Scania anuncia venda de mais 10 ônibus a etanol

Publicado por Administrador 9 junho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

A Scania, montadora sueca pioneira na tecnologia de motores a etanol no ciclo diesel, anunciou a venda de mais 10 ônibus para a cidade de São Paulo. Os veículos que compõem a nova encomenda serão entregues no segundo semestre e operados pela Tupi Transportes.

“Essa segunda venda do ônibus a etanol para o mercado brasileiro representa que a Scania está no caminho certo. Já existem conversas bem adiantadas com outras capitais como Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Recife. É um novo segmento de transporte sustentável que começa a se consolidar no país”, afirma Wilson Pereira, Gerente Executivo de Vendas de Ônibus da Scania Brasil.

As unidades são do modelo K270 6×2, que possui 15 metros de extensão e é equipado com motorização da terceira geração da tecnologia etanol da Scania. Os veículos vão se juntar aos 50 primeiros ônibus a etanol da cidade, entregues no último dia 26 para a Viação Metropolitana de São Paulo.

“É possível reduzir as emissões com as tecnologias existentes, pois os ônibus a etanol já são comercialmente viáveis hoje. Atualmente, cerca de 800 unidades estão em circulação no mundo”, afirma Christopher Podgorski, vice-presidente de Vendas e Marketing da Scania para a América Latina.

“As 60 unidades de ônibus a etanol de São Paulo atendem a legislação de emissão de poluentes EURO 5, obrigatória pela União Européia desde 2009 e que entra em vigor no Brasil somente em 2012, com o Conama P7. Os veículos também respeitam a norma européia EEV (Enhanced Environmentally Friendly Vehicles), ainda mais rigorosa que o EURO 5”, complementa Podgorski.

O objetivo da Prefeitura de São Paulo é substituir, até o final de 2018, toda sua frota de 15 mil ônibus urbanos por veículos movidos a combustíveis renováveis.

O etanol é o combustível com maior potencial para redução de emissões de CO2. O etanol proveniente da cana de açúcar emite até 90% menos gás carbônico na atmosfera que o diesel e ainda proporciona a redução de material particulado, NOx (óxidos de nitrogênio) e hidrocarbonetos.

A Scania é um dos principais fabricantes mundiais de caminhões e ônibus para transporte pesado e de motores industriais e marítimos. Os produtos de serviços têm participação crescente nos negócios da empresa, assegurando aos clientes soluções de transporte econômicas e com alta disponibilidade operacional. Com 35 mil colaboradores, a Scania está presente em mais de 100 países e possui operações industriais na Europa e na América do Sul, com possibilidade de intercâmbio global de componentes e veículos completos. Em 2010, as receitas totais da Scania alcançaram 78 bilhões de coroas suecas e o resultado financeiro após a dedução de impostos foi de 9,1 bilhões de coroas suecas.

CNMCUT

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Governo mantém isenção de IPI para linha branca

Publicado por Administrador 29 outubro, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O governo decidiu prorrogar, até o fim de janeiro, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) menor para os produtos da chamada “linha branca”, que são geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos, informou nesta quinta-feira (29) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. 

Segundo ele, serão beneficiados os produtos com baixo consumo de energia. Entretanto, no caso dos fogões, a alíquota ficará um pouco maior. Antes da redução do tributo, a alíquota estava em 4%, e caiu para zero. A partir da próxima sermana, será um pouco maior: de 2%. Para o restante dos produtos, a alíquota baixa será mantida, mas somente para os produtos que consomem menos energia.

Objetivo
O ministro informou que o governo decidiu estender o benefício do IPI reduzido para modo que os preços destes produtos continuem mais baixos para o consumidor. “Os varejistas se comprometem a repassar [a queda do IPI] para os preços. Com isso, estarão consumindo mais”, disse ele.

Segunda prorrogação
Essa é a segunda prorrogação do IPI reduzido para os produtos da linha branca. A redução foi anunciada pelo governo em 17 de abril, com validade de três meses, ou seja, até 17 de julho. Entretanto, em junho, o governo anunciou que o  IPI baixo seria mantido até o fim de outubro deste ano.

O IPI reduzido foi uma estratégia do governo brasileiro para minimizar os efeitos da crise financeira internacional sobre a economia brasileira. Com menos impostos, a intenção foi de manter os patamares de consumo da população, ou evitar quedas maiores, e preservar o nível de emprego. Além da linha branca, também foram beneficiados o setor de automóveis e de construção civil.

Alíquotas menores
Segundo o ministro Guido Mantega, as geladeiras, que antes do IPI baixo tinham uma alíquota de 15%, e que recuou para 5%, poderá manter essa mesma alíquota reduzida, mas somente para os produtos da chamada “classe A”, ou seja, com menor consumo de energia. As geladeiras da “classe B”, passarão a ter, a partir da próxima segunda-feira (2), uma alíquota de 10% e o restante voltará a ter um IPI de 15%.

No caso dos tanquinhos, aqueles classificados na letra “A”, cuja alíquota de IPI anterior era de 10% e que baixou para zero, continuarão com isenção. Já os tanquinhos classificados na letra “B” terão alíquota de 5% e, o restante (C para baixo), retornarão para os 10% de taxação.

Sobre os fogões, cuja alíquota de IPI anterior era de 4% e que caiu para zero, terão alíquota de 2% a partir de segunda-feira, mas somente para os produtos da “classe A”. Os produtos da “classe B” terão alíquota de 3% e, para o restante, a alíquota voltará para os 4% originais.

Já no caso das máquinas de lavar, que tinham uma alíquota de 20% antes da desoneração e que passou para 10% com a desoneração, manterão uma tributação de 10% – para a “classe A”. Para os produtos da chamada “classe B”, a alíquota será de 15% e, o restante, retornará para a tributação original de 20%.

Reunião
A prorrogação do IPI reduzido foi precedida de uma reunião do ministro Guido Mantega com os fabricantes e com as empresas varejistas, ocorrida na última segunda-feira (26) em São Paulo.

Fonte: G1 e Ag. Brasil

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