para ampliar os ganhos reais, e não retrocederemos nem um milímetro quanto a isso. Por final, parabenizamos a todos pelo Dia do Trabalhador. Que esse dia sirva para que se amplie a consciência de que juntos somos muito, mas muito mais fortes!
A Diretoria
Campanha Salarial Joinville: Sindicato convoca assembleia para quinta-feira (21/4)
Diante da intransigência do sindicato patronal, que não avança nos índices de aumento salarial para a categoria mecânica de Joinville e Região, o Sindicato dos Mecânicos decidiu convocar assembleia geral para análise, discussão e votação da contraproposta patronal para a próxima quinta-feira (21 de abril) às 9 horas na sede central do Sindicato, rua Luiz Niemeyer, 184, centro de Joinville. Até o momento o indicativo é de rejeição da contraproposta.
Segundo o presidente João Bruggmann, nesta segunda-feira (18) a entidade já esteve em frente à Franklin Eletric e Schneider Araquari contando aos trabalhadores como os empresários, seus patrões, estão tratando com desdém a categoria. Amanhã será a vez da Metalúrgica Duque receber o caminhão de som. Em todas as empresas os trabalhadores tem paralisado atividades para ouvir a diretoria do Sindicato. “Há um sentimento generalizado de indignação diante das fracas propostas do patronal, que como está, tem tudo para ser rejeitada na assembleia. Pedimos a todos que compareçam e venham saber da contraproposta, e votar. O que for decidido pela maioria, será acatado pelo Sindicato”, declara Bruggmann.
Caso a proposta do patronal seja rejeitada, as negociações podem ser retomadas ou ir a dissídio, já em estado de greve. O Sindicato considera a contraproposta patronal uma afronta aos trabalhadores, diante dos grandes lucros das empresas no último ano. A categoria mecânica, que congrega cerca de 20 mil trabalhadores, aprovou a pauta de reivindicações para a negociação coletiva pedindo 12% de aumento nos salários, e a elevação do piso de R$ 685,00 para R$ 850,00, além da manutenção das clausulas sociais da atual convenção coletiva que vale até a data-base, que é 1º. de abril.
Segundo dados fornecidos pelo Dieese /SC, a inflação do período entre abril de 2010 e março deste ano deverá ficou em 6,50%. A companheirada que tem interesse em conquistar mais para sua família deve comparecer em massa na próxima quinta-feira (21 de abril) a partir das 9 horas da manhã e decidir o que é melhor para a categoria. Sua presença é muito importante, juntos somos muito mais fortes.
Campanha Salarial 2011/2012 – São Bento do Sul já teve reunião; Joinville nem sinal de negociação!
As negociações da Campanha Salarial 2011/2012 começaram a caminhar, mas apenas em São Bento do Sul, onde o Sindicato negocia para todo o planalto norte. Na semana passada já houve a primeira rodada, onde o patronal apresentou o índice de 7,5% como aumento salarial, já rejeitado pela Comissão de Negociação do Sindicato, que não considera o índice ideal para repor perdas salariais com a inflação do período, que deve chegar entre 6,30 e 6,50%. As reuniões seguem adiante, mas é possível vislumbrar avanços em mais algumas rodadas que acontecerão.
Já em Joinville e região o patronal ainda continua a ignorar a pauta de reivindicações salariais e cláusulas sociais, e sequer definiu e aceitou inicio de negociações. Nenhuma reunião foi marcada até agora, e o Sindicato vai pressionar ainda mais as grandes empresas e médias, mobilizando os trabalhadores e trabalhadoras com o caminhão de som, explicando o descaso que os patrões demonstram novamente na hora de dividir seus enormes lucros com quem os produz. O Sindicato dos Mecânicos prorrogou a validade da atual convenção coletiva, já que a data-base é dia 1o. de abril, mantendo todos os efeitos enquanto a negociação não se define.
“Vamos aumentar e muito a pressão nas fábricas, explicando aos companheiros que as empresas não querem negociar, não tem interesse nenhum em valorizar quem lhes dá lucro. Não descartamos paralisações, como já fizemos na Duque”, informa o presidente João Bruggmann.
O que está para ser negociado
Apenas para maner atualizadas as informações aos leitores, seguem alguns detalhes: uma das maiores categorias de trabalhadores do norte catarinense reunindo cerca de 20 mil trabalhadores, os mecânicos aprovaram a pauta de reivindicação para a negociação coletiva reivindicando 12% de aumento nos salários, e a elevação do piso de R$ 685,00 para R$ 850,00, além da manutenção das clausulas sociais da atual convenção coletiva que vale até a data-base, que é 1º. de abril.
Segundo dados fornecidos pelo Dieese /SC, a inflação do período entre abril de 2010 e março deste ano deverá ficar entre 6,30 ou 6,50%.
Metalúrgica Duque: Sindicato e trabalhadores querem mudanças em setor
A Metalúrgica Duque, de Joinville (SC), sentiu mais uma vez a força do Sindicato dos Mecânicos na última sexta-feira (25), quando o caminhão de som falou alto na frente da fábrica, diante de desmandos de chefia do setor de esmaltação da empresa.
Cerca de 60 trabalhadores do setor no turno da manhã reclamam há semanas da conduta da chefia do setor que está intimidando pessoas, agindo de forma incompatível com as leis trabalhistas, e querem mudanças para a situação que pode provocar até paralisação das atividades da fábrica.
Segundo o diretor do Sindicato dos Mecânicos, Evangelista dos Santos, já foram realizados cinco atos e várias reuniões sobre o caso, inclusive com a diretoria da empresa. “A Duque prometeu providências após a manifestação do Sindicato com apoio dos trabalhadores. Ficou acertado que as coisas vão mudar, voltar ao normal. Estamos aguardando as atitudes, e estamos em alerta para voltar à frente da empresa”, destaca Evangelista.
A Duque tem cerca de 800 trabalhadores, e essa iniciativa de mobilização do Sindicato também converge para a Campanha Salarial 2011/2012, que até agora não caminhou. “Vamos ampliando a mobilização em frente às grandes empresas, queremos negociação”, afirma o presidente do Sindicato, João Bruggmann.