Brasil aumenta exportações para os Estados Unidos

Publicado por Administrador 16 novembro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Um salto nas vendas brasileiras de petróleo e produtos siderúrgicos para os Estados Unidos está amenizando a desaceleração das exportações para a Europa, que sofre com o agravamento da crise. Mesmo com uma economia cujos indicadores de crescimento não empolgam os mercados internacionais, os EUA voltaram a ganhar peso nas exportações brasileiras, empurrados por fatores conjunturais, depois de nove anos perdendo relevância. 

Segundo levantamento da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), entre 2002 e 2010, a fatia dos Estados Unidos nas vendas externas brasileiras caiu ano a ano, de 25,4% para 9,5%. Entre janeiro e outubro deste ano, o porcentual registrado foi levemente superior: 9,7%. 

Rio de Janeiro
Os números da balança comercial deste ano são resultado, em grande parte, de um empurrão dado em Santa Cruz, bairro da zona oeste no Rio de Janeiro, pela Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA). É de lá que a usina de R$ 5,2 bilhões inaugurada pela ThyssenKrupp e pela Vale há menos de um ano e meio está embarcando sua produção de placas de aço para os Estados Unidos.

FEM/CUT

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Superávit comercial chega a US$ 23 bi, 81,4% maior que em 2010

Publicado por Administrador 3 outubro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O superávit comercial, exportações maiores que importações, de janeiro a setembro deste ano, chegou a US$ 23,034 bilhões, crescimento de 81,4% em relação ao mesmo período de 2010 (US$ 12,695 bilhões). As informações, divulgadas hoje (3), são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

No acumulado até setembro, com 189 dias úteis, as exportações chegaram a US$ 190 bilhões (média diária de US$ 1,005 bilhão) e as importações ficaram em US$ 166,966 bilhões (média de US$ 883,4 bilhão). Pelo critério da média por dia útil, o superávit comercial ficou em US$ 121,9 milhões, crescimento de 80,5% em relação ao ano passado (US$ 67,5 milhões).

Na última semana de setembro, as importações desaceleraram e o saldo comercial voltou a ficar positivo (US$ 1,126 bilhão), após fechar a quarta semana com déficit de US$ 584 milhões.

Em setembro, as exportações chegaram a US$ 23,286 bilhões, com média por dia útil de US$ 1,108 bilhão. As importações ficaram em US$ 20,212 bilhões, com média por dia útil de US$ 962,5 milhões. Com isso, o superávit comercial ficou em US$ 3,074 bilhões, ante US$ 1,078 bilhão registrado em igual período do ano passado.

Da Ag. Brasil

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Ônibus fecham semestre com a maior alta da indústria: 23%

Publicado por Administrador 8 julho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

As vendas internas do mercado de ônibus fecharam o primeiro semestre com aumento de 23,1% sobre mesmo período do ano passado. De acordo com dados divulgados pela Anfavea na quarta-feira, 6, foram licenciadas 16 mil 261 unidades na primeira metade de 2011, ante 13 mil 210 dos seis meses iniciais de 2010.

Em junho os licenciamentos totalizaram 2 mil 627 unidades, aumento de 14,7% sobre igual mês de 2010, mas 8,8% menor do que o total negociado em maio.

As vendas no período anualizado, julho de 2010 a junho de 2011, somaram 31 mil 376 unidades, volume 22% maior do que o registrado em período imediatamente anterior.

No mesmo ritmo das entregas, a produção cresceu 4% no primeiro semestre, para 22 mil 66 chassis de ônibus montados, 847 unidades além do apurado em mesmo período do ano passado, 21 mil 219 ônibus.

Em junho as linhas de montagem produziram 4 mil 105 chassis de ônibus. O volume representou crescimento de 6,3% na comparação com idêntico mês do ano passado, mas retração de 2,9% ante maio.

Do total produzido no primeiro semestre 3 mil 685 unidades foram destinadas ao Exterior. No acumulado de janeiro a junho houve retração de 8,4% sobre o desempenho das exportações em iguais meses de 2010, 4 mil 25 chassis de ônibus.

No mês passado as exportações do segmento somaram 697 unidades, o que representou recuo de 8,2% com relação a junho de 2010. Ante maio o volume foi 14% menor.

CNMCUT

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Nova política industrial quer elevar taxa de investimento para 23% do PIB

Publicado por Administrador 13 junho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Só as indústrias instaladas na Zona Franca de Manaus terão incentivos fiscais para a fabricação de telas maiores que as usadas nos tablets, computadores no estilo do Ipad, informou ao Valor o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel. Ele adiantou que será editada em breve uma medida provisória para evitar que fabricantes de TV usem indevidamente os benefícios da Lei de Informática. Pimentel informou também, que, na próxima semana, devem ser acertados os detalhes da nova política industrial, em reunião ministerial que poderá ter a presença da presidente Dilma Rousseff.

A nova política industrial, por enquanto chamada de Política de Desenvolvimento Competitivo (PDC) terá um novo nome, no estilo de outros programas de governo, como o Minha Casa, Minha Vida. E terá, como metas, aumentar os investimentos em capital fixo no país, dos atuais 18,4% do Produto Interno Bruto (PIB) para 23% até 2014; elevar, nesse período, o dispêndio privado com ciência e tecnologia, de 0,55% para 0,9% e reverter a tendência de perda de importância da produção industrial na economia, ampliando a parcela da indústria no PIB, de 18,3% para 19,5%.

A edição da medida provisória para atender às preocupações da Zona Franca de Manaus e a própria divulgação do regulamento com o processo produtivo básico para os beneficiários dos incentivos fiscais aos tablets fazem parte da política do governo de divulgar, antecipadamente, medidas que comporão a PDC, à medida que são definidas pelos ministérios do Desenvolvimento, da Fazenda e da Ciência e Tecnologia. As linhas gerais do plano, com o conjunto das medidas e metas, devem ser divulgadas oficialmente até o fim de julho, previu Pimentel.

Na próxima semana deve ser anunciado o novo Supersimples, com simplificação de impostos para pequenas e médias empresas. O Supersimples enquadrará como beneficiárias do sistema de tributação simplificada as empresas com faturamento de até R$ 3,6 milhões (hoje o teto é R$ 2,4 milhões) e excluirá desse limite as receitas com exportações, para estimular aumento nas vendas ao exterior, antes contidas pelas restrições do programa. Pimentel descarta, porém, a ampliação do programa para todas as empresas de setores inteiros, como o têxtil, que reivindica a ampliação do benefício para aumentar a escala de produção.

O PDC segundo confirmou o ministro, terá forte ênfase no incentivo a inovações e tecnologia, com o favorecimento, nas compras de governo, de firmas que investem em conteúdo e pesquisa tecnológicas no país. Como antecipou o Valor, será regulamentada a medida provisória que concede preferência a essas empresas, autorizadas a praticar preços até 25% maiores que a concorrência nas licitações para o setor público, e os órgãos de governo serão autorizados a encomendar a consórcios de empresas projetos de desenvolvimento tecnológico em setores como defesa, saúde e elaboração de programas de computador.

Entre as medidas de redução de tributos, reivindicadas pelas empresas, a principal será a desoneração da folha de pagamentos, que será um dos temas principais da reunião da próxima semana. “A medida vai sair, falta discutir o formato, os detalhes”, comentou. A desoneração virá com o fim da cobrança de contribuição à Previdência, mas o governo ainda não decidiu como compensar a perda dessa receita, o que deve ser feito provavelmente com o aumento da tributação sobre o faturamento de empresas.

Pimentel informou que também estão em discussão com o Ministério da Fazenda a possibilidade de as empresas creditarem-se imediatamente do PIS e do Cofins pago pelas máquinas adquiridas para produção (hoje o prazo para esse crédito é de até 12 meses) e a redução, de até cinco anos para 12 meses, do prazo para descontar do lucro tributável o valor com as compras de máquinas e equipamentos (depreciação acelerada).

Além disso, será assegurada a isenção de IPI sobre todos tipo de bem de capital, de máquinas e equipamentos a material de transporte e bens de informática usados na produção pelas indústrias. “São medidas que estão sendo decididas no âmbito do ministério da Fazenda”, adiantou o ministro.

Do Valor Econômico

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Ford Brasil já exportou 100 mil caminhões

Publicado por Administrador 22 fevereiro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

A Ford Brasil completou em dezembro a exportação de 100 mil caminhões. A contagem teve início em 1970, embora a empresa tenha sido pioneira na produção desses veículos no País. A marca possui 19,2% de participação no segmento na América do Sul, é líder na Venezuela e está em segundo lugar no mercado argentino.

“O fato de estarmos presentes na região há mais de 90 anos traz segurança aos clientes. A Ford conhece profundamente a variedade de terrenos, aplicações e condições de trabalho de cada país. Isso tudo, associado à certeza da disponibilidade de peças e serviço onde quer que o caminhão precise, se traduz em confiança”, afirma Oswaldo Jardim, diretor de Operações de Caminhões da Ford América do Sul.

Em 40 anos, a Ford exportou caminhões para a Argentina, Chile, Venezuela, Colômbia, Equador, Paraguai, Uruguai, América Central e África. Atualmente, continua a atender a Argentina, destino de 65% das vendas externas, Chile (28%), Paraguai e Uruguai e possui uma fábrica na Venezuela, que recebe os conjuntos desmontados do Brasil. O modelo mais exportado é o médio Cargo 1722e, que representa aproximadamente 40% do volume. O segundo é o leve Cargo 915 (correspondente ao Cargo 815e no Brasil), com 18%.

Somando toda a nossa produção de caminhões no período, a exportação teve uma participação de 15,5% nas vendas .

Flutuações
A variação da taxa de câmbio e as mudanças no cenário econômico de cada país contribuíram para que as exportações de caminhões apresentassem uma grande oscilação ao longo desses 40 anos. Em 1994, por exemplo, as exportações da Ford Caminhões responderam a 43,8% da produção, com 5.122 unidades. O recorde em volume foi registrado em 2005, com 7.929 unidades. Já em 2009 ficou em 2.078 unidades, ou 8,2% da produção.

Em 2010 foram exportadas 3.350 unidades, que corresponderam a 12,7% da produção total de caminhões na fábrica de São Bernardo do Campo, SP.

A variação, segundo Oswaldo Jardim, reflete o risco do negócio e de um ambiente macroeconômico em constante evolução.

SMABC

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Exportações brasileiras atingem maior patamar histórico

Publicado por Administrador 2 fevereiro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

As exportações brasileiras em janeiro atingiram o maior patamar histórico para o mês, com US$ 15,215 bilhões, superando o recorde anterior em janeiro de 2008, de US$ 13,272 bilhões.

As commodities foram o carro-chefe das vendas externas, em especial o minério de ferro, cujo preço subiu 144% em 12 meses, e a China lidera em destino das exportações e origem das importações.

As importações também foram recordes para o mês de janeiro, em US$ 14,791 bilhões, superando janeiro de 2008, quando ficou em US$ 12,35 bilhões. O saldo comercial voltou a ficar positivo em US$ 424 milhões no primeiro ano de 2011, depois de dois janeiros consecutivos negativos. 

O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Alessandro Teixeira, destacou que o resultado de  janeiro é “muito bom”, uma vez que janeiro, tradicionalmente, é um mês fraco para as vendas externas.

O resultado abre “uma perspectiva positiva de expansão” do comércio exterior para o ano, em especial porque há melhoras nas previsões sobre a recuperação mundial. Ele lembrou que a previsão para as exportações no ano é de crescimento de 13% sobre 2010, devendo atingir US$ 228 bilhões.

O fato dos produtos básicos representarem 43,9% da pauta de exportação, segundo Teixeira, não pode ser visto como negativo. Além disso, o governo discute uma política de incentivo para ampliar a venda de manufaturados.

Do lado das importações, máquinas e equipamentos lideraram com 23,2% do total, seguindo-se bens de consumo (18,1%), combustíveis e lubrificantes (10,9%). Teixeira comentou que a política de comércio exterior do governo Dilma Rousseff prioriza a diversificação de mercados de destino dos produtos brasileiros, principalmente, expansão no mercado asiático.

Ele disse que o governo brasileiro ainda não consegue medir o impacto das turbulências políticas no Oriente Médio sobre as vendas de produtos brasileiros.

Do Valor Econômico

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Consumo nacional turbina setor automotivo do Mercosul

Publicado por Administrador 21 setembro, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

A proximidade do mercado brasileiro colocou o Uruguai na rota de investimentos de montadoras asiáticas e abriu novas perspectivas para as companhias do setor que já estão instaladas na Argentina.

Um movimento que tende a se acentuar com o crescimento da economia local e a implantação de uma política tarifária única para o Mercosul.

Hoje, no setor automotivo vigora um acordo bilateral entre o Brasil e a Argentina, com prazo de duração de seis anos, do qual outros membros do bloco estão excluídos. “Esse acordo vai até 2014.

A partir de então, pretende-se que ele se mantenha permanentemente, estendendo-se para os demais participantes”, disse recentemente Ivan Ramalho, secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A ideia é que o alongamento dos prazos possibilite que o empresariado faça um plano de investimentos com maior segurança, já que, na avaliação do secretário, quem investe em um país “não está pensando apenas no mercado doméstico, mas no comércio regional”.

É certamente com o que contam fabricantes asiáticos que vêm se instalando no Uruguai.

A primeira foi a Chery, para montar o utilitário Tiggo. Depois a Kia, que começou em meados de agosto a produzir no país vizinho o pequeno caminhão Bongo K2500. Neste ano, quem resolveu adotar estratégia semelhante foi a Lifan, em parceria com o grupo uruguaio Effa.

Localizada em São José, na região de Montevidéu, planeja exportar 85% de sua produção para o Brasil. De lá sairão cerca de cinco mil unidades por ano, de modelos como o compacto 320 e o sedã 620, inspirado no Corolla, da Toyota.

“Essa é a tendência, como aconteceu com o México e os EUA”, diz José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (AEB). “Principalmente se a taxa de câmbio (que torna investir no Brasil mais caro), e a carga tributária se mantiverem”.

Olavo Henrique Furtado, coordenador de pós-graduação e MBA da Trevisan Escola de Negócios, concorda. Para ele, é um caminho natural para a maioria das indústrias buscar países limítrofes onde a mão de obra ou os custos de produção em geral sejam mais baixos.

Para a Argentina, que já tem um parque de montadoras antigo e consolidado, a alta da demanda por automóveis no Brasil serve para facilitar a atração de investimentos em produção e reduzir o déficit da balança comercial de autopeças.

Ford e Volkswagen recentemente divulgaram aportes na ampliação da produção em suas unidades argentinas, de olho no mercado da “América do Sul”, hoje puxado basicamente pelo Brasil.

E as exportações de componentes para a montagem de carros deste lado da fronteira cresceram 42,13%, de janeiro a agosto, batendo na casa dos US$ 902 milhões. “As perspectivas extremamente positivas para o Brasil reverberam na América Latina”, diz Furtado, da Trevisan.

Do Brasil Econômico

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Balança fecha outubro com superávit de US$ 1,328 bi

Publicado por Administrador 3 novembro, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

A balança comercial brasileira fechou o mês de outubro com um superávit de US$ 1,328 bilhão. O saldo é praticamente o mesmo registrado em outubro do ano passado, quando a balança teve superávit de US$ 1,329 bilhão.

Segundo dados divulgados hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações fecharam o mês em US$ 14,082 bilhões, com média diária de US$ 670,6 milhões, o que representa uma queda de 20,3% em relação à média verificada em outubro de 2008 (US$ 841,5 milhões) e um aumento de 1,6% ante setembro deste ano (US$ 660,1 milhões).

As importações somaram US$ 12,754 bilhões no mês, com média diária de US$ 607,3 milhões, uma retração de 22,2% ante a média verificada em outubro do ano passado (US$ 781 milhões) e um aumento de 1,8% em relação ao desempenho médio das importações em setembro último (US$ 596,9 milhões).

A corrente de comércio (soma das exportações e importações) no mês de outubro atingiu US$ 26,836 bilhões, valor 24,81% menor que a corrente de comércio verificada em outubro do ano passado (US$ 35,695 bilhões).

Na quinta semana de outubro (dias 26 a 30, com cinco dias úteis), a balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 89 milhões, segundo o MDIC. No período, as exportações somaram US$ 3,081 bilhões e as importações, US$ 2,992 bilhões.

Acumulado
A balança comercial brasileira acumula nos 10 primeiros meses de 2009 um superávit de US$ 22,599 bilhões, o que representa um crescimento de 7,5% em relação ao saldo positivo registrado em igual período de 2008 (US$ 21,015 bilhões).

No entanto, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) no acumulado deste ano até outubro atingiu US$ 229,159 bilhões, valor 27,9% inferior aos US$ 317,727 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

As exportações, em 2009 até o mês passado, somam US$ 125,879 bilhões, com média diária de US$ 605,2 milhões. Pelo critério da média diária, as exportações registraram queda de 24,6% ante o desempenho verificado em igual período de 2008 (US$ 802,7 milhões). As importações totalizam, no mesmo período, US$ 103,280 bilhões, com média diária de US$ 496,5 milhões, uma queda de 29,4% ante a média verificada em igual período do ano passado (US$ 703,1 milhões).

No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em outubro, a balança registra superávit de US$ 26,551 bilhões, com exportações de US$ 154,450 bilhões e importações de US$ 127,899 bilhões.

Fonte: Ag. Estado

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Balança Comercial tem superávit de US$ 547 milhões em maio

Publicado por Administrador 11 maio, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O superávit comercial (diferença entre valores exportados e importados) chegou a US$ 547 milhões na primeira semana de maio, resultado de exportações de US$ 2,923 bilhões e importações de US$ 2,376 bilhões. A informação é do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

No acumulado do ano, o superávit comercial é de US$ 7, 269 bilhões, 68,1% a mais do que o valor registrado de janeiro até a  primeira semana de maio de 2008 (US$ 4,324 bilhões). As exportações somaram US$ 46,422 bilhões e as importações, US$ 39, 153 bilhões de janeiro até a primeira semana de maio deste ano.

Em abril, o superávit comercial no valor de US$ 3,712 bilhões foi o maior desde maio do ano passado. Segundo o secretário de Comércio Exterior do ministério, Welber Barral, as exportações continuam menores do que no período anterior à crise financeira internacional, iniciada em setembro do ano passado, “mas mostram tendência de recuperação, enquanto no caso das importações a tendência é de queda.”

Fonte: Ag. Brasil

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Saldo da balança supera em U$S 161 milhões a semana anterior

Publicado por Administrador 13 abril, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O superávit comercial (diferença entre exportações e importações) ficou em US$ 749 milhões na segunda semana do mês e acumula US$ 1.337 bilhão em abril. Na segunda semana, as exportações chegaram a US$ 2.494 bilhões, e as importações, a US$ 1.745 bilhões. Na primeira semana, o saldo foi de US$ 588 milhões.

No mês, as exportações somam US$ 4.245 bilhões e as importações US$ 2.908 bilhões. No acumulado do ano, o superávit comercial é de US$ 4.349 bilhões, contra US$ 3.922 bilhões registrados de janeiro à segunda semana de abril de 2008. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Neste ano, até a segunda semana de abril, as exportações somam US$ 35.422 bilhões e as importações US$ 31.073 bilhões.

Fonte: Ag. Brasil

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