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	<title>Sindicato dos Mecânicos &#187; lula</title>
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		<title>Lula é o vencedor do International Four Freedoms Award 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:52:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[International Four Freedoms Award]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A fundação holandesa Roosevelt Stichting anunciou na terça-feira, 1º, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi selecionado como vencedor do International Four Freedoms Award 2012 (em português, “Prêmio Internacional das Quatro Liberdades 2012).</p>
<p>A homenagem é concedida desde 1982 a pessoas e instituições que se engajaram para proteger a liberdade usando instrumentos pacíficos. A expressão “Quatro Liberdades” se refere a um discurso proferido em 1941 no Congresso Americano por Franklin Roosevelt. Na ocasião, o presidente dos EUA disse que um mundo seguro necessitava de quatro tipos de liberdade: de opinião e expressão, de culto, liberdade das privações e liberdade dos temores.</p>
<p>Em seu comunicado, a Roosevelt Stichting diz que Lula é uma inspiração à comunidade internacional por sua “ascensão da pobreza abjeta à Presidência do Brasil, e sua determinação em livrar o Brasil da extrema pobreza e da injustiça social que por tanto tempo flagelou seus cidadãos menos afortunados”.</p>
<p>A cerimônia de premiação ocorrerá em 12 de maio em Midelburgo, na Holanda. Além do homenageado principal, a Roosevelt Stichting concederá quatro medalhas:</p>
<p>Liberdade de opinião e expressão: Al Jazeera<br />
Liberdade de culto: arcebispo Bartholomew I<br />
Liberdade das privações: Ela Ramesh Bhatt<br />
Liberdade dos temores: Hussain al-Shahristani</p>
<p>FEM-CUTSP</p>
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		<title>Dirigentes e militantes petistas manifestam apoio e carinho a Lula</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 11:15:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[doença]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na última sexta-feira, 28, no hospital Sírio-Libanês para exames, após queixas de dores na garganta.  Segundo nota do&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na última sexta-feira, 28, no hospital Sírio-Libanês para exames, após queixas de dores na garganta.  Segundo nota do hospital divulgada neste sábado, 29, os exames diagnosticaram um tumor localizado na laringe. </p>
<div>Por decisão dos médicos, Lula receberá tratamento quimioterápico de caráter ambulatorial a partir de segunda-feira, 31. Segundo a equipe médica que assiste o ex-presidente, ele se encontra em ótimas condições de saúde e as chances de cura são excelentes. </div>
<div>A direção nacional do PT, assim como todo o conjunto de dirigentes e militantes do Partido, contando com o seu pronto restabelecimento, conclama toda a nação brasileira a enviar uma calorosa mensagem de confiança e de energia positiva ao ex-presidente Lula neste momento de dificuldade.  <br />
A presidenta Dilma destacou que &#8221;o presidente Lula é um líder, um símbolo e um exemplo para todos nós. Tenho certeza de que, com sua força, determinação e capacidade de superação de adversidades de todo o tipo, vai vencer mais esse desafio. Contará também, para isso, com o apoio e a força de D. Mariza.<br />
Como Presidenta da República e ex-ministra do presidente Lula, mas, sobretudo, como sua amiga, companheira, irmã e admiradora, estarei a seu lado com meu apoio e amizade para acompanhar a superação de mais esse obstáculo&#8221;.<br />
A nota do PT finaliza com a seguinte afirmação: &#8220;Ex-presidente Lula, conte com o apoio e o carinho de todos os brasileiros e brasileiras&#8221;!</div>
<div>FEM/CUT</div>
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		<title>Na África, Lula pede reforma da ONU e parceria entre países do Sul</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 15:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[áfrica]]></category>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A articulação Sul-Sul, entre países pobres e emergentes, foi defendida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em discurso nesta quinta-feira (30), durante a&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A articulação Sul-Sul, entre países pobres e emergentes, foi defendida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em discurso nesta quinta-feira (30), durante a 17 ª Cúpula da União Africana, em Malabo, capital de Guiné Equatorial. A parceria entre essas nações foi apontada por ele como essencial para combater a insegurança alimentar, reformar a Organização das Nações Unidas (ONU) e na busca por desenvolvimento.</p>
<p>Lula chefia a comitiva brasileira no evento, missão auferida pela presidenta Dilma Rousseff. No discurso, ele reforçou que o governo brasileiro continua, sob a gestão de Dilma, disposto a estabelecer ações de apoio em diversos setores. &#8220;É total a disposição brasileira em cooperar com o desenvolvimento da infraestrutura, em particular na geração de energia elétrica a partir de usinas hidrelétricas e também com a transferência de tecnologia na produção de etanol e de energia elétrica a partir da biomassa&#8221;, avisou.</p>
<p>O ex-presidente citou ainda a disposição brasileira de compartilhar tecnologia na área agrícola, tanto empresarial quanto na agricultura familiar. Durante visitas que fez ao continente, quando estava à frente do Executivo brasileiro, foram firmados acordos de transferência de conhecimento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>
<p><strong>Em campanha</strong></p>
<p>No discurso, Lula deixou claro que a missão brasileira também tinha interesses de política externa. O ex-presidente agradeceu o apoio dos países africanos na eleição de José Graziano – ex-ministro da Segurança Alimentar de Lula – como diretor geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). O brasileiro foi escolhido com apoio de países em desenvolvimento, em uma disputa decidida por quatro votos.</p>
<p>Ele lembrou que a crise econômica iniciada em 2008, &#8220;nasceu nos países desenvolvidos&#8221;, mas provocou danos no mundo todo. &#8220;Mas a conta desse ajuste não pode ser paga pelas nações pobres ou emergentes, que precisam atuar em conjunto para construir uma nova ordem econômica e uma nova governança mundial, que atenda ao atual cenário geopolítico, completamente diferente da realidade de 60 anos atrás&#8221;, disse.</p>
<p>O alvo é a necessidade de reforma dos organismos internacionais multilaterais. Embora tenha citado apenas a ONU e o Conselho de Segurança da entidade, instâncias como o Banco Mundial (Bird) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) são palcos nos quais países emergentes como o Brasil têm defendido maior divisão de poder decisório. No caso do conselho, o Brasil almeja, assim como Índia e Alemanha, um assento permanente.</p>
<p>&#8220;O mundo tem que recuperar sua capacidade de criar e de sonhar&#8221;, filosofou. &#8220;Esta é a hora de reconstruir as instituições globais em bases mais democráticas, representativas, legítimas e eficazes&#8221;. E apontou: &#8220;Os países em desenvolvimento têm de aumentar sua participação na direção dos organismos multilaterais. Sem isso não haverá efetiva mudança e crises maiores serão inevitáveis&#8221;.</p>
<p>A respeito da ONU, Lula citou o conflito na Líbia, que sofre há três meses uma intervenção comandada por uma coalizão de países articulada pelas Nações Unidas. &#8220;Precisamos de uma ONU suficientemente representativa para enfrentar as ameaças à paz mundial, com um Conselho de Segurança renovado, aberto a novos membros permanentes&#8221;, defendeu, em tom de campanha. Uma das primeiras tarefas seria negociar um cessar-fogo entre as forças de Muammar Khadafi, líder líbio, e rebeldes opositores.</p>
<p><strong>Confira a íntegra do discurso de Luiz Inácio Lula da Silva</strong></p>
<p>17 ª Cúpula da União Africana</p>
<p>Malabo, Guiné Equatorial</p>
<p>30 de junho de 2011</p>
<p>Quero saudar Excelentíssimo Senhor Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, Presidente da Guiné Equatorial e da União Africana e ao fazê-lo saúdo todos os Chefes de Estado e de Governo e as autoridades aqui presentes</p>
<p>É uma honra estar presente nessa Décima Sétima Assembleia Geral dos Chefes de Estado da União Sul Africana, que abordará um tema de caráter estratégico: a integração da juventude ao processo de desenvolvimento sustentável. Estou aqui como convidado e também representando o Brasil e a Presidenta Dilma Rousseff, que sabe da importância desse encontro, pela relevância do tema escolhido e por abrir mais uma oportunidade para estreitar as relações entre a África e o Brasil.</p>
<p>Inicialmente, quero agradecer o apoio dos países africanos ao processo que permitiu a eleição do meu ex-ministro da Segurança Alimentar, José Graziano, para o cargo de Diretor Geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação.</p>
<p>Essa foi uma reafirmação da cooperação Sul-Sul, essencial para combater a insegurança alimentar que ainda afeta quase um bilhão de pessoas em todo o mundo.</p>
<p>A eleição de Graziano é um trunfo dos países em desenvolvimento e um reconhecimento do crescente papel que desempenham num mundo cada vez mais multipolar.</p>
<p>A escolha, pela União Africana, do tema da integração da juventude da África ao processo de desenvolvimento sustentável é muito oportuna, especialmente porque 60% da população africana têm menos de 25 anos e o continente passa por um acelerado processo de urbanização.</p>
<p>Aprendi nos oito anos que governei o Brasil, que além de investir na melhoria da educação e da oferta de empregos de qualidade para os jovens, o que os entusiasma é a esperança e a confiança de que terão um futuro melhor.</p>
<p>Foi o que conseguimos no Brasil, ao tratar a juventude não como um problema, mas como uma solução.</p>
<p>Criamos um processo virtuoso, de inclusão social e redução das desigualdades, num ambiente amplamente democrático.</p>
<p>Mostramos que é possível combater as desigualdades sociais, reduzir a pobreza, valorizar o emprego e os salários, fortalecer o mercado interno sem comprometer a solidez e a estabilidade macroeconômica.</p>
<p>Ao mesmo tempo, investimos muito na quantidade e qualidade da educação pública, desde a creche até os cursos de pós-graduação.</p>
<p>Como resultado, vinte e oito milhões de pessoas saíram da pobreza e 36 milhões ascenderam à classe média nos últimos oito anos.</p>
<p>E, o que é muito importante, aumentou a autoestima do povo brasileiro, especialmente entre os jovens. Uma pesquisa realizada no começo deste ano, em 25 países, pela Fundação de Inovação Política da França, mostra que a juventude brasileira é a segunda mais otimista do mundo em relação ao próprio futuro.</p>
<p>Minhas amigas e meus amigos.</p>
<p>A juventude não é uma simples passagem, uma mera ponte entre a infância e a maturidade. Não é, de modo algum, uma idade vazia. Ao contrário, é uma faixa etária singular, fortemente diferenciada. Poucas épocas na vida são tão marcantes e definidoras.</p>
<p>O jovem tem um imaginário particular e suas próprias necessidades objetivas e subjetivas, que devem ser contempladas por políticas públicas específicas, que lhes assegurem direitos e oportunidades.</p>
<p>Muitas vezes a juventude é tratada como um problema, um risco para a sociedade, quando deve ser encarada como parte da solução. A juventude é um ativo, um capital extraordinário. A sua capacidade de mobilização pelas grandes causas do progresso e justiça é inigualável. O seu potencial de solidariedade é imenso.</p>
<p>Desde que saibamos, é claro, reconhecer os direitos dos jovens, oferecendo-lhes autênticos canais de participação na vida social, política e econômica.</p>
<p>Na história do meu país, grandes conquistas populares foram obtidas graças à mobilização juvenil. Basta lembrar que o Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial contra o nazi-fascismo pelo clamor da juventude. A luta pela criação da Petrobras, a nossa empresa estatal que já é a segunda do mundo em energia, foi liderada pela juventude.</p>
<p>Nossos rapazes e moças estiveram igualmente na vanguarda da luta contra a ditadura e pela redemocratização do país. Não há bandeira humanista e libertária que os jovens brasileiros não defendam com entusiasmo assim como certamente ocorreu e ocorre com os jovens africanos, que foram decisivos em todos os processos de libertação nacional do continente. É o que acontece em todo o mundo.</p>
<p>Por isso quero saudar essa iniciativa da cúpula dos Chefes de Estado da União Africana, de realizar uma assembleia geral especialmente para discutir a juventude, como fazê-la participar do processo de fortalecimento da economia e da democracia.</p>
<p>O papel da juventude é cada vez mais reconhecido como fundamental para o processo de desenvolvimento, o que levou a Organização das Nações Unidas a eleger o período de agosto de 2010 a agosto de 2011 como o Ano da Juventude.</p>
<p>Minhas amigas e meus amigos</p>
<p>O Brasil está muito atento às transformações em curso na África, um continente em que a economia vem crescendo a taxas muito mais altas do que nos países desenvolvidos.</p>
<p>Segundo o Banco de Desenvolvimento da Africa a classe média africana aumentou de 111 milhões para 310 milhões de pessoas nos últimos trinta anos, com um acelerado processo de urbanização que exigirá mais infraestrutura de energia, saneamento, habitação e transportes.</p>
<p>É total a disposição brasileira em cooperar com o desenvolvimento da infraestrutura, em particular na geração de energia elétrica a partir de usinas hidrelétricas e também com a transferência de tecnologia na produção de etanol e de energia elétrica a partir da biomassa.</p>
<p>O Brasil tem interesse em compartilhar sua tecnologia na área agrícola, tanto empresarial quanto na agricultura familiar.</p>
<p>A relação com a África é estratégica para o Brasil. Foi por isso que visitei tantos países africanos durante os oito anos do meu mandato como Presidente do Brasil. Ampliamos nossos vínculos diplomáticos, econômicos e culturais. Abrimos ou reativamos embaixadas em 19 países africanos e temos relações diplomáticas com os 53 países do continente africano. De outro lado, 33 países africanos já tem embaixadas em Brasília.</p>
<p>Um dos resultados desse processo de aproximação é o comércio bilateral entre Brasil e África ter aumentado de cinco bilhões de dólares em 2002 para 20,5 bilhões de dólares no ano passado. Um número crescente de empresas brasileiras passou a investir na África, gerando empregos e mais renda para o povo africano.</p>
<p>Agora a Presidenta Dilma Rousseff manda um sinal inequívoco, de que vai dar continuidade e aprofundar a relação do Brasil com o Continente africano. Minha vinda a Cupula da Uniao Africana, como representante do Brasil simbolila tal compromisso.</p>
<p>Minhas amigas e meus amigos.</p>
<p>A crise que nasceu nos países desenvolvidos em 2008 provocou efeitos danosos em todas as partes do mundo, mas a conta desse ajuste não pode ser paga pelas nações pobres ou emergentes, que precisam atuar em conjunto para construir uma nova ordem econômica e uma nova governança mundial, que atenda ao atual cenário geopolítico, completamente diferente da realidade de 60 anos atrás.</p>
<p>Esta é a hora de reconstruir as instituições globais em bases mais democráticas, representativas, legítimas e eficazes. Por que ficarmos atrelados a modelos criados em tempos e realidades tão diversas das que vivemos hoje?</p>
<p>O mundo tem que recuperar sua capacidade de criar e de sonhar. Não podemos retardar soluções que apontem para uma melhor governança mundial, onde governos e nações trabalhem em favor de toda a humanidade.</p>
<p>Os países em desenvolvimento têm de aumentar sua participação na direção dos organismos multilaterais. Sem isso não haverá efetiva mudança e crises maiores serão inevitáveis.</p>
<p>Somente organismos mais representativos e democráticos terão condições de prevenir futuras crises, sejaqm politicas ou financeiras, e responder aos desafios de uma nova geopolítica mundial, multipolar, com a presença de novos atores.</p>
<p>Vivemos um período de transição no âmbito internacional. Caminhamos em direção ao mundo multilateral.</p>
<p>Precisamos de uma ONU suficientemente representativa para enfrentar as ameaças à paz mundial, com um Conselho de Segurança renovado, aberto a novos membros permanentes.</p>
<p>Precisamos de uma ONU capaz de negociar um cessar fogo e uma saida pacifica para a crise da Libia.</p>
<p>Quero encerrar ressaltando que fortalecer a unidade não significa desconhecer diferenças. Atuamos em cenários econômicos, políticos e sociais distintos.</p>
<p>Temos especificidades culturais e trajetórias históricas próprias. Não buscamos modelos únicos nem unanimidades. Nossa força está na capacidade de construir a unidade a partir de projetos soberanos. Mais do que nunca é hora de fortalecer o processo de cooperação solidária entre a África e o Brasil.</p>
<p>Muito obrigado.</p>
<p>Rede Brasil Atual</p>
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		<title>Governistas buscam consensos sobre reforma política longe do Congresso</title>
		<link>http://www.sindmecanicos.org.br/site/blog/2011/05/17/governistas-buscam-consensos-sobre-reforma-politica-longe-do-congresso/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 14:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[governos]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[reforma política]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A mil quilômetros de distância do Congresso Nacional e com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, líderes partidários da base aliada&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mil quilômetros de distância do Congresso Nacional e com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, líderes partidários da base aliada reuniram-se na tarde desta segunda-feira (16) em um hotel na capital paulista para discutir os rumos da reforma política. Enquanto no Congresso uma comissão especial funciona em cada uma das casas, representantes de partidos governistas – excluído o PMDB – iniciaram uma busca de consensos, mediada por Lula, para as mudanças na legislação eleitoral e partidária.</p>
<p>O ex-presidente havia anunciado sua decisão de participar do debate. Em abril, sua atuação foi definida pelo PT como &#8220;catalisadora&#8221; na busca por consensos. Lula esteve presente e deve comparecer também em toda a reunião sobre o assunto. A próxima ainda não tem data definida.</p>
<p>Além da própria necessidade da reforma, membros do PT, PSB, PCdoB e PDT concordam com a adoção de financiamento público de campanha – um dos pontos mais frisados por Lula ao tratar do assunto – e a manutenção do voto obrigatório.</p>
<p>Há ainda consenso na defesa do voto proporcional para as eleições legislativas, contra a investida do PMDB pela adoção do chamado &#8220;distritão&#8221;, em que são eleitos os candidatos mais votado, independentemente de coeficientes eleitorais. Na modalidade de voto proporcional, é possível tanto manter o sistema atual como alterá-lo para o voto em lista ou distrital misto.</p>
<p>Uma das conclusões novas do encontro foi a defesa de mecanismos para facilitar a participação popular no processo de confecção e mudança de leis. &#8220;Discutimos a diminuição do quórum para incentivar os projetos de lei de iniciativa popular&#8221;, disse o presidente nacional do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), ao final do encontro. Atualmente, são necessárias assinaturas de 1% do eleitorado, incluindo pessoas de pelo menos nove unidades da federação para tornar apto uma proposta oriunda da sociedade. A adoção de mais consultas populares, como plebiscitos e referendos, não foi citada.</p>
<p>Ao final do encontro, Lula não conversou com a imprensa. Na entrevista coletiva, Rui Falcão mostrou-se otimista a respeito da discussão, mesmo com a varidade de opiniões sobre os diferentes aspectos que envolvem ao tema. &#8220;Se não acreditássemos que um consenso pode sair (ainda neste ano), não estaríamos aqui discutindo&#8221;, resumiu.</p>
<p>O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, defende a adoção de um calendário eleitoral que assegure coincidência nas disputas por cargos. O tema, porém, sequer foi debatido entre os aliados do governo de Dilma Rousseff, mas deve entrar na pauta do próximo encontro. Renato Rabelo, presidente nacional do PCdoB, declarou que sua maior preocupação é uma política mais democrática.</p>
<p>O deputado federal Brizola Neto (PDT-RJ) defendeu mecanismos que ampliem a fidelidade partidária. &#8220;A fidelidade partidária pode garantir a sintonia com as diretrizes dos partidos, e vai fortalecê-los para o debate com outros partidos&#8221;, resumiu.</p>
<h2>PT com Serra</h2>
<p>Após a reunião, Rui Falcão deixou o hotel do encontro para se dirigir à Assembleia Legislativa. Ele foi ao local para uma reunião com o ex-governador José Serra, segundo colocado na eleição à Presidência da República em 2010. Ele não informou o teor da conversa nesta segunda. No domingo (15), porém, havia declarado a jornalistas que o tucano havia solicitado uma reunião no sentido de discutir a defesa do voto distrital misto para as eleições legislativas.</p>
<p>Até agora, no Congresso, o PT defende o voto em lista fechada. A posição conquistou apoio da maioria dos membros da comissão especial do Senado que trata o tema. Porém, cresce no partido a percepção de que a modalidade não será aceita quando o tema tiver de passar pelos plentários do Congresso. Excluída a lista partidária, a fórmula considerada mais adequada por petistas seria, então, a do voto distrital misto, defendida pelo PSDB.</p>
<p>Rede Brasil Atual</p>
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		<title>Lula: &#8220;sindicalismo me ensinou a negociar de cabeça erguida&#8221;</title>
		<link>http://www.sindmecanicos.org.br/site/blog/2011/05/03/lula-sindicalismo-me-ensinou-a-negociar-de-cabeca-erguida/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 18:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[CNM]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[negociações]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>
		<category><![CDATA[sindicalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em meio ao balanço de seus dois mandatos como presidente (2003/2006 e 2007/2010) e brincadeiras com o público, que levaram a platéia às gargalhadas&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio ao balanço de seus dois mandatos como presidente (2003/2006 e 2007/2010) e brincadeiras com o público, que levaram a platéia às gargalhadas diversas vezes, Lula aconselhou os sindicalistas a entrarem de cabeça erguida nas negociações com os empresários.</p>
<p>“Ninguém respeita a subserviência. Se entrar de cabeça baixa [nas negociações], o empresário vai subir no cangote de vocês”, afirmou. Para o presidente, exigir o respeito mútuo, não significa ser grosseiro. “[o dirigente sindical] pode ser agradável, gentil, delicado. Mas na hora de negociar tem que saber quem você representa. Aí, vão te respeitar”, explicou.</p>
<p>Lula disse que foi agindo dessa forma que, na presidência do Brasil, conseguiu respeito de lideranças do mundo inteiro, como os EUA, França e Alemanha, entre muitos outros países. “Foi assim, com respeito, mas de cabeça erguida, que tratei com todo mundo. [nos oito anos de presidência]. Assim, conquistei muitas amizades também. E isso, aprendi no movimento sindical”.</p>
<p><strong>Governo Dilma</strong></p>
<p>Sobre o governo de sua sucessora, Dilma Rousseff (PT), Lula pediu apoio dos dirigentes metalúrgicos para “nossa querida companheira Dilma”, e acrescentou: “tem gente que fica criando intrigas, mas não existe possibilidade de divergência entre mim e a Dilma. E se um dia vier a existir, ela é que está certa”.</p>
<p>O ex-presidente lembrou que a oposição, durante a campanha eleitoral de 2010, acusou Dilma de ser terrorista, ser seqüestradora, defender o aborto, quando na verdade ela é uma mulher que foi torturada por 3,5 anos por defender a democracia no Brasil. E está provando ser uma ótima presidenta. “Agora, não tem coisa mais extraordinária um metalúrgico – retirante nordestino – terminar seu mandato e eleger essa mulher como presidenta da República para dar continuidade ao trabalho”.</p>
<p><strong>Delegação internacional</strong></p>
<p>Para a delegação internacional que está participando do congresso da CNM, Lula sugeriu que seus integrantes conheçam a experiência brasileira de relações entre governo e os movimentos sociais.</p>
<p>“É preciso conviver democraticamente na diversidade. Quando eu estava na presidência, nenhum segmento social deixou de ser ouvido, de ter sua conferência e participar da elaboração de políticas públicas”, afirmou Lula.</p>
<p>Somados os participantes de 73 conferências nacionais e seus desdobramentos estaduais e municipais, mais de 5 milhões de pessoas participaram da elaboração de políticas públicas durante o governo Lula.</p>
<p>“O movimento sindical é testemunha dessa participação (&#8230;). E muitas vezes os companheiros sindicalistas foram duros com o governo, e vice-versa. Mas nunca deixamos de ter consciência do nosso papel [de compromisso com a classe trabalhadora]. Mas na hora que foi preciso, o movimento sindical e popular assumiu a defesa do governo”, explicou o ex-presidente.</p>
<p><strong>Balanço dos mandatos</strong></p>
<p>A respeito dos seus oito anos como presidente, Lula afirmou que procurou governar para toda a sociedade, de banqueiro a morador de rua. “Mas não podemos perder de vista nossa preferência. Governar é como ter coração de mãe. Todos os filhos são iguais, mas aquele mais frágil, mais debilitado, na hora da refeição, vai ganhar um bife a mais”, afirmou.</p>
<p>Foi com essa referência social que, segundo Lula, foi possível conquistar avanços durante seus mandatos; e citou como exemplos os 36 milhões de brasileiros que saíram da pobreza e foram para a classe média, os outros 28 milhões que saíram da miséria, os 12 milhões de empregos criados no período, o programa “Luz para Todos”, que levou energia elétrica para 2,7 milhões de brasileiros da área rural, entre outros.</p>
<p><strong>Preconceitos</strong></p>
<p>Lula lembrou que, por ser de origem operária, enfrentou muito preconceito em suas candidaturas a presidente. “Diziam que eu não conseguiria fazer política de relações externas porque não sei falar Inglês. Diziam que a Marisa (esposa de Lula) não poderia ser primeira-dama porque não ia nem saber limpar os vidros do Palácio do Planalto, entre outras bobagens que os adversários diziam”.</p>
<p>“Mas foi este metalúrgico o presidente que mais fez universidades neste país”, lembrou sob aplausos. Na área econômica, Lula destacou os 325 bilhões de dólares que o Brasil possui de reservas internacionais e a quitação da dívida externa do país com o FMI (Fundo Monetário Internacional.</p>
<p>“Quem aqui, no passado, não carregou faixa ou cartaz dizendo Fora FMI (por que a dívida externa do Brasil era estratosférica) ?, perguntou Lula ao público. “Pois agora temos que dizer ‘Dentro FMI’, pois é o FMI que nos deve 14 bilhões”.</p>
<p><strong>Dever Cumprido</strong></p>
<p>“Do fundo do meu coração, sei que fizemos muito, mas sei que ainda há muito o que fazer”, disse Lula para concluir o balanço de seus mandatos. “Tenho a sensação de dever cumprido. Não tenho vergonha. E isso incomoda os adversários”, acrescentou.</p>
<p>Lula afirmou também que, desde que deixou o Palácio do Planalto, no início deste ano, tem vontade de participar de muitas atividades políticas e sociais. “Tenho vontade de fazer outra Caravana da Cidadania pelo país, de participar de plenárias, de reuniões com catadores [de recicláveis], de visitar quilombos. Tenho vontade de tudo, mas tenho que me controlar”.</p>
<p>Para ele é difícil o processo de se desligar da presidência. “Mas tenho que desencarnar e assumir meu papel como ex-presidente. Até para mostrar para certo ex-presidente como deixar o cargo e não ficar palpitando no governo do sucessor”, afirmou.</p>
<p>“A Dilma vai ter sua própria marca, sua identidade. Do passado eu posso falar, mas quem pode falar sobre o futuro é a companheira Dilma”, concluiu.</p>
<p><strong>Homenagem</strong></p>
<p>No final de sua exposição, durante a abertura do congresso da CNM, Lula homenageou o sindicalista metalúrgico Carlos Grana, que após o evento vai se desligar da confederação para se dedicar ao mandato de deputado estadual pelo PT-SP.</p>
<p><em>CNM/CUT</em></p>
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		<title>1º de Maio é dia para fortalecer a luta dos trabalhadores, diz Lula</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 14:03:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O ex-presidente Lula afirmou que o 1º de Maio deste ano representa um tempo em que o movimento sindical pode estabelecer uma nova plataforma&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Lula afirmou que o 1º de Maio deste ano representa um tempo em que o movimento sindical pode estabelecer uma nova plataforma de conquistas para a classe trabalhadora.</p>
<p>“Os trabalhadores têm um governo que negocia e conversa em igualdade de condições. Portanto, o clima e as possibilidades de novas conquistas são muito maiores”, disse Lula em visita às redações da TVT e do Jornal ABCD Maior na última quarta-feira.</p>
<p>Segundo ele, o governo Dilma está disposto a negociar por causa dos avanços econômicos e sociais dos últimos anos e também porque mudou a relação entre o Estado e a sociedade.</p>
<p>“Um exemplo disto é o avanço registrado na relação democrática entre o governo e as entidades em geral”, comentou o ex-presidente, citando o acordo do salário mínimo feito em seu governo com as centrais sindicais.</p>
<p>Para ele, essa melhora contribuiu para o País superar muitas dificuldades, inclusive econômicas, como a crise mundial de 2008. Até dando exemplos que poderiam servir ao mundo como fórmula para a geração de emprego e distribuição de renda. “Isso é motivo de orgulho e temos que transmitir esse orgulho para outros povos”, destacou Lula.</p>
<p><strong><a href="http://bit.ly/eEtt3D" target="_blank"><em>Clique aqui </em></a><em>e veja a programação do 1º de Maio em São Bernardo.</em></strong></p>
<p><strong>Cinema abre  1º de Maio da CUT<br />
</strong>Começa nesta segunda-feira com um ciclo de cinema e prosseguem durante a semana<em> </em>as atividades do evento<em> Brasil &amp; África Fortalecendo a Luta dos Trabalhadores</em>, promovido pela CUT São Paulo para comemorar o 1º de Maio. A programação inclui ainda um seminário internacional, oficinas culturais, exposição de livros, obras de arte, exibição de filmes, apresentação culturais afro-brasileiras, gastronomia e ato inter-religioso privilegiando as religiões de matriz africana.</p>
<p>Tudo isso culminará com uma grande manifestação no dia 1º de Maio, no Vale do Anhangabaú, no Centro, em São Paulo, que contará com Martinho da Vila, Jorge Aragão, <em>Mart´nália, Diogo Nogueira, entre outros.</em></p>
<p>“Queremos ir além da tradicional confraternização entre os trabalhadores. Evidentemente ela é importante, mas desejamos também dar um primeiro passo para a reflexão sobre nossa condição de país com a maior parte da população afro-descendente”, afirma Adi dos Santos Lima, presidente da CUT São Paulo e diretor de nosso Sindicato.</p>
<p><strong><em>Confira a programação completa em </em></strong><a href="http://www.1demaiocut2011.com.br"><strong><em>www.1demaiocut2011.com.br</em></strong></a></p>
<p>SMABC</p>
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		<title>Início de Dilma tem popularidade igual à de Lula-2007</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 13:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Na primeira pesquisa de avaliação no novo mandato, 47% dos brasileiros aprovam a presidenta, patamar tecnicamente igual ao obtido por Lula em março de&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira pesquisa de avaliação no novo mandato, 47% dos brasileiros aprovam a presidenta, patamar tecnicamente igual ao obtido por Lula em março de 2007 e quatro pontos acima do registrado pelo ex-presidente em seu primeiro mandato, em 2003. Na mesma época, Fernando Henrique Cardoso contava com avaliação positiva de 39% no primeiro mandato e apenas 21% no segundo, contra 34% de Itamar Franco e 36% de Fernando Collor de Mello.</p>
<p>Em relação a Dilma, outros 34% consideram seu governo regular, 7% têm visão ruim ou péssima da atual gestão e 12% não souberam opinar – este último índice é significativamente alto, comparando-se apenas a Itamar.</p>
<p>Embora o Datafolha ainda não tenha divulgado a pesquisa na íntegra, os dados divulgados pelo jornal Folha de S. Paulo neste domingo permitem aferir que a presidenta venceu as resistências junto ao eleitorado tucano que poderiam ter resistido ao fim do processo eleitoral. Apenas 15% dos que votaram em José Serra consideram que o desempenho de Dilma é ruim ou péssimo e 31% a classificam como boa ou ótima, com 41% de regular.</p>
<p>Além disso, desapareceram as disparidades regionais. Dilma goza de 50% de aprovação no Nordeste, 47% no Sudeste e 44% no Sul, no Norte e no Centro-Oeste. As mulheres, que resistiram a migrar para a base de apoio à presidenta durante as eleições, agora dão 51% de aprovação, contra 43% entre os homens.</p>
<p>O primeiro pronunciamento de Dilma em rede nacional de TV e rádio teve como tema a educação, o que influencia a avaliação sobre áreas nas quais o atual governo tem melhor desempenho. O campo educacional é visto como o foco do atual governo por 10% da população – em 2003, 38% indicavam combate à fome e à miséria como ponto positivo do governo Lula. Saúde (19%) e segurança (9%) aparecem como áreas mais fracas.</p>
<p><em>Da Rede Brasil Atual</em></p>
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		<title>Lula, Dilma e a velha mídia</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 18:24:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O esporte preferido da mídia é fazer comparações da Dilma com o Lula. Sem coragem para reconhecer que se chocaram contra o país –&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O esporte preferido da mídia é fazer comparações da Dilma com o Lula. Sem coragem para reconhecer que se chocaram contra o país – que deu a Lula 87% de apoio e apenas 4% de rejeição no final de um mandato que teve toda a velha mídia contra – essa mídia busca se recolocar, encontrar razões para não ser tão uniformemente opositora a tudo o que governo faz.</p>
<p>O melhor atalho que encontraram é o de dizer que as coisas ruins, que criticavam, vinham do estilo do Lula, que Dilma deixaria de lado.</p>
<p>Juntam temas de política exterior, tratamento da imprensa, rigor nas finanças públicas, menos discurso e mais capacidade executiva, etc., etc. Como se fosse um outro governo, de outro bloco de forças, com linhas politica e econômica distinta. Quase como se a oposição tivesse ganho. Ao invés de reconhecer seus erros brutais, tratam de alegar que é a realidade que é outra.</p>
<p>Como se o modelo econômico e social – âmago do governo – fosse distinto. Como se a composição do governo fosse substancialmente outra, como partidos novos tivessem ingressado e outros saído do governo. Apelam para o refrão de que “o estllo é o homem” (ou a mulher), como se a crítica fundamental que faziam ao Lula fosse de estilo.</p>
<p>No essencial, a participação do Estado na economia está consolidada e, se diferença houver, é para estendê-la. Os ministérios econômicos e sociais são mais coerentes entre si, tendo sido trocados ministros de pastas importantes – como comunicação, saúde e desenvolvimento – para reafirmar a hegemonia do modelo de continuidade com o governo Lula.</p>
<p>A política externa de priorização das alianças regionais e dos processos de integração foi reiterada na primeira viagem da Dilma ao exterior, à Argentina, assim como no acento no fortalecimento dos processos latino-americanos, como a ênfase na aproximação com o novo governo colombiano e a contribuição ao novo processo de libertação de reféns comprova.</p>
<p>O acerto das contas publicas se faz na lógica do compromisso do governo da Dilma de estabelecimento de taxas de juros de 2% ao final do mandato, alinhadas com as taxas internacionais, golpeando frontalmente o eixo do principal problema econômica que temos: as taxas de juros reais mais altas do mundo, que atraem o capital especulativo. A negociação do salário mínimo se faz com o apoio do Lula. A intangibilidade dos investimentos do PAC já tinha sido reafirmada pelo Lula no final do ano passado.</p>
<p>Muda o estilo, ênfases, certamente. Mas nunca o Brasil teve um governo de tanta continuidade como este, desde que se realizam eleições minimamente democráticas. A velha mídia busca pretextos para falar mal de Lula, no elogio à Dilma, tentando além disso jogar um contra o outro. A mesma imprensa que não se cansou de dizer que ela era um poste, que não existiria sozinha na campanha sem o Lula, etc., etc., agora avança na direção oposta, buscando diferenças e antagonismos onde não existem.</p>
<p>Por Emir Sader, em seu blog</p>
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		<title>Aos 31 anos, PT reafirma compromissos</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 17:39:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[partido]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O Partido dos Trabalhadores celebrou aniversário de 31 anos, na quinta-feira (10/02), com seu principal protagonista reconduzido à presidência de honra da legenda, após concluir&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido dos Trabalhadores celebrou aniversário de 31 anos, na quinta-feira (10/02), com seu principal protagonista reconduzido à presidência de honra da legenda, após concluir dois mandatos consecutivos como presidente da República, com a aprovação de cerca de 80% dos brasileiros.</p>
<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um discurso emocionado no Teatro do Sindicato dos Bancários, em Brasília, destacou que a celebração é um motivo de orgulho e ponderou: “Mas na vida política ainda somos uma criança e temos muita coisa para fazermos juntos”. Sobre sua participação na vida pública, ironizou os adversários. “Se alguém achar que o Lula está aposentado, se escafedeu”. O ex-presidente discursou momentos antes da chegada da presidente Dilma Rousseff ao ato político.</p>
<p>Embora nascido dos movimentos de greves comandados por Lula no ABCD, sob forte influência dos movimentos sociais, lideranças ponderam que o partido precisa voltar às raízes.</p>
<p>“O PT precisou trabalhar mais nos congressos para poder governar, mas agora precisa buscar as bases e não decepcionar os eleitores e militantes, continuando o trabalho para os menos favorecidos”, observa Maurício Soares, que foi o primeiro prefeito a assumir a Administração de São Bernardo após a fundação do partido.</p>
<p>Bases &#8211; De acordo com discussões internas ao partido, “a necessidade de se assegurar governabilidade no Congresso, e em estados e municípios administrados pelo PT, fez com que a agremiação se distanciasse um pouco ‘das bases’ para governar com os legisladores e partidos aliados”.</p>
<p>O deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT), observa que a descentralização da legenda, que deixou de ser paulista para se enraizar pelo Brasil, precisa ganhar força com a filiação de novos militantes. “O fundamental é o partido investir em formação. Muitos não viveram essa história.”</p>
<p>Em Diadema, onde o PT elegeu em 1982 (um ano após sua fundação) o então líder sindical Gilson Menezes (hoje no PSB) como o primeiro prefeito do PT no País, a relação com as bases permaneceu no foco das prioridades das administrações petistas, há mais de 20 anos.</p>
<p>O presidente do diretório municipal, Josemundo Dario Queiroz, o Josa, destaca que os movimentos sociais participam do governo Mário Reali, mas sem ser “cooptados”.</p>
<p>Entretanto, há de se valorizar a política de aliança com a base governista na Câmara. “Entendemos que tem de ser um misto, existe a relação institucional pautada pela política de aliança, mas não abrimos mão de ouvir nossas bases”, observa.</p>
<p><strong>Presidente do PT destaca momentos históricos<br />
</strong>Memória viva do Partido dos Trabalhadores, o atual presidente da sigla, José Eduardo Dutra, enumerou diversos pontos históricos vividos pela militância. Dutra também fez questão de valorizar a militância e o povo brasileiro.</p>
<p><strong>Confira alguns trechos da entrevista:</strong></p>
<p>“Não há dúvida de que nesses 31 anos é uma trajetória de vitórias. Claro que há momentos difíceis, momentos de angústia, momentos em que nós tivemos que enfrentar inimigos poderosos, mas o PT ao longo desses 31 anos conseguiu superar todos os desafios que foram colocados à sua frente”.</p>
<p>“Desde o início nós tivemos que enfrentar preconceitos. Alguns que diziam que o PT vinha para dividir a oposição e fazer o jogo da ditadura, e outros que diziam que o PT era um partido radical, que pregava a violência no nosso País.</p>
<p>E o fato é que, ao longo desse período, o PT foi capaz de mudar, até porque mudou muito o Brasil, mudou o mundo, mas nós fomos capazes de mudar sem mudar de lado. Nós continuamos defendendo os trabalhadores, a maioria da população, e nesse período tivemos uma trajetória de pleno crescimento, desde a eleição de 1982”.</p>
<p>“O PT construiu a sua trajetória de respeitabilidade perante a população brasileira, iniciando nos municípios, introduzindo o modo petista de governar, mostrando que se é capaz de se governar com ética, com transparência, depois quando ganhamos o primeiro governo estadual, e chegamos em 2002 elegendo o primeiro operário para a Presidência da República”.</p>
<p>“Tivemos a capacidade de nos identificar profundamente com o povo brasileiro, com os movimentos sociais, nós crescemos institucionalmente, mas sem nos afastarmos de uma relação absolutamente inédita em termos de política brasileira, que é a nossa relação com o movimento social organizado”.</p>
<p>“Nesses 31 anos gostaria de deixar um abraço fraterno, um abraço companheiro, um abraço de alegria a todos aqueles que contribuíram e contribuem para o crescimento e o fortalecimento do nosso partido, que é a nossa militância, e ao povo brasileiro.” (Com informações do Portal Nacional do PT)</p>
<p><strong>R.Pires elegeu 1ª prefeita da Região<br />
</strong>Maria Inês Soares é considerada uma liderança regional do PT. Eleita prefeita de Ribeirão Pires, governou a cidade de 1997 a 2004 marcando sua administração e o município. Foi a primeira mulher petista eleita prefeita no ABCD e atualmente é coordenadora de Projetos Especiais da Prefeitura de Mauá.</p>
<p>Para Maria Inês, sua eleição foi resultado da união de fatores como a força do PT, aliada às propostas apresentadas para o município, e sua imagem, que já era conhecida na cidade pela atuação no movimento sindical da educação. “Esses fatores favoreceram o processo eleitoral e resultaram em um importante avanço para a cidade que, sem falsa modéstia, marcou Ribeirão Pires, por ter sido um governo com efetiva participação popular”, afirmou.</p>
<p>O presidente municipal da legenda, Antonio Carlos Pereira, o Carlão, garante que o partido está unido para enfrentar os próximos desafios. “O PT é um partido combativo, que luta pelo debate e não será diferente nos próximos anos. Por isso, já estamos organizando um planejamento para este ano e 2012”, disse. (Fabíola Andrade)</p>
<p><em>Em Sto.André, seminário marca festa<br />
</em>O PT de Santo André realizará, no último final de semana de março, um seminário para debater a conjuntura política no município. O evento também servirá como comemoração aos 31 anos do partido. Na pauta de debates, o seminário tratará o papel do PT como único partido de oposição em SantoAndré, a eleição municipal de 2012 e outros temas.</p>
<p>“Vamos nos reunir com várias forças políticas, tanto os demais partidos como nossa valorosa militância, os rumos do PT na cidade”, afirma Luiz Turco, presidente municipal do PT de Santo André.</p>
<p>Em São Caetano, apesar de não haver uma comemoração especial para a data, o clima é de otimismo total para os próximos anos. Para o presidente municipal da sigla, Edgar Nóbrega, independentemente dos resultados alcançados, o importante é o momento de reconstrução que o partido atravessa.</p>
<p>“Estamos reestruturando o partido na cidade e criando um programa voltado às eleições de 2012. O que importa é o PT estar bem organizado. Estamos em novo tempo”, afirmou o professor Nóbrega.</p>
<p>Na busca de voltar a comandar a cidade em 2012, o PT de Rio Grande da Serra quer aproveitar o momento de crescimento do partido e ganhar espaço entre os eleitores locais por meio do trabalho social. </p>
<p><em>Do ABCD Maior</em></p>
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		<title>Lula confirma presença no Fórum Social Mundial</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 17:41:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fórum Social]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou sua participação no Fórum Social Mundial, que neste ano acontece em Dacar, capital do Senegal. Segundo&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou sua participação no Fórum Social Mundial, que neste ano acontece em Dacar, capital do Senegal. Segundo sua assessoria, Lula embarca no domingo, 6, para a África, onde será a principal estrela das comemorações dos 10 anos do encontro, conhecido nos últimos anos por reunir movimentos antiglobalização. A viagem de Lula será a sua primeira ao exterior como ex-presidente.</p>
<p>Lula foi convidado a falar na segunda-feira, 7, sobre &#8220;a crise do sistema e das civilizações&#8221;. Parte importante do debate estará centrado na questão do desenvolvimento da África, um dos pontos de interesse do ex-presidente. Ao deixar a Presidência, Lula afirmou que se dedicaria a temas relacionados a África e a América Latina. O encontro será no campus da Universidade Cheikh Anta Diop, de domingo, 6, a sexta-feira, 11.</p>
<p>Segundo os organizadores, o encontro em Dacar será usado também para debater qual o caminho o Fórum Social deve trilhar nos próximos anos. Entre 20 mil e 60 mil pessoas estão sendo aguardadas na capital do Senegal. O Fórum Social Mundial já foi realizado em cidades como Porto Alegre e Belém (Brasil), Mumbai (Índia), Bamako(Mali), Caracas (Venezuela), Karachi (Paquistão) e Nairóbi (Quênia).</p>
<p>ABCD</p>
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	</channel>
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