Campanha de Alimentos da Busscar ganha doação de mil cestas

Publicado por Administrador 29 junho, 2010 (5) Comentários Imprimir

Prestes a completar duas semanas de arrecadação a Campanha de Alimentos para os trabalhadores da Busscar Ônibus recebeu importante contribuição da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT) esta semana: a doação de mil cestas básicas que devem ser entregues nos próximos dias.

Até a chegada dessa grande doação de alimentos o placar da solidariedade estava em 913 cestas básicas somente em Joinville. Agora a Campanha de Alimentos chega a quase duas mil cestas básicas, mas que ainda é pouco diante da grande necessidade dos companheiros. Em Rio Negrinho foram doadas 400 cestas por parte da Prefeitura do município segundo informações  recebidas.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Joinville também realizou uma arrecadação junto à categoria, um grande apoio para ajudar cerca de três mil famílias que estão sofrendo diante da crise e sem receber salários a quase três meses. Empresas, entidades e até pessoas físicas estão apoiando a causa. O Sindicato dos Mecânicos, que lidera essa campanha, alerta que ninguém está autorizado a bater nas portas de empresas e residências pedindo alimentos em nome da Busscar ou Sindicato. “Os alimentos devem ser enviados ao Sindicato ou ligar para 3027.1183 e pedir que alguém busque”, explica o presidente João Bruggmann.

Mesmo com o andamento razoável da Campanha de Alimentos, Bruggmann apela para que a comunidade continue ajudando, agora com outros produtos como de higiene pessoal e coisas do gênero, já que a situação é realmente preocupante. “Estamos trabalhando e pressionando a empresa e acionistas para que dêem solução, e ao mesmo tempo, atendendo a necessidade de alimentação dessas famílias contando com apoio de Joinville e quem mais quiser ajudar”, explica Bruggmann.

Quem recebe as cestas em primeiro lugar são os salários mais baixos, e assim por diante, critério adotado pela comissão de trabalhadores da Busscar e diretores do Sindicato que lá trabalham, responsáveis por fiscalizar, organizar e entregar as cestas básicas.

Quem quiser participar e doar alimentos ligue para 47 – 3027.1183 e peça mais informações de como proceder. O Sindicato dos Mecânicos e trabalhadores da Busscar agradecem imensamente a solidariedade.

Categorias : Destaque Tags : , , , ,
 

Meirelles: economia do Brasil passou por teste

Publicado por Administrador 17 agosto, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, voltou a dizer que a política econômica brasileira passou por um grande teste, comprovando que o crescimento experimentado nos anos anteriores não era fruto apenas da expansão benigna que acontecia no mundo. Segundo ele, durante muitos anos se questionou se o Brasil crescia ancorado apenas nas condições mundiais favoráveis.

“Então o teste veio. Preferíamos ter tido um teste mais suave. Mas ele veio e o sistema se manteve ancorado e sustentado em bases sólidas”, afirmou Meirelles na abertura do seminário sobre Riscos, Estabilidade Financeira e Economia Bancária, promovido pelo BC, em São Paulo.

Ele disse que o País deu respostas precisas a cada um dos problemas gerados pela crise. Lembrou que o Banco Central disponibilizou R$ 100 bilhões dos recursos dos depósitos compulsórios para garantir a proteção à liquidez do sistema financeiro, e destacou as ações adotadas pelo BC para conter a deterioração do mercado de câmbio, como a atuação no mercado de dólar e com linhas de empréstimos aos exportadores, o que foi possível, segundo ele, devido à política de acúmulo de reservas.

O presidente do BC também mencionou ainda as ações de estímulo fiscal e alívio monetário, adotadas dentro do regime de metas de inflação. “Foram respostas rápidas à problemas específicos”, afirmou Meirelles.

Fonte: Sindicato do ABC

Categorias : Notícias Tags : , , ,
 

Indústria dá sinais de recuperação

Publicado por Administrador 13 abril, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

A indústria brasileira começa a dar sinais de recuperação no primeiro trimestre deste ano, após queda generalizada nos pedidos recebidos em dezembro. Um mapeamento feito com base na Sondagem da Indústria de Transformação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) revela que a retomada da demanda está concentrada na produção de bens cujo consumo depende da renda do trabalhador, como alimentos, e da indústria automobilística, que teve o corte de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) renovado.

Em dezembro, no ápice da crise, todos os 14 setores pesquisados pelo estudo feito a pedido do Estado registraram queda na demanda global em relação a setembro. A demanda global inclui os pedidos para mercado interno e externo. Já em março, sete setores saíram do terreno negativo na demanda global na comparação com dezembro, observa o responsável pela área técnica da sondagem, Jorge Ferreira Braga.

A indústria automobilística, de móveis, de alimentos, têxtil, de vestuário e calçados, de celulose, papel e papelão e de produtos de matérias plásticas, as duas últimas fornecedoras de embalagens para o setor de alimentos, reagiram no primeiro trimestre, aponta a sondagem. A pesquisa consultou 1.066 empresas que, juntas, faturaram no ano passado R$ 540 bilhões. Em março foram vendidos 271,4 mil veículos no País, 16,9% a mais que em igual mês de 2008. Após dois meses de queda, a indústria de motocicletas também apresenta leve recuperação. Em março foram fabricadas 126.295 unidades, 54,9% a mais do que no mês anterior. O volume é 31,7% inferior ao de março de 2008, mas representa um sinal de que o pior da crise começa a ficar para trás.

“O mercado interno está segurando a queda”, afirma Sérgio Amoroso, presidente do Grupo Orsa, uma das grandes companhias do setor de celulose, papel e papelão para embalagens. Ele conta que, entre dezembro e fevereiro, a sua empresa registrou quedas superiores 10% na demanda doméstica na comparação com os mesmos meses do ano anterior.

Em março, a queda na demanda doméstica de embalagens produzida pela empresa ficou em 7,5% em relação a março de 2008. “Com 7,5% de queda dá para viver”, diz o empresário, que projeta recuo de 5% para abril na comparação anual. Amoroso frisa que ainda é cedo para afirmar que há uma recuperação. No mercado externo o empresário diz que houve pequena melhora na demanda por celulose, puxada pela China. Mas os estoques mundiais de celulose ainda são altos e os preços não cobrem os custos.

“O mercado não está hoje tão recessivo quanto pensávamos”, afirma o presidente da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel), José Luiz Diaz Fernandez . Ele conta que o setor projetava queda de 50% na demanda neste primeiro trimestre. Apesar de não ter os números fechados, ele diz que o recuo foi menor.

“Fizemos duas feiras e cortamos as margens de lucro. Com isso, as lojas estão comprando, mas o volume é menor em relação ao do ano passado”, pondera o presidente da Abimóvel.

Os alimentos são um caso à parte entre os setores analisados pela sondagem. Braga, da FGV, diz que o indicador de demanda global da indústria de alimentos em março ficou acima da média dos últimos 14 anos. “Trata-se de um item que é imune à crise porque não depende de crédito para ser comprado”, explica o economista. Além disso, a inflação em baixa joga a favor das vendas de comida.

Já os setores “lanterninhas” na recuperação no primeiro trimestre são aqueles cujas vendas dependem crédito, estão ligadas à exportação ou a investimentos, observa o economista da FGV. Nesse rol estão a metalurgia, a indústria química, mecânica, de minerais não metálicos, material elétrico e de comunicação, entre outros. Braga observa que, em março, o nível de demanda global desses setores ficou bem abaixo da média dos últimos 14 anos.

Na siderurgia a produção de aço bruto em fevereiro cresceu 2,3% ante janeiro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS). Mas, quando se leva em conta o primeiro bimestre de 2009 em relação ao mesmo período de 2008, a queda foi de 42,4%. “Estamos vendo uma luz no fundo do túnel, mas a recuperação é mínima”, diz o vice-presidente executivo do IBS, Marco Polo de Mello Lopes.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Categorias : Notícias Tags : , , ,
 

Lula convida centrais sindicais para debater a crise

Publicado por Administrador 25 novembro, 2008 Nenhum Comentário Imprimir

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convidou os dirigentes das centrais sindicais e lideranças dos movimentos sociais para uma reunião no Palácio do Planalto na próxima quarta-feira (26), às 13h30. Na oportunidade, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, fará uma exposição da situação econômica do país.

Esta semana os dirigentes das centrais, CUT, Força Sindical e outras, formalizaram documento que será entegue ao presidente Lula.  O documento diz que as Centrais propõem, nesse momento de crise, o resgate dos principais pontos que orientaram a construção da Agenda dos Trabalhadores pelo Desenvolvimento, tendo como prioridade absoluta, medidas voltadas para a geração de emprego e renda.

E prossegue: “O movimento sindical brasileiro pretende preservar o caminho do crescimento. Diante dos riscos de desaceleração da atividade econômica, apoiamos o teor das medidas emergenciais tomadas pelo governo. Entretanto, consideramos que são necessárias a adoção de políticas e medidas de contrapartidas sociais que visem a proteção
dos trabalhadores e da população pobre.”

O documento finaliza afirmando que: “Reconhecemos, ademais, que a superação mundial da crise vai depender de uma nova arquitetura do sistema financeiro mundial. A desmontagem da especulação financeira cobra um preço alto daqueles que não fizeram parte da festa dos ganhos fáceis. O Brasil terá voz decisiva na construção desse novo arranjo internacional se for capaz de propor uma agenda viável para o enfrentamento da pobreza e da concentração de renda. Em parte, isso está em curso no nosso país. Mas, é preciso avançar muito mais. O Movimento  indical dos Trabalhadores está pronto a exercer papel ativo e ser importante referência na construção desta nova ordem econômica e social. Enfrentar a especulação financeira, controlar os fluxos de capitais, tributar com justiça e, sobretudo, reforçar as políticas sociais que garantam a inclusão de todos, fazem parte dessa agenda para viabilizar a superação da crise na direção que interessa aos trabalhadores e ao povo”.

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

Categorias : Notícia Destaque Tags : , , , ,
 

Crise: EUA vão comprar US$ 250 bi em ações de bancos

Publicado por Administrador 14 outubro, 2008 Nenhum Comentário Imprimir

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, divulgou hoje (14) os primeiros detalhes de um plano no valor de US$ 250 bilhões para capitalizar os grandes bancos do país. Em uma iniciativa semelhante à adotada por países europeus, os Estados Unidos vão comprar ativos de bancos, além de garantir empréstimos entre instituições financeiras. Em entrevista coletiva à imprensa, Bush admitiu que a crise mundial já atinge diretamente a vida dos norte-americanos.

“São ações inteligentes. Esse novo capital vai ajudar os bancos a fazer empréstimos e a compensar as perdas durante a crise”, disse o presidente norte-americano, que chegou a comentar as reuniões do G7 (grupo formado pelas sete maiores economias do mundo) e do G20 (grupo que inclui os países emergente, inclusive o Brasil), realizadas no último fim de semana, na tentativa de acalmar as bolsas internacionais.

Ele anunciou que um fundo vai garantir as dívidas dos bancos. Segundo Bush, as instituições financeiras não têm conseguido dinheiro emprestado e a medida vai facilitar a vida dos norte-americanos. Outra estratégia será expandir os seguros o que, de acordo com o presidente, dará “paz de espírito” à população.

A compra de papéis de curto prazo, também divulgada pelo governo norte-americano, abre caminho, de acordo com Bush, para que mais empregos sejam criados no país. Ele destacou que o objetivo do pacote não é tomar o mercado, mas preservá-lo.

“Estamos tentando dominar essa crise. O povo americano pode ter confiança. O plano é ousado, flexível e foi lançado para atacar a raiz do problema”.

O pronunciamento de Bush foi feito minutos antes da abertura das bolsas norte-americanas. Os recursos virão do pacote de US$ 700 bilhões aprovado pelo Congresso no início deste mês. Segundo Bush, a previsão é de que o secretário do Tesouro, Henry Paulson, e o presidente do Banco Central dos Estados Unidos (Federal Reserve), Ben Bernanke, divulguem mais detalhes do plano em entrevista coletiva ainda hoje.

Fonte: Ag. Brasil

Categorias : Notícia Destaque Tags : , , , ,
 

Lula: “Comigo não tem pacote”

Publicado por Administrador 10 outubro, 2008 Nenhum Comentário Imprimir

Em entrevista a agência de notícias, no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva descartou o uso de pacote para combater os efeitos da crise internacional sobre a economia brasileira. Segundo ele, o Brasil já teve muitos pacotes e por isso “quebrou a cara muitas vezes”.

“Comigo não tem pacote. Serão medidas a medidas, pontuais”, afirmou o presidente. Ele lembrou que, desde setembro, já vem alertando sobre os riscos da crise financeira provocada pela inadimplência do setor imobiliário americano, chamado subprime. “É como boletim de criança que tira nota baixa e quer esconder dos pais. Não adianta esconder que um dia aparece.”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (10) a crise financeira internacional não atingiu em cheio o Brasil. “Todos os países serão atingidos, mas o Brasil sofrerá menos do que qualquer outro país”

Para Lula “é como se tivéssemos tomado uma vacina contra uma doença”. Ele reconheceu que a crise é profundamente forte, mas o Brasil está “profundamente preparado”. O presidente garantiu, em entrevista a agências de notícias, no Palácio do Planalto, que não irá cortar investimentos nos programas sociais por causa da crise financeira. Segundo ele, investir nesses programas é garantir o crescimento do mercado interno. “Não vamos tirar nenhum centavo desse dinheiro”, afirmou em resposta a uma pergunta da Agência  Brasil.

Fonte: Ag. Brasil

Categorias : Notícia Destaque Tags : , , ,
 
Rua Luiz Niemeyer, 184 - Centro • Joinville / Santa Catarina
CEP: 89201-060 • Cx Postal: 716
Fones: (47) 3027-1183 • E-mail: sindicato@sindmecanicos.org.br