Diretoria presta contas aos associados neste sábado (27/8)

Publicado por Administrador 26 agosto, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Transparência e respeito com seus associados e dependentes. Essa é a marca registrada na gestão do Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região com a diretoria comandada pelo presidente João Bruggmann. Neste sábado – 27 de agosto – a diretoria realiza assembleia de prestação de contas para os associados que estão quites com suas mensalidades ao Sindicato a partir das 8:30 horas em primeira convocação, e às 9 horas em segunda convocação.

A reunião é exclusiva para associados, que vão saber detalhes sobre o balanço da entidade relativo à 2010. Segundo o presidente João Bruggmann, apesar de todas as turbulências e complicações que a crise na Busscar causou nas contas do Sindicato, a gestão mantém equilíbrio e também os serviços de qualidade aos seus associados e toda a categoria mecânica de Joinville e Região. “A Busscar deve aos trabalhadores diretamente e também indiretamente, mas nós tivemos habilidade para tudo dar certo e o Sindicato continuar forte em favor dos trabalhadores”, sintetiza Bruggmann.

Então, você associado em dia com suas mensalidades pode participar neste sábado da assembleia de prestação de contas do exercício de 2010, na sede central do Sindicato localizada no centro da cidade.

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Brasileiro considera carro e casa como investimento

Publicado por Administrador 4 agosto, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O baixo nível de conhecimento sobre finanças faz com que muitos brasileiros acreditem que comprar um carro, a casa própria ou até mesmo estudar para buscar um emprego melhor sejam modalidades de investimento. Essa é uma das conclusões de uma pesquisa divulgada ontem pela Comissão Nacional de Educação Financeira (Conef), responsável Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef).

“Essa pesquisa mostrou um grau de desinformação bastante elevado em relação às características dos serviços financeiros oferecidos no mercado”, diz a presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Maria Helena Santana, que integra a Enef.

A pesquisa mostrou que o brasileiro tem uma visão estereotipada dos investimentos. Ações são diretamente relacionadas a alto risco e grandes retornos. Muitos não sabem o que são fundos ou Certificados de Depósito Bancário (CDBs). Em muitos casos, os CDBs chegam a ser confundidos com títulos de capitalização. Houve até quem achasse que seguro de vida é aplicação financeira. Já a poupança não é vista como um investimento, mas como um lugar onde o dinheiro é colocado por segurança.

Apenas 40% dos entrevistados afirmaram ter conta corrente e conta poupança. Outros 27% possuem só conta corrente, 16% só poupança e 17% dos consultados não possuem conta nenhuma. Realizado em 2008, mas divulgado apenas ontem, o estudo ouviu 1.809 pessoas.

Do Valor Econômico

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Brasileiro continua otimista com situação socioeconômica

Publicado por Administrador 4 agosto, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O brasileiros permanecem otimistas em relação à situação socioeconômica do país em julho, aponta nesta quarta-feira (3) o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na sétima edição do Índice de Expectativas das Famílias (IEF). O indicador de julho foi de 63,5 pontos, valor ligeiramente inferior ao do mês anterior, quando ficou em 64,1.

A escala de pontuação de expectativas das famílias é medida com a seguinte dimensão do indicador: grande pessimismo (de 0 a 20 pontos), pessimismo (de 20 a 40 pontos), moderação (de 40 a 60 pontos), otimismo (de 60 a 80 pontos) e grande otimismo (de 80 a 100 pontos).

Em julho, 75,5% das famílias pesquisadas indicaram estar melhor financeiramente hoje do que há um anoO índice é resultado de uma pesquisa mensal do Ipea realizada em 3.810 domicílios distribuídos por mais de 200 municípios em todas as unidades da federação.

Dimensões da pesquisa
A pontuação do IEF resulta da combinação de cinco diferentes dimensões: a expectativa da família sobre a situação econômica nacional; a percepção da família sobre a condição financeira passada e a expectativa sobre a condição futura; a expectativa da família sobre decisões de consumo; a expectativa da família sobre o endividamento e condições de quitação de dívidas e contas atrasadas; e a expectativa da família sobre o mercado de trabalho, especialmente nos quesitos segurança na ocupação e sentimento de melhora profissional futura.

A expectativa das famílias para o mês de julho, no que diz respeito à situação econômica do país no curto prazo, aponta que 53,2% delas acreditam que o Brasil passará por melhores momentos nos próximos 12 meses, um valor 3,6 ponto percentual menor que o registrado no mês anterior (56,8%).

Em julho, 75,5% das famílias brasileiras pesquisadas indicaram estar melhor financeiramente hoje do que há um ano, percentual ligeiramente superior ao apresentado no mês anterior. Ao mesmo tempo, verifica-se que houve queda de 22,8% para 21,3% na proporção de famílias que acreditam terem piorado financeiramente, diz o Ipea.

No que diz respeito ao consumo de bens duráveis, 49,5% das famílias brasileiras afirmam que o momento é propício, contra 45,4% que não acham o momento ideal.

No país como um todo, os resultados da percepção sobre endividamento mantiveram-se praticamente semelhantes em relação aos do mês anterior, com 9,2% que se consideram muito endividados e 52% que afirmam não possuir dívidas

Ainda considerando o país, cerca de 79% dos responsáveis pelos domicílios se sentem seguros em sua ocupação atual .

Do G1

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Inclusão financeira é importante para a política monetária

Publicado por Administrador 7 dezembro, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

A inclusão financeira da população é de “de extrema importância para a condução da política monetária”, avaliou hoje (7) o indicado para a presidência do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, em sabatina no Senado.

“Quanto maior for a parcela da sociedade que efetivamente utiliza o sistema financeiro, seja obtendo crédito, seja investindo suas economias, maior será a eficácia da política monetária”, disse.

Tombini destacou que, “em uma sociedade plenamente incluída financeiramente, pequenas oscilações nas taxas de juros tendem a ter implicações maiores na expansão ou retração da demanda agregada, facilitando e reduzindo o custo do controle da inflação”.

Segundo ele, entre as medidas para inclusão financeira da população então os correspondentes bancários, o aperfeiçoamento do marco regulatório do cooperativismo de crédito e a criação da conta simplificada.

Tombini acrescentou que atualmente todos os municípios brasileiros dispõem de algum tipo de serviço bancário ou financeiro: são mais de 20 mil agências, cerca de 50 mil postos de atendimento bancários e mais de 158 mil caixas eletrônicos. O Sistema Financeiro Nacional gerencia atualmente mais de 142 milhões de contas ativas.

O principal instrumento da política monetária é a taxa básica de juros, a Selic. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC eleva a Selic para estimular a poupança e conter a expansão excessiva da demanda.

O comitê também pode não mexer nos juros básicos quando acredita que o patamar da taxa é suficiente para gerar equilíbrio entre o que se produz, o que se compra e os preços cobrados. Pode ainda reduzir a taxa Selic se o objetivo for aquecer o mercado consumidor e estimular a atividade econômica.

Agência Brasil

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Mulher no poder, mulheres nos investimentos: o que as beneficiam?

Publicado por Administrador 3 novembro, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

Essa semana  os principais veículos de comunicação estampam a notícia de que o Brasil acaba de eleger a primeira presidente mulher de sua história. Com mais de 55% dos votos válidos, Dilma Rousseff assume em primeiro de janeiro o posto mais alto do comando nacional.

Mas será que o fato de uma mulher estar no comando faz diferença? Não é novidade que homens e mulheres possuem características diferentes, como paciência, equilíbrio entre razão e emoção e visão de longo prazo. Tais caracteristícas, bem vindas em uma presidente da República, também são benéficas na hora de investir.

Com sua experiência, a responsável pela qualidade e atendimento da Título Corretora, Miriam Macari, afirma que as mulheres são capazes de enxergar as coisas de forma mais abrangente. “Com essa capacidade de olhar para o todo, a mulher consegue entender melhor os eventos do mercado e tirar proveito deles”.

Longo prazo

Ainda segundo Miriam, outro comportamento que ajuda as mulheres nos investimentos – e que deve também colaborar com a nova presidente – é a visão de longo prazo. “O público feminino tende a pensar mais no longo prazo, e toma decisões pensando não só nos benefícios imediatos, ao contrário dos homens”, explica.

Entre os objetivos das mulheres, segundo a profissional, estão a vontade de aumentar o patrimônio e a riqueza ao longo do tempo, além de ter uma aposentadoria tranquila. E para isso, muitas acabam utilizando estratégias mais arriscadas. “Elas se lançam nos empreendimentos para obter lucros, pois muitas possuem ambições milionárias”. 

Mulher no poder, mulheres na Bolsa

De acordo com dados da BM&F Bovespa, desde 2002 até 2010, a participação das mulheres nos investimentos em ação cresceu de 15 mil para 136 mil. 

E, ao contrário do que se imagina, elas não preferem papéis relacionados ao consumo feminino, como marca de cosméticos ou loja de roupas. “Nisso elas se equiparam aos homens e variam suas aplicações em diferentes segmentos”, finaliza.

Msn

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Alunos de escolas públicas terão aula de educação financeira

Publicado por Administrador 31 agosto, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

Estudantes de 450 escolas públicas brasileiras passam a receber lições simples de como gastar bem a mesada, ajudar a organizar as despesas da casa e enxugar o orçamento doméstico. O projeto piloto de educação financeira será inicialmente aplicado em escolas do Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins.

As aulas foram elaboradas por órgãos reguladores do sistema financeiro, como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), além de instituições privadas. A ideia do curso é abordar o tema de forma interdisciplinar. Informações sobre riscos e juros serão inseridas nas aulas de Português, Matemática, Sociologia e História. 

Os professores contarão com a ajuda de material didático específico, além de um site na internet. Os profissionais também receberão um curso de capacitação. Todos os discentes são de escolas que já participavam de projetos semelhantes e se candidataram voluntariamente.

O curso completo será dado a alunos do segundo ano do Ensino Médio e vai durar um ano e meio. Além das aulas, o projeto inclui a participação dos pais por meio de workshops e da avaliação dos resultados por uma consultoria especializada, com acompanhamento do Banco Mundial (Bird). A próxima etapa do projeto prevê a extensão do curso para o Ensino Fundamental em 2011

Veja, Abril

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“Caminhando sobre camada de gelo fina”

Publicado por Administrador 20 julho, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

Alguns países da União Européia seguem “caminhando sobre camada de gelo fina” em relação à possibilidade de eclosão de uma crise financeira de grandes dimensões. A Grécia foi mais uma vez rebaixada por agências de avaliação de risco na primeira quinzena de junho.

Vários países adotam programas pesados de austeridade, envolvendo forte ajuste do setor público, cortes de gastos sociais, reformas previdenciárias, cortes de salário do funcionalismo público e cortes de pessoal do setor
público.

Esses programas são adotados tanto em países onde a crise é evidente (Países Bálticos, Grécia, Portugal, Espanha), quanto em países em que as fragilidades financeiras não estão tão explícitas, como a Alemanha (este país anunciou no fim do mês passado cortes de gasto público da ordem de US$ 80 bilhões).

O receio é que os programas de ajuste abortem a recuperação das economias que estavam começando a dar alguns sinais, após a crise aguda em 2008, ampliem o desemprego que seguiu elevado mesmo quando aconteceram sinais de recuperação, e coloquem ainda mais incerteza sobre a recuperação da economia mundial, prolongando a crise.

Além disso, os movimentos especulativos em relação às economias européias têm provocado instabilidades financeiras no mundo, esporádicas até aqui, mas que podem se tornar mais permanentes.

A crise da Europa não acalmou nem após a mobilização de cerca de US$ 1 trilhão de dólares, talvez, neste caso, pela demora de resposta da UE, o que ajudou na instalação do pânico entre os investidores, especialmente quando estes perceberam que os bancos europeus eram os principais detentores dos títulos dos países mais atingidos pela crise, chamados depreciativamente de “Pigs” (“porcos”, em inglês, referindo-se a Portugal,
Irlanda, Itália, Grécia e Espanha).

Segundo dados do BIS (Banco de Compensações Internacionais), os bancos europeus (basicamente alemães e franceses) detêm US$ 1,58
trilhão, ou 62% de toda a exposição de instituições internacionais junto a residentes na Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha. Em face de números como estes são normais as dúvidas acerca da capacidade de recuperação da economia mundial.

É crescente o temor, inclusive, de que as medidas de austeridade fiscal provoquem uma segunda recessão no Continente, com possível contágio para o resto do mundo. A crise na zona do euro está colocando em xeque a própria recuperação da economia dos Estados Unidos, em função de sua gravidade e pelo potencial de contaminação da economia mundial.

Os números da economia dos EUA são positivos no primeiro semestre, com crescimento da massa salarial e recuperação do nível de atividade. Mas é uma retomada ainda muito lenta, comparada com crises anteriores e o desemprego permanece em quase 10% da População Economicamente Ativa (PEA).

Não está descartada uma nova recessão decorrente do efeito-contágio da crise na Europa. A dúvida é saber que tipo de medidas podem ser tomadas, considerando que os juros anuais já são zero e o déficit fiscal atinge os dois dígitos.

O dilema dos EUA não é brincadeira: com o déficit atual, um novo pacote de estímulos fiscais pode provocar uma tremenda crise de confiança, com resultados imprevisíveis; por outro lado, cortes de gastos para melhorar a situação fiscal, podem matar a discreta retomada da economia.

Um aspecto que piora a situação dos EUA é o aumento das políticas de controle no mundo, especialmente na zona do euro, como forma de redução do déficit público. Medidas de controle começam a pipocar em vários países, como mecanismo de defesa em relação a eventuais movimentos especulativos e volatilidade financeira.

No último dia 13 a Coréia do Sul voltou a ativar mecanismos de controle sobre o câmbio, buscando deter a valorização do won, e o efeito negativo sobre a sua balança comercial. É possível que, além da Coréia do Sul e da Indonésia, que já trilharam esse caminho, outros países estejam, ao menos na área da Ásia, avaliando a implementação de medidas similares (vale lembrar que na China e Índia vigoram medidas de controle sobre fluxos cambiais).

Reunião de Ministros de Fazenda preliminar à reunião do G-20 (realizada em 25 a 27 de junho no Canadá) aponta apoio a pacotes de ajuste europeus, orientação contrária a de anteriores reuniões do G20 que falavam da necessidade de manter as políticas de ativação de gastos para suplantar a crise econômica mundial.

Outra possibilidade que também complica a economia estadunidense é uma eventual forte desvalorização do euro, o que certamente melhoraria a situação dos países exportadores da Europa, especialmente Alemanha, Itália e França, mas reduziria a competitividade dos produtos exportados pelos EUA.

Está para ser aprovada no Congresso dos Estados Unidos uma das maiores mudanças na regulamentação do sistema financeiro daquele país desde a década de 1930. Esta proposta, gestada e negociada no interior do Partido Democrata, irá aumentar consideravelmente o controle do governo sobre os bancos e mercados financeiros, questão fundamental na eclosão da crise de 2008.

Os comentários veiculados na mídia indicam que a legislação que está sendo proposta é bastante rígida, e o seu objetivo é proteger mais as pessoas físicas e evitar a necessidade de socorrer as empresas do setor
financeiro. A proposta visa também aumentar o poder das autoridades perante as atividades das grandes instituições bancárias, que teriam poder inclusive para obrigá-los a conservar reservas de capital maiores para se proteger das crises.

É um projeto ousado para o atual estágio do capitalismo nos EUA – autocraticamente gerido pelos donos do capital financeiro –, e avançado inclusive para os atualmente rebaixados padrões liberais dos EUA, ao tentar diminuir o risco sistêmico e proteger o consumidor. Mas, com forte
oposição dos republicanos, a aprovação da lei ainda está sendo garantida.

* Artigo escrito por Adhemar Mineiro e José Álvaro Cardoso, respectivamente Técnico do DIEESE da equipe do RJ e Técnico do DIEESE da equipe de SC.

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Prefeitura de Joinville implanta o Orçamento Participativo

Publicado por Administrador 8 junho, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

A Prefeitura de Joinville está trabalhando no Orçamento Participativo, um programa em que a população indica as prioridades de investimentos em obras, ações e serviços a serem realizados a cada ano, com os recursos municipais. É um instrumento de participação popular que será implantado pela primeira vez em Joinville.

Como são os moradores que discutem o orçamento municipal, haverá reuniões espalhadas pela cidade onde a Prefeitura vai ouvir diretamente a população. Para isso, é importante que a comunidade participe das reuniões.

“O programa visa a participação cidadã na discussão, elaboração e na execução de parte orçamento público da cidade, fazendo com que as políticas sejam decididas de forma descentralizada e democrática”, explicou o secretario de Planejamento, Orçamento e Gestão, Eduardo Dalbosco.

Serão 14 reuniões pela cidade. Confira abaixo as datas e locais onde serão realizadas as discussões.

Regional do Iririú
Bom Retiro, Saguaçu e parte do Iririú
Centro Social Urbano do Itaum (R. Tuiuti, 1010, bairro Iririú)
01 julho, às 19h30

Regional do Itaum
Itaum, Guanabara, Floresta e Petrópolis
Centro Social Urbano do Itaum (CSU), rua Arlindo Pereira de Macedo
02 julho, às 19h30

Regional Jardim Paraíso
Jardim Sofia, Vila Cubatão e Jardim Paraíso
Escola M. Hans Dieter Schmidt (rua Carina, 95)
07 julho, 19h30

Regional Nova Brasília
São Marcos, Morro do Meio e Nova Brasília
Igreja Catolica Imaculado Coração de Maria
08 julho, às 19h30

Regional Paranaguamirim
Ulysses Guimarães e Paranaguamirim
Escola M. Valentim João da Rocha (rua Monsenhor Gercino , 6674)
9 julho, às 19h30

Regional do Vila Nova
Vila Nova e parte do Distrito Industrial
Igreja Católica Imaculado Coração de Maria (rua Fraternidade, 214)
13 julho, às 19h30

Regional Aventureiro
Aventureiro
Associação de Moradores Castelo Branco (rua Adolar Puhn, 245)
14 julho, 19h30

Regional Boa Vista
Espinheiros, Zona Industrial Tupy, Boa Vista
Paróquia Nª Senhora Imaculada Conceição
16 julho, às 19h30

Regional Boehmerwald
Santa Catarina, Profipo, Itinga, Parque Guarani, Boehmerwald e Petrópolis
Associação de Moradores Escolinha (rua Adolfo da Veiga, 650)
21 julho, 19h30

Regional Centro
América, Atiradores, Anita Garibaldi, Bucarien e Centro
Paróquia Sagrado Coração de Jesus (rua Inácio Bastos, 308)
22 julho, às 19h30

Regional Comasa
Jardim Iririú, parte do Iririú e Comasa
Centro Pastoral Padre Fausto da Paróquia São Paulo Apóstolo (rua Wittmarsun, 864)
23 julho, às 19h30

Regional Costa e Silva
Santo Antônio, Glória, Distrito Industrial Norte, Costa e Silva
Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (rua Almirante Jaceguay, 2818)
28 julho, às 19h30

Regional Fátima
Adhemar Garcia, Jarivatuba, João Costa e Fátima
Sociedade Esportiva e Recreativa Dallas (rua Guanabara, 2753)
29 julho, às 19h30

Regional Pirabeiraba
Pirabeiraba, Vila Dona Francisca e Rio Bonito
Secretaria Distrital de Pirabeiraba
30 julho, às 19h30

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