Juros do cheque especial e do crédito pessoal caem pela sexta vez consecutiva

Publicado por Administrador 15 junho, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

Os juros do cheque especial e dos empréstimos pessoais registraram queda pela sexta vez consecutiva em junho, segundo levantamento da Fundação Procon-SP realizado nos dias 2 e 3 deste mês e divulgado hoje (15). Dos dez bancos pesquisados, quatro reduziram o valores cobrados no empréstimo pessoal. A taxa média mensal caiu dos 5,57% registrados em maio para 5,52% neste mês, diferença de 0,05 ponto percentual.

Em relação ao cheque especial, apenas três instituições diminuíram as taxas cobradas. O juro médio era de 8,89% ao mês em maio e em junho ficou em 8,87% ao mês, diferença de 0,02 ponto percentual. Em dezembro do ano passado, a taxa média de empréstimo pessoal era de 6,25% ao mês e a do cheque especial, 9,33% ao mês.

As dez instituições financeiras pesquisadas foram Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Safra, Santander e Unibanco.

Fonte: Ag. Brasil

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Financiamento imobiliário da CEF com juros menores

Publicado por Administrador 8 junho, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

A Caixa Econômica Federal começa hoje (8) a cobrar juros menores nos empréstimos habitacionais. As taxas para os financiamentos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) estarão entre 8,2% e 11,5% ao ano, acrescidos de TR . Pelos cálculos da Caixa com as novas taxas as prestações devem cair em até 10,58%.

No caso dos contratos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) – imóveis com valor de até R$ 500 mil – a redução chega a 1 ponto percentual. Unidades com valor de até R$ 150 mil terão taxas de 8,9% ao ano quando o pagamento for via boleto bancário; de 8,4% para débito em conta e de 8,2% para aqueles têm cesta de produtos (conta corrente, cheque especial e cartão de crédito). Anteriormente, os juros variavam entre 8,4% a 9,4% ao ano.

A Caixa informou que acima de R$ 150 mil e até R$ 500 mil os juros anuais são de 10,5% no caso do pagamento via boleto; de 10% ao ano, para débito em conta e de 9,5% ao ano, para cesta de produtos. Antes da redução, os juros da Caixa eram de 9,5% a 10,5% ao ano para imóveis avaliados entre R$ 130 mil e R$ 200 mil e de 11,5% anuais para unidades com custo acima de R$ 200 mil até R$ 500 mil.

Fora do SFH (imóveis acima de R$ 500 mil) houve também redução nas taxas. Para o pagamento por boleto, os juros são de 11,5% ao ano; no débito em conta são de 11% e para quem tem cesta de produto, de 10,5%.

Fonte: Ag. Brasil

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Analistas de mercado reduzem para 9,15% projeção da Selic em 2010

Publicado por Administrador 8 junho, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

Analistas de mercado consultados pelo Banco Central (BC) esperam que taxa básica de juros, Selic, chegue a 9,15% ao ano ao final de 2010 e não mais a 9,25% ao ano, como previsto anteriormente. A informação é do boletim Focus, divulgado semanalmente pelo BC.

Os analistas não mudaram, no entanto, as projeções para a Selic ao final deste ano e neste mês, quando ocorre reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, marcada para amanhã (9) e quarta-feira. As estimativas são de 9% ao ano e 9,5% ano ano, respectivamente. Atualmente, a taxa básica está em 10,25% ao ano.

A Selic é usada pelo Banco Central como instrumento para controlar a inflação. Quando a inflação está em alta, o BC sobe a taxa e faz o inverso quando os preços estão em baixa.

A previsão dos analistas de mercado para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano também não foi alterada e permanece em 4,33%, há três semanas. Para 2010, os analistas mantêm a estimativa de 4,30%, há duas semanas. As expectativas para os dois anos estão abaixo do centro da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) de 4,5%. A meta tem margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, o limite inferior é de 2,5% e o superior de 6,5%.

Quanto aos demais índices, as projeções para este ano estão em queda. Para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), os analistas alteraram a estimativa de 1,82% para 1,80%. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a expectativa caiu de 1,47% para 1,46%. No mercado paulista, o Índice de Preço ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) deve ficar em 4,29% e não mais em 4,33%. Para 2010, as projeções dos três índices foram mantidas em 4,5%.

A expectativa para os preços administrados em 2009 foi alterada de 4,35% para 4,30% e mantida em 4% em 2010. Os preços administrados referem-se aos valores cobrados por serviços monitorados (combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo e outros).

Fonte: Ag. Brasil

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Spreads: sociedade brasileira pagou R$ 134,5 bilhões em 2008

Publicado por Administrador 13 abril, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

Estudo inédito da Fecomercio revela que a sociedade brasileira pagou R$ 134,5 bilhões em spread em 2008. A entidade defende redução de 25% no spread, o que equivale a uma economia de R$ 33,2 bilhões. Os recursos poderiam ser injetados na produção e no consumo.

 

Uma quantia equivalente a duas vezes e meia o orçamento do Ministério da Saúde em 2008 ou 289.154.247 vezes o salário mínimo. Este é custo para a sociedade brasileira do chamado spread bancário (diferença entre a taxa de captação dos bancos e os juros cobrados nos empréstimos para os clientes). Segundo estudo inédito feito pela Fecomercio, as pessoas físicas e jurídicas pagaram no ano passado R$ 134,5 bilhões em spread, sendo R$ 85.400 bilhões e R$ 49.100 bilhões respectivamente.

 

“Estes recursos poderiam ter sido direcionados para fomentar a produção e o consumo. Esse valor representa quase 20% do volume de vendas no comércio brasileiro em 2008”, diz Abram Szajman, presidente da Fecomercio. Para ele, o spread deveria ser reduzido em, pelo menos, 25%. “Acreditamos que esta diminuição seria factível, com o empenho conjunto de bancos e governo. Cada um responderia por 12,5%”, completa.

 

Pela proposta da entidade, os custos administrativos que compõem o spread poderiam cair de 13% para 7%; o compulsório seria mantido no nível atual de 3%; os impostos de 20% para 10%; a taxa de risco de 37% para 35% e o lucro de 27% para 20%.”O governo federal deveria se empenhar mais, reduzindo tributos. Já os bancos deveriam mostrar que estão participando do novo desenvolvimento do Brasil que desejamos. Não estamos fazendo críticas a estes dois segmentos, mas contribuindo com o País. Em um cenário de queda de 25% do spread, todos ganhariam”, declara Szajman.

 

Conforme levantamento da Fecomercio, a economia gerada pelas reduções sugeridas seria de R$ 33,2 bilhões – 5% de todo faturamento varejista. Este valor elevaria o nível de atividade econômica em um cenário de crise mundial e de retração da atividade econômica.

 

A Fecomercio defende ainda a aprovação imediata do projeto de Lei nº 836/2003, que dispõe sobre o funcionamento de um banco de dados e serviços de proteção ao crédito. É o chamado “Cadastro Positivo”, que está tramitando no Congresso Nacional. Pela medida, cada consumidor teria um banco de dados sobre o histórico de pagamentos e seriam favorecidos com taxas de juros menores e melhores condições de compras.

Fonte: Gestão Sindical

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Analistas reduzem projeção de juros e inflação para 2009

Publicado por Administrador 16 março, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

Analistas de mercado reduziram a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, ao final deste ano e de 2010, de 10,25% para 9,75%. A informação consta do boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central (BC) com base em projeções de analistas sobre os principais indicadores da economia. Na última semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a Selic de 12,75% para 11,25% ao ano.

Para a reunião de abril do Copom, marcada para os dias 28 e 29, os analistas esperam que a Selic caia para 10,25% ao ano. A previsão anterior era de 11%.

A expectativa de cortes maiores nos juros básicos se deve à crise financeira internacional e à conseqüente desaceleração do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, em um momento em que a pressão inflacionária se reduziu. A estimativa dos analistas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,57% para 4,52%. O IPCA é o índice considerado na meta de inflação estabelecida pelo governo, que neste ano é de 4,5%, com margem de tolerância entre 2,5% e 6,5%. A Selic é usada pelo Banco Central como instrumento para controlar a inflação.

Os analistas de mercado também reduziram a projeção para os demais índices de inflação. A estimativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou de 4,16% para 3,39% e para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) caiu de 3,79% para 3,45%. No mercado paulista, a expectativa é que o Índice de Preço ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) fique em 4,35%, uma redução de 0,01 ponto percentual em relação à previsão da semana anterior. Para todos os índices de inflação, os analistas mantêm a projeção de 4,5% em 2010.

Eles também reduziram a expectativa para os preços administrados ao final de 2009 de 4,70% para 4,68%. Os preços administrados referem-se aos valores cobrados por serviços monitorados (combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo e outros).

Fonte: Ag. Brasil

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Selic deve cair para 11,75% em março, avaliam especialistas

Publicado por Administrador 16 fevereiro, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

A taxa básica de juros deve cair dos atuais 12,75% para 11,75% na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), em março. A previsão está no boletim Focus, publicação semanal do BC elaborada com projeções de analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia.

Na semana anterior, a previsão de redução da Selic era de de 0,75 ponto percentual. Os analistas também reduziram a projeção para os juros básicos ao final do ano, de 10,75% para 10,5%. Para 2010, foi mantida a expectativa de 10,5%.

A Selic é um dos instrumentos usados pelo Banco Central para controlar a inflação, que na projeção dos analistas deve fechar este ano em 4,69%, ante os 4,73% previstos na semana anterior. Para 2010, a estimativa foi mantida em 4,5%. Essas projeções referem-se à inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Esse índice é usado pelo governo na hora de conferir a meta de inflação que, neste ano, tem como centro 4,5% e margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Os analistas esperam maiores cortes de juros por conta do desaquecimento da economia neste ano, um efeito da crise financeira internacional, e pela expectativa de que a inflação permanecerá sob controle, ou seja dentro da meta. Segundo os analistas, a economia brasileira deve crescer apenas 1,5% neste ano. A projeção anterior era de 1,70%.

Fonte: Ag. Brasil

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Focus vê crescimento a 1,5% e juros a 10,5% em 2009

Publicado por Administrador 16 fevereiro, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O mercado financeiro do país reduziu mais uma vez sua estimativa de crescimento da economia em 2009 e projetou um juro de 10,50 por cento ao final do ano, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira. Analistas consultados pelo Banco Central projetam uma expansão econômica de apenas 1,5 por cento para o Brasil em 2009, abaixo dos 1,7 por cento estimados na pesquisa anterior.

No levantamento, a projeção de crescimento para 2010 foi reduzida, passando de 3,8 por cento para 3,6 por cento. No caso dos juros, os analistas acreditam que a taxa básica encerrará o ano em 10,50 por cento, mesmo patamar estimado para o fechamento de 2010. Para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, em março, analistas apostam que o juro será reduzido em 1 ponto percentual, para 11,75 por cento.

Fonte: Reuters

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Juros: economistas esperam corte para 12% em março

Publicado por Administrador 9 fevereiro, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

A taxa básica de juros deve cair dos atuais 12,75% para 12% ao ano na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), no dia 11 de março. A estimativa foi feita pelos economistas ouvidos pelo BC na pesquisa semanal Focus.

Na última reunião, em janeiro, o Copom cortou a taxa Selic de 13,75% para 12,75% ao ano. Foi o maior corte de juros em cinco anos, motivado pela desaceleração da economia verificada nos últimos meses. Para o final do ano, foi mantida a previsão de juros em 10,75% ao ano, o menor patamar da história do Copom.

Fonte: CNM/CUT

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Banco Central: juros estarão no menor patamar até final de 2009

Publicado por Administrador 27 janeiro, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

A expectativa de analistas aponta que a taxa básica de juros deva encerrar 2009 em 11%, o que seria o patamar mais baixo desde que o Banco Central passou a divulgar meta para a taxa Selic (taxa básica de juros) para fins de política monetária, em março de 1999. Segundo o boletim Focus publicado na segunda-feira (26) pelo BC, os analistas modificaram a previsão para os juros, que até o relatório anterior estava em 11,25%.

Na semana passada, o Copom (Comitê de Política Monetária) surpreendeu o mercado ao cortar a taxa Selic em um ponto percentual, para 12,75% ao ano. Para 2010, a projeção também caiu. O mercado espera juros em 10,75% no ano que vem, contra os 11% da estimativa anterior.

O resultado saiu logo depois de diversas manifestações promovidas pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e por outras entidades, filiadas a CUT.  Os trabalhadores pediram a redução dos juros e o corte do spread bancário. De acordo com o presidente da Central, Artur Henrique, os trabalhadores continuarão no pé do Copom e dos banqueiros. “Não permitiremos que a selic volte a subir e ainda lutaremos para que os banqueiro liberem o crédito para os trabalhadores.”

IPCA
Os analistas diminuíram a perspectiva para a inflação em 2009 pela segunda semana seguida. A projeção é de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se situe em 4,64% neste ano em vez dos 4,80% aguardados antes. Desta vez, a previsão está bem próxima do centro da meta, que é de 4,5%.

Para 2010, as projeções estão estacionadas no centro da meta do governo, em 4,50%, há 34 semanas. Para os demais índices de preços, a estimativa também foi reduzida. A expectativa para o IGP-DI de 2009 saiu de 4,91% para 4,49%, enquanto a projeção para o IGP-M caiu de 4,77% para 4,41%. Sobre o IPC-Fipe, os agentes estimam que o índice avance 4,50% em vez de 4,54%.

Segundo o Focus, os analistas esperam que o dólar comercial encerre o ano a R$ 2,30, sem mudança, e terminará janeiro em R$ 2,35, pouco acima da estimativa passada, de R$ 2,33. Para o encerramento de 2010, a mediana das expectativas dos analistas aponta dólar a R$ 2,28, repetindo o prognóstico contido no boletim anterior.

O mercado financeiro manteve estável a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009 em 2%. Para o próximo ano, a previsão é de que a economia brasileira tenha expansão de 3,80%, pouco menos do que os 3,90% aguardados anteriormente.

Em termos de produção industrial, a projeção média foi reduzida de alta de 2,15% para 2% em 2009 e de 4,30% para 4,05% nos 12 meses à frente. Na balança comercial, a previsão é de superávit de US$ 14,5 bilhões em 2009, sem alteração. A conta de transações correntes do País deve encerrar este exercício com déficit de US$ 25 bilhões, também igual ao do levantamento precedente.

Conservadorismo
Na avaliação do deputado Pedro Eugênio (PT-PE), a análise do empresariado reflete um certo conservadorismo em algumas estimativas, como o crescimento da economia em 2%. “O empresariado tende a ser mais pessimista no crescimento econômico. Se os empresários avaliarem mais objetivamente, considerando separadamente os setores exportadores, que são os que sofrem mais impacto direto da crise, verão que seus planos de investimento deverão continuar em 2009 e que nossa taxa de crescimento deverá ser maior do que 2%. Já ouvimos uma taxa de 4%, que é a estimativa da equipe econômica do governo”, avaliou.

Outro ponto a ser destacado, disse, é a previsão de queda na taxa de juros. Segundo Pedro Eugênio, há espaço para uma redução ainda maior da taxa Selic. “O BC tende a ser conservador, mas há espaço para uma redução maior da nossa taxa. Temos de ter referências na inflação, na qual a expectativa do mercado é correta – a inflação ficará dentro da meta, inclusive devido à redução do ritmo de expansão da economia -, mas também temos de olhar as taxas de juros internacionais, que estão mais baixas do que nunca, se aproximando de zero em alguns países”, afirmou.

Fonte: Sindicato do ABC

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Bancos aumentam “spread” mesmo com baixa da taxa de juros

Publicado por Administrador 27 janeiro, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O custo médio do crédito bancário recuou de 44%, em novembro, para 43,2% ao ano, no mês passado, acumulando elevação de 9,4 pontos percentuais em 2008. Em contrapartida, o “spread” (diferença que os bancos cobram entre a captação e a concessão do empréstimo) aumentou 0,5 ponto percentual em dezembro: permaneceu em 18,3% para as empresas e aumentou de 43,1% para 45,1% para as pessoas físicas em relação aos últimos dois meses.

A informação consta do relatório de Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema Financeiro, divulgado há pouco pelo Banco Central. O documento mostra que a inadimplência, nas operações com atrasos superiores a 90 dias, aumentou de 7,8% para 8,1%, em dezembro, nos empréstimos pessoais (aumento de 1,1 ponto percentual em 12 meses), e subiu de 1,7% para 1,8% para pessoas jurídicas (redução de 0,2 ponto percentual no ano passado).

Apesar da alegada dificuldade de crédito, provocada pela crise financeira internacional, as operações de crédito alcançaram R$ 1,227 trilhão em dezembro, com expansão de 1,6% no mês e de 31,1% nos últimos 12 meses. O volume equivale a 41,3% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no ano, contra 40,4% do PIB no mês de novembro. Os empréstimos foram impulsionados pelas operações direcionadas com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O crédito do setor privado cresceu 1,4% e alcançou o total de R$ 1,201 trilhão, com maior expansão das operações para os segmentos de aeronáutica, automotivo e de extração mineral. Os empréstimos destinados ao setor rural totalizaram R$ 106,6 bilhões (+1,7%) e para habitações somou R$ 63,3 bilhões (+2,4%). As operações com pessoas jurídicas, no total de R$ 394,5 bilhões, cresceram 0,6%, e os empréstimos pessoais, no total de R$ 273,9 bilhões, aumentaram 04% no mês.

Fonte: Ag. Brasil

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