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	<title>Sindicato dos Mecânicos &#187; CMS</title>
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		<title>CUT e movimentos sociais realizarão ato por banda larga como direito de todos os brasileiros</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 14:15:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[CMS]]></category>
		<category><![CDATA[CUT]]></category>
		<category><![CDATA[movimentos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Nacional de Banda Larga]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>O que era para ser um mecanismo fundamental para democratizar a comunicação, expandir a inclusão e ampliar o desenvolvimento econômico e social do Brasil, ganha contornos de tiro na água e grande negócio apenas para as empresas de telecomunicações.</p>
<p>De olho no cenário de retrocesso que toma conta do Plano Nacional de Banda Larga, a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) definiu, em reunião na sede nacional da CUT na manhã desta terça-feira (12), a realização de um ato unificado no dia 15 de agosto, em São Paulo. Detalhes como horário e local ainda serão definidos nos próximos dias.</p>
<p>O encontro de hoje contou com a participação do presidente do Centro de Estudos de Mídia Alternativa, Altamiro Borges, que resgatou a distância entre a expectativa inicial das entidades em defesa da democratização na comunicação e o resultado final do projeto.</p>
<p><strong>Prioridade não tão prioritária<br />
</strong>Para ele, a sinalização de que a universalização da internet seria prioridade no governo Dilma, com a indicação de Paulo Bernardo para o Ministério das Comunicações, que, ao contrário do antecessor, não era intimamente ligado aos empresários do setor de radiodifusão, não se concretizaram. “Assim que o governo ressuscitou a Telebrás para fixar preços, fiscalizar a qualidade do serviço, acompanhar o cumprimento das metas, as teleoperadoras foram para a guerra, fizeram pressão e o governo recuou”, avaliou.</p>
<p>“Muitos de nós apostávamos que poderíamos caminhar para o projeto de regime público, com maior possibilidade de democratização do que existe hoje nas concessões de rádio e TV. Porque a internet no Brasil é lenta, ruim e cara”, criticou Rosane Bertotti, secretária de Comunicação da CUT.</p>
<p>Borges lembrou que a banda larga representa um grande prejuízo para o setor que mais cresce na economia mundial, já que a comunicação digital substitui a telefonia por voz. Para se ter uma ideia, a Globo lucrou em 2010, R$ 27 bilhões, enquanto as teles arrecadaram R$ 140 bilhões.</p>
<p>“O Plano Geral de Metas para Universalização – que antecede o PNBL – nasce bastante limitado e favorece a segregação. Quem tem dinheiro terá internet de primeira qualidade e quem não tem terá uma ‘carroça’, de segunda qualidade. Além disso, não fixa metas de universalização, a velocidade é muito baixa, substitui a multa por expectativa de investimento e não trata da inclusão rural”, citou.</p>
<p>O representante do Barão de Itararé criticou ainda a falta de diálogo do governo com os movimentos sociais. “Na reta final, não teve conversa. Não fomos ouvidos, mas informados.”</p>
<p>Lutar em muitas frentes – Além do ato, as entidades que compõem a CMS irão solicitar ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) um estudo comparativo entre a proposta do PNBL e a oferta de banda larga em outros países.</p>
<p>Paralelamente, a coordenação formalizará um documento com críticas à estrutura do plano e irá preparar um documento para dialogar com a população sobre a importância de uma internet de alta velocidade, acessível e democrática.</p>
<p><strong>Aeroportos populares<br />
</strong>O encontro da CMS contou também com o presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina), Francisco Lemos, que tratou da privatização dos aeroportos brasileiros, que começou por Campinas, Guarulhos e Brasília.</p>
<p>Para ele, há uma tentativa de tirar o caráter popular das viagens de avião, atualmente acessível às classes C e D por conta da ascensão social a partir do governo Lula. “Hoje, nossos aeroportos parecem rodoviárias, mas não é motivos para termos vergonha e sim nos orgulharmos. Percebemos que os grandes empresários não se conformam em ver a empregada doméstica, a família de nordestinos dividindo o mesmo espaço”, avalia.</p>
<p>Uma das estratégias, acredita, é desvalorizar a Infraero, estatal responsável pela administração das praças. “Como toda empresa que vai passar por um processo de privatização, o primeiro passo é denegrir a imagem. Muitos problemas que são atribuídos à Infraero, na verdade, são responsabilidade da Anac (Agência Nacional de Aviação), composta por pessoas que não são da aviação. A Infraero não tem a função de fiscalizar, fazer autuação, isso é papel da Anac, que não atua para cobrar as empresas pelo ritmo que impõe aos trabalhadores. O resultado é a alta rotatividade, baixos salários, a falta de treinamento”, afirmou.</p>
<p><strong>Pauta prioritária <br />
</strong>Lemos ressaltou que a luta do Sina e da CUT é para mudar o modelo de concessão, que deixa nas mãos da estatal apenas 49% do controle sobre ao aeroportos. Também há uma grande preocupação em fazer com que atividades-fim como de operação, segurança, controle de carga aérea e tarifário continuem nas mãos do Estado.</p>
<p>A proposta será defendida em reunião com o ministro Wagner Bittencourt, da Secretaria de Aviação Civil, em audiência nesta quarta (13), ao lado da direção cutista. Clique aqui para saber mais.</p>
<p>“Caso tiremos das mãos do Estado as três praças mais rentáveis, como iremos financiar as demais, no resto do país? Teremos que tirar dinheiro de outras pastas como saúde e educação”, falou.</p>
<p>Secretário-geral da CUT, Quintino Severo, endossou a necessidade de ampliar o debate. “Temos que transformar essa luta em uma bandeira da sociedade brasileira, como fizemos no caso da Petrobrás. Porque o enfrentamento a essa visão privatista é uma das pautas prioritárias da Central e dos movimentos sociais, que também devem pressionar o Congresso para ao menos inverter a participação da Infraero nesse modelo.”</p>
<p>Em agosto, o Sina lançará também um manifesto no Congresso Nacional, nos aeroportos, em rodoviárias e feiras típicas nordestinas. “É para esses companheiros nordestinos, que usam avião como forma de integração que vamos denunciar”, alertou Francisco Lemos.</p>
<p><em>CUT Nacional</em></p>
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		<title>Assembleia da CMS em defesa do projeto popular e democrático</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 17:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais Sindicais]]></category>
		<category><![CDATA[CMS]]></category>
		<category><![CDATA[CUT]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[sindicalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Aproximadamente 3 mil militantes de diversos movimentos sociais e regiões brasileiras lotam desde as10h a Quadra do Sindicato dos Bancários, na capital paulista, realizando&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproximadamente 3 mil militantes de diversos movimentos sociais e regiões brasileiras lotam desde as10h a Quadra do Sindicato dos Bancários, na capital paulista, realizando aAssembleia Nacional da Coordenação dos Movimentos Sociais.</p>
<p>&#8220;Essa Assembleia é uma forte,uma contundente demonstração de unidade dos movimentos populares do campo e dacidade que enviam um recado bastante claro: queremos consolidar as mudanças dos últimos anos, ampliar as conquistas, avançar nas mudanças que ainda faltam eimpedir qualquer retrocesso&#8221;, explica Antonio Carlos Spis, integrante da CMS.</p>
<p>A Assembleia Nacional da CMS vai aprovar e divulgar, ao final da atividade, um conjunto de propostas ereivindicações intitulado &#8220;Projeto Brasil&#8221;.<br />
Lideranças de diversosmovimentos compõem a mesa coordenadora e falaram durante o ato. No início da tardeteve início o debate com os presentes.</p>
<p>Em todas as falas doperíodo da manhã, as lideranças citaram a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora- Assembleia que ocorre amanhã, dia 1º, no Estádio do Pacaembu, que terá apresença de mais de 30 mil militantes dos movimentos sindicais.</p>
<p>Artur Henrique, presidenteda CUT, lembrou que &#8220;a diversidade incrível representada por esta Assembleia daCMS, a luta das mulheres, dos negros, dos povos indígenas, dos sem-terra, dostrabalhadores do campo e da cidade, é essa diversidade que impediu o golpecontra o presidente Lula em 2005 e que vai garantir a manutenção do projetopopular para este país&#8221;, disse. &#8220;Ainda precisamos de mais mudanças, precisamosde uma, de uma mulher presidente da República&#8221;, conclamou.</p>
<p><em>Do Portal da CUT Nacional</em></p>
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