Brasil sem Miséria supera meta e inclui 325 mil famílias em 2011

Publicado por Administrador 21 dezembro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Ao fazer hoje  um balanço do Plano Brasil sem Miséria, que completou seis meses, a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, destacou a superação da meta de localizar, em 2011, 320 mil famílias para serem incluídas no Programa Bolsa Família. Este ano, 407 mil famílias foram identificadas pelo governo federal. Desse total, 325 mil já estão recebendo o benefício. O objetivo é localizar 800 mil famílias até 2014.

“Mas ainda não estamos satisfeitos, pois queremos encontrar essas 800 mil famílias e, ao localizá-las e incluí-las no cadastro, elas terão acesso não só ao Bolsa Família como aos outros programas sociais do governo”, disse a ministra, que participou hoje pela manhã do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.

A ministra ressaltou que o balanço de 2011 na área social é “muito positivo”, com o envolvimento da população, dos prefeitos, governadores e empresários no Brasil sem Miséria. “O programa mobilizou todo o país, o que nos faz acreditar que vamos conseguir atingir nossa meta até 2014”, ressaltou.

Segundo ela, a maior dificuldade para atingir a meta de localizar essas 800 mil famílias é que muitas delas estão no meio rural, em localidades de difícil acesso, e outras vivem no meio urbano, mas não têm informação suficiente para chegar até os governos municipais. “Então, nossa dificuldade é mobilizar nossos gestores e levar a população até os serviços públicos.”

Ela disse que vai hoje à tarde ao Espírito Santo participar do lançamento de um programa do governo local em parceria com o federal. “Temos nove governos estaduais trabalhando em conjunto com o governo federal, garantindo que essas famílias, até 2014, saiam da situação de extrema pobreza.”

No Espírito Santo, o programa vai se chamar Bolsa Capixaba e visa à transferência e complementação de renda pelo governo estadual. O estado complementa o valor do Bolsa Família garantindo que as famílias cheguem a receber até R$ 70 por pessoa e saiam da situação de extrema pobreza. “Mas, depois de sair da situação de extrema pobreza, temos que garantir que elas tenham acesso à saúde, educação, qualificação profissional, capacitação, à água. Portanto, é um trabalho amplo para garantir o bem-estar dessa população”.

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Dilma lança o Programa Bolsa Verde

Publicado por Administrador 28 setembro, 2011 (1) Comentário Imprimir

Ação integrante do Plano Brasil sem Miséria, o governo incluirá até o fim do ano 18 mil famílias da Região Norte no Programa de Apoio à Conservação Ambiental (Bolsa Verde), que foi lançado nesta quarta-feira, 28, pela presidenta Dilma Rousseff, em Manaus (AM). Dessas famílias, mais de 8 mil já assinaram termo de adesão ao programa e passam a receber a partir do próximo mês R$ 300 a cada trimestre pelos serviços de conservação ambiental. A meta do governo federal é incluir no Programa 75 mil famílias até 2014.

Para localizar a população que vive com até R$70 mensais, o governo usa a “Busca Ativa”, uma ação do Plano Brasil sem Miséria, para encaixá-los em programas sociais. Na região Norte, 2,65 milhões de brasileiros vivem em situação de extrema pobreza, sendo 56% na área rural. Para chegar até essa população, o governo federal, com apoio dos estados e municípios, busca contato com gestores de unidades extrativistas, de assentamentos e de associações de moradores.

Segundo a assessora especial do Ministério do Desenvolvimento Social, Lúcia Modesto, o governo conta ainda com a parceria das Forças Armadas para chegar por terra, ar ou água às comunidades mais longínquas. Ela enfatizou que a superação da extrema pobreza na Região Norte implica na localização e identificação de 30 mil famílias que ainda estão fora das políticas sociais do governo federal. “Esse é um dos grandes desafios para alcançar a meta do Plano Brasil Sem Miséria (…). Além da inclusão do Bolsa Verde, essas famílias serão incluídas em outras ações e programas e contarão com capacitação técnica de apoio à agricultura, por exemplo”.

Bolsa Verde
Ao mesmo tempo em que incentiva a conservação dos ecossistemas brasileiros, o Bolsa Verde promove a cidadania dos moradores dessas áreas. As atividades de proteção ambiental podem ser desenvolvidas em florestas nacionais, reservas extrativistas e de desenvolvimento sustentável, além de projetos de assentamento florestal, de desenvolvimento sustentável e de assentamentos extrativistas do Incra. Proteção de Áreas de Preservação Permanente (APPs), extrativismo com base em boas práticas e pesca com manejo adequado são algumas das atividades de preservação ambiental a serem contempladas pelo Bolsa Verde.

Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar
 Ao assinar convênio com o governo do Amazonas nesta quarta-feira, o governo federal amplia o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA) na região. A ação, no valor de R$ 2,5 milhões, atenderá 683 agricultores familiares, de 17 municípios, para adquirir 850 toneladas de alimentos e distribuí-las a 34 entidades socioassistenciais.

Também será firmado contrato entre a Prefeitura de Manaus e a Cooperativa Agroindustrial dos Produtores do Projeto de Assentamento Uatumã para distribuir alimentos a 430 escolas da cidade, via Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), do Ministério da Educação. Ao todo, 260 mil alunos terão reforço na alimentação escolar, com produtos como banana, mamão, arroz, couve e abóbora, entre outros. O valor do contrato é de quase R$ 3,5 milhões e beneficiará mais de mil agricultores familiares.

Supermercados
Ainda durante a cerimônia, as afiliadas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) na região Norte firmarão compromisso de adquirir alimentos de agricultores familiares em seus estabelecimentos. Além disso, há previsão de que os empresários do setor comecem a contratar pessoas que integram o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. O Maranhão, que não faz parte da Região Norte, também será favorecido nessa ação.
FEM-CUTSP

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Mercado de trabalho favorece intenção de consumo das famílias

Publicado por Administrador 22 agosto, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Em agosto, a intenção de consumo das famílias brasileiras apresentou alta de 2,5% em relação ao mês de julho, e de 1,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior. É o que revela a pesquisa nacional de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

De acordo com a Divisão Econômica da entidade, as condições favoráveis do mercado de trabalho mais uma vez contribuíram significativamente para a elevação do índice. No entanto, mesmo com a alta, os resultados dos componentes diretamente ligados ao consumo ainda indicam uma expansão mais moderada dos gastos das famílias brasileiras em relação ao ano passado. Neste cenário de desaceleração do consumo, a previsão da Divisão Econômica da CNC é de que o volume de vendas do varejo encerre 2011 com crescimento em torno de 6,0%.

Monitor

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Maioria das famílias brasileiras gasta mais do que ganha

Publicado por Administrador 10 maio, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Pela primeira vez desde 2005, a maioria das famílias brasileiras (53%) está gastando mais do que recebe.

Isso é o que mostra um estudo feito pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) em parceria com as empresas de pesquisa Nielsen e Kantar Worldpanel.

Segundo a pesquisa, no ano passado, a renda média das famílias foi de R$ 2.146 ao mês, enquanto o gasto médio mensal chegou a R$ 2.171. De 2009 para 2010, a renda do brasileiro cresceu 13%, enquanto os gastos subiram mais, 16%. Com isso, 53% das famílias brasileiras viram suas despesas ultrapassarem a renda em 2010.

A maior oferta de crédito, sobretudo para a compra de imóveis e veículos, segundo a Apas, foi a principal responsável pelo endividamento da população. “Ao ter acesso ao crédito, o consumidor aprendeu a viver com ele”, explicou o economista da Apas, Martinho Paiva Moreira.

Os motores dessa expansão e também do descontrole financeiro foram as classes de renda mais baixa. Segundo ele, os gastos das classes D e E cresceram 16%, em média, enquanto nas classes média (C) e mais altas (AB) o aumento foi de 13%.

A Apas acredita que as famílias vão equilibrar os gastos e que as medidas de restrição do Banco Central irão esfriar um pouco o consumo.

Destak Jornal

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Inflação para famílias de baixa renda aumenta em março

Publicado por Administrador 6 abril, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para as famílias com rendimentos mensais de até 2,5 salários mínimos, subiu para 0,80% em março, ante a taxa de 0,32% registrada em fevereiro. O índice é apurado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e, segundo nota divulgada hoje (6) pela instituição, no primeiro trimestre do ano já acumula alta de 2,53% e de 6,16% nos últimos 12 meses.

A variação do IPC-C1 de março ficou acima da taxa de 0,71% do Índice de Preços ao Consumidor Brasil (IPC-BR) no mesmo período.

De acordo com a FGV, a maior contribuição para o avanço do IPC-C1 em março veio dos grupos alimentação (de 0,05% para 1,51%), com destaque para os itens hortaliças e legumes (de 3,05% para 7,78%); vestuário (de -0,20% para 0,75%); saúde e cuidados pessoais (de 0,11% para 0,48%); e educação, leitura e recreação (de 0,25% para 0,48%).

Com recuo nas taxas de variação, ficaram os grupos transportes (de 0,89% para 0,13%); despesas diversas (de 2,02% para 0,05%); e habitação (de 0,38% para 0,25%).

Para o cálculo do IPC-C1, a Fundação Getulio Vargas coleta preços de uma cesta de produtos e serviços consumidos por famílias com renda mensal de até 2,5 salários mínimos nas capitais Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Recife e Belo Horizonte.

Monitor Mercantil

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Otimismo das famílias brasileiras em relação ao futuro do país

Publicado por Administrador 2 fevereiro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Pesquisa divulgada na terça-feira (1), no Rio de Janeiro, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que as famílias brasileiras estão otimistas em relação ao país, apesar das medidas tomadas pelo governo para frear o ritmo de crescimento da economia. A sexta edição do Índice de Expectativas das Famílias (IEF) mostra que a expectativa dos brasileiros atingiu em janeiro 67,2 pontos, 4,02% a mais do que o índice apurado em dezembro do ano passado, que foi de 64,6 pontos.

“Esse é o maior índice alcançado em seis meses”, destacou o presidente do Ipea, Marcio Pochmann. Quando a pesquisa foi iniciada, em agosto de 2010, o índice era de 62,8 pontos. De lá para cá, o indicador subiu 7%. A pesquisa de janeiro foi feita em 3,8 mil domicílios de 214 municípios.

Segundo Pochmann, a população ainda não sentiu os efeitos das medidas de restrição ao consumo. “Pela expectativa em relação às decisões de compra e a avaliação sobre a situação financeira e econômica para os próximos 12 meses, a pesquisa mostra aumento do otimismo das famílias em relação a (perspectiva de) consumir mais”.

Os mais otimistas estão na Região Centro-Oeste, que registrou 76,6 pontos, 8,6% a mais do que a pontuação de dezembro (70,5 pontos). Em relação a agosto de 2010, quando a pesquisa foi iniciada, o registro é de queda do otimismo das famílias que vivem nas regiões Norte (- 2,1%) e Nordeste (- 1,8%), e de melhora das expectativas no Sul (+ 12,9%), Centro-Oeste (+ 12,5%) e Sudeste (+ 11,8%).

O presidente do Ipea admitiu que existe, de acordo com o IEF, uma desconexão entre as expectativas das famílias e as decisões que estão sendo anunciadas pelo governo federal. Embora a projeção seja de desaceleração do crescimento econômico, as famílias têm a percepção de que estarão em situação melhor do que há um ano. O Ipea projeta para este ano crescimento pouco acima de 5%. “Em algum momento, haverá algum ajuste, seja do ponto de vista das decisões governamentais, para desacelerar ainda mais a economia, ou uma melhor decisão, por parte dos consumidores”.

A pesquisa mostra que as pessoas com maior renda e maior escolaridade tendem a ter uma perspectiva mais otimista em relação à situação econômica e financeira do país. Pochmann lembrou que, na saída da crise internacional de 2008, ocorreu uma recuperação de empregos na base da pirâmide social, principalmente nos setores ligados à construção civil, à indústria e ao comércio. “Hoje, nós percebemos que o avanço dos investimentos vem permitindo às empresas contratar pessoas com mais alta escolaridade e remuneração mais alta. Por outro lado, a escassez de mão de obra qualificada faz com que as empresas passem a remunerar um pouco melhor os seus trabalhadores”. Isso aumenta o otimismo nas chamadas classes mais favorecidas, admitiu Pochmann.

Rede Brasil Atual

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Habitação: Presidente Lula vai anunciar pacote de 1 milhão de casas

Publicado por Administrador 23 março, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O presidente Luiz Inácio Lula Silva confirmou nesta sexta-feira (20) que o pacote de habitação com o objetivo de construir um milhão de casas para famílias com renda de até dez salários mínimos (R$ 4.650,00) será anunciado na próxima quarta-feira, dia 25 de março. Lula não deu detalhes sobre como o programa irá funcionar e quando as obras terão início.

“Na quarta-feira, vamos anunciar um grande programa de habitação no Brasil para construir um milhão de casas”, disse ele, no encerramento do seminário “Oportunidades de Comércio, Negócios e Investimentos entre Argentina e Brasil”, ao lado da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na capital paulista.

“Esperamos ser um desafio extraordinário para a indústria da construção civil brasileira, que passou 50 anos reclamando e agora vai ter um milhão de casas para serem construídas, casas para pessoas de zero a dez salários mínimos”, acrescentou.

O presidente afirmou que essa não será a única medida do governo com o objetivo de combater os efeitos da crise internacional no País, mas não entrou em detalhes sobre quais seriam as demais ações. “Certamente outras medidas vão ser anunciadas na medida em que vá sendo necessário a gente fazer o ajuste da economia.”

O presidente disse que o crédito no País já está sendo retomado, diferentemente do que está ocorrendo nos países desenvolvidos, “onde o crédito desapareceu”. “Trabalho com a confiança de que nós teremos um segundo trimestre melhor que o primeiro, e um terceiro trimestre melhor, e a partir daí a economia brasileira, argentina e da América do Sul e no mundo inteiro comece a se recuperar”, declarou.

Lula admitiu que a economia brasileira teve um “problema sério” nos meses de outubro, novembro e dezembro, mas ponderou que ela já começa a dar sinais de recuperação. “Certamente, nós não cresceremos o tanto que queríamos crescer, mas com o passar do tempo nós vamos perceber que o Brasil estará entre os países que tiveram crescimento positivo no PIB, diferentemente dos países que estão em recessão, economias fortes como Estados Unidos, países europeus e Japão”, afirmou.

Como exemplo, ele citou o caso da indústria automotiva brasileira, que passou por uma “crise medonha” no último trimestre de 2008. “Algumas empresas já estão convocando os trabalhadores para fazer hora extra no sábado. Eu acho isso importante”, exemplificou.

Lula disse ainda que as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) vão gerar muitos empregos no País. “Portanto iremos recuperar parte dos empregos, no mês de fevereiro. Já tivemos crescimento positivo dos empregos formais criados em fevereiro”, destacou.

Da Agência Estado

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