Lupi visita hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio

Publicado por Administrador 12 abril, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, esteve nessa segunda-feira (11) no canteiro de obras das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, em Rondônia, para conhecer as condições de trabalho no local e os alojamentos das obras.

Durante a visita, o ministro também realizou assembleia com representantes de sindicatos de trabalhadores para ouvir as reivindicações. Entre as decisões, negociação do dissídio coletivo para a categoria, transporte adequado e intermediação de mão de obra.

“Viemos verificar o que nossa fiscalização, bastante atuante, já tinha nos reportado. Estamos em busca de soluções para as questões colocadas pelos trabalhadores, afinal eles estão trabalhando para o desenvolvimento do nosso país. É necessário dar a eles boas condições de moradia e transporte, ambiente de trabalho adequado e salários justos e iguais”, afirmou o ministro.

A visita ao canteiro de obras de Jirau foi realizada pela manhã. À tarde, Lupi visitou as obras de Santo Antônio. Nas duas ocasiões, participou de reuniões com os trabalhadores das hidrelétricas. No fim do dia, a comitiva se reuniu com representantes de sindicatos de trabalhadores e patronais. 

Entre os assuntos, ficou marcado para amanhã (terça-feira), o início das negociações para reajuste do dissídio coletivo da categoria. Também ficou acertado que a mão de obra será intermediada pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine), privilegiando os profissionais que residem no estado. A questão do transporte, pivô da manifestação dos trabalhadores, também foi discutida. As empresas concordaram em voltar a fazer a locomoção dos operários em horários regulares.

Lupi ressaltou a importância das duas obras para o nosso país. “A hidrelétrica é uma fonte de energia limpa e duradoura que trará crescimento para Rondônia e para todo Brasil. Traz mais emprego, mais impostos e gera riqueza para todos. Não estou aqui como ministro para impor nenhuma condição e sim para conversar. O melhor caminho para solucionar problemas é o diálogo”, avaliou.

MTE

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Geração de empregos têm melhor resultado da história

Publicado por Administrador 22 junho, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

O Brasil gerou em maio 298 mil empregos com carteira assinada, melhor resultado na história do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego. Ao divulgar os números, o ministro Carlos Lupi disse que não teme a possibilidade de aumento da inflação. Segundo Lupi, o Brasil tem conseguido manter um índice entre 5% e 5,5%, e não deve fugir disso.

“Eu não vejo problema em ter 0,25% a mais de inflação, quando o Brasil já teve 30% ao ano. Eu não vejo ninguém reclamar quando a China ou a Índia crescem mais de dois dígitos, a 10%. Não via ninguém reclamar quando o Japão crescia a 9% ao ano. Nós vamos crescer bem, com emprego e inflação controlada”, afirmou Lupi, confiante.

De acordo com o ministro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá fechar seus oito anos de mandato com 15 milhões de empregos gerados. “Em sete anos, já geramos 13 milhões de empregos formais e estamos avançando em todos os setores”.

Para ele, em junho, a criação de postos de trabalho deverá passar de 309 mil. O fechamento dos dados deste mês deve ser positivamente influenciado pela contabilidade dos empregos gerados com a Copa e com a proximidade das eleições. Além disso, há o início do período sazonal na Região Centro-Oeste, cuja produção agrícolas leva a aumento dos postos de trabalho em junho, explicou.

Da CUT Nacional

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Falta de qualificação profissional limita crescimento de empregos, diz ministro

Publicado por Administrador 18 maio, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

Apesar da geração recorde de empregos em abril e da previsão de criação de 2,5 milhões de vagas em 2010, a falta de qualificação ameaça o crescimento do número de postos de trabalho formais em todo o país, de acordo com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

Este ano, a expectativa é que cerca de 1 milhão de trabalhadores passem por algum curso de formação. “Estamos muito aquém do necessário, deveriam ser 5 milhões”, comparou, em entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro.

Segundo Lupi, a falta de qualificação é o grande gargalo da geração de empregos no país e atinge principalmente setores como a construção civil e os serviços.

“No Brasil temos a cultura do diploma universitário, mas deixamos de lado os cursos técnicos e de aperfeiçoamento, que são os mais necessários agora. Falta uma política para cursos de qualificação e aperfeiçoamento de curto e médio prazos.”

Lupi disse que os investimentos em qualificação devem ser prioridade do governo e da iniciativa privada e aposta no chamado Sistema S (Senai, Sesi, Sesc, Senac e outros) para a expansão dos cursos de formação profissional. “Eles estão em todo o Brasil e têm a rede mais preparada para esses cursos. Mas temos que apelar para que ofereçam mais vagas gratuitas, porque quem está desempregado não consegue pagar.”

Segundo o ministro, o governo está elaborando um projeto de lei para combinar o recebimento do seguro-desemprego à participação do trabalhador em cursos de capacitação profissional. “O problema é que não temos estrutura pública nem privada para atender à formação de tantos trabalhadores”, reconheceu.

Da Ag. Brasil

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Lupi defende redução da jornada de trabalho

Publicado por Administrador 17 março, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, voltou a defender hoje (15) a redução da jornada de trabalho. “Todo o Primeiro Mundo já pratica 36-37 horas [de trabalho semanais]. Por que o Brasil não pode evoluir?”, questionou o ministro, após apresentação na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados.

O ministro afirmou que pretende falar novamente com o presidente da Câmara, Michel Temer, para reforçar a importância da aprovação da emenda constitucional que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.

“Se diminuirmos o número de horas trabalhadas será necessário contratar mais trabalhadores, mas o mais importante é que vai melhorar a qualidade de vida do trabalhador e ele vai produzir mais”, afirmou.

O ministro ressaltou ainda que as acusações de que a medida seria eleitoreira é uma desculpa para não aprová-la. “Seria eleitoreira se deixássemos para a véspera das eleições. Estamos discutindo a redução da carga horária desde o início de 2009. Já era para ter sido aprovada”, destacou Lupi.

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Jornalistas: Lupi rompe compromisso e edita norma que desrespeita a profissão

Publicado por Administrador 19 janeiro, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

Apesar do compromisso assumido com a Federação Nacional dos Jornalistas e presidentes de Sindicatos da categoria, o Ministério do Trabalho resolveu editar, no final do ano passado, norma interna orientando as Secretarias Regionais do Trabalho no processo de registros de jornalistas. O processo é criticado pela Federação que reivindica nova audiência com o ministro Carlos Lupi para tratar do assunto.

Segundo informação obtidas na semana passada, esta é a posição oficial do Ministério, embora possa não ser a definitiva. “A norma do MTE segue os fundamentos do acórdão do STF e cria a situação absurda e inaceitável de registros de menores, analfabetos e, até mesmo, criminosos”, critica o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, acentuando que a emissão de registros para não diplomados segue o critério zero. “O ministro do Trabalho seguiu literalmente as posições estapafúrdias do ministro Gilmar Mendes que acha que para ser jornalista, basta estar vivo”, protesta.

A norma já foi divulgada por vários Sindicatos e pelo boletim da Federação. Jornalistas diplomados serão registrados como jornalistas profissionais e os demais, como jornalista. Não está claro como será o registro de diagramador, ilustrador, repórter fotográfico e cinematográfico, mas as entidades sindicais pressionarão para que tais registros especiais sejam realizados de acordo com a regulamentação da categoria.

Sérgio Murillo conta que a FENAJ seguirá cobrando do Ministério a realização de uma audiência, conforme o acertado em dezembro passado. A entidade está convocando para do dia 27 de março reunião ordinária do Conselho de Representantes. Na reunião além do ponto estatutário – aprovação das contas – será discutida a luta pela aprovação das PECs que resgatam a exigência do diploma e a nova realidade dos registros em função da decisão do MTE.

Da Fenaj

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