Moradias do Minha Casa, Minha Vida em 2012 serão para famílias com renda até R$ 1,6 mil

Publicado por Administrador 5 dezembro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (5) que, a partir de 2012, 60% das moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida serão destinadas a famílias de baixa renda – que recebem até R$ 1,6 mil. A previsão do governo é que 1,2 milhão de unidades sejam entregues a essa faixa da população brasileira.

No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma apresentou um balanço do Minha Casa, Minha Vida em 2011. Segundo ela, foram assinados 354 mil contratos para a construção de moradias. O levantamento indica ainda mais de 500 mil casas e apartamentos em fase de construção e mais de 400 mil obras concluídas este ano. Na primeira fase, o programa contabilizou 1,5 milhão de moradias.

Para a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, estão previstos investimentos de R$ 125,7 bilhões para a construção de 2 milhões de casas e apartamentos até 2014.

“Os investimentos na construção civil beneficiam a todos nós porque esse é um setor que gera muitos empregos. Ele ajuda a manter o mercado de trabalho aquecido, mesmo com a crise econômica internacional que está afetando os Estados Unidos e os países da Europa”, disse a presidenta. Segundo ela, mais de 309 mil postos de trabalho foram gerados este ano no setor.

Agência Brasil

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Conselho do FGTS aprova orçamento de R$ 43,9 bilhões para 2012

Publicado por Administrador 11 novembro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta quarta-feira (09), em reunião extraordinária, o orçamento do Fundo para 2012. No total, serão aplicados R$ 43,9 bilhões nas áreas de habitação popular, saneamento básico e infra-estrutura urbana. O valor é recorde para orçamentos originais do Fundo. Para o subsídio a famílias de baixa renda serão destinados R$ 4,4 bilhões, sendo R$3 bilhões para aquisição de imóveis novos que se enquadram no Programa Nacional de Habitação Urbana integrante do Minha Casa, Minha Vida.

 
Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que preside o Conselho, o orçamento para o próximo ano tem como prioridade o financiamento de habitação a famílias de baixa renda, destacando que neste ano o orçamento original, que era de R$ 39,4 bilhões, alcançou um total de R$ 54,7 bilhões após as suplementações. “Somente para subsídio em 2011 aprovamos um total de R$ R$ 5,5 bilhões. Para 2012 chegamos a um total de R$ 4,4 bi, sendo R$ 3 bi apenas para o programam Minha Casa, Minha Vida”, destaca o ministro.
 
Para os programas de habitação popular foram destinados um total de R$ 25 bilhões. O programa Pró-Moradia, também destinado à habitação popular, que tem a finalidade desenvolver ações integradas e articuladas com outras políticas setoriais na melhoria das condições de vida da população de menor renda, preponderantemente, até 3 salários mínimos, terá orçamento de R$ 1 bilhão. Para o Pró-Cotista, programa que financia com juros mais baixos ao detentor de conta vinculada do FGTS, também terá R$ 1 bilhão. Em aplicação nos Certificados de Recebíveis Imobiliários o Fundo reservou outros R$ 2,5 bilhões e para subsídio a compra da casa própria para população de baixa renda o valor aprovado foi de R$ R$ 4,4 bilhões. Para o setor saneamento, serão destinados R$ 5 bilhões, mesmo valor reservado ao setor de infra-estrutura.
 
Suplementação – Os conselheiros aprovaram, também, uma suplementação de R$ R$ 6,2 bilhões no orçamento de 2011 para aplicação em habitação popular, o que elevou em 38,9% o orçamento original, que era de 39,4 bilhões, alcançando um total de R$ 54,7 bi para os três setores. Para este ano o orçamento havia destinado 21 bilhões para habitação popular, R$ 2 bi para o programa Pró-Moradia, R$ 1 bi para o Pró-Cotista e R$ 4,5 bilhões para subsídio a baixa renda, destinando ainda R$ 2,1 bilhões para aplicação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).
 
Com as suplementações ocorridas durante o ano, o orçamento para habitação popular chega a R$ 34,6 bilhões, um aumento de 64,76%, já o subsídio ampliou de R$ 4,5 bilhões para R$ 5,5 bilhões e os recursos para aplicação em CRIs subiu 35,24%, alcançando R$ 2,8 bilhões. O orçamento para os outros programas e os setores de saneamento e infra-estrutura continua os mesmos aprovado no orçamento original.
MTE
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Minha Casa, Minha Vida tem novo teto para compra de imóveis por famílias pobres

Publicado por Administrador 12 julho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O Ministério das Cidades publicou na edição da sexta-feira, 8, do Diário Oficial da União portaria com os novos valores máximos para a compra de imóveis por famílias de baixa renda por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida.De acordo com a publicação no órgão oficial a meta é de construir 1,2 milhão de moradias para famílias dessa faixa de renda será atingida até 2014 com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), do Programa de Subsídio à Habitação (PSH) e do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS).
A portaria do Ministério de Cidades, publicada esta semana, estabelece que o plano de metas de contratação para o exercício de 2011 deverá ser apresentado até o próximo dia 31. Ao anunciar recentemente esta nova etapa do “Minha casa, Minha vida” a presidenta Dilma Rousseff manifestou sua disposição de fechar contratos para construir mais de 2 milhões de moradias – meta das  fases I e II – caso o programa tenha um bom andamento.
O cumprimento das metas do “Minha casa, Minha vida” é um compromisso assumido pela presidenta Dilma desde a campanha eleitoral e várias vezes reafirmado nesses meses iniciais de seu governo. Os cálculos indicam que serão necessários investimentos da ordem de R$ 125,7 bi (R$ 72,6 bi de subsídios e R$ 53,1 bi de financiamento) para atingir as metas no programa entre este 2011 e 2014.
Por esta nova tabela publicada, nos municípios das regiões metropolitanas de São Paulo, Jundiaí, São José dos Campos, Jacareí e no Distrito Federal, o preço máximo para compra de um apartamento será de R$ 65 mil, e para casa, de R$ 63 mil. Para as cidades dessas áreas que tenham população entre 20 mil e 50 mil habitantes, o teto estabelecido é de R$ 53 mil para apartamentos e casas. Nos demais, o limite ficou em R$ 57 mil.
No Rio, na capital e regiões metropolitanas, os limites são de R$ 63 mil (apartamento) e R$ 60 mil (casa); para cidades do Estado com população entre 20 mil e 50 mil habitantes, os valores ficaram em R$ 51 mil. Para os demais municípios fluminenses o teto ficou em R$ 55 mil.

FEM-CUTSP

Presidenta Dilma cumpre os compromissos de seu governo

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Prefeitura entrega casas no Jardim Paraíso em Joinville (SC)

Publicado por Administrador 27 junho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

A chuva fina e o frio não tiraram o clima de emoção na cerimônia em que a Prefeitura de Joinville entregou de 48 casas para famílias carentes do bairro Jardim Paraíso. O investimento foi de R$ 1 milhão e 667 mil dentro do Programa de Urbanização, Regularização e Integração de Assentamentos Precários do PAC, do Governo Federal.

O prefeito Carlito Merss oficializou a entrega das 48 unidades habitacionais e as obras de terraplenagem, rede de água e esgoto. “É uma alegria muito grande poder participar deste momento. Nossa proposta e do Governo Federal é dar prioridade aos que mais necessitam”, disse o prefeito. As famílias que vão morar nas novas unidades residiam em área de preservação permanente e não regularizada.

Na cerimõnia, o vereador Manoel Francisco Bento entregou as chaves da casa para a senhora Eva Munhoz, que realizou o sonho da casa própria aos 102 anos. O secretário de Habitação, alsione Gomes de Oliveira, também entregou chaves aos novos moradores.

O investimento total do PAC no Jardim Paraíso é de R$ 15 milhões. O projeto total vai beneficiar 542 famílias com obras de infraestrutura, incluindo asfaltamento de trechos de 52 ruas, melhoria habitacional e ações na área social.

Até o final de 2012, a Prefeitura vai entregar no bairro Jardim Paraíso mais 154 casas, além das obras de pavimentação, dragagem dos rios e ensaibramentos. Outra obra será a sede do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), que vai funcionar no Centro Multiplo-Uso Jorge Fuck.

O bairro Jardim Paraíso também terá um empreedimento do Programa Minha Casa, Minha Vida com mais de 600 apartamentos para famílias com renda de 0 a 3 salários mínimos.

Da Prefeitura de Joinville

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Minha Casa 2 prevê investimentos de R$ 125,7 bilhões

Publicado por Administrador 20 junho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

A presidente Dilma Rousseff participa hoje de solenidade no Palácio do Planalto, em Brasília, da segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida, que tem como objetivo a construção de 2 milhões de moradias. Os investimentos dessa etapa serão de R$ 125,7 bilhões, a serem aplicados de 2011 a 2014. No programa, R$ 72,6 bilhões serão destinados a subsídios e R$ 53,1 bilhões a financiamentos.

Segundo informações da Presidência da República, o Minha Casa, Minha Vida 2 foi aperfeiçoado, com novas regras e moradias melhores. O valor médio das unidades habitacionais para famílias de baixa renda subiu 31,4%, de R$ 42 mil para R$ 55,188 mil. Já a área construída das casas foi ampliada de 35 para 39 metros quadrados, com melhoria na acessibilidade para idosos e pessoas com dificuldade de locomoção.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, presente à solenidade do Palácio do Planalto, destacou que, quando lançou a primeira fase do programa, o governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva soube encontrar a um só tempo o caminho para equacionar o problema do déficit habitacional e um conjunto de medidas para estimular a atividade econômica e enfrentar a crise daquele momento. “O sucesso foi indiscutível”, disse.

Da Agência Estado

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Recursos para Minha Casa, Minha Vida podem chegar a R$ 140 milhões

Publicado por Administrador 7 junho, 2011 (2) Comentários Imprimir

A segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida vai ter recursos de R$ 120 milhões a R$ 140 milhões para financiar a construção de moradias para famílias com renda até dez salários mínimos. disse hoje (6) o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda. Segundo ele, o volume de recursos é mais que o dobro do investido no ano passado somente pela Caixa Econômica, que foi R$ 53 milhões para os imóveis destinados a todas as faixas de renda.

De acordo com Hereda, a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida deverá ser anunciada no próximo dia 14 pela presidenta Dilma Rousseff. O presidente da Caixa esclareceu que ainda não houve desembolso neste primeiro semestre para as famílias na faixa etária até três salários mínimos porque o governo estava aperfeiçoando o programa.

“Não houve operações neste primeiro semestre apenas para famílias na faixa até três salários mínimos. O governo estava revendo as especificações, melhorando a qualidade e as condições das unidades habitacionais e também revendo os custos”, disse.

O presidente da Caixa Econômica Federal adiantou, ainda, que a partir deste mês haverá contratações já com preço e especificações novos e com toda a experiência adquirida na primeira fase do programa, quando foram contratadas 1 milhão de moradias.

Na avaliação de Hereda, do total a ser usado no programa cerca de 80% deverão ser de responsabilidade da Caixa Econômica e que mais de R$ 70 milhões se destinarão para a faixa até três salários mínimos.

O presidente da Caixa afirmou que o governo está finalizando os ajustes necessários para a melhoria do programa e dos valores dos imóveis. “As mudanças dizem respeito basicamente às especificações e aos preços das unidades, que passarão a ter limite por município”.

Agência Brasil

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Venezuela vai adotar Minha Casa, Minha Vida como referência

Publicado por Administrador 10 maio, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

A presidenta Dilma Rousseff e o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, articulam a construção e financiamento de 2 milhões de casas em cidades venezuelanas, no período de sete anos. O assunto será tema da reunião que ambos terão, no final de junho, em Brasília.

O acordo faz parte de uma parceria com a Caixa Econômica Federal (Caixa) e baseia-se no programa brasileiro Minha Casa, Minha Vida – destinado à construção e compra de moradias para as famílias cuja renda é de até R$ 1.395.

Os ministros das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, e da Venezuela, Nicolás Maduro, conversaram sobre alguns detalhes do programa habitacional que será executado nas cidades venezuelanas. Segundo Maduro, o programa será firmado entre a Caixa e a correspondente venezuelana.

Maduro e Patriota também conversaram sobre as parcerias que serão ampliadas nas áreas de desenvolvimento agrícola, transferência de tecnologia e ciência. Trataram também da necessidade de se intensificar as relações regionais englobando o Mercosul e a União de Nações Sul-Americanas (Unasul).

O chanceler venezuelano não mencionou a demora do Congresso Nacional do Paraguai em aprovar o ingresso da Venezuela no Mercosul. Brasil, Argentina e Uruguai já aprovaram a participação dos venezuelanos como membros permanentes do Mercosul. Falta apenas a aprovação do Congresso Nacional do Paraguai, que não agendou a data de votação.

Até o começo da noite de ontem (9), estava marcada a visita para hoje de Chávez. Mas o presidente venezuelano cancelou a viagem ao Brasil, ao Equador e a Cuba alegando dores no joelho esquerdo. Neste momento, o governo venezuelano enfrenta dificuldades em lidar com um apagão que atingiu 15 dos 24 estados do país. Desde 2009, há problemas no abastecimento energético.

Rede Brasil Atual

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Minha Casa Minha Vida supera mil financiamentos em um mês

Publicado por Administrador 18 maio, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O programa Minha Casa, Minha Vida completou um mês com 1.089 financiamentos concedidos pela Caixa Econômica Federal (CEF), aprovação de dez projetos e 1.730 unidades habitacionais. As famílias mais beneficiadas até agora foram as com renda entre três e seis salários mínimos – 684 financiamentos obtidos e 645 moradias aprovadas. O total financiado chega a R$ 48 milhões, sendo que R$ 2,7 milhões são recursos do Orçamento Geral da União e R$ 8,2 milhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Segundo o superintendente regional da CEF em São Paulo, Válter Nunes, foi possível assinar empréstimos dentro das condições novas já no primeiro mês porque o banco possuía projetos em sua carteira que se enquadravam no perfil do programa. “Migramos projetos já avaliados pela Caixa para o Minha Casa, Minha Vida”, diz ele.
 
A segunda faixa de renda que mais obteve financiamento neste primeiro mês foi a de até três salários mínimos, com 211 assinaturas, enquanto a de seis a dez salários conseguiu 194 empréstimos. A Caixa não possui informação sobre onde ficam os empreendimentos comprados por essas famílias.

Dos dez projetos aprovados, com valor de venda total de R$ 90,7 milhões, dois atendem às famílias com renda até três salários mínimos e sete se destinam à faixa de três a seis mínimos. Apenas um projeto é voltado para famílias com renda entre seis e dez mínimos.
 
São Paulo receberá a maioria dos empreendimentos, com sete obras nas cidades de Piracicaba, Campinas, Ribeirão Preto, Bauru, Taubaté e na capital. Os projetos somam 647 unidades habitacionais no Estado: 560 para famílias com renda entre três e seis salários mínimos, e 87 (na capital) para a faixa de seis a dez.
 
Os dois únicos empreendimentos com subsídio total para quem ganha até três salários mínimos ficam no Mato Grosso. Os outros dois conjuntos para famílias na faixa de três a seis salários serão construídos em Minas e Rio Grande do Sul. Segundo a CEF, há mais 270 projetos sendo avaliados, somando mais 50 mil unidades. No Feirão da Casa Própria em São Paulo (21 a 24 de maio), 26,6 mil imóveis dos 38,6 mil inscritos se enquadram no Minha Casa, Minha Vida, e a expectativa é que o evento impulsione ainda mais as vendas.

Até o momento, 16 Estados e 340 municípios aderiram formalmente ao programa, mas segundo Nunes, todos os governadores e prefeitos das capitais já demonstraram disposição para ajudar a viabilizar os investimentos. “Recebemos manifestação de interesse de todos os Estados e das capitais, e muitos governos começaram a realizar eventos para a divulgação do programa”, diz Nunes. Entre as capitais, 12 já aderiram.

A CEF cadastrou até o dia 11 de maio 198 mil pessoas que querem obter financiamento pelo programa. O universo de pessoas interessadas, porém, é muito maior, considerando que famílias de até três salários mínimos devem fazer seus cadastros nas prefeituras.

Fonte: Folha de São Paulo

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