Volkswagen vai investir R$ 160 milhões no País

Publicado por Administrador 2 fevereiro, 2012 Nenhum Comentário Imprimir

A Volkswagen e a Pleuston Serviços vão investir R$ 160 milhões para construir uma pequena central hidrelétrica (PCH) entre as cidades de Ipuã e Ituverava, no Estado de São Paulo. Conforme a montadora alemã, que já possui uma PCH no país, sua participação no empreendimento, batizado Monjolinho, será de 51%. (Crédito: Raquel Camargo)
A previsão é a de que a nova PCH entre em operação em 2014. Em nota, o vice-presidente de Finanças e Estratégia Corporativa da Volkswagen do Brasil, Carsten Isensee, afirma que o investimento nessas centrais hidrelétricas também representa um meio de garantir energia elétrica de forma sustentável para o futuro.

A PCH Monjolinho será erguida no rio Sapucaí e terá capacidade instalada de 25,5 MWh, com três turbinas. Durante o período de obras, a expectativa é a de que sejam gerados 700 empregos diretos e 5 mil indiretos.
A primeira central hidrelétrica da Volks no país entrou em operação em março de 2010 e fica no rio Sapucaí, a 25 quilômetros do local que receberá o novo empreendimento. Com potência instalada de 22,68 MWh, a PCH Anhanguera também opera com três turbinas.

A montadora destaca que, somados, os investimentos nas duas centrais elétricas no país chegam a R$ 300 milhões. “Juntas, elas vão gerar cerca de 48 MWh, o que equivale a 40% do consumo total de energia elétrica da Volkswagen do Brasil”, informa.

FEM-CUTSP

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GM projeta crescimento de 5% a 7% ao ano no Brasil até 2016

Publicado por Administrador 28 junho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

A montadora General Motors (GM) projeta um crescimento de 5 a 7% até 2015 no mercado sul-americano, centrado em suas operações no Brasil.

“As economias sul-americanas continuarão a crescer a 5% e o que isto significa é que o Brasil será um mercado de cinco milhões de unidades, e a América do Sul chegará a sete milhões”, declarou Jaime Ardila, presidente da GM para a América do Sul, na segundafeira.

“Nós esperamos um crescimento de 5 a 7% para os próximos cinco anos”, completou Ardila, que destacou que a GM e outras montadoras se beneficiam do crescimento econômico e da estabilidade política da região.

“Estes são grandes exportadores de commodities e todos se beneficiaram da demanda da China.”

A GM vendeu mais de um milhão de veículos na América do Sul ano passado e acredita que pode elevar o número a 1,5 milhão nos próximos cinco anos.

A empresa com sede em Detroit está presente no Brasil desde 1925, uma de suas primeiras operações fora dos Estados Unidos.

O executivo ressaltou, no entanto, que um dos principais desafios da GM no Brasil é a valorização do real em relação ao dólar, que segundo ele dificulta manter a competitividade.

“Não é mais um país de baixo custo.”

Além disso, mencionou a questão da infraestrutura, para manter o rápido crescimento do país.

O Brasil é o quarto maior mercado mundial de automóveis. A participação da GM no mercado brasileiro foi de 19,9% ano passado, o que deixou a empresa em terceiro lugar, atrás da Volkswagen e da Fiat.

“Nós vendemos 650 mil veículos no Brasil ano passado e esperamos vender 700 mil neste ano”, disse Ardila.

A empresa registrou lucro de US$ 800 milhões na América do Sul em 2010, com o Brasil responsável por 65% do resultado.

Em todo o mundo, o lucro da montadora foi de US$ 4,7 bilhões.

CNMCUT

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Crise Busscar: empresa está totalmente paralisada

Publicado por Administrador 20 julho, 2010 (113) Comentários Imprimir

Com quatro meses de salários atrasados, sem o décimo-terceiro de 2009, faltando comida em casa, com o iminente corte de água e luz nas suas casas, sem a carteira de trabalho liberada para ter a dignidade de receber e buscar novos empregos e trabalho, e com as dívidas aumentando a cada dia, os trabalhadores da Busscar Ônibus estão contando os dias para o fim do prazo dado pela Justiça do Trabalho para que a empresa pague alguns dos atrasados.

Na semana passada cerca de 500 trabalhadores assinaram procurações para o encaminhamento das rescisões indiretas. No dia da assembleia geral eram aproximadamente 1,3 mil que aprovaram a saída. O departamento jurídico do Sindicato, após o mutirão realizado para atender o que foi decidido em assembleia, mantém uma tarde – todas as terças-feiras a partir das 14 horas na sede central – para atender aos interessados que ainda entendem ser essa a sua melhor decisão.

A empresa está totalmente paralisada. A Justiça do Trabalho determinou no dia 9 de julho que a Busscar pague salários atrasados e décimo-terceiro de 2009 em até 15 dias, e esse prazo vence dia 24 (sábado) e deve valer então a segunda-feira como data final. A Justiça bloqueou também todos os bens móveis e imóveis das empresas do Grupo e dos acionistas para garantia de pagamento dos direitos dos trabalhadores. Caso a empresa não pague os salários no prazo estipulado, a Justiça deve determinar arresto de bens para leilão, e a partir da venda, o pagamento dos atrasados.

Intransigência e descaso
Diante de todo esse quadro caótico que envolve pessoas e suas famílias – seres humanos que precisam se alimentar e viver dignamente – a diretoria da empresa e seus acionistas não se manifestam. Não dizem se vão pagar os atrasados, se vão disponibilizar alimentação aos seus trabalhadores, se vão abrir o capital e deixar novos acionistas tocarem a empresa, enfim, estão tratando a mais de 10 mil pessoas, aproximadamente, com um descaso que agride a consciência de quem teme a Deus.

Diante dessa intransigência e descaso, os trabalhadores buscam no Sindicato sua guarida, e o Sindicato tem mantido sua postura e lado que é o dos trabalhadores e seus direitos. Desde o início a entidade se posicionou claramente, e tem até os últimos dias buscado saídas, mas a Busscar não abre qualquer possibilidade de acordo. Querem tudo,mas não abrem mão de nada. Preferem deixar seus trabalhadores presos ao liberá-los para uma nova vida. Dessa forma forçam a que entrem na Justiça para se verem livres do pesadelo.

O Sindicato, mais uma vez, procurou os remanescentes de cargos de confiança que ainda estão na empresa para ouvir algum sinal, mas nada de concreto veio. Insistem em não liberar os trabalhadores, em não abrir para novos sócios, e assim arruinam não só a marca Busscar, mas também endividam ainda mais a empresa, e seus trabalhadores que ainda acreditam na retomada. Afinal, a cada dia aumentam as dívidas com os trabalhadores, fornecedores, bancos e tudo o mais. Que administração racional faria isso?

Segundo o presidente do Sindicato, João Bruggmann, os trabalhadores comentam diariamente na sede central sobre todo o apoio que deram a empresa, e que agora queriam o retorno, mas o que recebem é o desrespeito à sua dignidade.

“O Sindicato está ao lado dos trabalhadores, e espera as decisões finais da Justiça. Tentamos de todas as formas negociar com os acionistas, buscamos saídas para novos acionistas lá no BNDES e bancos credores, buscamos resguardar os direitos dos trabalhadores com as ações, e ainda assim insistimos com acordo, mas a intransigência, a falta de solidariedade, de Deus no coração, impede essa gente de ver o sofrimento dos trabalhadores. Mas nós não vamos parar, ainda acreditamos na solução que atenda a retomada da produção e manutenção dos empregos e renda”, declarou Bruggmann.

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Caio/Induscar contrata em Joinville quinta e sexta-feira

Publicado por Administrador 20 julho, 2010 (9) Comentários Imprimir

Com a Busscar em situação falimentar, sem pagar salários a quatro meses e desrespeitando direitos básicos dos trabalhadores, muitas empresas estão interessadas no talento dos trabalhadores que estão sendo abandonados pela empresa.

Semana passada empresas vieram à Joinville para contratar essa mão de obra especializada que está em busca de um futuro melhor para sua família. A partir da próxima quinta-feira (22/7) e sexta-feira (23/7) a empresa Caio/Induscar estará na cidade para recrutar os interessados. O atendimento será feito na Recreativa do Sindicato em horário comercial.

A Caio/Induscar oferece vagas de Soldadores, Pi OPntores, Operadores de Máquinas, Montadores, Modeladores, Eletricistas, serralheiros; Engenheiros, Desenhistas Mecânicos, Projetistas, Project Leader, Técnicos e Analistas de Processos, Assistente de Produção, profissionais com experiência em CKD, profissionais de logística, de manutenção industrial; Supervisores, Chefes de Produção, e de Áreas Técnicas.

Seus recrutadores estarão atendendo no Centro Esportivo e Recreativo do Sindicato dos Mecânicos localizado na rua Rui Barbosa, 495 no bairro Costa e Silva a partir das 8:30 horas. O Sindicato está disponibilizando a sede recreativa para atender pedidos dos trabalhadores que precisam garantir o sustento de suas famílias.

Alimentos
A Campanha de Alimentos para os trabalhadores da Busscar deve ser finalizada ainda esta semana. Ainda há cestas básicas para quem necessitar, bastando se dirigir até a sede do Sindicato no centro da cidade, onde pessoas autorizadas e responsáveis pelo armazenamento farão a entrega. Não há mais alimentos na Busscar.

Essa foi mais uma iniciativa do Sindicato para atender emergencialmente a quase três mil trabalhadores que foram abandonados pela empresa, sem salários a quatro meses, sem 13o. de 2009, e que sequer tem suas carteiras de trabalho liberadas para trabalhar em paz em outra empresa.

Segundo o presidente João Bruggmann, o Sindicato fez e está fazendo sua parte, mas a Busscar tem de fazer a sua, pagando os atrasados, abrindo o capital para novos acionistas retomarem a produção, e inclusive se esforçar então para oferecer alimentos aos seus trabalhadores.

“Essas pessoas merecem mais consideração pelo que já fizeram pela empresa e seus acionistas. Falta mais Deus no coração dos acionistas da Busscar, mais solidariedade para com esses seres humanos”, afirma Bruggmann.

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