Dilma se encontra com Fidel Castro e fala sobre direitos humanos
Em Cuba, a presidente Dilma Rousseff se encontrou nesta terça-feira (31) com o ex-presidente Fidel Castro e relativizou a importância da discussão sobre o respeito aos direitos humanos na ilha comunista. A reportagem é dos enviados especiais Cláudia Bomtempo e Emerson Soares.
O último compromisso da presidente Dilma Rousseff em Cuba foi uma visita às obras de ampliação do Porto de Mariel, que estão recebendo financiamento de R$ 1,2 bilhão do BNDES. No fim de 2013, o Porto de Mariel deve estar movimentando um milhão de contêineres por ano. Para o Brasil, o porto é um ponto estratégico de comércio exterior.
Dilma Rousseff estava na companhia do presidente cubano Raul Castro. Parte da imprensa brasileira foi impedida pelo serviço de segurança cubana de acompanhar a presidente, contrariando um acerto feito pelos diplomatas brasileiros. Em nenhum momento da visita, os repórteres brasileiros puderam chegar perto do presidente cubano.
A presidente Dilma Rousseff esteve com Fidel Castro. O encontro durou uma hora. A presidente trouxe chocolates de presente e ganhou dele uma biografia ainda não publicada. No encontro com o presidente de Cuba, Raul Castro, começou a ser acertada uma visita dele ao Brasil.
Mas outra visita ainda é esperada: a da blogueira e dissidente cubana Yoani Sanchez. Ela precisa de autorização do regime para deixar a ilha. A presidente Dilma Rousseff disse que o governo brasileiro se posicionou emitindo o visto. “O Brasil deu seu visto para a blogueira. Agora os demais passos não são da competência do governo brasileiro”, declarou a presidente.
Dilma Rousseff falou ainda sobre direitos humanos. “O mundo precisa se comprometer em geral, e não é possível fazer da política de direitos humanos fazer uma arma de combate político e ideológico. O mundo tem de se convencer de que é algo que todos os países do mundo têm de se responsabilizar, inclusive o nosso. Quem atira a primeira pedra tem telhado de vidro”, declarou a presidente.
Dissidentes cubanos declararam não acreditar em mudanças depois da visita da presidente. Nesta quarta-feira (1º), Dilma Rousseff embarca para o Haiti.
G1
Saída para crise econômica é combater o desemprego, diz Dilma
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (7) que a saída para crise econômica mundial é enfrentar o desemprego. Segundo ela, essa foi a resposta defendida pelo Brasil durante a reunião do G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, na França, na semana passada.
“A crise econômica mundial, que está abalando, principalmente, os países da Europa e os Estados Unidos, não pode ser resolvida com desemprego e muito menos com a redução dos direitos trabalhistas. A questão do desemprego é extremamente preocupante”, disse em seu programa de rádio semanal, Café com a Presidenta.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que existam 200 milhões de pessoas sem emprego no mundo, a maioria jovens.
Para Dilma Rousseff, todos os países devem cooperar para encontrar uma solução à crise econômica. “O grande desafio para essa crise é o caminho para retomar o crescimento: o caminho do investimento, do consumo e da geração de empregos. Todos concordaram que nós temos de ajudar, fazendo a nossa parte. Ninguém ganha com a crise. Até agora, os países emergentes vêm sustentando o crescimento da economia mundial, eles também reduziram um pouco o seu crescimento, porque foram atingidos por efeitos indiretos. Mas quem sustenta o crescimento mundial são esses países, somos nós”, disse.
Na semana passada, a presidenta descartou uma contribuição direta do governo brasileiro para o Fundo Europeu de Estabilização.
Agência Brasil
Dilma sanciona lei que concede aviso prévio de até 90 dias
A presidenta Dilma Rousseff sancionou ontem (11) sem vetos a lei aprovada pela Câmara dos Deputados que concede aviso prévio de até 90 dias, proporcional ao tempo de trabalho.
A informação foi confirmada pela Casa Civil da Presidência da República. A mudança será publicada no Diário Oficial da União da próxima quinta-feira, quando começará a valer.
Atualmente, os trabalhadores têm direito a 30 dias de aviso prévio. A nova lei determina que seja mantido o prazo atual de 30 dias de aviso prévio, com o acréscimo de três dias por ano trabalhado, podendo chegar ao limite de 90 dias (60 dias mais os 30 dias atuais).
Com a mudança, o empregado terá direito aos 90 dias de aviso prévio quando completar 20 anos de trabalho.
Agência Brasil
Dilma é a 3ª mulher mais poderosa do mundo, diz Forbes
A presidenta Dilma Rousseff aparece em terceiro lugar na lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo, divulgada hoje pela revista Forbes. Entre as 100 mulheres, estão políticas, empresárias e personalidades da mídia e do entretenimento.
A lista é encabeçada pela chanceler da Alemanha, Angela Merkel, de 57 anos, e em segundo lugar está a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, de 63 anos. A presidenta brasileira, de 63 anos, é descrita como a primeira mulher a comandar a maior economia da América Latina.
“Dilma Rousseff fez manchetes quando foi eleita para liderar a maior economia da América Latina em outubro de 2010, mas de muitas maneiras a eleição não foi uma surpresa. Como primeira chefe da Casa Civil sob o presidente reformista Luiz Inácio Lula da Silva em 2005, era amplamente esperado que ela o sucedesse. Foi a sua trajetória até o cargo que é marcante. Envolvida na política radical da América Latina, ela ficou presa por dois anos”, diz o texto da Forbes.
A revista erra no perfil quando afirma que a atual presidente foi ministra das Minas e Energia a partir de 2001. Na realidade, Dilma passou a ocupar o cargo em janeiro de 2003, após a eleição e posse de Lula: “Em 2001, quando foi indicada para o Ministério das Minas e Energia, Rousseff começou a alterar sua visão em direção a uma abordagem mais pragmática e capitalista”, escreveu a Forbes. A modelo gaúcha Gisele Bündchen, de 31 anos, é a outra brasileira que aparece na lista, em 60º lugar.
A lista traz breves biografias de todas as 100 mulheres. A mais jovem é a cantora americana Lady Gaga (nascida Stefanie Germanotta), de 25 anos, que aparece em 11º lugar. Riqueza e carisma são apontados como motivos para Gaga estar na lista. A presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, de 58 anos, aparece em 17º lugar.
SMABC
Brasil pode se transformar numa grande economia do século 21, afirma Dilma
Na noite de quinta-feira, 14, durante a posse da diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (CIERGS) a presidenta Dilma Rousseff assegurou que “o Brasil pode, de fato, se transformar numa das maiores economias do século 21” Para isso, o governo federal vai tornar disponível todos os mecanismos para que o setor produtivo se expanda.
“No comércio exterior”, disse a presidenta Dilma, “utilizaremos instrumentos ousados. Com clara ênfase nos produtos manufaturados. Continuaremos investindo.” Dilma Rousseff explicou também que é preciso atacar os problemas sociais e que uma das missões do seu governo é erradicar a miséria. Disse ainda que, por esse motivo, lançou recentemente o plano Brasil sem Miséria.
No seu discurso, a presidenta confirmou que apresentará no próximo mês o Programa de Desenvolvimento Produtivo (PDP) para que a indústria nacional possa fazer frente à concorrência internacional e que, em meio a disputa pelos mercados, possa inovar tecnologicamente.
Segundo contou, o governo dará importância à produção de equipamentos com conteúdo nacional, criará linhas de crédito para fazer frente à demanda do mercado e intensificará a política de compra governamental.
Porém, conforme explicou, todos os avanços conseguidos pelo setor produtivo devem também mirar a população brasileira, ou seja, devem apostar “naquilo que temos de mais forte que são os 190 milhões de cidadãos”. “Temos pela frente um caminho em que nós podemos trilhar sem sobressaltos. Mas, não significa que seja fácil. O Brasil provou, nos últimos anos, que é capaz de enfrentar essas turbulências e encontrar dentro de si a força para ir além”, disse a presidenta.
Com informações do Blog do Planalto.
Brasil é referência mundial em energia limpa, afirma Dilma
A presidente Dilma Rousseff disse que o Brasil é uma referência mundial em produção de energia limpa. Dilma afirmou que 86% da energia brasileira vêm de fontes renováveis e citou como exemplo, ao falar da construção da usina de Santo Antônio, em Rondônia, o potencial hidrelétrico oferecido pelos rios que cortam o País. “É muito bom que a nossa energia seja uma fonte não poluente, que seja limpa e renovável”, afirmou, durante o programa semanal de rádio “Café com a Presidenta”.
Dilma defendeu a construção da hidrelétrica em Rondônia como um mecanismo de estímulo à economia local. “Quando uma obra desse tamanho é feita, a economia toda se movimenta naquela região – indústrias se instalam, empregos são criados, o comércio cresce”, disse. “Uma coisa vai puxando a outra.” A presidente lembrou que associado ao projeto existe R$ 1,3 bilhão para programas ambientais e sociais.
A hidrelétrica está sendo construída na cachoeira do Santo Antônio, no Rio Madeira, a cerca de 10 quilômetros de Porto Velho. Segundo a concessionária responsável pela usina, Santo Antônio tem potencial para gerar 19,5 milhões de megawatts-hora por ano, o equivalente a 4,3% da produção brasileira em 2007.
A presidente ainda falou sobre o teleférico inaugurado no Complexo do Alemão, conjunto de favelas na zona norte do Rio de Janeiro que foi ocupado em novembro do ano passado pela polícia. De acordo com ela, a obra, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), vai beneficiar 85 mil pessoas, além de expor o potencial turístico do local. “O Complexo do Alemão tem tudo para se transformar em um ponto turístico”, afirmou.
Da Agência Brasil
Sistema Único de Assistência Social vai ser “irmão gêmeo” do Plano Brasil sem Miséria
Ao sancionar hoje (6) o Projeto de Lei do Sistema Único de Assistência Social (Suas) a presidenta Dilma Rousseff destacou a importância desse sistema para a superação da extrema pobreza no país, meta proposta pelo Plano Brasil sem Miséria.
“A lei chega em momento propício, pois esse sistema será determinante para vencer o desafio que nós propomos que é a superação da extrema pobreza. A estrutura da assistência social será a base para a inclusão de famílias no cadastro único. Essa rede do Suas e o Brasil sem Miséria passam a ser hoje irmãos gêmeos”, disse em discurso durante cerimônia no Palácio do Planalto.
A presidenta destacou o peso da atuação conjunta integrada para a efetivação das ações de assistência social no país. “Em um país como o nosso, de dimensão continental, muitas de nossas políticas não teriam alcançado a eficiência e efetividade sem parceria com estados e municípios.”
O Suas foi criado em 15 de julho de 2005 e a lei sancionada hoje vem garantir formalmente a continuidade das ações e do repasse de recursos para os serviços. Atualmente, o sistema conta com quase 10 mil centros de referência, onde atuam cerca de 220 mil profissionais.
Segundo a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, a sanção da lei assegura definitivamente a continuidade do Suas. “A lei agregará muito ao marco jurídico, resolve pendências, disciplina e dá polimento definitivo ao pleno funcionamento do sistema”, explicou.
Os programas e projetos do Suas são organizados em dois tipos de proteção social ofertados nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).
O Cras oferece serviços voltados à população em situação de risco social como o programa de inclusão produtiva e projetos de enfrentamento à pobreza, a construção de centros de convivência para idosos e a implantação de serviços para crianças até 6 anos, que visem ao fortalecimento dos vínculos familiares.
O Creas atende a pessoas que tiveram direitos violados tais como o atendimento a crianças e adolescentes vítimas de abuso e exploração sexual e de violência doméstica e inserção de famílias no Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti).
O projeto é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e a gestão das ações assistenciais fica a cargo dos municípios, estados e Distrito Federal. Atualmente, 99,5% dos municípios participam do projeto.
Agência Brasil
Dilma descarta ceder à pressão argentina em barreira comercial
O governo brasileiro não vai rever sua decisão de segurar a importação de carros, como exigiu a Argentina, para retomar as negociações visando pôr fim às barreiras comerciais entre os dois países.
Segundo a Folha apurou, a orientação do Palácio do Planalto é não ceder às pressões da Argentina para revogar a medida que acabou com a importação automática de veículos, que passou a depender de autorização num prazo de até 60 dias.
“Não há sentido em [fixar] precondição para termos reunião. Tanto da nossa parte quanto da Argentina. Estamos sempre dispostos ao diálogo e o diálogo está prosseguindo”, disse ontem o ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio).
A declaração de Pimentel se referia à afirmação de sua colega argentina, Débora Giorgi, de que o fim das barreiras ao comércio bilateral só voltaria a ser discutido se o Brasil revogasse a exigência de licença na importação de carros.
Na entrevista, o ministro procurou dar um tom diplomático às suas declarações, repetindo que a medida adotada pelo Brasil não é contra a Argentina, mas vale para todos os países e visa proteger o mercado brasileiro.
Reservadamente, porém, a equipe de Pimentel deixou claro que não há espaço para recuo, sinalizando que o país pode até endurecer caso a presidente Cristina Kirchner não oriente sua equipe a abrir negociações e rever suas medidas.
Pimentel e Débora Giorgi podem se encontrar na próxima semana para retomar as negociações entre os países, travadas desde que a Argentina decidiu elevar de 400 para 600 os itens que dependem de licença para entrar naquele país, afetando as exportações brasileiras.
Ontem, Pimentel comentou que a Argentina tem demorado mais que os 60 dias determinados pela OMC (Organização Mundial do Comércio) para autorizar a entrada de produtos.
“A Argentina não está cumprindo os 60 dias, isso gera desconforto e é um problema. Em muitos casos, esse prazo já foi ultrapassado.”
O ministro disse que a disposição do Brasil é cumprir o prazo de 60 dias.
“O fluxo de importações vai se normalizar depois”, afirmou, em referência ao prazo de dois meses para a liberação de automóveis que saíram do canal automático de importação.
O governo, contudo, pode desrespeitar esse prazo caso a Argentina continue fazendo o mesmo com as exportações brasileiras, o que está segurando caminhões com produtos brasileiros na fronteira entre os dois países.
Da Folha de S. Paulo
Dilma diz que vai qualificar 8 milhões de trabalhadores até 2014
A presidente Dilma Rousseff disse, ao longo de seu programa de rádio “Café com a presidenta”, que foi ao ar na manhã desta segunda-feira (9), que vai investir na formação dos trabalhadores e dos estudantes. Ela afirmou que o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec) vai capacitar 8 milhões de pessoas até 2014 e que irá conceder 75 mil bolsas aos que querem estudar no exterior.
No início do programa, Dilma falou sobre o Pronatec. Para ela, é preciso qualificar o trabalhador brasileiro.
“Criamos o Pronatec para qualificar o trabalhador de hoje e o do futuro. Nós queremos capacitar, até 2014, 8 milhões de estudantes e trabalhadores. Para quem já está no mercado de trabalho, vamos oferecer cursos de formação e qualificação profissional. E para o estudante do ensino médio, vamos oferecer formação profissionalizante. É assim: a moça ou o rapaz que quiser aprender uma profissão vai ter direito a uma bolsa de estudos; vai fazer o ensino médio num turno, e o curso profissionalizante, no outro turno. O Pronatec também vai oferecer oportunidades para os beneficiários do Bolsa Família, para que eles possam ter uma profissão e um bom emprego”.
Dilma disse que vai construir escolas pelo país para incrementar o programa. “Este ano já estamos construindo 81 novas escolas técnicas. E, até 2014, vamos construir mais 200 novas escolas técnicas. Junto com as que já existem, vamos chegar a uma rede de 555 escolas técnicas federais em todo o Brasil”.
Áreas variadas
Segundo a presidente, a programa prevê formação em várias áreas. “São cursos nas mais variadas áreas. Hoje em dia, por mais simples que seja o trabalho, é necessário ter especialização. Muita gente aprendeu na prática, mas isso agora já não basta. O pedreiro, antes, só precisava saber colocar o cimento e o tijolo; hoje, ele precisa conhecer novos materiais e as novas tecnologias usadas na construção civil. Vamos criar cursos para todos os ramos: hotelaria, culinária, cabeleireiro, informática, e outros setores fortes na economia”.
Em seguida, o jornalista perguntou como o Sistema S (Senai, Senac, Senar, Senat e Sescoop) vai entrar na rede. Dilma respondeu que vai ampliar a estrutura existente.
“Já são nossas parceiras. Vamos readequar o Sistema S e ampliar a estrutura que já existe, com recursos do BNDES. Vamos aumentar o número de escolas e de vagas gratuitas para a população de baixa renda”, disse.
Estudando no exterior
Dilma falou ainda que quem quiser estudar no exterior terá sua chance e apoio do governo. “Estamos criando um programa de apoio ao ensino no exterior. Hoje, temos 5 mil brasileiros que estudam no exterior, com bolsas custeadas pelo governo. A maior parte deles está na França, Alemanha e nos Estados Unidos. Queremos avançar. Nosso objetivo é conceder 75 mil bolsas até 2014. É um desafio grande, mas podemos alcançá-lo. Tenho certeza que com esses dois programas, o Pronatec e as bolsas no exterior, vamos dar um salto no desenvolvimento desse país”, afirmou.
Do G1
Dilma: governo não desmobilizará esforço para controlar inflação
Mesmo com aumento da Selic, presidente ressalta que o combate a alta dos preços prossegue
Em meio a crescentes pressões inflacionárias e após mais uma alta do juro básico da economia pelo Banco Central, a presidente Dilma Rousseff ressaltou nesta segunda-feira que o governo seguirá atuando para combater a alta dos preços.
“Estamos imensamente preocupados com a inflação e não há hipótese de o governo desmobilizar esforços para controlar a inflação”, disse Dilma a jornalistas antes de reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, no Palácio do Planalto.
Na última quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 12 por cento ao ano, quando parte do mercado esperava uma atuação mais agressiva do BC com uma alta de 0,5 ponto.
Nesta manhã, relatório Focus do BC junto a instituições financeiras mostrou uma piora na previsão da inflação deste ano. A projeção agora é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegue a 6,34 por cento, ante 6,29 por cento da projeção de uma semana antes.
Exame