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	<title>Sindicato dos Mecânicos &#187; igualdade direitos</title>
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		<title>8 de Março de 2010 &#8211; Por igualdade no trabalho!</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 15:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dia internacional da mulher]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o mote “Igualdade no Trabalho”, CUTistas de todo o Brasil, representando os mais diversos ramos de atividade e categorias profissionais, voltam às ruas na 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, que acontece de 8 a 18 de março, reafirmando a luta por ampliação de direitos e avanços nas conquistas, por uma sociedade justa e igualitária.</p>
<p>A CUT convoca suas entidades a participarem das ações e convida a todas/os a somarem-se a esta luta que é de toda a sociedade:</p>
<p>- creches públicas e de qualidade;</p>
<p>- igualdade salarial entre homens e mulheres;</p>
<p>- alteração do artigo 7º da Constituição Federal para que haja equiparação dos direitos das domésticas com os demais trabalhadores e trabalhadoras;</p>
<p>- ratificação da Convenção 156 da OIT;</p>
<p>- acesso das trabalhadoras rurais à terra, crédito e políticas públicas universais;</p>
<p>- legalização do aborto;</p>
<p>- maior participação da mulher na política;</p>
<p>- fim da violência contra as mulheres.</p>
<p><em>CUT Nacional</em></p>
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		<title>Mulher ainda está longe da igualdade profissional</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 18:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A dificuldade de conciliação entre trabalho e família é uma das principais causas da desigualdade profissional entre homens e mulheres. Essa é uma das&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A dificuldade de conciliação entre trabalho e família é uma das principais causas da desigualdade profissional entre homens e mulheres. Essa é uma das conclusões a que chegou o estudo divulgado na quinta-feira (11) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) em Genebra, na Suíça.</p>
<p>&#8220;As tensões entre trabalho e família estão gerando altos custos para as mulheres, para as pessoas que requerem cuidados e também para o crescimento econômico dos países, o bom funcionamento do mercado de trabalho e a produtividade das empresas&#8221;, diz a OIT.</p>
<p>Elaborado em conjunto com a Secretaria Especial de Política para as Mulheres, o relatório O Desafio do Equilíbrio entre Trabalho, Família e Vida Pessoal revela que, apesar das conquistas dos últimos anos, ainda está longe do ideal, em relação aos homens, a condição feminina no mercado do trabalho.</p>
<p>O estudo considera que ainda é muito lenta a desvinculação do trabalho doméstico do sexo feminino. &#8220;O modelo homem-provedor e mulher-cuidadora ainda vigente permite que a mulher continue arcando de forma unilateral, quando não exclusiva, com as atividades de cuidado e assistência aos membros da família, e seu engajamento no mercado de trabalho permanece marcado por esse papel&#8221;, destaca trecho do relatório, que englobou as relações de trabalho na América Latina e no Caribe, onde 100 milhões de mulheres compõem o marcado de trabalho.</p>
<p>A OIT considera um avanço o fato de que &#8220;53% das mulheres da América Latina e do Caribe estão incorporadas atualmente ao mercado de trabalho, uma proporção que chega a 70% se forem consideradas as mulheres entre 20 e 40 anos&#8221;.</p>
<p>O estudo sugere que, para minimizar os prejuízos causados pela relação entre trabalho e vida doméstica, políticas públicas devem ser implementadas para as mulheres, com a construção de creches, pré-escolas e centros de atendimento à mulher. Também são propostos modelos de gestão profissional que promovam a compatibilização entre a vida no mercado de trabalho, a familiar e a pessoal, de maneira que a capacidade produtiva das mulheres seja reconhecida.</p>
<p><em>Fonte: Congresso Em Foco</em></p>
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