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	<title>Sindicato dos Mecânicos &#187; desemprego</title>
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		<title>Falta de emprego é maior entre jovens, mulheres e inexperientes</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O desemprego brasileiro tem uma cara jovem, feminina, de média escolaridade e inexperiente. Para pessoas com essas características, a taxa de desocupação no Brasil é bem superior à taxa global de 4,7% registrada em dezembro do ano passado segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No último mês do ano passado, 1,1 milhão de pessoas estavam desempregadas nas seis capitais pesquisadas. Desses, 213 mil buscavam o primeiro emprego.</p>
<p>Karina Pereira, de 18 anos, é um exemplo desse perfil. Ela acabou de completar o ensino médio e está procurando o primeiro emprego. Karina gostaria de trabalhar como assistente-administrativo ou na área de informática, já que pretende começar neste ano uma faculdade de ciências da computação.</p>
<p>Encontrar um trabalho está entre as condições para cursar &#8211; e pagar &#8211; a faculdade. &#8220;Desde que me formei, meus pais, tios e amigos da família estão tentando me indicar trabalhos, mas até agora não encontrei nenhum. Estou ansiosa para começar&#8221;, diz a jovem, que foi ontem pela primeira vez a um Centro de Apoio ao Trabalho (CAT) em São Paulo montar o seu perfil profissional e buscar vagas disponíveis. Não conseguiu nada. A pretensão salarial de Karina é de R$ 1 mil, &#8220;mas acho que devo receber mesmo é R$ 900 no primeiro emprego&#8221;. Talvez a jovem esteja sendo muito otimista. Priscila Delphino, de Osasco, também tem 18 anos e procura o seu primeiro trabalho.</p>
<p>Ela já foi duas vezes ao CAT e ontem saiu com uma entrevista marcada para recepcionista de cinema em um shopping. O salário oferecido pela empresa é o mínimo (R$ 622), abaixo da sua pretensão (R$ 900). Entre as vagas compatíveis com o perfil de Priscila, essa era a única que não exigia experiência. Ela chegou a fazer ensino médio técnico em gestão de empresas, mas as oportunidades em recursos humanos, área de interesse da jovem, não consideram o curso técnico como experiência. Ela conta que menos de um terço da sua turma de 22 alunos conseguiu emprego até agora.</p>
<p>A taxa de desocupação entre as mulheres fechou o ano passado em 6%, mas entre os homens o índice é de 3,7%. Essa diferença é histórica, mas, segundo especialistas consultados pelo Valor, vem diminuindo. &#8220;Um exemplo desse fenômeno é a redução da oferta de empregadas domésticas. As mulheres [com menos qualificação] buscam empregos em serviços, sendo que a renda não é, necessariamente, maior, mas há a questão do status social e de o trabalho ser mais regulamentado, com condições mais claras&#8221;, afirma José Márcio Camargo, especialista em mercado de trabalho da PUC-Rio.</p>
<p>O pesquisador também aponta a falta de conhecimento sobre o novo profissional como um problema. &#8220;Há assimetria de informações entre a empresa que disponibiliza a vaga e o candidato que quer ser empregado. Oferecer um salário compatível com a produtividade do trabalhador em seu primeiro emprego é extremamente difícil&#8221;, diz.</p>
<p>Marcelo Neri, economista-chefe do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, relata assim a dificuldade do jovem: &#8220;Não tenho experiência, logo não consigo emprego; mas se não tenho emprego, não adquiro experiência&#8221;. diz. &#8220;Além disso, muitos não querem a mesma profissão dos pais. Filho de peão, peãozinho não é, pois eles já cursaram o ensino médio&#8221;, diz ele.</p>
<p>O desemprego no Brasil também é mais baixo entre aqueles com poucos anos de estudo (3,7%) ou aqueles com ensino superior (4,5%). Para quem tem entre oito e dez anos de estudo, o que significa ter concluído pelo menos o ensino fundamental e, no máximo, o ensino médio, a desocupação é de 7%.</p>
<p>Para Luiz Scorzafave, professor de economia da USP em Ribeirão Preto, há três principais hipóteses que justificam o desemprego maior entre as pessoas com nível escolar médio. &#8220;A quantidade de pessoas com nível médio incompleto está aumentando no mercado de trabalho e não há geração de vagas suficientes para essa qualificação. Além disso, como as pessoas estão estudando mais, a quantidade de postos de trabalho para pessoas com baixa escolaridade consegue atender a oferta. Finalmente, o número de pessoas com ensino superior está aumentando e elas têm um leque de opções maior. A pessoa com ensino superior pode exercer funções de quem tem menos qualificação. O contrário não é verdadeiro.&#8221;</p>
<p>Para Camargo, calcular a produtividade do candidato está entre as dificuldades que influenciam na taxa de ocupação do profissional com nível de escolaridade média. &#8220;Sobre o profissional mais qualificado, é fácil conseguir informações da qualidade da universidade cursada, por exemplo. No nível intermediário, não há informações disponíveis&#8221;, diz ele.</p>
<p>Apesar de o desemprego maior entre os jovens ser comum aos mercados de trabalho em todo o mundo, a falta de medidas que evitem o agravamento desse cenário pode trazer frustrações e atrapalhar o andamento da economia brasileira. Scorzafave alerta para o risco da informalidade. &#8220;Essa busca frustrada pelo primeiro emprego pode incentivar a informalidade. Um profissional relativamente qualificado pode aceitar se inserir de maneira mais precária no mercado de trabalho.&#8221;</p>
<p>O professor da USP-Ribeirão destaca a importância de investimentos para manter os alunos na escola e aumentar os anos de estudo. &#8220;Com mais tempo na escola, o jovem retarda a procura do primeiro emprego, entra no mercado mais qualificado e começa a contribuir com a previdência mais tarde, retardando a aposentadoria. São vários os aspectos positivos para o país&#8221;, destaca.</p>
<p><em>Do Valor Econômico</em></p>
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		<title>Desemprego na América Latina cai em 2011 à menor taxa histórica</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 21:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Mais fortes do que no passado para enfrentar os efeitos de crises econômicas globais, América Latina e Caribe terminaram 2011 com desemprego em queda&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais fortes do que no passado para enfrentar os efeitos de crises econômicas globais, América Latina e Caribe terminaram 2011 com desemprego em queda e no menor nível histórico. A perspectiva de que a economia mundial em 2012 acentue o baixo crescimento aponta, porém, para uma freada na redução do desemprego na região.</p>
<p>O panorama do mercado de trabalho latino-americano e caribenho foi traçado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em relatório divulgado nesta quinta-feira (12). De acordo com o documento, a taxa de desemprego na região caiu de 7,3% para 6,8% de 2010 para 2011, alcançando o patamar mais baixo nesta pesquisa, feita com dados oficiais fornecidores pelos países.</p>
<p>“Este é um avanço muito positivo”, diz o relatório, mencionando que no início do século a região conviveu com taxas superiores a 10%. “O que vemos agora é um reflexo de um ciclo positivo de crescimento econômico que dura mais de cinco anos e não se viu interrompido pelas crises.”</p>
<p>Pelo relatório, 700 mil pessoas conseguiram emprego e entraram para o mercado de trabalho na região em 2011. O país com menor desemprego é o Panamá, com taxa de 4,5% (era de 6,5% em 2010), seguido pela República Dominicana, onde, no entanto, a taxa subiu de 5% para 5,6%. Na ponta oposta e únicos com desemprego de dois dígitos, estão situação Jamaica (caiu de 12,6% para 12,5%) e Colômbia (de 12,1% para 11,3%).</p>
<p>A Colômbia é o único país da América do Sul e um dos poucos na região com um governo conservador e que, com a crise global, foi ao Fundo Monetário Internacional (FMI).</p>
<p>Na avaliação da OIT, a evolução observada em 2011 não deve se repetir 2012, ao menos com base no que é possível dizer hoje diante do que se imagina para o ano. A crise da dívida de países da Europa e o baixo crescimento no continente devem impactar toda a economia global, ainda que em intensidades diferentes, e segurar em 6,8% a taxa de desemprego latino americano, na previsão da OIT.</p>
<p>No relatório, a entidade manifesta preocupação com o fato de a crise da dívida na Europa estar sendo enfrentada com soluções que precarizam o mercado de trabalho &#8211; corte de direitos e redução da proteção social. O problema seria a &#8220;má influência&#8221; daquelas decisões em corações e mentes latino-americanas.</p>
<p>&#8220;Junto ao rigores da crise, está o risco de contágio de essa visão de políticas fiscais recessivas e de flexibilização trabalhista regressiva que já se aplicarão na América Latina durante outras crises e que implicaram um aprofundamento do déficit de trabalho decente na região&#8221;, diz o documento.</p>
<p><strong>Qualidade<br />
</strong>Pelo relatório da OIT, não foi apenas em termos quantitativos que o mercado de trabalho avançou na América Latina e Caribe em 2011, mas também do ponto de vista qualitativo. Há mais trabalho decente e acesso à seguridade social e salários mínimos (“aumento vigoroso de 4,5%”, segundo a OIT) e médios.</p>
<p>Apesar dos avanços apontados, a conversão de percentual para número de pessoas mostra que ainda existem 15,4 milhões de desempregados na América Latina e Caribe, onde há cerca de 225 milhões de pessoas ocupadas. Contam-se ainda 93 milhões de trabalhadores na informalidade, cujas condições de trabalho são piores.</p>
<p>Entre os jovens, há o dobro de desemprego comparado à taxa geral e o triplo, frente à taxa dos adultos. A participação das pessoas de 15 a 24 anos no mercado de trabalho acumula uma queda de dois pontos percentuais desde o início do século.</p>
<p>E o que poderia parecer um dado negativo, a OIT avalia de forma oposta. Significa, diz a entidade, que os jovens estão ficando mais tempo na escola, estudante, antes de procurar emprego.</p>
<p><em>Da Carta Maior</em></p>
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		<title>Desemprego é maior em cidades com mais negros ou pardos</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 18:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa divulgada nesta segunda (7) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) apontou que o desemprego é maior em metrópoles com maior número de pessoas negras ou pardas. O estudo, coordenado pelo economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, dissociou a questão de escolaridade do desemprego, mostrando que a falta de trabalho tem relação com a cor, sem relação obrigatória com os anos de estudo. </p>
<p>“A gente sabe que a taxa de desemprego dos brancos é mais baixa do que dos outros grupos. Dado esse fato, quando se observa uma composição populacional majoritariamente branca, comparando com outros estados, como a Bahia, onde a participação de negros e pardos é muito mais elevada, isso acaba determinando o diferencial de desemprego entre essas duas regiões”. </p>
<p>Segundo dados da pesquisa, enquanto a taxa de desemprego em Salvador chegava a 14,2%, em Porto Alegre o desemprego era 6,8%. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad) de 2009, citada no trabalho, na Bahia 30% da população são formados por negros e 53% por pardos. No Rio Grande do Sul, os brancos são 80%, 7% são negros e 10,8% pardos. </p>
<p>Barbosa Filho ressaltou que o estudo não deixa claro se o maior desemprego entre negros e pardos pode estar associado à questão do racismo, o que demandaria outra pesquisa, para aprofundar a questão. Segundo ele, também deve se levar em conta as estruturas econômicas de cada região. </p>
<p>“Uma coisa que se percebeu no estudo é que, aparentemente, esse diferencial na taxa de desemprego explicada por raça não está diretamente relacionado somente à escolaridade, como se suspeitava. Quando se faz essa mesma análise separando por grau de escolaridade, isso explica muito menos a diferença de desemprego entre as regiões metropolitanas estudadas. O que implica que somente o investimento em educação não vai ser eficaz. Simplesmente universalizar a educação não vai solucionar o problema.” </p>
<p>A íntegra da pesquisa pode ser consultada no endereço <a href="http://www.fgv.br/ibre">www.fgv.br/ibre</a>.</p>
<p><em>Da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Saída para crise econômica é combater o desemprego, diz Dilma</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 20:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (7) que a saída para crise econômica mundial é enfrentar o desemprego. Segundo ela, essa foi a resposta&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (7) que a saída para crise econômica mundial é enfrentar o desemprego. Segundo ela, essa foi a resposta defendida pelo Brasil durante a reunião do G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, na França, na semana passada.</p>
<p>“A crise econômica mundial, que está abalando, principalmente, os países da Europa e os Estados Unidos, não pode ser resolvida com desemprego e muito menos com a redução dos direitos trabalhistas. A questão do desemprego é extremamente preocupante”, disse em seu programa de rádio semanal, <em>Café com a Presidenta</em>.</p>
<p>A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que existam 200 milhões de pessoas sem emprego no mundo, a maioria jovens.  </p>
<p>Para Dilma Rousseff, todos os países devem cooperar para encontrar uma solução à crise econômica. “O grande desafio para essa crise é o caminho para retomar o crescimento: o caminho do investimento, do consumo e da geração de empregos. Todos concordaram que nós temos de ajudar, fazendo a nossa parte. Ninguém ganha com a crise. Até agora, os países emergentes vêm sustentando o crescimento da economia mundial, eles também reduziram um pouco o seu crescimento, porque foram atingidos por efeitos indiretos. Mas quem sustenta o crescimento mundial são esses países, somos nós”, disse.</p>
<p>Na semana passada, a presidenta descartou uma contribuição direta do governo brasileiro para o Fundo Europeu de Estabilização.</p>
<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Desemprego tem a menor taxa para junho na série histórica</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 13:17:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
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		<category><![CDATA[taxa]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A taxa de desocupação calculada pelo IBGE em seis regiões metropolitanas ficou em 6,2% em junho, na menor taxa para o mês desde o&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desocupação calculada pelo IBGE em seis regiões metropolitanas ficou em 6,2% em junho, na menor taxa para o mês desde o início da série histórica, em 2002. Durante todo o semestre, a taxa permaneceu relativamente estável, variando entre 6,1% e 6,5%. Na comparação com junho de 2010 (7,0%), houve recuo de 0,8 ponto percentual.</p>
<p>Segundo o instituto, ainda em relação a igual mês do ano passado, as seis regiões pesquisadas têm 172 mil desempregados a menos (queda de 10,4%) e 512 mil ocupados a mais (crescimento de 2,3%). O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado também ficou estável no mês e aumentou 6,2% sobre 2010, com acréscimo de 634 mil empregos formais. O número de ocupados foi estimado em 22,390 milhões e o de desocupados, em 1,476 milhão.</p>
<p>O rendimento médio real habitual dos ocupados, estimado em R$ 1.578,50, também teve o valor mais alto para junho desde 2002. O IBGE apurou alta de 0,5% na comparação mensal e de 4% sobre junho do ano passado. A massa de rendimento real (R$ 35,6 milhões) cresceu 6,2% na comparação anual.</p>
<p>De acordo com o instituto, a taxa de desocupação não teve variações consideradas significativas nas regiões metropolitanas de maio para junho. Mas ante junho de 2010, o desemprego caiu 2,5 pontos percentuais em Recife (para 6,1%), 1,8 ponto em Salvador (para 10,2%) e 0,8% ponto em São Paulo (6,6%). As taxas foram de 5,1% em Belo Horizonte e de 5,3% no Rio de Janeiro (menos 0,5 ponto percentual em ambas as regiões) e de 4,8% em Porto Alegre (estável, com 0,1 ponto a mais ante junho do ano passado).</p>
<p>Ainda na comparação anual, o rendimento médio cresceu em cinco regiões. A exceção foi Recife, com declínio de 0,4%.</p>
<p>Rede Brasil Atual</p>
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		<title>Governo vai criar índice para medir desemprego real no país</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 17:55:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mnistério do Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[taxa de emprego real]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse em entrevista à Agência Brasil que o governo precisa de uma “fotografia mensal” do emprego formal em todo o&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse em entrevista à Agência Brasil que o governo precisa de uma “fotografia mensal” do emprego formal em todo o país, para orientar as políticas públicas da área.</p>
<div id="content">
<p>Lupi disse que, para isso, o Ministério do Trabalho criará até o final do ano a Taxa de Emprego Real, que vai revelar esse cenário e contribuir para as decisões do governo relacionadas a seguro-desemprego e à qualificação do trabalhador, por exemplo.</p>
<p>A composição do novo índice, que ainda está em fase de estudo, vai considerar informações que já existem no banco de dados do ministério. Uma das fontes será o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), com informações sobre admissões e demissões, fornecidas, mensalmente, por mais de 7,3 milhões de empresas. A taxa também vai considerar dados das 3 mil agências de atendimento do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).</p>
<p>“Do cruzamento dessas informações vamos ter uma taxa de desemprego formal real, ou seja, vamos saber quem está procurando emprego, que tipo de emprego está faltando, qual emprego está surgindo, quem tem qualificação, onde está faltando qualificação e o que o trabalhador busca”, ressaltou o ministro.</p>
<p>Para Lupi, o novo índice não se chocará com a taxa de desocupação divulgada atualmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>“O IBGE trabalha com pesquisas e trabalhamos com dados da fotografia real de todo o Brasil. O IBGE trabalha com regiões metropolitanas. Esse dado [Taxa de Emprego Real] vai dar uma fotografia das 27 unidades da Federação”, destacou. “São questões diferentes, dados diferentes e momentos diferentes. Os dados do Caged e do Sine são do que acontece no mercado de trabalho”, ponderou Lupi.</p>
<p>O levantamento feito pelo IBGE – divulgado desde 1980 e que passou por uma revisão em 2002 para atender a orientações da Organização Internacional do Trabalho (OIT) – considera os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que é feita em seis regiões metropolitanas do país (Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Salvador e São Paulo). Essa taxa revela informações sobre mercado de trabalho em curto e médio prazos, comparando os resultados mês a mês e ao mesmo mês de anos anteriores.</p>
<p>O gerente da PME, Cimar Azeredo, disse que “hoje é visível a necessidade de um índice nacional”, por causa das mudanças ocorridas no país desde 1980, como a maior distribuição do emprego. “Você tem Manaus com força maior, o Centro-Oeste, que não tem nenhuma unidade de Federação incluída no índice”, exemplificou.</p>
<p>“Hoje a gente consegue ter dados uma vez por ano pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios [Pnad, pesquisa nacional que revela níveis de rendimento e ocupação e geração de postos com carteira de trabalho]. Mas não é uma pesquisa conjuntural”, disse ele, que é representante do IBGE no grupo formado pela OIT que reúnes cinco países em torno do debate sobre trabalho decente.</p>
<p>Azeredo, porém, lembra que o IBGE já indicou a intenção de ampliar o levantamento sobre a taxa de desocupação. O instituto vem desenvolvendo um estudo para tornar esse índice trimestral, com divulgação mensal sobre capitais, e com abrangência de todo o país, incluindo as áreas urbana e rural. Segundo ele, o projeto está sendo desenvolvido com a participação da sociedade, de acadêmicos e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e vai passar a oferecer um cenário nacional. Mas será mantida a característica que o levantamento já traz hoje, que é um cenário mais geral do mercado.</p>
<p>“O Caged, por exemplo, é uma pesquisa que só considera emprego registrado. No caso das pesquisas domiciliares, a gente atinge não só emprego com carteira assinada, mas emprego informal também, cuja parcela no país é bastante expressiva”.</p>
<p>“[Com a pesquisa domiciliar] eu pego tanto o rendimento daquela pessoa que trabalha numa barraca de praia, quanto de um empresário, de um funcionário público, de um policial ou jornalista. Essa é a grande vantagem da pesquisa domiciliar que tem uma penetração no cenário da ocupação de uma forma geral sem fazer restrições sobre o trabalho registrado ou não registrado”, completou Azeredo.</p>
<p><em>Da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Aumenta número de brasileiros que têm medo de perder emprego</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 13:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><span>Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o número de brasileiros que têm medo de perder o emprego aumentou 3,1% em março&#8230;</span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o número de brasileiros que têm medo de perder o emprego aumentou 3,1% em março deste ano ante o resultado de dezembro de 2010. Em comparação a março de 2010, o resultado é 0,3 ponto percentual mais baixo.</span> </p>
<p>No mês passado, o Índice de Medo do Desemprego subiu para 81,7 pontos ante os 79,3 de dezembro, quando alcançou o menor nível da série história iniciada em 1996. O índice vai de zero a 100. Quanto maior o número, maior o medo das pessoas em perder o emprego.</p>
<p>A explicação da CNI é que com a queda na atividade industrial, registrada desde dezembro do ano passado, cresceu o receio em relação à estabilidade nos empregos. Mesmo assim, “o indicador mostra que as pessoas confiam na manutenção dos postos de trabalho”.</p>
<p>Para a CNI, mesmo com o aumento no medo do desemprego, o índice permanece baixo, pois 54% dos entrevistados disseram, entre as respostas consideradas válidas, não estar com medo do desemprego ante os 56,7% em dezembro de 2010.</p>
<p>O percentual de entrevistados que afirmou estar com muito medo do desemprego atingiu 15,7% em março, ante 13,6% na pesquisa anterior e a proporção de entrevistados que afirmou estar com pouco medo manteve-se praticamente estável, passando de 29,7% para 30,3%, informou a CNI.</p>
<p>A pesquisa trimestral que mede o Índice de Medo do Desemprego foi realizada entre os dias 20 e 23 de março, com 2.002 pessoas.</p>
<p><em><strong></strong>Agência Brasil</em></p>
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		<title>Brasil tem desemprego abaixo da média mundial</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 19:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, o Brasil apresenta uma taxa de desemprego abaixo da dos países ricos e, pelo menos nas áreas metropolitanas, abaixo da média&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez, o Brasil apresenta uma taxa de desemprego abaixo da dos países ricos e, pelo menos nas áreas metropolitanas, abaixo da média mundial. Além disso, um jovem em busca de emprego encontrará uma oportunidade mais facilmente no Brasil do que nas grandes cidades europeias ou americanas. Há mais jovens desempregados nos Estados Unidos e na Europa que no Brasil, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT). O problema é que a qualidade dos empregos ainda é baixa e o País não consegue gerar maior produtividade ao trabalhador, que começa a ser superado pelos chineses.</p>
<p>O fenômeno da troca de posições entre emergentes e ricos é um espelho de uma situação no mercado de trabalho que tem surpreendido até mesmo os especialistas. O desemprego não caiu nos países ricos, apesar do fim da recessão, enquanto em algumas das grandes economias emergentes chega a faltar mão de obra. &#8220;Hoje, o Brasil está em uma situação melhor que antes da crise em termos de geração de emprego&#8221;, afirma Theo Sparreboom, economista da OIT.</p>
<p>Antes da crise, em 2007, a taxa de desemprego no Brasil era de 8,2%. Hoje, é de 5,7%. Em 2007, o mundo apresentava desemprego de 5,6%. Atualmente, chega a 6,2%. Nos países ricos, a taxa é de 8,8% em 2010, ante meros 5,8% em 2007. &#8220;O Brasil é um dos raros casos onde há uma tendência contrária ao que ocorre pelo mundo&#8221;, diz a OIT. Segundo o governo, 2,5 milhões de empregos foram criados em 2010.</p>
<p>A situação dos jovens é um exemplo dessa troca de posições entre emergentes e ricos. Em 2007, ano que antecedeu a pior crise econômica mundial em sete décadas, a situação dos jovens era exatamente a oposta do que se vê hoje. Naquele ano, apenas 12,4% dos jovens nos países ricos não tinham trabalho. O número aumentou em 2010 para 18,2% e não há sinais de queda. Um dos países onde a situação é mais crítica é a Espanha, destino de 5 milhões de imigrantes em apenas dez anos em busca de trabalho. Muitos eram jovens. Em 2010, o desemprego entre jovens chegava a 39%. Seria de 45% se contasse aqueles que já desistiram de buscar trabalho.</p>
<p><em>Fonte: </em>Agência Estado</p>
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		<title>Desemprego mantém trajetória de declínio</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 14:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A taxa de desemprego, nas sete regiões que compõem o Sistema PED &#8211; Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), recuou, em setembro de 11,9%,&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego, nas sete regiões que compõem o Sistema PED &#8211; Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), recuou, em setembro de 11,9%, apurados em agosto, para 11,4%.  As informações são regularmente levantadas pelo convênio mantido entre a Fundação Sistema Estadual de Analise de Dados (Seade) e o DIEESE, com apoio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e parceria com instituições e governos locais nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo e no Distrito Federal. Em relação a setembro de 2009, a taxa de desemprego apresentou queda de 19,1%, já que naquele mês correspondia a 14,1%.</p>
<p>O total de desempregados teve redução de  4,2% (ou 109 mil pessoas a menos), em setembro, correspondendo, assim, a 2.516 mil pessoas. Em relação igual mês, em 2009, 560 mil pessoas a menos estavam desempregadas, o que representa uma queda de 18,2%. </p>
<p>A população economicamente ativa totalizou, no último mês, 22.106 mil pessoas, com 44 mil pessoas incorporadas ao mercado de trabalho. Em relação à igual período em 2009, a PEA registrou expansão de 1,5%, o que representa um aumento de 324 mil pessoas.</p>
<p>O crescimento de 0,8% no nível de ocupação &#8211; o que representa a abertura de 153 mil vagas &#8211; foi mais que suficiente para absorver as 44 mil pessoas que chegaram ao mercado de trabalho, em setembro.  Assim, o total de ocupados somou 19.591 mil pessoas, o que representa uma evolução de 4,7% (ou 885 mil novos ocupados) em relação a setembro de 2009.<br />
 <br />
Indústria, com o fechamento de 27 mil postos e Construção Civil, com a eliminação de 34 mil foram os setores que não apresentaram crescimento no mês. Em 12 meses, porém, a Indústria teve expansão de 7,6% (a maior entre os setores analisados) e a Construção, de 3,8%. A abertura de vagas, em setembro, foi assegurada pelo setor Serviços, com 163 mil novos postos, enquanto em relação a setembro de 2009, o crescimento foi de 4,5%.</p>
<p>Dos 153 mil postos de trabalho criados no último mês, 131 mil foram de assalariados, com um incremento de 1,0%. Houve redução para os assalariados sem carteira (-0,7%) e para o emprego doméstico (-1,0%). Em 12 meses, a maior expansão ocorreu para o trabalho formal no setor privado, que foi responsável pela contratação de 718 mil pessoas, o que representa um crescimento de 8,6%. No conjunto das regiões pesquisadas, o total de assalariados com carteira é estimado em 9.114 mil. Houve redução de 3,1% no emprego doméstico, que contava, em setembro, com 45 mil trabalhadores a menos que em igual mês, em 2009.<br />
 <br />
Em agosto, o nível de rendimentos de ocupados e assalariados cresceu no conjunto de regiões pesquisadas. Para o rendimento médio dos ocupados, a elevação foi de 1,8%, e seu valor chegou a R$ 1.314, enquanto o salário médio subiu 2,0%, equivalendo a R$ 1.367. Entre agosto de 2009 e deste ano, a elevação do rendimento médio real correspondeu a 4,8%, para os ocupados e a 2,0%, para os assalariados.</p>
<p>Diesse</p>
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		<title>Agosto registra menor taxa de desemprego desde 2002</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 13:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no país foi de 6,7% em agosto deste ano, a menor taxa desde o início da série histórica, em março de 2002. O índice é menor do que os 6,9% registrados em julho deste ano e do que os 8,1% de agosto de 2009. O dado faz parte da Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Segundo a pesquisa, o número de trabalhadores com Carteira de Trabalho assinada no setor privado foi de 10,2 milhões, o que mostra estabilidade em relação a julho e crescimento de 7,2% no ano.</p>
<p>A massa do rendimento médio real habitual dos ocupados chegou a R$ 32,9 bilhões, um aumento de 1,8% em relação a julho deste ano e de 8,8% na comparação com agosto de 2009.</p>
<p>Já o rendimento médio do trabalhador foi de R$ 1.472,10, um aumento de 1,4% ante julho deste ano e de 5,5% em relação a agosto do ano passado.</p>
<p><em>Da Ag. Brasil</em></p>
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