Marcopolo e Caio Induscar procuram terrenos em Joinville (SC)

Publicado por Administrador 7 fevereiro, 2012 (3) Comentários Imprimir

Representantes da empresa que está sendo formada através da joint venture entre as fabricantes de carrocerias de ônibus Marcopolo, de Caxias do Sul (RS), e Caio Induscar, de Botucatu (SP), estiveram hoje pela manhã em Joinville. Em reunião com o prefeito Carlito Merss, o grupo pediu ajuda para encontrar terrenos e galpões na cidade. A nova empresa pretende investir R$ 110 milhões para fabricar carrocerias de ônibus para exportação, além de peças e acessórios para o mercado interno.

Segundo o prefeito, o objetivo da vinda da empresa para Joinville é aproveitar a mão de obra parada com a crise da Busscar. — Há uma consultoria local prestando serviços para esta joint venture e eles querem encontrar um local para se instalar o quanto antes. A chance de que o terreno escolhido seja em Joinville é muito grande, mas eles também consideram outros municípios da região —, afirma Carlito.

Matéria está no site de A Notícia e é assinada pela jornalista Larissa Guerra

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Volkswagen vai investir R$ 160 milhões no País

Publicado por Administrador 2 fevereiro, 2012 Nenhum Comentário Imprimir

A Volkswagen e a Pleuston Serviços vão investir R$ 160 milhões para construir uma pequena central hidrelétrica (PCH) entre as cidades de Ipuã e Ituverava, no Estado de São Paulo. Conforme a montadora alemã, que já possui uma PCH no país, sua participação no empreendimento, batizado Monjolinho, será de 51%. (Crédito: Raquel Camargo)
A previsão é a de que a nova PCH entre em operação em 2014. Em nota, o vice-presidente de Finanças e Estratégia Corporativa da Volkswagen do Brasil, Carsten Isensee, afirma que o investimento nessas centrais hidrelétricas também representa um meio de garantir energia elétrica de forma sustentável para o futuro.

A PCH Monjolinho será erguida no rio Sapucaí e terá capacidade instalada de 25,5 MWh, com três turbinas. Durante o período de obras, a expectativa é a de que sejam gerados 700 empregos diretos e 5 mil indiretos.
A primeira central hidrelétrica da Volks no país entrou em operação em março de 2010 e fica no rio Sapucaí, a 25 quilômetros do local que receberá o novo empreendimento. Com potência instalada de 22,68 MWh, a PCH Anhanguera também opera com três turbinas.

A montadora destaca que, somados, os investimentos nas duas centrais elétricas no país chegam a R$ 300 milhões. “Juntas, elas vão gerar cerca de 48 MWh, o que equivale a 40% do consumo total de energia elétrica da Volkswagen do Brasil”, informa.

FEM-CUTSP

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Petrobras investirá US$224 bilhões até 2015

Publicado por Administrador 2 agosto, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Com o governo Dilma Rousseff, a Petrobras dá continuidade ao cronograma de  investimentos iniciados em 2003 com o governo do PT e aliados e vai investir US$ 224 bilhões entre este ano e 2015,  constituindo o  “maior plano de negócios do mundo”. A informação foi dada pelo presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, em entrevista publicada na edição do jornal Valor Econômico da sexta-feira, 29.  “Esse plano é mais do que o governo americano teve de orçamento em dez anos para levar o homem à lua, mais do que os aliados investiram durante a Segunda Guerra Mundial”, afirmou  o executivo.
O Plano de Negócios 2011-2015 prevê a aplicação de 95% dos investimentos [US$ 213,5 bilhões] nas atividades desenvolvidas no Brasil e 5% (US$ 11,2 bilhões) nas atividades do exterior, contemplando um total de 688 projetos. Em relação ao total dos investimentos, 57% se refere a projetos já autorizados para execução e implementação. Para efeito de comparação, o governo do PSDB e DEM (ex-PFL), no segundo mandato de FHC (1999-2002), assegurou à Petrobras investimentos de apenas US$ 31,2 bilhões. O governo FHC também privatizou parte da empresa, oferecendo cerca de um terço das ações da estatal em bolsas de valores no exterior.
Com 688 projetos acima de US$ 25 milhões com maturidades diferentes, o plano mantém o horizonte mais longo até 2020. Muitos dos projetos serão cimentados apenas no fim da década, incluindo o início da produção em grande escala no pré-sal, quando a companhia planeja pular dos atuais 2,1 milhões de barris de petróleo/dia para quase 5 milhões de barris/dia em 2020, dos quais 2 milhões de barris serão do pré-sal. 

Com informações do PT na Câmara

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China abriu as portas para produtos brasileiros, diz Dilma

Publicado por Administrador 18 abril, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

A presidenta Dilma Rousseff disse que o Brasil atingiu os principais objetivos na visita à China na semana passada. De acordo com Dilma, o país abriu as portas para que mais produtos brasileiros tenham entrada na China. “A viagem foi bastante proveitosa”, disse. No programa semanal de rádio “Café com a Presidenta”, Dilma ressaltou ainda acordos em áreas como ciência e tecnologia, além de negócios com empresários asiáticos.

“São investimentos que, além de trazer dinheiro e novas tecnologias, também vão gerar emprego para milhares de trabalhadores”, explicou. A presidenta afirmou que será necessário investir na capacitação de trabalhadores brasileiros para que o país possa atender às demandas, sobretudo no setor de tecnologia da informação. Para ela, a entrada de empresas chinesas deverá baratear produtos como celulares, televisores e tablets.

“(Estou) muito satisfeita. Acho que foi um salto de qualidade em nossas relações, mas queremos mais. Hoje, vendemos muita matéria-prima para a China. Queremos vender a matéria-prima, mas também queremos vender produtos mais elaborados”, destacou.

Sobre os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), a presidente disse que a reunião realizada na China foi importante e que assuntos como o crescimento dos países, o combate à pobreza, o comércio mundial mais equilibrado e o controle da especulação financeira foram discutidos.

CNM/CUT

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MDS investe R$ 11 milhões para criar restaurantes populares

Publicado por Administrador 29 março, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

 

Estados e municípios têm até 13 de abril para apresentarem propostas ao edital do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) que vai apoiar a abertura de Restaurantes Populares no País. O ministério está destinando R$ 11 milhões ao programa em 2011.

O apoio à implantação dessas unidades busca fortalecer o enfrentamento à extrema pobreza e promover a segurança alimentar e nutricional e a inclusão produtiva das famílias inscritas no Cadastro Único – base de dados usada para seleção dos beneficiários para os programas sociais do governo federal.

Objetivo dos Restaurantes Populares é ampliar a oferta à população de baixa renda de refeições adequadas, a preços acessíveisAs propostas devem ser enviadas por meio do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. O resultado provisório será divulgado no dia 29 de abril e o final sairá no dia 25 de maio. Todas as informações estão detalhadas no edital, disponível no site do MDS.

Podem participar da seleção municípios acima de 100 mil habitantes. Serão liberados recursos de até R$ 1,8 milhão para a implantação de restaurante e de R$ 100 mil para modernização das unidades já existentes. O financiamento será para a construção do prédio, aquisição de equipamentos permanentes, móveis e utensílios. A manutenção e a gestão dos restaurantes serão de responsabilidades das prefeituras ou governos estaduais.

Os critérios de pontuação para a seleção das propostas vão priorizar a criação dos equipamentos em áreas com maior concentração de população em situação de pobreza e extrema pobreza e o incentivo ao desenvolvimento de atividades de formação e qualificação profissional na área de alimentação, nutrição e gastronomia junto às famílias inscritas no Cadastro Único.

Programa

Os Restaurantes Populares fazem parte da rede de equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional, que tem ainda os Bancos de Alimentos e Cozinhas Comunitárias. Esses equipamentos integram a rede operacional do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). O objetivo dessas unidades é ampliar a oferta à população de baixa renda de refeições adequadas, a preços acessíveis. As instalações têm capacidade mínima de produção de mil refeições diárias. A refeição custa ao usuário entre R$ 1 e R$ 2.

O público beneficiário dos Restaurantes Populares é formado por trabalhadores formais e informais de baixa renda, desempregados, estudantes, aposentados, moradores de rua e famílias em situação de risco de insegurança alimentar e nutricional.

Além de fornecer refeição saudável e balanceada, os restaurantes têm espaços para atividades de desenvolvimento comunitário, estímulo ao cooperativismo, promoção da saúde e de educação alimentar, como palestras, oficinas e campanhas educativas. Também realizam outras atividades com fins culturais e de socialização, como shows, apresentações e reuniões da comunidade.

Com apoio do MDS, já foram criados, em todo o País, 67 Bancos de Alimentos, 406 Cozinhas Comunitárias e 89 Restaurantes Populares.

Ministério do Desenvolvimento Social

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BNDES: Brasil receberá R$ 3,3 trilhões em investimentos até 2014

Publicado por Administrador 28 fevereiro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O investimento em alta,será a principal locomotiva para o crescimento econômico do país nos próximos anos,segundo prevê BNDES.Um estudo do banco estatal de fomento, a ser divulgado nesta segunda-feira (28), mapesou investimentos que somarão R$1,6 trilhão netre 2011 e 2014.
Isso equivale a uma alta de 62,5% sobre o que foi investido nestes setores pesquisados no período entre 2006 e 2009, que somou R$ 978 bilhões. Como o levantamento é parcial – abrange 60% dos setores industriais, 95% da infraestrutura e 42% da construção civil, representando 48% dos investimentos do país –, o banco estima que nos próximos quatro anos o investimento total no Brasil somará R$ 3,3 trilhões.

Esse volume deve fazer com que a taxa de investimento em relação ao Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país), atualmente na casa dos 19%, suba para 22,4% em 2014. Caso estes números se confirmem, o investimento ocupará, de certa maneira, o espaço que foi das exportações no começo da gestão Lula e do aumento do consumo interno nos últimos anos como principal indutor do crescimento econômico.

Enquanto os investimentos crescerão na casa dos 10% ao ano, o consumo das famílias deve se expandir na casa dos 4% nos próximos anos. Com isso, o país deverá crescer 5,8% ao ano na média entre 2010 e 2015, ante 3,5% da média mundial.

“Na margem, podemos dizer que o investimento puxará o crescimento – embora, claro, a expansão do consumo das famílias será muito importante. O fato importante é que, depois de 25 anos, teremos novamente a possibilidade de crescer de 30% a 40% acima da média mundial”, afirma Ernani Teixeira Torres Filho, superintendente da Área de Pesquisa e Acompanhamento Econômico do BNDES.

O levantamento do BNDES leva em conta não apenas os investimentos financiados pelo banco, mas informações de diversos setores. Economistas da instituição fazem um filtro sobre investimentos anunciados e os que realmente têm chance de sair do papel, com base na experiência da instituição e dados de mercado.

Neste levantamento, o BNDES incluiu setores na análise, como a indústria têxtil e o impacto da construção civil, e fez a estimativa para os setores que não entraram na pesquisa, devido à dificuldade de colher informações. Foi o caso do setor de alimentos e bebidas e da construção civil individualizada.

Vermelho

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Investimentos na área social cresceram 566% no governo Lula

Publicado por Administrador 14 dezembro, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

A Ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes, informou que os investimentos na área social do país saltaram de R$ 6 bilhões, em 2002, para R$ 40 bilhões em 2010.
A afirmação foi feita durante a I Conferência Mundial sobre o Desenvolvimento de Sistemas Universais de Seguridade Social, que reuniu representantes de cerca de 95 países em Brasília.
O volume recorde de investimentos, de acordo com a ministra, além de impulsionar a economia, também é responsável por uma vida mais digna para os brasileiros. “Em 2002, foram investidos R$ 6 bilhões na área social. Hoje, executamos um orçamento de R$ 40 bilhões {quase sete vezes maior} o que demonstra uma clara decisão do governo de perseguir a diretriz de uma ampliação dos direitos dos cidadãos”, disse a ministra.
Para a deputada Emília Fernandes (PT-RS), os dados demonstram que o governo Lula conseguiu transformar em realidade uma de suas principais propostas para o Brasil. “Todos estes dados revelam que atingimos plenamente o compromisso de uma nação com políticas sociais permanentes, capazes de transformar para melhor a vida das pessoas. Isso significa que estamos no caminho correto, porque estamos investindo nas pessoas, e não somente focando os aspectos econômicos”, destacou.

Bolsa Família
Para uma plateia formada por representantes de 95 países, de organizações, de gestores de diversas áreas e de 40 ministros estrangeiros, Márcia Lopes citou os programas Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) – ambos do MDS – como importantes na dinamização da economia. Destacou a importância do evento pela troca de experiências fundamentais para a “reconstrução de estratégias que organizam cada política pública e as fazem chegar aos seus usuários”.
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, acredita que o Brasil começou a reverter a história de desigualdades mas ainda considera insuficiente os recursos destinados à área. “O tamanho dos desafios que temos na Saúde é do tamanho do nosso porte mas as perspectivas de crescimento são promissoras”, disse Temporão.
Para Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, a geração de emprego é a mais importante fonte de distribuição de renda. Assegura que a conferência é uma oportunidade de aprofundar o tema da seguridade social com os parceiros, respeitando a realidade de cada País. “O Presidente Lula marcou uma Era Social. A Era de um Brasil que está dando certo”, comemorou Lupi.

FEM-CUT

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Investimentos em infraestrutura como nunca se viu no país

Publicado por Administrador 20 outubro, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

 

Ao assumir o governo federal em 2002, Lula encontrou um país praticamente estagnado, após oito anos de governo FHC. Nos últimos oito anos, a marca registrada tem sido a retomada do desenvolvimento econômico a partir de iniciativas de âmbito nacional, regional e local. Essa nova fase do Brasil pode ser vista no campo e nas cidades.

Estão sendo criadas condições para o escoamento da produção, de minérios e outros produtos. Nas cidades, estão sendo urbanizadas favelas, modernizados e ampliados os projetos de metrô. Na área rural, regiões nas quais a população não tinha água para beber, receberam adutoras, cisternas e hoje contam com irrigação para suas produções. Territorialmente, as iniciativas implementadas reconhecem as particularidades de cada região e investem na moderna integração regional do país concebendo nossas regiões como imensos celeiros de oportunidades.

Todas essas iniciativas estão concentradas no Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, que é um conjunto de medidas e ações governamentais voltadas ao campo e à cidade, em parceria com a iniciativa privada, para promover o desenvolvimento econômico com inclusão social em todo o território nacional e diminuir as desigualdades regionais. Por um lado, o programa estimula a produção industrial/agrícola, com a construção de rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos e por outro, promove a inclusão social com os programas Minha casa, Minha vida e Luz para todos e a inclusão digital. Além das grandes obras, há uma complexa estrutura de execução e acompanhamento de todas as etapas destes projetos por um grupo interministerial centrado no Ministério da Casa Civil.

No plano federal, o governo Lula avançou na distribuição de recursos e criou novas fontes de financiamento por meio do BNDES e na Finep (Financiadora de Estudos e Projetos, empresa pública vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia) e no fortalecimento dos bancos regionais. Com isso já é possível identificar, como ocorre no Nordeste, novos mercados e centros de produção locais que se tornam viáveis com o avanço da inclusão digital.

A incorporação da variável regional no planejamento do novo ciclo de desenvolvimento inaugurado por Lula resultou em um conjunto de obras de infraestrutura e programas de apoio ao desenvolvimento econômico e social que estão enfrentando a exclusão e mudando a cara do Brasil: as novas siderúrgicas no Maranhão e no Ceará; as refinarias no Ceará e em Pernambuco, as ferrovias Norte-Sul, Oeste-Leste e a Transnordestina, as refinarias de biodiesel na Bahia, aos estaleiros em Pernambuco, o gasoduto na Bahia, as hidrelétricas em Rondônia e no Pará, a transposição do Rio São Francisco, a ampliação de aeroportos, a recuperação de estradas, os investimentos no metrô em Salvador e Recife, entre outros.

Essa remodelação do modo de ver o Estado trouxe uma verdadeira revolução na distribuição de renda em todo o país. Uma ponta sensível é a valorização do salário mínimo – uma engrenagem do PAC que colocou milhares de pessoas no mercado consumidor interno. Setores mais problemáticos como o saneamento, a saúde, as grandes cidades estão contemplados por PACs específicos.
Enquanto isso, nos governos tucanos…

Enquanto no resto do país as obras de infraestrutura estão a toda, no Estado de São Paulo a situação é inversa e pode ser constatada nos baixos investimentos e na baixa execução orçamentária. O estado de São Paulo é um dos exemplos acabados de ineficiência das gestões tucanas, mesmo recebendo os empréstimos federais e internacionais, avalizados pelo governo federal, destinados à ampliação e melhoria do transporte metroviário e ferroviário na Região Metropolitana, à melhoria das estradas, das rodovias, às obras de saneamento básico, de recuperação ambiental e de combate a enchentes. O governo tucano omite que obras anunciadas de sua iniciativa foram realizadas com participação financeira significativa do governo federal.

Apesar desses empréstimos e da capacidade arrecadadora de um dos estados mais industrializados do país, São Paulo, que é governada pelo PSDB há 16 anos, convive com a baixa disponibilidade de água potável, a incapacidade de tratamento de todo o esgoto e efluentes, a destinação inadequada do lixo, a ocupação de áreas de proteção ambiental e de mananciais, a falta de planejamento, entre outros. São mais de 600 mil pessoas que vivem em áreas regularizadas ainda sem acesso à água potável de forma adequada (nas cidades da Região Metropolitana atendidas pela Sabesp, empresa de economia mista, cujo maior acionista é o governo do Estado). Nestes cálculos não está incluída a população que vive em áreas irregulares e que somam mais de 2,5 milhões de pessoas. Além disso, são 157 municípios e uma população de mais nove milhões de habitantes sem nenhum tratamento de esgotos.

São Paulo tem hoje quase 42 milhões de habitantes (22% da população brasileira) e densidade demográfica média de 168 habitantes por km². O déficit habitacional no estado é de 1,2 milhão de moradias, cerca de 20% do déficit nacional. São cinco milhões de pessoas desprovidas do direito à moradia digna, em especial as camadas mais pobres da população, 80% na faixa de até três salários mínimos de renda familiar. A Região Metropolitana de São Paulo é detentora de 50% de toda a demanda de moradia no Estado, concentrando 2.797 favelas, com 1,3 milhão de pessoas somente na capital. Segundo levantamento feito pela Secretaria Municipal de Habitação, são 1.636 favelas na cidade de São Paulo. Os moradores dessas favelas aguardam iniciativas de urbanização e regularização, com o atendimento de infraestrutura, provisão de moradias no próprio local, além de equipamentos e serviços sociais.

Pedágios – A concessão de exploração das estradas à iniciativa privada tem sido uma constante na política de investimentos dos governos tucanos. As concessionárias cobram pedágios altíssimos a título de “manter e melhorar” a malha viária em todo o Estado, mas nota-se mesmo o crescimento de praças de pedágio por toda a parte – 277 em funcionamento até abril deste ano.

Informações site PT

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BNDES prevê R$ 850 bi em investimentos até 2014

Publicado por Administrador 11 maio, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, revelou hoje que os investimentos já mapeados pelo banco até 2014 vão somar R$ 850 bilhões. A cifra é 10,39% superior ao valor registrado no estudo feito pelo BNDES em 2008, antes da crise. Na época, o BNDES previa que os projetos programados para 2010 a 2014 atingiriam R$ 770 bilhões.

Segundo ele, já é possível notar um aumento nos investimentos do setor de petróleo e gás e naqueles voltados para o mercado interno. Mas a novidade, segundo ele, é uma recuperação nos investimentos voltados ao mercado internacional. Coutinho acredita que o maior vigor se deve à elevação nos preços das commodities (matérias-primas) no mercado internacional. Ele destaca ainda o crescimento das exportações brasileiras para a Ásia.

“Os projetos já mapeados mostram um crescimento anual de pelo menos 10% nos investimentos para os próximos anos”, afirmou Coutinho, que participou hoje de um seminário sobre infraestrutura no hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

O presidente do BNDES informou ainda que os investimentos em infraestrutura levantados pelo estudo concluído em abril apontam para um incremento de cerca de R$ 40 bilhões frente ao estudo realizado em agosto de 2008, antes da crise internacional. O valor subiu de R$ 273 bilhões para R$ 310 bilhões, para o período que vai de 2010 a 2014.

Grécia

Coutinho afirmou ainda que a crise da Grécia pode ter um efeito benéfico para o Brasil, de frear o crescimento excessivo da economia. “Neste ano, o problema é crescer demais e ultrapassar a barreira de 6%. Isso aqueceria demais (a economia), o que não é bom”, disse.

Segundo ele, a crise na Grécia será superada e não há motivos para que o BNDES adote medidas de injeção de liquidez na economia, como as anunciadas durante a crise financeira internacional de 2008. Coutinho classificou como positivas as medidas adotadas pela União Europeia para conter os efeitos da crise na região.

As medidas, de acordo com ele, representam uma mudança de postura no Banco Central Europeu (BCE), que além de dar liquidez às economias com as compras de títulos de dívida pública de países da União Europeia abre uma janela ao aceitar a compra de títulos privados de empresas com investment grade (grau de investimento).

Para Coutinho, esta postura mais agressiva vai evitar qualquer perspectiva de contaminação da crise grega para outros países da União Europeia.

Fonte: Agência Estado

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Ford diz que investirá R$ 4,5 bi no País até 2015

Publicado por Administrador 13 abril, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

O presidente mundial da Ford, Alan Mulally, anunciou hoje que a montadora de veículos investirá mais R$ 500 milhões em suas fábricas no Brasil até 2015. No final do ano passado, a Ford já tinha anunciado investimentos de R$ 4 bilhões para o período. Com o anúncio de hoje, o total a ser investido até 2015 será de R$ 4,5 bilhões.

Após audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede provisória da Presidência da República, Mulally disse que os investimentos serão repassados especialmente para a unidade da Ford em Camaçari (BA), onde um grupo de engenharia da empresa planejará a nova geração do modelo EcoSport que será vendida no mercado internacional.

O executivo estimou que os investimentos vão gerar mais 1 mil novos postos de trabalho em Camaçari e também na fábrica de motores e em uma pista de provas em São Paulo. Os veículos projetados no Brasil serão produzidos em cinco países, que ainda não foram definidos. O alvo da empresa é o mercado latino-americano. A capacidade de produção da unidade de Camaçari passará de 250 mil para 300 mil veículos por ano.

Mulally disse que há três fatores para o otimismo da empresa e que justificam o aumento da previsão de investimentos. Ele citou o aumento nas vendas no Brasil, uma expansão da Ford no mercado interno e o crescimento da economia brasileira.

O diretor de Relacionamentos Governamentais da Ford na América do Sul, Rogélio Golfarb, disse que o montante de investimentos virá de recursos próprios da empresa, mas nada impede, segundo ele, que se busque também, depois, recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Participou ainda do encontro com o presidente Lula o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e o presidente da Ford no Brasil, Marcos de Oliveira.

Fonte: Agência Estado

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