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	<title>Sindicato dos Mecânicos &#187; casa própria</title>
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		<title>Saques do FGTS para pagar casa própria crescem 57%</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 21:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[casa própria]]></category>
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		<category><![CDATA[fgts]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os saques de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para a compra da casa própria saltaram 57,2% no acumulado do ano até julho no confronto com igual período em 2008.</p>
<p>Entre os motivos, destaca José Maria Oliveira Leão, superintendente nacional do FGTS, estão o aquecimento do mercado imobiliário e o programa Minha Casa, Minha Vida, lançado pelo governo federal em março de 2009 com o objetivo de reduzir o deficit habitacional no país.</p>
<p>Já na comparação com o mesmo período no ano passado, o aumento foi de 13%, segundo dados da Caixa Econômica Federal, agente operadora do fundo.</p>
<p>Na média, considerando todas as formas de saque autorizadas, os acréscimos foram de 23,4% e 11,0%, respectivamente, nesses períodos.</p>
<p>O dinheiro pode ser usado na compra do imóvel, para reduzir as prestações do financiamento, para amortizar o saldo devedor ou para liquidar o débito com o banco, mas é preciso ficar atento aos períodos de carência.</p>
<p>Quem já teve uma moradia financiada pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), que engloba os empréstimos para a compra de unidades até R$ 500 mil, pode usar o FGTS para adquirir um segundo imóvel desde que não esteja na mesma localidade: município ou região metropolitana (se houver).</p>
<p>Vale lembrar ainda que o saque só será autorizado se o consumidor possuir pelo menos três anos de trabalho sob o regime do FGTS, somando-se todos os períodos com carteira assinada, na mesma ou em empresas diferentes.</p>
<p>De acordo com Mario Avelino, presidente do Instituto FGTS Fácil, o trabalhador ainda não dá a devida atenção ao dinheiro depositado na sua conta &#8220;porque não o põe no bolso&#8221; todos os meses.</p>
<p>&#8220;É uma poupança compulsória, mas rende menos [do que a caderneta] e tem regras para o saque&#8221;, resume.</p>
<p>Criado há 45 anos, em setembro de 1966, o fundo, inicialmente, tinha o objetivo apenas de garantir uma poupança ao trabalhador demitido sem justa causa.</p>
<p>Ao longo dos anos, foi passando por reformulações e, atualmente, pode ser sacado em 30 situações, como quando o trabalhador se aposenta, ao completar 70 anos ou por necessidade devido a doenças graves.</p>
<p>O trabalhador pode acompanhar o saldo da conta pela internet, pelo celular, em uma das agências da Caixa ou receber em casa o extrato dos lançamentos realizados.</p>
<p>&#8220;Não deixe para saber só quando for precisar [sacar]&#8220;, aconselha Leão. Avelino lembra ainda das empresas que não efetuam o depósito. Esse é mais um motivo para o trabalhador ficar atento ao saldo da sua conta.</p>
<p><strong>Rendimento<br />
</strong>O dinheiro depositado todos os meses pelo empregador na conta do funcionário rende menos (3% ao ano mais TR) até do que aquele aplicado na caderneta de poupança (6,17% mais TR).</p>
<p>Não raramente, a variação é inferior à inflação, o que significa que o montante perde poder de compra ao longo do tempo. Por isso, a dica de especialistas é que o dinheiro deve ser sacado na primeira oportunidade.</p>
<p><em>Da Folha Online</em></p>
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		<title>Empréstimos para compra da casa própria cresce 50% em um ano</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 13:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa própria]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O aumento nas operações de crédito para a compra da casa própria teve impacto na concessão geral de empréstimos no Brasil, informa o Banco&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento nas operações de crédito para a compra da casa própria teve impacto na concessão geral de empréstimos no Brasil, informa o Banco Central (BC). A nota sobre política monetária e operações de crédito do sistema financeiro, divulgada nesta quarta-feira (27), mostra que, em 12 meses, contabilizados de julho de 2010 a junho de 2011, o volume de empréstimos para aquisição de imóveis cresceu 50%.</p>
<p>Nesse período, o total emprestado passou de R$ 116,1 bilhões para R$ 167,4 bilhões. O chefe do Departamento Econômico (Depec) do BC, Tulio Maciel, disse que o crédito habitacional, incluindo imóveis financiados pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o Programa Minha Casa, Minha Vida, é a modalidade que “está puxando” os empréstimos para a pessoa física. O saldo habitacional passou a representar 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB), 1 ponto percentual acima do verificado em junho de 2010.</p>
<p>Maciel acredita que não haja no Brasil ameaça de bolha de crédito como ocorreu nos Estados Unidos durante o epicentro da crise financeira internacional, deflagrada no final de 2008 e cujos efeitos foram sentidos a partir de 2009. “A participação é muito restrita”. A avaliação é de que os empréstimos continuem crescendo, mas com efeito estatístico menor.</p>
<p>A maior parte do crescimento do crédito habitacional foi verificada no ano passado. No primeiro semestre deste ano, o percentual acumulado é 20,7% (em junho, o crescimento foi 3,8%). “A gente espera que continue crescendo em taxas significativas, mas que arrefeça”, disse Maciel.</p>
<p>O aumento do financiamento habitacional compõe o crescimento das operações de crédito do sistema financeiro, que, segundo o BC, teve a maior alta desde 2000 (início da série): 47,2% no primeiro semestre. Para o chefe do Depec, o crescimento “está em linha” com as previsões do BC e pode chegar a 48%.</p>
<p>A expectativa de que os empréstimos continuem sendo procurados tem relação com o aumento da massa salarial (empregos gerados e salários pagos), o que também favorece a diminuição da inadimplência. O percentual de aumento da massa salarial, que ficou em 6,7% em março, manteve-se nesse mesmo patamar em maio e, em junho, ficou em 6,3%. “A massa salarial maior favorece o cumprimento de obrigações”, observou Maciel.</p>
<p>O BC também observou uma tendência de alongamento do pagamento da dívida, o que colabora para a diminuição da inadimplência. O prazo médio de pagamento da dívida, que era 383 dias em dezembro de 2009, fechou em 482 dias no mês passado, para pessoas físicas e pessoas jurídicas. É o caso, por exemplo, de quem tem dívida com cheque especial ou cartão de crédito e quita com um empréstimo mais alongado sob consignação em folha de pagamento ou pelo crédito direto ao consumidor (CDC).</p>
<p>Além dos dados semestrais, o BC apresentou nesta quarta os indicadores de julho, que confirmam o aumento do custo de empréstimo. Segundo o chefe do Depec, os empréstimos pelo sistema financeiro ficaram 0,8% mais caros, nos primeiros nove dias úteis de julho (até o dia 13); a taxa de juros aplicada chegou a 40,2% (variação de 0,7 ponto percentual) e o <em>spread</em> bancário teve aumento de 0,6%.</p>
<p>Rede Brasil Atual</p>
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		<title>Classe D já sonha com a casa própria</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 19:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[casa própria]]></category>
		<category><![CDATA[sonho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Com um poder de consumo de R$ 381,2 bilhões somente em 2010, o grande desejo da classe D é a casa própria. Segundo pesquisa&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com um poder de consumo de R$ 381,2 bilhões somente em 2010, o grande desejo da classe D é a casa própria. Segundo pesquisa da consultoria Quórum Brasil, obtida com exclusividade pelo ‘Estado’, 72% das famílias com renda de R$ 800 a R$ 1.020 por mês ambicionam comprar um imóvel.</p>
<p>O aumento da renda ampliou o consumo desse grupo da população e também chamou a atenção de algumas empresas e bancos. Para especialistas, porém, o acesso ao crédito de maiores valores, como o imobiliário, ainda é limitado.</p>
<p>&#8220;Essas pessoas que hoje estão na base da pirâmide são tomadoras de crédito para a compra do computador, moto, carro ou para financiar viagens. Mas são créditos de valores menores&#8221;, explica o diretor de crédito imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges. &#8220;Agora é que eles começam a ter alguma participação em termos de financiamento imobiliário.&#8221;</p>
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		<title>Minha Casa Minha Vida supera mil financiamentos em um mês</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 14:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[casa]]></category>
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		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa Minha Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="justify">O programa Minha Casa, Minha Vida completou um mês com 1.089 financiamentos concedidos pela Caixa Econômica Federal (CEF), aprovação de dez projetos e 1.730&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O programa Minha Casa, Minha Vida completou um mês com 1.089 financiamentos concedidos pela Caixa Econômica Federal (CEF), aprovação de dez projetos e 1.730 unidades habitacionais. As famílias mais beneficiadas até agora foram as com renda entre três e seis salários mínimos &#8211; 684 financiamentos obtidos e 645 moradias aprovadas. O total financiado chega a R$ 48 milhões, sendo que R$ 2,7 milhões são recursos do Orçamento Geral da União e R$ 8,2 milhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).</p>
<p align="justify">Segundo o superintendente regional da CEF em São Paulo, Válter Nunes, foi possível assinar empréstimos dentro das condições novas já no primeiro mês porque o banco possuía projetos em sua carteira que se enquadravam no perfil do programa. &#8220;Migramos projetos já avaliados pela Caixa para o Minha Casa, Minha Vida&#8221;, diz ele.<br />
 <br />
A segunda faixa de renda que mais obteve financiamento neste primeiro mês foi a de até três salários mínimos, com 211 assinaturas, enquanto a de seis a dez salários conseguiu 194 empréstimos. A Caixa não possui informação sobre onde ficam os empreendimentos comprados por essas famílias.</p>
<p align="justify">Dos dez projetos aprovados, com valor de venda total de R$ 90,7 milhões, dois atendem às famílias com renda até três salários mínimos e sete se destinam à faixa de três a seis mínimos. Apenas um projeto é voltado para famílias com renda entre seis e dez mínimos.<br />
 <br />
São Paulo receberá a maioria dos empreendimentos, com sete obras nas cidades de Piracicaba, Campinas, Ribeirão Preto, Bauru, Taubaté e na capital. Os projetos somam 647 unidades habitacionais no Estado: 560 para famílias com renda entre três e seis salários mínimos, e 87 (na capital) para a faixa de seis a dez.<br />
 <br />
Os dois únicos empreendimentos com subsídio total para quem ganha até três salários mínimos ficam no Mato Grosso. Os outros dois conjuntos para famílias na faixa de três a seis salários serão construídos em Minas e Rio Grande do Sul. Segundo a CEF, há mais 270 projetos sendo avaliados, somando mais 50 mil unidades. No Feirão da Casa Própria em São Paulo (21 a 24 de maio), 26,6 mil imóveis dos 38,6 mil inscritos se enquadram no Minha Casa, Minha Vida, e a expectativa é que o evento impulsione ainda mais as vendas.</p>
<p align="justify">Até o momento, 16 Estados e 340 municípios aderiram formalmente ao programa, mas segundo Nunes, todos os governadores e prefeitos das capitais já demonstraram disposição para ajudar a viabilizar os investimentos. &#8220;Recebemos manifestação de interesse de todos os Estados e das capitais, e muitos governos começaram a realizar eventos para a divulgação do programa&#8221;, diz Nunes. Entre as capitais, 12 já aderiram.</p>
<p align="justify">A CEF cadastrou até o dia 11 de maio 198 mil pessoas que querem obter financiamento pelo programa. O universo de pessoas interessadas, porém, é muito maior, considerando que famílias de até três salários mínimos devem fazer seus cadastros nas prefeituras.</p>
<p align="justify"><em>Fonte: Folha de São Paulo</em></p>
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