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	<title>Sindicato dos Mecânicos &#187; dia internacional da mulher</title>
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		<title>Dia Internacional da Igualdade de Gênero</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 20:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[dia internacional da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Há 100 anos, durante a 2.ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhague, Dinamarca, a alemã Clara Zetkin propôs a criação de um dia&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há 100 anos, durante a 2.ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhague, Dinamarca, a alemã Clara Zetkin propôs a criação de um dia internacional da mulher. A escolha do 8 de março ainda gera polêmica. Os registros históricos indicam que seria uma homenagem à iniciativa de operárias russas que nessa data realizaram uma greve contra a fome, a guerra e o czarismo. Porém, durante décadas a história de que a referência seria a morte, em 1857, de 100 tecelãs norte-americanas em greve pela redução da jornada de trabalho, vítimas de um incêndio criminoso, serviu como referência.</p>
<p>Seja qual for a motivação, a realidade é que mesmo após um século, a pauta de reivindicação das trabalhadoras ainda inclui direitos básicos. Mesmo com avanços nos últimos anos como a ampliação da licença maternidade para seis meses e o combate à violência doméstica por meio da criação da Lei Maria da Penha, ainda há discrepâncias especialmente em relação aos salários entre homens e mulheres. &#8220;O Brasil já ratificou a Convenção 100 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) &#8211; que trata de remuneração igual para trabalho de igual valor -, mas após a aprovação cada nação deve se adequar ao que dispõe a norma&#8221;, explica Rosane Silva, Secretária da Mulher Trabalhadora da CUT.</p>
<p>Como forma de contribuir para colocar a convenção em prática, a CUT iniciou um estudo nacional sobre as disparidades salariais entre os gêneros e até o final de 2010 apresentará o resultado, já com uma proposta de lei própria para o País.</p>
<p><em><strong>Marcha Mundial de Mulheres</strong></em> &#8211; Além de defender a equidade salarial nas comemorações do 8 de março, a CUT também levará a bandeira para a terceira ação internacional que a Marcha Mundial de Mulheres promoverá.</p>
<p>A mobilização ocorrerá em todos os continentes e no Brasil acontecerá entre os dias 8 e 18 de março. Com o tema &#8220;Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres&#8221;, a entidade feminista que conta com a participação da Central iniciará uma caminhada a partir de Campinas, no interior paulista, e seguirá até São Paulo defendendo bens comuns e serviços públicos, paz e desmilitarização, autonomia econômica e o fim da violência contra as mulheres.</p>
<p>A CUT reivindica ainda a ratificação da Convenção 156 da OIT (Organização Internacional do Trabalho)- atualmente aguardando votação na Câmara dos Deputados -, que determina a igualdade de tratamento e oportunidades para os trabalhadores dos dois sexos com responsabilidades familiares e a ampliação irrestrita das licenças maternidade e paternidade. &#8220;Apesar de 30% das famílias serem chefiadas por mulheres, o salário das trabalhadoras é considerado pelos patrões como uma ajuda no orçamento doméstico. Queremos que homens e mulheres tenham direito a se dedicar durante seis meses aos filhos recém-nascidos como forma de dividir as responsabilidades e também de acabar com o discurso de empregadores que justificam a não contratação de nossas companheiras devido ao período de licença&#8221;, explicou.</p>
<p>Como já há uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) no Congresso para ampliar a licença maternidade, a Central irá apresentar uma emenda que extenda a paternidade para os seis meses seguintes após o retorno da mulher ao mercado de trabalho.</p>
<p>Segundo destaca pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), divulgada em março de 2009, o rendimento médio por hora de trabalho das mulheres casadas com filhos é de R$ 5,89, contra R$ 6,91 daquelas sem filhos. A taxa de desemprego das que não possuem filhos (13,1%) também é menor do que a das que possuem (15,6%), comprovando a preferência dos empregadores por aquelas que não tenham de realizar a chamada dupla jornada.</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação nos estados</strong></p>
<p><strong>Ceará &#8211; Quixadá</strong><br />
De 1 a 8 de março, 100 anos de lutas pelos Direitos das Mulheres &#8211; Mulheres de Quixadá, Presentes</p>
<p><strong>1 a 5 de março</strong><br />
Emissão de CPF &#8211; 1ª via para as mulheres a partir de 16anos de idade, sem cobrança da taxa  &#8211; durante o expediente da Caixa &#8211; 10h às 15h  Caixa Econômica Federal</p>
<p><strong>1 a 5 de março</strong><br />
Saúde no Centenário do 8 de Março        <br />
Mobilização Popular em Saúde / NUPREV</p>
<p><strong>1 a 8 de março</strong><br />
SDS no Centenário do 8 de Março</p>
<p><strong>1 de março</strong><br />
Audiência Pública &#8211; Criação de um Órgão Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres &#8211; FORTALEZA </p>
<p><strong>2 de março</strong><br />
Visita institucional a Maternidade Jesus, Maria e José<br />
Visita institucional a Mississipi<br />
Planejamento do Programa de Radio       </p>
<p><strong>3 de março</strong><br />
Participação no Programa de Radio do Distrito Educacional Campo Velho, Rádio FM Central<br />
Cortejo Teatral na Feira dos Animais</p>
<p><strong>4 de março</strong><br />
Audiência Pública &#8211; Assédio Moral nos locais de trabalho &#8211; Câmara Municipal de Quixadá</p>
<p><strong>5 de março</strong><br />
Roda de Conversa com as mulheres de Ibicuitinga<br />
Roda de Conversa no Distrito Educacional Campo Velho<br />
Roda de Conversa com as(os) alunas(os) da Escola Cesar Cals e escola Benigno Bezerra</p>
<p><strong>6  de março</strong><br />
Roda de Conversa no Distrito Educacional de Tapuiará<br />
Sessão de Cinema &#8211; Cine Clube Mestre Adolfo</p>
<p><strong>7 de março</strong><br />
Passeio Ciclístico<br />
Panfletagem no Cedro</p>
<p><strong>8 de março</strong><br />
Alvorada do Centenário com bateria de fogos<br />
Momento de Acolhida dando visibilidade a data nos Locais de Trabalho</p>
<p>Feira Cultura e Social &#8211; Praça José Linhares da Páscoa (Pça da Catedral) &#8211; 8h às 12h</p>
<p>Programação<br />
- Exposição de Trabalhos das Escolas<br />
- Comercialização dos Grupos Produtivos<br />
- Serviços de Saúde da Mulher<br />
- Serviço de Proteção e Promoção para as Mulheres<br />
- Painel<br />
- Emissão de CPF      </p>
<p><strong>Pintando no Centenário do 8 de março</strong><br />
Emissão de CPF &#8211; 1ª via para as mulheres a partir de 16anos de idade, sem cobrança da taxa -Caixa Econômica Federal</p>
<p>Noite do Centenário &#8211; Praça José de Barros, a partir das 19h</p>
<p>Programação<br />
- Abertura da Exposição de Fotografia ao som da Banda de Musica<br />
- Apresentações Culturais<br />
- Premiação do Torneio Esportivo Feminino<br />
- Ato Político<br />
- Vozes Femininas     </p>
<p><strong>10 de março</strong><br />
Roda de Conversa no Centro de Referência Especializado da Assistência Social</p>
<p><strong>12 de março</strong><br />
Roda de Conversa na Escola Gonzaga Mota</p>
<p>Semana da Mulher da Escola Gonzaga Mota &#8211; Coisas de Mulheres</p>
<p><strong>De 08 a 12/03</strong>        </p>
<p><strong>13 de março</strong><br />
Roda de Conversa na Escola Martins Rodrigues</p>
<p>Semana da Mulher da Escola Martins Rodrigues &#8211; Do Luto a Luta<br />
De 08 a 13/03</p>
<p>Doação de Sangue no HEMOCE &#8211; As Mulheres de Quixadá doam o Sangue por Uma Quixadá Melhor        </p>
<p>Roda de Conversa na Mississipi</p>
<p>Semana da Mulher da Fabrica de Calçado Mississipi       Sheila e outras companheiras da organização</p>
<p><strong>Distrito Federal</strong></p>
<p><strong>Dia 03/03, 16h</strong><br />
Ciranda de Mulheres na Praça dos Três Poderes, Esplanada dos Ministérios. Atividade organizada pela Secretaria de Mulheres da CUT/DF, SINPRO/DF e Marcha Mundial das Mulheres;</p>
<p><strong>Dias 05 e 06/03, de 8 às 18h</strong><br />
Curso de Oratória Sindical para Mulheres. Atividade organizada pela CUT/DF com participação dos Sindicatos Filiados. Inscrições prévias.<br />
Informações pelo site <a href="http://www.cutdf.org.br/">www.cutdf.org.br</a> . Local: Auditório da CUT/DF;</p>
<p><strong>De 8 a 18/03</strong><br />
Participação na III Ação da Marcha Mundial das Mulheres em São Paulo.<br />
Delegação do DF organizada pela Marcha Mundial das Mulheres com apoio da CUT/DF. Participação de representantes dos Sindicatos CUTistas;</p>
<p><strong>Dia 20/03, das 9h às 18h</strong><br />
Encontro Regional de Mulheres Trabalhadoras para discutir a Participação Política das Mulheres e a Plataforma da Classe Trabalhadora para as eleições de 2010. Local: SINPRO/DF.</p>
<p><strong>Espírito Santo</strong></p>
<p><strong>Dia 5 de março</strong><br />
O Sintraconst realizará em auditório da entidade uma atividade para homenagear as mulheres da construção. Serão palestrantes, Ivone Vila Nova e Viviane Galvão Guedes.</p>
<p><strong>Paraíba</strong></p>
<p><strong>Dia 1 de março, às 18h</strong><br />
Tema: Igualdade de Oportunidade na Vida no Trabalho e no Movimento Sindical<br />
Palestrantes: Cícera Isabel (secretária da Mulher Trabalhadora da CUT-PB) e Eurides Ferreira de Almeida (Sintesp)<br />
Local: Sindicato dos Comerciários<br />
(Av. General Osório, 199, Centro)</p>
<p><strong>Dia 2 de março, às 18h</strong><br />
Tema: Assédio Moral<br />
Palestrante: Joseane da Silva Guedes (Sindicato dos Bancários)<br />
Local: Sindicato dos Comerciários</p>
<p><strong>Dia 3 de março, às 18h</strong><br />
Tema: Violência Contra a Mulher<br />
Palestrante: Walquíria Alencar (Centro da Mulher 8 de Março)<br />
Local: Sindicato dos Comerciários</p>
<p><strong>Dia 4 de março, às 18h</strong><br />
Tema: Políticas Públicas para as Mulheres: avanços para as trabalhadoras<br />
Palestrantes: Rosane Silva (Secretaria Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT Nacional), Douracy Vieira dos Santos (gerente do Programa Estadual de Políticas para Mulheres) e Nésia Gomes Toné (coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres da Prefeitura de João Pessoa)<br />
Local: SINTTEL<br />
(Rua Rodrigues de Aquino, 290, Centro)</p>
<p><strong>Dia 5 de março</strong><br />
Baile &#8220;Tirando as Máscaras&#8221;, com Banda R2<br />
Local:  Sindicato dos Bancários<br />
(Av. Beira Rio, 3100, Tambauzinho)</p>
<p><strong>Dia 8 de março</strong><br />
9h00 &#8211; Manifestação na Praça dos Três Poderes<br />
16h00 &#8211; Entrega da Carta das Mulheres à OAB, Ministério Público Federal e Tribunal de Justiça</p>
<p><strong>Dia 11 de março</strong><br />
Sessão Especial  (propositura da vereadora Sandra Marrocos)<br />
Câmara Municipal de João Pessoa</p>
<p><strong>Roraima</strong></p>
<p>Dia Internacional da Mulher com atividades organizadas por CUT-RR e Venezuela</p>
<p>Dia Internacional da Mullher, marcha sem fronteira, 7 e 8 de março<br />
Santa Elena de Uairén &#8211; San Sabana &#8211; Venezuela</p>
<p><strong>Dia 7 &#8211; Encontro Sem Fronteiras da Mulher</strong><br />
Local: Parque Serial</p>
<p>Manhã<br />
8h &#8211; Abertura<br />
Atividade cultural com apresentações artítistica de Brasil e Venezuela<br />
9h &#8211; Relato das experências pessoais sobre a violencia doméstica por mulheres do Brasil e da Venezuela<br />
10h30 &#8211; Intervalo<br />
11h &#8211; Fórum sobre tráfico de mulheres, homens e crianças e direitos humanos</p>
<p>Tarde<br />
12h30 &#8211; Almoço<br />
14h &#8211; Economia solidária e desenvolvimento sustentável a partir da mulher<br />
Exposição de organismos de financiamento e microeconomía ou economía alternativa e solidária; intercâmbio de experiências<br />
Entrega de Proyectos a la Alcaldía y otros organismos de financiamiento<br />
15h30 &#8211; Intervalo<br />
Mesa de trabalho e debate para construção coletiva de carta pública do evento<br />
Unificação de criterios e recolhimento de assinaturas para integrar o conteúdo da carta<br />
17h &#8211; Evento cultural</p>
<p><strong>Dia 8 &#8211; Marcha sem frontera<br />
</strong>Lugar de saída &#8211; La Frente a Duty Free<br />
Lugar de chegada &#8211; Praça Bolívar</p>
<p>8h &#8211; Saída da Marcha<br />
10h &#8211; Chegada a Praça Bolívar<br />
Intalação de sessão da Câmara<br />
Discurso das oradora da Ordem (Brasil &#8211; Venezuela)<br />
Tributo a Ordem Dia Internacional da Mulher em memoria a Reilna Rodríguez, Fundador da Rede de Mulheres no Município<br />
Evento cultural<br />
Despedida</p>
<p><strong>São Paulo</strong></p>
<p><strong>Dia 1 de março, às 14h</strong><br />
Auditório da CUT (Rua Caetano Pinto, 575 &#8211; Brás &#8211; São Paulo)<br />
Painel Desigualdade de gênero e aula inaugural do Curso de Promotoras Legais Populares, com Luana Simões Pinheiro (assessora da Subsecretaria de Planejamento e representante da Ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéia Freire)<br />
Mais informações: (11) 2108 9169 &#8211; e-mail: <a href="mailto:semt@cutsp.org.brEste">semt@cutsp.org.brEste</a> endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email</p>
<p><strong>Dia 7 de março, às 9h</strong><br />
Encontro da Mulher Comerciária de Osasco e Região<br />
Local: Secor Clube<br />
Endereço: Rua Laura Josefa dos Santos nº 400  Parque Jandaia / Cid.Carapicuíba (próximo ao heliporto, saída do Rodoanel).<br />
Haverá também um torneio de futebol feminino<br />
Mais informações:<br />
ANA MARIA<br />
DIRETORA SECOR<br />
COORDENADORA CUT OSASCO E REGIÃO<br />
(11) 3685-0355 &#8211; (11) 3682-0266 &#8211; (11) 9573-1657</p>
<p><strong>Dia 8 de março, às 10h30</strong><br />
Ato em celebração ao Dia Internacional da Mulher<br />
&#8220;100 anos de 8 de março: mulheres em luta por autonomia, igualdade e direitos&#8221;<br />
Ainda há por que lutar!<br />
Local: Praça do Patriarca &#8211; Centro &#8211; São Paulo<br />
Mais informações para a imprensa:<br />
SOF &#8211; (11) 3819-3876 (das 09h00 às 18h00)</p>
<p><strong>Dia 13 de março, às 10h</strong><br />
Palestra Violência, Assédio Moral e Saúde da Mulher<br />
Sede do Sindicato dos Vidreiros de São Paulo<br />
Mais informações:<br />
Marilza Tenório (Secretaria Jurídica &#8211; Sindicato dos Vidreiros/SP)<br />
e-mail: <a href="mailto:juridicovidreiros@terra.com.brEste">juridicovidreiros@terra.com.brEste</a> endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email<br />
Fone: (11) 3228-3088  (11) 8070-0758</p>
<p><em>Da CUT</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>CUT cobra ações concretas para igualdade entre homens e mulheres</title>
		<link>http://www.sindmecanicos.org.br/site/blog/2010/03/03/cut-cobra-acoes-concretas-para-igualdade-entre-homens-e-mulheres/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 13:57:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[CUT]]></category>
		<category><![CDATA[dia internacional da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Às vésperas da celebração dos 100 anos da Declaração do Dia Internacional das Mulheres, as seis centrais sindicais brasileiras (CUT, Força Sindical, CGTB, CTB,&#8230;</span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Às vésperas da celebração dos 100 anos da Declaração do Dia Internacional das Mulheres, as seis centrais sindicais brasileiras (CUT, Força Sindical, CGTB, CTB, UGT, Nova Central) se reuniram na manhã desta sexta-feira (26), na região central de São Paulo, com a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire (SPM), para discutir questões de gênero, trabalho e sindicalismo. </span><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva;"><br />
</span></p>
<div></div>
<div><span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;"><br />
A ministra iniciou a participação explicando que a prioridade da SPM no primeiro semestre deste ano é a igualdade e promoção do acesso das mulheres ao mercado de trabalho. Para isso, ela elencou três eixos principais de atuação: o projeto de lei apresentado em dezembro no Senado, a ratificação pelo Brasil da convenção 156 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), ambos referentes à relação de igualdade entre homens e mulheres no trabalho, e a PEC (proposta de emenda constitucional) 30, que estende para seis meses a licença maternidade. </span><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva;"><br />
</span><br />
<span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">As trabalhadoras aproveitaram a oportunidade para criticar a construção do projeto sem a participação dos movimentos sociais e o formato que não aponta ações práticas. Em análise realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e pela CUT, foram destacados pontos como a falta de referência à igualdade de remuneração e de regras para acesso e a progressão feminina no mercado de trabalho em condições de igualdade.</span><br />
<strong><br />
<span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">Faltou participação</span></strong><br />
<span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">Rosane Silva lembrou que mesmo antes de existir unidade entre as centrais, a CUT já produzia políticas de gênero. Em relação ao PL, ela ressaltou a necessidade da construção de um grupo de trabalho (GT) para analisar cada ponto do documento e de convocar os movimentos sociais no momento em que fosse para votação no Congresso. </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;"></span><span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">A dirigente falou ainda sobre a necessidade de lutar para equiparar os direitos das trabalhadoras domésticas com os demais trabalhadores e de retomar a campanha do início dos 1980 apontando a creche como um direito às crianças do campo e da cidade e uma obrigação do Estado. Além disso, ela reafirmou a posição da Central favorável à extensão da licença maternidade e também da licença paternidade para seis meses como forma de dividir as responsabilidades sobre a criação dos filhos e o pleno acordo com o PNDH-3 (Terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos), que cita a descriminalização e legalização do aborto.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">Por fim, Rosane disse que as centrais desejam realizar uma audiência com a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, e com a própria Nilcéia. “Queremos apresentar a pauta das mulheres para as eleições de 2010 e acreditamos que você (Nilcéa) seria a pessoa mais indicada para organizar essa agenda”, disse.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">Fechar a torneira do crédito</span></strong><br />
<span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">Da mesma forma que fez na Oficina de Planejamento da Secretaria Nacional de Combate ao Racismo, Artur Henrique, criticou a juridização da política e a politização do Judiciário, que afetam avanços democráticos conquistados dentro do Congresso. “Passamos um tempão discutindo temas como políticas de cotas, reconhecimento das centrais, extensão da licença-maternidade e aí vem um partido conservador, entra com uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) e vemos todo esse esforço sofrer um grande golpe”, comentou.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">O presidente também registrou que outra pauta da CUT, a redução da jornada para 40 horas semanais sem redução de salário, é simplificada por muitos setores da sociedade sob a ótica da geração de emprego e não da luta por mais tempo com a família, para lazer e para a qualificação.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">Artur afirmou ainda a importância de avançar para questões mais práticas como forma de estabelecer a igualdade no ambiente de trabalho. “Ao invés de estabelecer novas regras, acredito que precisamos pressionar para cumprir aquelas que já existem. Precisamos fazer um esforço conjunto entre centrais e a OIT para negociar pelo lado positivo, oferecendo selos de qualidade para as empresas que praticam políticas de equidade, e fechando a torneira do crédito e não permitindo o financiamento público a quem não oferece contrapartidas sociais”, sugeriu.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">Nilcéia comenta</span></strong><br />
<span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">Após a exposição do dirigente cutista, a ministra Nilcéa Freire comentou todas as questões levantadas pela CUT.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">Em relação aos grupos de trabalho e aos projetos de lei, ela acredita que as audiências públicas não substituem uma discussão mais profunda e que o PL não é um objetivo em si, mas sim um pretexto para discutir o assunto. “A construção de um GT é muito importante não só para aperfeiçoar o  projeto, mas também trabalhar a estratégia conjuntamente e a mobilização na sociedade.”</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">Sobre o trabalho doméstico, a ministra afirmou que o fato da convenção 156 não ter sido votada e não ocorrer um avanço na questão dos direitos trabalhistas para as domésticas são duas de suas frustrações. “Avançamos em alguns alguns direitos das trabalhadoras domésticas que estavam no limbo, mas o grande pulo era a PEC. A gente batalhou, mas não imaginava que a resistência fosse tão violenta. Para mim, a coisa mais dolorosa foi ver como as pessoas reagiam na questão da fixação da jornada de trabalho”, lamentou.</span><br />
<strong><br />
</strong><span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;"><strong>Creche, violência e contrapartidas sociais &#8211; </strong>Nilcéa disse ainda que está de acordo com a avanço de seis meses também para a licença parital e que será possível melhorar muito a situação das creches com o PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento), que o governo Lula anunciará em 2010. “No PAC 2, que será anunciado agora e é mais social do que o PAC 1, a previsão é de imediata construção de 10 mil creches nas comunidades de baixa renda no País”, anunciou.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">Ela comentou ainda que o governo irá colocar no ar uma campanha no 8 de março que fala sobre a autonomia das mulheres, mas também destaca o Disque Violência 180. “A Lei Maria da Penha é completa, o problema é que as pessoas não querem ver a completude dela. Iremos ressaltar que o 180 também é para denunciar o mal atendimento prestado nas delegacias. Precisamos continuar denunciando e indo em cima com o Ministério Público.”</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: #000000; font-family: verdana,geneva;">Ao final, a ministra elogiou a observação de Artur sobre as contrapartidas sociais e destacou que isso precisa ser mais explorado. “As políticas de estímulo como selo pró-equidade que temos devem vir paralelas às medidas restritivas. Na bolsa mundial onde se valora as ações, a questão da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres é um dos quesitos”, concluiu.</p>
<p><em>Da CUT</em></span></p>
</div>
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		<title>8 de Março de 2010 &#8211; Por igualdade no trabalho!</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 15:14:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[dia internacional da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade direitos]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o mote “Igualdade no Trabalho”, CUTistas de todo o Brasil, representando os mais diversos ramos de atividade e categorias profissionais, voltam às ruas na 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, que acontece de 8 a 18 de março, reafirmando a luta por ampliação de direitos e avanços nas conquistas, por uma sociedade justa e igualitária.</p>
<p>A CUT convoca suas entidades a participarem das ações e convida a todas/os a somarem-se a esta luta que é de toda a sociedade:</p>
<p>- creches públicas e de qualidade;</p>
<p>- igualdade salarial entre homens e mulheres;</p>
<p>- alteração do artigo 7º da Constituição Federal para que haja equiparação dos direitos das domésticas com os demais trabalhadores e trabalhadoras;</p>
<p>- ratificação da Convenção 156 da OIT;</p>
<p>- acesso das trabalhadoras rurais à terra, crédito e políticas públicas universais;</p>
<p>- legalização do aborto;</p>
<p>- maior participação da mulher na política;</p>
<p>- fim da violência contra as mulheres.</p>
<p><em>CUT Nacional</em></p>
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		<title>Igualdade entre homens e mulheres reduziria a pobreza</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 13:57:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[dia internacional da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: 'Verdana','sans-serif';">A pesquisa do Dieese divulgada na quarta-feira (4) mostra que a mulher continua recebendo salário menor que o homem mesmo na mesma função justifica&#8230;</span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: 'Verdana','sans-serif';">A pesquisa do Dieese divulgada na quarta-feira (4) mostra que a mulher continua recebendo salário menor que o homem mesmo na mesma função justifica a escolha da equiparação salarial como uma das bandeiras dos movimentos feministas neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Neste ano, a CUT relançou a Campanha por igualdade de oportunidades na vida, no trabalho e no movimento sindical.</p>
<p></span><span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: 'Verdana','sans-serif';">As diferenças entre homens e mulheres no mercado de trabalho vão além da desigualdade salarial. &#8220;As mulheres são maioria no trabalho informal e entre a população desempregada, e continuam sendo as maiores vítimas de assédio moral e das doenças do trabalho&#8221;, afirmou Maria da Graça Sousa, secretária estadual sobre a mulher trabalhadora da CUT do Distrito Federal.</p>
<p></span><span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: 'Verdana','sans-serif';">Para ela, essa desigualdade é uma das causas da pobreza na América Latina. &#8220;Se homens e mulheres tivessem seus salários equiparados, a proporção de pobres no Brasil cairia 20%&#8221;, comentou. </span><span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: 'Verdana','sans-serif';">Maria da Graça afirma que as chances iguais de emprego entre os dois sexos só vai acontecer com a superação da cultura machista que define o lar como único espaço feminino, coagindo as mulheres a assumir papel de mãe e de dona de casa.<br />
</span><strong><span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: 'Verdana','sans-serif';"><br />
Diferença salarial aumentou<br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: 'Verdana','sans-serif';">Pesquisa do Dieese realizada na região metropolitana de São Paulo mostra que, no ano passado, aumentou a diferença de renda média entre mulheres e homens no mercado de trabalho. De acordo com o estudo, a renda média das mulheres equivale a 76% da renda do homem.</p>
<p></span><span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: 'Verdana','sans-serif';">Em comparação com o ano anterior a diferença entre homens e mulheres aumentou 0,9%. Já a taxa de desemprego feminina e masculina caiu pelo quinto ano consecutivo. Entre as mulheres a taxa passou de 17,8% para 16,5%, enquanto para os homens a queda foi de 12,3% para 10,7%.<br />
</span><span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: 'Verdana','sans-serif';"><em><br />
Fonte: CUT</em></span></p>
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