OMS mantém alerta de pandemia de gripe suína

Publicado por Administrador 20 julho, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

A Comitê de Emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu manter o alerta de pandemia para a influenza A (H1N1) – gripe suína. As informações são da agência portuguesa Lusa.

De acordo com o porta-voz do órgão, Gregory Hartl, o comitê não vai se reunir esta semana como estava previsto e ainda está avaliando a forma como o vírus Influenza H1N1 se comporta durante todo o inverno no Hemisfério Sul.

A última reunião do comitê ocorreu em junho, quando a OMS anunciou que faria uma nova análise sobre o nível de alerta para a gripe. Em meados de julho, o porta-voz do órgão já havia dito que considerava prematuro fazer uma nova avaliação.

Os primeiros casos provocados pelo Influenza H1N1 foram registrados em abril de 2009 na América do Norte. Em 11 de junho do ano passado, foi declarada a primeira pandemia do século 21, em razão da rápida propagação geográfica e de receios de possíveis mutações do vírus.

O último balanço da OMS aponta que a influenza A (H1N1) já matou 18.337 pessoas.

Da Ag. Brasil

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Crianças de 2 a 5 anos devem se vacinar contra gripe H1N1

Publicado por Administrador 25 maio, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

Agora as crianças de dois anos a menores de cinco anos devem se vacinar contra a gripe H1N1. A partir da próxima segunda, dia 24, os pais já podem levar os filhos para um dos 36 mil postos de saúde em todo país. O prazo termina no dia 2 de junho.

A vacina é tomada em duas meias doses. Uma agora e outra 21 dias depois da primeira. Portanto, os pais devem ficar atentos, pois as crianças terão que ir duas vezes ao posto de saúde.

O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou hoje a inclusão deste novo grupo na campanha de vacinação contra a gripe H1N1. Depois daqueles grupos que já foram vacinados, as crianças entre 2 a 5 anos incompletos é o grupo mais vulnerável.

Outros grupos – A campanha de vacinação para pessoas de 30 a 39 anos e gestantes ainda continua até 2 de junho. O Ministério recomenda que os municípios vacinem os grupos que ainda não atingiram a meta de 80% (doentes crônicos e adultos de 20 a 29 anos). Isso vale também para a vacina contra a gripe comum destinada aos idosos.

A campanha até agora imunizou 61 milhões de pessoas, o que corresponde a 70% do público que é considerado de risco para a gripe. A vacinação da gripe H1N1 praticamente atingiu, em apenas dois meses, a cobertura da maior campanha de vacinação realizada até então no Brasil, contra a rubéola (2008), que teve duração de seis meses.

Além da gripe H1N1, o Ministério da Saúde também promove a campanha de vacinação contra a gripe comum em pessoas acima de 60 anos nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. Para os idosos com doença crônica, as duas vacinas são tomadas em conjunto, uma em cada braço. O prazo da vacinação contra gripe comum termina 21 de maio, mas o Ministério recomendou a prorrogação até 2 de junho aos municípios que necessitem.

Do Ministério da Saúde

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Rio Grande do Sul confirma mais quatro mortes por gripe suína

Publicado por Administrador 20 julho, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul confirmou mais quatro mortes provocadas pela influenza A(H1N1) – gripe suína. Duas foram registradas na cidade de Uruguaiana, uma em Santa Maria e uma em São Borja. Com isso, subiu de sete para 11 o total de óbitos provocados pela doença no estado. Em todo o país, foram confirmadas 15 mortes até o momento.

Em São Borja, a vítima é um caminhoneiro de 29 anos que esteve na Argentina. A secretaria informou que o paciente era obeso e morreu no último dia 6. Em Uruguaiana, uma mulher de 36 anos, grávida de oito meses, morreu no último dia 16. Uma menina de 5 anos também morreu na Santa Casa da cidade e não havia viajado para o exterior. Em Santa Maria, um serralheiro de 40 anos, que também era obeso, morreu no último dia 17, no Hospital Universitário do município.

Fonte: Ag. Brasil

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Gripe Suina: Ministro garante que país está preparado

Publicado por Administrador 4 maio, 2009 Nenhum Comentário Imprimir
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, reforçou neste domingo (03) que o vírus Influenza A (H1N1), causador da doença que tem casos confirmados em 17 países e provocou o aumento da vigilância nos portos e aeroportos brasileiros, não circula no Brasil, apesar da existência de 15 casos suspeitos. Segundo ele, o país tem condições de prevenir, diagnosticar e tratar casos que, porventura, sejam confirmados. “Temos matéria-prima para produzir 9 milhões de tratamentos para uma doença que não chegou aqui”, ressaltou no programa Domingão do Faustão, da Rede Globo.
 
Na entrevista, Temporão ressaltou mais uma vez que  “o vírus não circula no Brasil e se entrar, estamos preparados para enfrentá-lo”. O ministro ressaltou que ainda que há monitoramento dia e noite em portos e aeroportos de todo o Brasil, para evitar a entrada do vírus Influenza A (H1N1) no país.  Além de deter matéria-prima para a produção do tratamento contra o Influenza A (H1N1), o Ministério da Saúde ainda dispõe de 6.250 tratamentos para adultos e outros 6.250 tratamentos pediátricos já prontos.
Fonte: Ministério da Saúde
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Gripe suína: cresce preocupação global com avanço da doença

Publicado por Administrador 27 abril, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

Governos de todo o mundo se mobilizam na segunda-feira para tentar conter uma possível pandemia de gripe, causada por um vírus que já matou 103 pessoas no México e chegou aos EUA e talvez até à Oceania. O dólar, o peso mexicano, as Bolsas asiáticas e o petróleo se desvalorizaram devido às preocupações com a gripe.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu ativar a sua “sala de guerra”, um centro de comando que funciona 24 horas por dia. Não foram verificadas mortes fora do México, mas já houve 20 casos identificados nos EUA e 6 no Canadá e um na Espanha. Possíveis casos estão sendo verificados até na Europa, em Israel e na Nova Zelândia.

Os países reforçaram a vigilância em portos e aeroportos, usando sensores e câmeras térmicas para localizar pessoas com febre.

O gabinete japonês realizou uma reunião de emergência na qual decidiu priorizar a produção de uma nova vacina. Autoridades de toda a Ásia tentaram tranqüilizar suas populações, afirmando haver estoques suficientes de medicamentos para enfrentar o surto.

A nova cepa mistura vírus humanos, suínos e aviários, e representa o maior risco de uma pandemia (epidemia global) desde o surgimento da gripe aviária, em 1997, que matou centenas de pessoas. Em 1968, uma pandemia da chamada “gripe de Hong Kong” matou cerca de 1 milhão de pessoas no planeta.

Os Estados Unidos declararam emergência pública sanitária no domingo. Embora a maioria dos casos fora do México seja relativamente benigna, uma dirigente do Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) afirmou que podem ocorrer mortes nos EUA.

A OMS declarou que a gripe é uma “emergência de saúde pública de preocupação internacional”, capaz de se transformar em pandemia. Um virologista que ajudou a combater os surtos de Sars (síndrome respiratória aguda grave) e gripe aviária em 2003 na Ásia disse que aquele continente pode novamente ser o mais afetado por uma nova pandemia.

“Estamos na contagem regressiva para uma pandemia”, disse Guan Yi, da Universidade de Hong Kong, que ajudou a apontar a civeta (um mamífero) como origem da Sars.

“Acho que a difusão do vírus em humanos possivelmente não possa ser contida em um intervalo curto (…), já há casos em quase todas as regiões. O quadro está mudando a cada momento.”

Estima-se que uma pandemia poderia causar prejuízos globais de trilhões de dólares, num momento em que o planeta já atravessa sua pior crise econômica em várias décadas.

Os investidores da Ásia estão muito cientes dos possíveis prejuízos, tendo visto os efeitos da Sars sobre a economia de Hong Kong e arredores, seis anos atrás, e também a constante preocupação com os casos de gripe aviária nos últimos anos.

MÉXICO FECHADO

Mas desta vez o epicentro da crise é o México, grande exportador de petróleo, café e bens industriais. Na noite de domingo, o ministro da Saúde, José Angel Córdova, disse que a gripe já havia matado 103 pessoas, e que cerca de 400 haviam sido hospitalizadas. A boa notícia é que a maioria dos pacientes tem se recuperado.

As escolas de vários Estados mexicanos continuam fechadas nesta semana, e a capital do país, uma das maiores metrópoles do mundo, praticamente parou. Bares, museus e estádios deixaram de funcionar, e muitos escritórios dispensaram seus funcionários.

Muita gente preferiu passar o fim de semana em casa, ou saiu com as máscaras cirúrgicas azuis distribuídas por soldados em caminhões. As ruas permaneceram estranhamente pacatas, e o governo cogita suspender o transporte público.

“A ideia de passar dez dias em casa com duas crianças pequenas, sem bares, sem museus, não tem nada de atraente, então vou para San Diego”, disse a norte-americana C.R. Hibbs, que vive no México.

A redução do consumo em lojas e restaurantes nesta semana deve afetar ainda mais a economia do México, que já enfrenta os efeitos da crise econômica e de uma guerra entre cartéis de drogas.

O prefeito da capital, Marcelo Ebard, disse que a situação excepcional na cidade pode durar dez dias. Bem longe dali, no balneário de Acapulco, centenas de boates estão fechadas.

A Feria de San Marcos, um dos principais eventos anuais do país, na cidade de Aguascalientes (centro), também foi cancelada, para frustração dos fãs desse evento com muita tourada, bebida e música.

No fim de semana, as igrejas não abriram suas portas, e os fiéis tiveram de se contentar com missas celebradas pelo rádio e pela TV. Batismos e crismas foram cancelados, e a Igreja cogita remarcar casamentos.

O ministro das Finanças, Agustín Carstens, disse que o impacto da gripe será “transitório”, mas o peso, já enfraquecido devido à crise, caiu 3 por cento no pregão eletrônico de domingo à noite.

A gripe é caracterizada por febre repentina, dores musculares, dor de garganta e tosse seca. As vítimas da nova cepa também têm sofrido vômitos e diarreia.

(Reportagem adicional de Stephanie Nebehay, em Genebra; Maggie Fox, Emily Kaiser e Lesley Wroughton, em Washington; Helen Popper, Miguel Gutierrez e Alistair Bell, na Cidade do México, e Tan Ee Lyn, em Hong Kong)

Fonte: Ag. Reuters

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Gripe: 17,25% dos idosos se vacinaram neste sábado (25/4)

Publicado por Administrador 27 abril, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O balanço parcial do primeiro dia da Campanha Nacional de Vacinação do Idoso, fechado às 17h30 de sábado (25/4), informa que 3,3 milhões de pessoas compareceram aos 67 mil postos de vacinação de todo o país, que abriram excepcionalmente neste sábado, dia da mobilização nacional. Esse número representa 17,25% da população idosa, índice superior ao de 2008, quando o boletim do mesmo horário apresentava cobertura vacinal de 11,71%.

“Tivemos todos os postos funcionando e um desempenho melhor do que no ano passado”, comemora a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Maria Arindelita Arruda.

“As pessoas que tinham resistência a procurar o posto de vacinação agora estão mais conscientes de que receber gratuitamente a vacina contra a influenza é um direito de quem tem 60 anos.”

Os estados com maior cobertura, segundo o balanço parcial, são Piauí (38,94%), Tocantins (35,26%) e Pernambuco (28,28%). As menores coberturas foram no Distrito Federal (7,37%) e no Rio de Janeiro (8,42%).

Na próxima segunda-feira (27/4), será divulgado o balanço consolidado deste sábado. Quem ainda não se vacinou tem até 8 de maio para procurar um dos postos.

META – Com o slogan “Deixe a gripe na saudade”, a 11ª edição da campanha pretende imunizar 80% da população com 60 anos ou mais – o que representa 15.542.469 de pessoas. Mesmo quem tomou a vacina no ano passado deve se imunizar este ano. “É importante porque há uma mudança no padrão dos vírus que circula no país”, explica Maria Arindelita Arruda.

Este ano, o Ministério da Saúde investiu R$ 162,2 milhões na compra de 21 milhões de doses da vacina e montagem da infra-estrutura, que conta com a participação de 241 mil pessoas. Na campanha, serão utilizados 27 mil veículos, entre terrestres, marítimos e fluviais. No site do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde (http://pni.datasus.gov.br/) é possível acompanhar o “vacinômetro”, ferramenta que mostra o andamento da vacinação no país.

CENÁRIO – A vacina é um dos meios de prevenir a gripe e suas complicações, além de apresentar um impacto na diminuição das internações hospitalares e da mortalidade evitável. Estudos nacionais e internacionais demonstram que a vacinação pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por doenças respiratórias.

Desde o início da imunização, em 1999, tem sido constatada uma redução importante de casos de influenza entre os idosos, principalmente para as regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste. Até 2007, a meta mínima para cobertura vacinal estabelecida pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) era de 70% da população alvo. Em 2008, foi ampliada para 80%.

Em números absolutos, 2008 foi o ano em que mais se vacinou idosos no país – foram imunizadas 14 milhões de pessoas, o que correspondeu a 87% de cobertura – sete pontos percentuais acima da meta de 80%. No ano anterior, em 2007, foram 13,8 milhões (86,7%); em 2006, 13,5 milhões (85,72%). O aumento da população de pessoas com 60 anos ou mais pode ser atribuído à melhoria da qualidade de vida dos idosos, que hoje têm maior expectativa de vida.

Atualmente, uma das grandes preocupações da saúde pública é o envelhecimento da população. A melhora da qualidade de vida para quem está dentro dessa faixa etária é um objetivo do Ministério da Saúde, que considera que o bem estar do grupo depende da interação entre condições física e mental, independência financeira, capacidade funcional, suporte familiar e social.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, em duas décadas, o Brasil será o sexto país do mundo em número de idosos. Essa mudança se deve ao processo de envelhecimento rápido da população, o que requer políticas públicas específicas que garantam um envelhecer saudável.

SERVIÇO

Quem pode se vacinar:
Toda a população de 60 anos e mais e a população indígena até 8 de maio

O que levar:
É obrigatório a apresentação do RG e recomendável levar o cartão de vacinação

Quem não pode se vacinar:
Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, devem consultar o médico primeiro.

Fonte: Ministério da Saúde

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