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	<title>Sindicato dos Mecânicos &#187; mulher</title>
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		<title>Lei Maria da Penha mudou direito brasileiro, diz ministra do STF</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 18:51:38 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Lei Maria da Penha, que estabelece penas mais duras para os casos de agressão a mulheres,  quebrou paradigmas e mudou o direito brasileiro, afirmou hoje (12) a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, durante audiência pública no Senado para debater possíveis alterações nesta lei. Para a ministra, a legislação representa um avanço no que se refere aos direitos humanos, em especial, na proteção dos direitos das mulheres.</p>
<p>Cármen Lúcia disse que a lei mudou completamente a forma como o Estado brasileiro e a Justiça interpretam o espaço público e privado. Segundo a ministra, a partir da Lei Maria da Penha, o quarto de um casal, por exemplo, deixou de ser um espaço privado para se tornar público, quando houver violência contra a mulher.</p>
<p>“Havia um ditado que dizia que, em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher, mas mete, sim, se a colher for pesada e violenta”, ressaltou o ministra.  “Essa lei vai muito além e pôs outro paradigma que nem nós, juízes, fomos capazes de entender. O que era espaço privado não é mais como antigamente.” De acordo com Cármen Lúcia, a lei  também transformou direitos declarados, como os direitos humanos. &#8220;A lei mudou muito mais do que o Congresso é capaz de supor. Ela mudou o direito brasileiro”, completou a ministra.</p>
<p>Para Cármen Lúcia, a lei está conseguindo derrubar questões, como o medo e a vergonha, que antes impediam que as mulheres vítimas de violência denunciassem seus agressores. “A lei nos deu mecanismos para lutar contra o medo e a vergonha. Há muito a ser feito. A meu ver, a Lei Maria da Penha multiplica a esperança de um mundo melhor”, afirmou. </p>
<p><em>Da Ag. Brasil</em></p>
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		<title>25 de novembro é o Dia Internacional pelo fim da violência contra as mulheres</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 11:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dia Internacional Contra Mulheres]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima quinta-feira,25 de novembro, é o Dia Internacional pelo Fim da Violência Contra as Mulheres. É um dia marcado, no mundo todo, por manifestações que reivindicam o direito a uma vida sem violência para todas as mulheres e afirmam em alto e bom som: VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES: TOLERÂNCIA NENHUMA!</p>
<p>Antecedendo a data, na quarta-feira (24), haverá a instalação da Frente Parlamentar de Enfrentamento à Violência contra a mulher, no auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, e a mobilização da CUT e das demais centrais e movimentos sociais pela ampliação das delegacias de atendimento às mulheres.</p>
<p><strong>História de luta</strong></p>
<p>A proposta de marcar o dia 25 de novembro como dia de luta pelo fim da violência contra mulheres surgiu no I Encontro Feminista Latino Americano e Caribenho, em 1981. Essa data foi escolhida para homenagear as três irmãs Mirabal (Maria, Patria e Minerva), da República Dominicana, que, em 1960, durante a ditadura Trujillo, foram brutalmente assassinadas.</p>
<p>A Violência contra as mulheres é um sério problema que atinge milhões de mulheres no mundo todo, e de maneira intensa, os países que compõem o MERCOSUL. Este ano, as Centrais Sindicais dos países que formam o Cone Sul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) estarão em Brasília, no Congresso Nacional, para em manifestação pública regional com diversos movimentos sociais e feministas, apresentar um diagnóstico e as estratégias no combate à violência contra mulheres construídas por cada País membro do MERCOSUL.</p>
<p>Nesta atividade, faremos um debate sobre a situação de violência vivida pelas as mulheres, as políticas existentes em cada País e os desafios para transformar o combate e a prevenção à Violência contra as mulheres como um objetivo permanente da sociedade, com o apoio de toda a sociedade Civil Organizada, principalmente de todo o Movimento Sindical regional.</p>
<p><strong>Violência contra a Mulher: é preciso mudar essa realidade!</strong></p>
<p>A violência sexista é aquela que a mulher sofre por ser mulher, e geralmente é praticada por homens muito próximos dela, como maridos, namorados, pais, irmãos, ou ex-companheiros. A violência sexista existe porque ainda existe o machismo e a desigualdade.</p>
<p>O combate à violência contra as mulheres costuma esbarrar no medo que a vítima tem de denunciar. Dessa forma, muitas mulheres acabam sofrendo diversos tipos de violência por anos consecutivos. Desde gritos e agressões verbais, até agressões físicas e violência sexual. Em alguns casos, a violência leva à morte.</p>
<p>A luta das mulheres, que vem de décadas, conquistou no Brasil uma importante vitória, que é a Lei Maria da Penha (Lei Nº11.340/2006). A partir dela, os agressores das mulheres passam a sofrer penas mais duras, além de se facilitarem os caminhos para que as mulheres denunciem e possam sair da situação de violência. Agora, precisamos ir além. Precisamos construir meios para que a violência sequer chegue a acontecer. Para isso, é necessário fortalecer as mulheres, garantir autonomia e liberdade para todas.</p>
<p><strong>Tipos de violência contra a mulher:</strong></p>
<p>• Sexual: forçar a mulher a ter relações sexuais e ou praticar atos sexuais que não a agradam (ou de forma agressiva); obrigá-la a ter relação sexual com outras pessoas ou presenciar outras pessoas tendo relações. Quando ocorre o estupro e abuso sexual, em casa ou fora dela, resultando também em lesões corporais, gravidez indesejada e problemas emocionais.</p>
<p>• Familiar: sofrida dentro da família, ou seja, nas relações entre os</p>
<p>membros da comunidade familiar, formada por vínculos de parentesco natural: pai, mãe, filho, marido, padrasto e outros.</p>
<p>• Física: ação ou omissão que coloquem ou causem dano à integridade física de uma pessoa.</p>
<p>• Moral: ação destinada a caluniar, difamar ou injuriar a honra ou a reputação de uma mulher. Uma forma de violência velada é o assédio moral.</p>
<p>• Psicológica: impedir uma mulher de trabalhar; se relacionar com familiares, amigos ou vizinhos; criticar seu desempenho sexual ou doméstico; desvalorizar sua aparência física; destruir ou esconder documentos ou objetos pessoais; manter outro relacionamento amoroso.</p>
<p>• Sexista: violência que sofrem as mulheres, por sua condição enquanto mulher. Ocorre sem distinção de raça, classe social, religião, idade ou qualquer outra condição, produto de um sistema social patriarcal que subordina o sexo feminino ao masculino.</p>
<p>• Material: não contribuir para a sobrevivência familiar, abandonar a casa deixando a família em desamparo ou sem assistência, quando a mulher está doente ou grávida</p>
<p>A luta das Centrais Sindicais é pelo Fim da Violência Sexista e Pela Igualdade entre Homens e Mulheres!</p>
<p>A idéia geral sobre a violência contra as mulheres é que se trata de uma situação extrema ou localizada, envolvendo pessoas individualmente.</p>
<p>Mas ela toca todas as mulheres, pois todas já tiveram medo, mudaram seu comportamento, limitaram suas opções pela ameaça da violência. Outra idéia equivocada é que a violência contra as mulheres é apenas um problema das classes baixas e das culturas “bárbaras”. No entanto, sabemos que esse tipo de violência é transversal e atravessa todas as classes sociais e diferentes culturas e religiões.</p>
<p>Para colocarmos um fim na violência sexista, é necessário construirmos um outro modelo de sociedade. Baseado na igualdade entre homens e mulheres em todas as esferas de suas vidas, seja em casa, no trabalho, nos estudos, ou em qualquer outro espaço.</p>
<p>O silêncio, a discriminação, a impunidade, a dependência econômica das mulheres em relação aos homens e as justificações teóricas e psicológicas toleram e agravam a violência para as mulheres.</p>
<p>Diga não à violência contra as Mulheres!</p>
<p>Denuncie! Combata a violência!</p>
<p><em>Da CUT Nacional</em></p>
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		<title>Trabalhadoras continuam ganhando 40% menos que os homens</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 16:03:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Apesar de a economia do Brasil crescer em ritmo acelerado, com os índices de desemprego nos menores níveis da história e a renda dos&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de a economia do Brasil crescer em ritmo acelerado, com os índices de desemprego nos menores níveis da história e a renda dos trabalhadores apontando para cima, a riqueza não está sendo igualmente dividida entre homens e mulheres. Aliás, as diferenças pioraram no último ano, de acordo com o relatório Gender Gap (Diferenças de Gênero) de 2010 divulgado ontem pelo World Economic Forum (WEF). No ranking geral de 134 nações pesquisadas, o país obteve a pontuação 0,6655 e ficou em 85° lugar, quatro degraus abaixo da classificação do ano passado, quando estava na 81ª colocação. A posição do Brasil foi ocupada por Angola, que estava na 106ª posição na última pesquisa.</p>
<p>O estudo é realizado anualmente pela entidade sediada em Genebra, na Suíça, e classifica as desigualdades entre homens e mulheres. Foram considerados quatro pilares comparativos: educação, saúde, mercado de trabalho e participação na política. Quanto mais próximo de 1,0 na pontuação geral, menor a diferença entre gêneros nesses quatro itens de avaliação. A pontuação mais alta foi a da Islândia (0,8496) e a mais baixa, do Iêmen (0,4603).</p>
<p>Conquistar um lugar abaixo da média deixou o Brasil bem atrás de economias pequenas e ainda pouco desenvolvidas, como o Lesoto, que subiu da 10ª para a 8ª posição, superando até os Estados Unidos, a maior do planeta. No país africano, que tem um Produto Interno Bruto (PIB) — soma de tudo o que é produzido em um ano — de US$ 1,6 bilhão e uma população de 2,05 milhões de pessoas, a riqueza está dividida de forma mais igualitária entre os trabalhadores, assim como o acesso à educação e à saúde. Lá, as mulheres ganham apenas 27% a menos que os homens. Já no Brasil, essa diferença sobe para 40%, ou seja, a renda per capita média anual para uma trabalhadora gira em torno de US$ 7,19 mil enquanto a do trabalhador feminino é de US$ 12 mil. O país, entretanto, registra uma boa classificação em relação à educação (63° lugar) e está entre os primeiros em relação ao acesso à saúde.</p>
<p>Congresso</p>
<p>“O Brasil apresentou uma piora em termos globais, perdendo algumas posições devido ao aumento da desigualdade no ambiente de trabalho, pois poucas mulheres ocupam cargos de chefia. Além disso, a participação feminina na política continua muito baixa e coloca o país entre os últimos desse ranking, pois apenas 10% dos cargos no Parlamento são ocupados por indivíduos do sexo feminino”, disse ao Correio Saadia Zahidi, diretora do WEF e coautora do estudo. Ela lembrou que o tamanho do país não influencia o equilíbrio entre os homens e as mulheres na pesquisa e nem sempre crescimento acelerado implica em melhoria das desigualdades.</p>
<p>Aliás, os vizinhos da América do Sul, como Argentina, Chile, Equador, Colômbia, Peru e até o Paraguai, estão mais bem posicionados que o Brasil na classificação geral. Comparando com a Argentina, por exemplo, Saadia lembrou que aquele país, além de ter uma mulher na presidência, Cristina Kirchner, ainda tem um percentual bem maior de mulheres no Congresso (63%). Mas as argentinas ganham praticamente a metade da renda dos homens, o que mostra que ainda há desigualdades no país vizinho.</p>
<p>Destaque</p>
<p>Entre os Bric (bloco das economias emergentes de crescimento acelerado e integrado por Brasil, Rússia, China e Índia), o país só está melhor que a Índia. A mulher indiana ganha o equivalente a 32% da renda do homem. Já a China está entre os primeiros quando se fala em educação, principalmente universitária, mas tem uma grande desigualdade na questão da saúde, pois a taxa de natalidade feminina é muito baixa. Já diferença da média salarial das chinesas vem caindo ano a ano e, hoje em dia, equivale a 68% da renda dos chineses.</p>
<p>Os primeiros do ranking mundial do WEF não mudaram: Islândia, Noruega e Finlândia mantiveram suas respectivas posições. O mesmo aconteceu com os lanternas da lista: Chade e Iemen. Mas um dos destaques foram os Estados Unidos, que saltaram da 31ª posição para a 19° do ranking mundial, ficando pela primeira vez entre os 20 primeiros. O país não possui desigualdade entre homens e mulheres quando se fala de educação e, por isso, está entre os primeiros do ranking nesse quesito. A diferença salarial, inclusive, é bem baixa entre os gêneros. Lá as mulheres ganham 13% a menos que os homens.</p>
<p>Correio Brazilense</p>
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		<title>Casal com filhos já são pouco menos da metade das famílias brasileiras</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 15:26:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O retrato mais comum das famílias brasileiras ainda é o formado por casal com filhos. Essa predominância, no entanto, vem caindo ao longo do&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O retrato mais comum das famílias brasileiras ainda é o formado por casal com filhos. Essa predominância, no entanto, vem caindo ao longo do tempo e em 2009 já representava pouco menos da metade (49,9%) de todas elas. Em 1992, os arranjos familiares desse tipo eram 62,8% do total.</p>
<p>A conclusão faz parte de um estudo apresentado nesta tarde (13) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE).</p>
<p>Por outro lado, vem subindo a proporção de famílias constituídas por casais sem filhos (de 11,7% para 16,2%); as monoparentais (de 13,9% para 17,4%) e ainda as de homens (de 5,4% para 7,5%) ou mulheres (de 6,2% para 8,9%) morando sozinhos.</p>
<p>Outro aspecto apontado pelo levantamento é o crescente destaque da chefia feminina. Entre as famílias compostas por casal com ou sem filhos, aqueles comandados por mulher passaram de 0,8% em 1992 para 9,4% em 2009. Neste ano, elas já eram responsáveis por 4,3 milhões de famílias no país.</p>
<p>Como o estudo aponta que esse movimento se dá como consequência do aumento da participação das mulheres no mercado de trabalho, também verifica que as relações tradicionais de gênero – mulher cuidadora e homem provedor – vêm sofrendo alterações. Entre os anos de 1992 e 2009, a contribuição das mulheres na renda das famílias brasileiras subiu de 30,1% para 40,9%. Se a análise focar nas mulheres cônjuges que contribuem para a renda de suas famílias, o aumento é ainda mais expressivo: de 39,1% para 65,8%.</p>
<p>Apesar disso, as mulheres se mantêm como a principal responsável pelo cuidado doméstico. Em 2009, quase nove em cada dez mulheres ocupadas se dedicavam aos afazeres domésticos, enquanto entre os homens a proporção era de cinco em cada dez. Também foi verificada diferença entre o número médio de horas gastas nas atividades domésticas: 21,8 horas semanais entre as mulheres ocupadas; e 9,5 entre os homens.</p>
<p>Rede Brasil Atual</p>
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		<title>Comércio: expressiva participação feminina</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 19:09:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Estudo do DIEESE &#8211; Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos elaborado com dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego &#8211; PED, resultante do&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo do DIEESE &#8211; Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos elaborado com dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego &#8211; PED, resultante do convênio DIEESE/Seade/MTE &#8211; FAT e de parcerias regionais no Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, Fortaleza e São Paulo mostra que é bastante expressiva a proporção mão de obra feminina no comércio em relação ao total de mulheres ocupadas.</p>
<p>Em 2009, nos mercados de trabalho metropolitanos pesquisados, esta proporção variou entre 13,9% da população feminina ocupada na Região Metropolitana de Belo Horizonte a 19,8%, na de Recife.</p>
<p>A atividade comercial se caracteriza pela singularidade do equilíbrio de gênero, se comparada aos demais setores econômicos. Enquanto os homens são maioria na construção civil e indústria e a mão de obra feminina predomina nos serviços, no comércio, a proporção de mulheres correspondia a praticamente metade dos ocupados, variando entre 43,3%, em São Paulo, e 48,5%, em Salvador.</p>
<p>Entre as ocupadas no comércio, cerca de 60% das mulheres eram assalariadas, forma de inserção que registra menor proporção na Região Metropolitana de Fortaleza (41,4%) e maior na de Belo Horizonte (71,3%).</p>
<p>Quase metade dos assalariados no comércio são mulheres, o que corresponde a cerca de 840 mil comerciárias nas regiões analisadas. Porto alegre apresenta a maior proporção de mão de obra feminina (45,6%) e Fortaleza, a menor (38,2%).</p>
<p><strong>Extensas jornadas</strong></p>
<p>A jornada de trabalho extensa é um dos grandes desafios a serem enfrentados pela categoria. Trabalhar nos domingos e feriados e permanecer no estabelecimento além do horário contratado para garantir a venda e, conseqüentemente, a manutenção da renda, são comuns entre os que atuam no setor.</p>
<p>A jornada das comerciárias, em 2009, ainda que ligeiramente inferior à dos homens, ultrapassou a jornada legal em todas as regiões pesquisadas, exceto em Belo Horizonte (43h).</p>
<p><strong>Menores remunerações</strong></p>
<p>Um dos fatores que revelam a desigualdade de gênero no mercado de trabalho ainda é a remuneração. Para a análise, tomou-se como referência o rendimento médio por hora trabalhada, já que as jornadas das comerciárias são ligeiramente menores que a dos comerciários.</p>
<p>Em 2009, com exceção de Fortaleza e Recife, as mulheres recebiam em média 88,5% do rendimento dos homens. Nota-se que a desigualdade salarial é maior no Sul e no Sudeste e menor nas regiões Norte e Nordeste. Mesmo quando há um equilíbrio nos rendimentos, situação verificada em Fortaleza (102,5%) e Recife (100%), a realidade não fica mais alentadora, visto que os rendimentos são extremamente baixos.</p>
<p><strong>As muitas faces da comerciária</strong></p>
<p>A maior parte das mulheres assalariadas no comércio é adulta, com idade entre 25 e 39 anos. Estas correspondem a 45,1% das trabalhadoras em São Paulo e chegam a 52,6% em Salvador. As jovens entre 16 e 24 anos também têm participação expressiva e correspondem a aproximadamente um terço da categoria. Comerciárias mais maduras, com 40 anos ou mais, encontram-se em maior proporção em Belo Horizonte (19,3%) e têm menor representatividade no Distrito Federal (12,9%).</p>
<p>Dieese</p>
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		<title>Padronização do atendimento às mulheres vítimas de violência</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 14:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[proteção]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quatro anos após a sanção da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), o Ministério da Justiça e a Secretaria de Políticas para as&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro anos após a sanção da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), o Ministério da Justiça e a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) lançaram nesta segunda-feira (13) em Brasília uma nova edição das normas técnicas para a padronização de procedimentos nas delegacias especializadas de atendimento à mulher.<br />
A norma técnica revisada tenta incorporar os procedimentos de atendimento, encaminhamento e investigação estalecidos na lei. Entre as mudanças, o governo federal espera que as delegacias especializadas passem a atuar todos os dias da semana, em esquema permanente de plantão (24 horas diárias).<br />
“A violência não escolhe dia da semana nem horário para acontecer”, explicou a ministra Nilcéa Freire (SPM) que afirmou ser “comum” ver filas às segundas-feiras pela manhã nas porta das delegacias especializadas com mulheres agredidas em casa durante os finais de semana.<br />
Além da ampliação dos horários de atendimento, Nilcéa Freire espera que a adoção das normas técnicas padronize o registro de ocorrência e a coleta de informações sobre os casos de agressão. “Conhecer o problema é o primeiro passo para combatê-lo”, disse ela, explicando que a padronização permitirá a elaboração de estatísticas sobre agressões e crimes e, assim, a elaboração de ações e políticas públicas.</p>
<p>“Nós temos muita dificuldade em termos de estatísticas sobre a violência contra a mulher, com nível de comparabilidade para que possamos ter no cenário nacional um acompanhamento dos crimes contra a mulher da maneira como deve ser”, disse.</p>
<p>A ministra também apontou que as normas técnicas dão diretrizes para orientar e encaminhar as mulheres para o atendimento e proteção. “As novas normas incorporam o conceito de rede”, explicou.<br />
Há no Brasil 466 delegacias especializadas de atendimento às mulheres. A primeira surgiu em São Paulo há 25 anos. Orientações e denúncias quanto à agressões físicas e qualquer forma de violência contra as mulheres podem ser feitas junto à Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180).</p>
<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Agressão à mulher terá pena máxima</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 03:10:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje a Lei de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, que, entre outros pontos, triplica&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje a Lei de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, que, entre outros pontos, triplica o tempo de detenção dos agressores. Antes, o tempo máximo de reclusão era de um ano, saltando agora para três anos.</p>
<p>A lei, chamada de Maria da Penha &#8211; uma homenagem a um caso simbólico de violência doméstica &#8211; altera também o código penal e possibilita que agressores sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada. &#8220;Essa lei representa a vitória da esperança&#8221;, comemorou a homenageada. Em 1983, por duas vezes, o marido de Maria da Penha tentou assassiná-la: primeiro com uma arma de fogo e, depois, por eletrocusão e afogamento.</p>
<p>A iniciativa do governo pode ajudar o presidente Lula a conquistar os votos do eleitorado feminino. Segundo a última pesquisa Ibope, divulgada na sexta-feira, 43% das mulheres ainda não sabem em quem votar. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as mulheres são maioria do eleitorado no País, representando 51,53% dos votantes. A pesquisa Ibope mostra ainda que Lula tem mais votos das mulheres, cerca de 25%, enquanto Alckmin tem 13%.</p>
<p>A nova Lei de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher prevê ainda medidas inéditas de proteção para a mulher que está em situação de violência e corre risco de vida. As medidas, que variam conforme cada caso, devem ser determinadas pelo juiz em até 48 horas e vão desde a saída do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação física junto à mulher agredida e filhos, até o direito de a mulher reaver seus bens e cancelar procurações conferidas ao agressor.</p>
<p>Segundo dados da Fundação Perseu Abramo, estima-se que a ocorrência de violência doméstica e familiar é de mais de dois milhões de casos por ano.</p>
<p>O presidente Lula fez questão de afirmar, durante a cerimônia, que as mulheres são historicamente vitimas de violência. &#8220;O Brasil entra partir de hoje no rol dos países sérios no que diz respeito ao direito da mulher&#8221;, disse.</p>
<p>Terra</p>
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		<title>Bancada feminina destaca projetos prioritários para 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 21:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Para marcar o Dia Internacional da Mulher, celebrado nesta segunda-feira, a bancada feminina da Câmara selecionou <a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/145602.html?timestamp=1267827149871">três propostas</a> como prioritárias para serem votadas pelo Plenário.&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para marcar o Dia Internacional da Mulher, celebrado nesta segunda-feira, a bancada feminina da Câmara selecionou <a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/145602.html?timestamp=1267827149871">três propostas</a> como prioritárias para serem votadas pelo Plenário. Licença-maternidade, participação de mulheres na Mesa Diretora, e medidas para garantir igualdade no mercado de trabalho são os temas das matérias que as parlamentares pretendem ver aprovadas nesta semana.</p>
<p>A lista de prioridades foi apresentada ao Colégio de Líderes na semana passada. De acordo com a coordenadora da bancada, Alice Portugal (PCdoB-BA), por enquanto os líderes se comprometeram a colocar em votação uma das propostas: a PEC 30/07, de autoria da deputada Angela Portela (PT-RR), que amplia a licença-maternidade de 120 para 180 dias.</p>
<p><img src="http://www2.camara.gov.br/agencia/imagens/imgNoticiaUpload1267826624984.jpg" alt="" />O texto também aumenta, de cinco para sete meses após o parto ou adoção, o período em que a trabalhadora não poderá ser demitida sem justa causa. “Vamos fazer pressão nesta semana para que os outros dois sejam contemplados”, disse Portugal.</p>
<p><strong>Mesa diretora</strong><br />
A PEC 590/06, da deputada Luiza Erundina (PSB-SP), assegura no mínimo uma vaga para mulheres nas mesa diretoras e nas comissões da Câmara e do Senado. Erundina acredita ser o momento certo para colocar o texto em votação. &#8220;Se não for votada neste ano, corre o risco de na próxima eleição da mesa continuar essa distorção&#8221;, disse a autora, lembrando que, em 184 anos de Legislativo, nunca uma parlamentar ocupou um cargo titular na Mesa.</p>
<p>A terceira proposta considerada prioritária pela bancada feminina é o Projeto de Lei 6653/09, elaborado pela Secretaria Especial de Proteção às Mulheres, da Presidência da República, e subscrita pela deputada Alice Portugal. O texto determina que o Estado e as empresas criem ações de incentivo à igualdade de oportunidades entre mulheres e homens no trabalho e de prevenção a abusos, como o assédio sexual e moral.</p>
<p>Segundo a proposta, será dever do Estado promover medidas que reduzam, por exemplo, a dupla jornada de trabalho das mulheres. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/2008), do IBGE, entre a população ocupada, as mulheres consomem 21 horas semanais com afazeres domésticos, enquanto os homens gastam 9 horas semanais.</p>
<p>“Na medida em que as mulheres foram entrando no mercado de trabalho, não houve a compensação da participação dos homens nos afazeres domésticos”, aponta Patrícia Rangel, assessora para Poder e Política do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea).</p>
<p>Esse acúmulo de jornada é apontado, inclusive, como um dos fatores que ainda afastam as mulheres da política. “Quando um homem vai para a política, ele acumula duas jornadas. Quando a mulher vai, acumula três. Isso é um forte fator impeditivo”, aponta Rangel.</p>
<p><em>Da Câmara dos Deputados</em></p>
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		<title>Dia Internacional da Igualdade de Gênero</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 20:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dia internacional da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Há 100 anos, durante a 2.ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhague, Dinamarca, a alemã Clara Zetkin propôs a criação de um dia&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há 100 anos, durante a 2.ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhague, Dinamarca, a alemã Clara Zetkin propôs a criação de um dia internacional da mulher. A escolha do 8 de março ainda gera polêmica. Os registros históricos indicam que seria uma homenagem à iniciativa de operárias russas que nessa data realizaram uma greve contra a fome, a guerra e o czarismo. Porém, durante décadas a história de que a referência seria a morte, em 1857, de 100 tecelãs norte-americanas em greve pela redução da jornada de trabalho, vítimas de um incêndio criminoso, serviu como referência.</p>
<p>Seja qual for a motivação, a realidade é que mesmo após um século, a pauta de reivindicação das trabalhadoras ainda inclui direitos básicos. Mesmo com avanços nos últimos anos como a ampliação da licença maternidade para seis meses e o combate à violência doméstica por meio da criação da Lei Maria da Penha, ainda há discrepâncias especialmente em relação aos salários entre homens e mulheres. &#8220;O Brasil já ratificou a Convenção 100 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) &#8211; que trata de remuneração igual para trabalho de igual valor -, mas após a aprovação cada nação deve se adequar ao que dispõe a norma&#8221;, explica Rosane Silva, Secretária da Mulher Trabalhadora da CUT.</p>
<p>Como forma de contribuir para colocar a convenção em prática, a CUT iniciou um estudo nacional sobre as disparidades salariais entre os gêneros e até o final de 2010 apresentará o resultado, já com uma proposta de lei própria para o País.</p>
<p><em><strong>Marcha Mundial de Mulheres</strong></em> &#8211; Além de defender a equidade salarial nas comemorações do 8 de março, a CUT também levará a bandeira para a terceira ação internacional que a Marcha Mundial de Mulheres promoverá.</p>
<p>A mobilização ocorrerá em todos os continentes e no Brasil acontecerá entre os dias 8 e 18 de março. Com o tema &#8220;Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres&#8221;, a entidade feminista que conta com a participação da Central iniciará uma caminhada a partir de Campinas, no interior paulista, e seguirá até São Paulo defendendo bens comuns e serviços públicos, paz e desmilitarização, autonomia econômica e o fim da violência contra as mulheres.</p>
<p>A CUT reivindica ainda a ratificação da Convenção 156 da OIT (Organização Internacional do Trabalho)- atualmente aguardando votação na Câmara dos Deputados -, que determina a igualdade de tratamento e oportunidades para os trabalhadores dos dois sexos com responsabilidades familiares e a ampliação irrestrita das licenças maternidade e paternidade. &#8220;Apesar de 30% das famílias serem chefiadas por mulheres, o salário das trabalhadoras é considerado pelos patrões como uma ajuda no orçamento doméstico. Queremos que homens e mulheres tenham direito a se dedicar durante seis meses aos filhos recém-nascidos como forma de dividir as responsabilidades e também de acabar com o discurso de empregadores que justificam a não contratação de nossas companheiras devido ao período de licença&#8221;, explicou.</p>
<p>Como já há uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) no Congresso para ampliar a licença maternidade, a Central irá apresentar uma emenda que extenda a paternidade para os seis meses seguintes após o retorno da mulher ao mercado de trabalho.</p>
<p>Segundo destaca pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), divulgada em março de 2009, o rendimento médio por hora de trabalho das mulheres casadas com filhos é de R$ 5,89, contra R$ 6,91 daquelas sem filhos. A taxa de desemprego das que não possuem filhos (13,1%) também é menor do que a das que possuem (15,6%), comprovando a preferência dos empregadores por aquelas que não tenham de realizar a chamada dupla jornada.</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação nos estados</strong></p>
<p><strong>Ceará &#8211; Quixadá</strong><br />
De 1 a 8 de março, 100 anos de lutas pelos Direitos das Mulheres &#8211; Mulheres de Quixadá, Presentes</p>
<p><strong>1 a 5 de março</strong><br />
Emissão de CPF &#8211; 1ª via para as mulheres a partir de 16anos de idade, sem cobrança da taxa  &#8211; durante o expediente da Caixa &#8211; 10h às 15h  Caixa Econômica Federal</p>
<p><strong>1 a 5 de março</strong><br />
Saúde no Centenário do 8 de Março        <br />
Mobilização Popular em Saúde / NUPREV</p>
<p><strong>1 a 8 de março</strong><br />
SDS no Centenário do 8 de Março</p>
<p><strong>1 de março</strong><br />
Audiência Pública &#8211; Criação de um Órgão Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres &#8211; FORTALEZA </p>
<p><strong>2 de março</strong><br />
Visita institucional a Maternidade Jesus, Maria e José<br />
Visita institucional a Mississipi<br />
Planejamento do Programa de Radio       </p>
<p><strong>3 de março</strong><br />
Participação no Programa de Radio do Distrito Educacional Campo Velho, Rádio FM Central<br />
Cortejo Teatral na Feira dos Animais</p>
<p><strong>4 de março</strong><br />
Audiência Pública &#8211; Assédio Moral nos locais de trabalho &#8211; Câmara Municipal de Quixadá</p>
<p><strong>5 de março</strong><br />
Roda de Conversa com as mulheres de Ibicuitinga<br />
Roda de Conversa no Distrito Educacional Campo Velho<br />
Roda de Conversa com as(os) alunas(os) da Escola Cesar Cals e escola Benigno Bezerra</p>
<p><strong>6  de março</strong><br />
Roda de Conversa no Distrito Educacional de Tapuiará<br />
Sessão de Cinema &#8211; Cine Clube Mestre Adolfo</p>
<p><strong>7 de março</strong><br />
Passeio Ciclístico<br />
Panfletagem no Cedro</p>
<p><strong>8 de março</strong><br />
Alvorada do Centenário com bateria de fogos<br />
Momento de Acolhida dando visibilidade a data nos Locais de Trabalho</p>
<p>Feira Cultura e Social &#8211; Praça José Linhares da Páscoa (Pça da Catedral) &#8211; 8h às 12h</p>
<p>Programação<br />
- Exposição de Trabalhos das Escolas<br />
- Comercialização dos Grupos Produtivos<br />
- Serviços de Saúde da Mulher<br />
- Serviço de Proteção e Promoção para as Mulheres<br />
- Painel<br />
- Emissão de CPF      </p>
<p><strong>Pintando no Centenário do 8 de março</strong><br />
Emissão de CPF &#8211; 1ª via para as mulheres a partir de 16anos de idade, sem cobrança da taxa -Caixa Econômica Federal</p>
<p>Noite do Centenário &#8211; Praça José de Barros, a partir das 19h</p>
<p>Programação<br />
- Abertura da Exposição de Fotografia ao som da Banda de Musica<br />
- Apresentações Culturais<br />
- Premiação do Torneio Esportivo Feminino<br />
- Ato Político<br />
- Vozes Femininas     </p>
<p><strong>10 de março</strong><br />
Roda de Conversa no Centro de Referência Especializado da Assistência Social</p>
<p><strong>12 de março</strong><br />
Roda de Conversa na Escola Gonzaga Mota</p>
<p>Semana da Mulher da Escola Gonzaga Mota &#8211; Coisas de Mulheres</p>
<p><strong>De 08 a 12/03</strong>        </p>
<p><strong>13 de março</strong><br />
Roda de Conversa na Escola Martins Rodrigues</p>
<p>Semana da Mulher da Escola Martins Rodrigues &#8211; Do Luto a Luta<br />
De 08 a 13/03</p>
<p>Doação de Sangue no HEMOCE &#8211; As Mulheres de Quixadá doam o Sangue por Uma Quixadá Melhor        </p>
<p>Roda de Conversa na Mississipi</p>
<p>Semana da Mulher da Fabrica de Calçado Mississipi       Sheila e outras companheiras da organização</p>
<p><strong>Distrito Federal</strong></p>
<p><strong>Dia 03/03, 16h</strong><br />
Ciranda de Mulheres na Praça dos Três Poderes, Esplanada dos Ministérios. Atividade organizada pela Secretaria de Mulheres da CUT/DF, SINPRO/DF e Marcha Mundial das Mulheres;</p>
<p><strong>Dias 05 e 06/03, de 8 às 18h</strong><br />
Curso de Oratória Sindical para Mulheres. Atividade organizada pela CUT/DF com participação dos Sindicatos Filiados. Inscrições prévias.<br />
Informações pelo site <a href="http://www.cutdf.org.br/">www.cutdf.org.br</a> . Local: Auditório da CUT/DF;</p>
<p><strong>De 8 a 18/03</strong><br />
Participação na III Ação da Marcha Mundial das Mulheres em São Paulo.<br />
Delegação do DF organizada pela Marcha Mundial das Mulheres com apoio da CUT/DF. Participação de representantes dos Sindicatos CUTistas;</p>
<p><strong>Dia 20/03, das 9h às 18h</strong><br />
Encontro Regional de Mulheres Trabalhadoras para discutir a Participação Política das Mulheres e a Plataforma da Classe Trabalhadora para as eleições de 2010. Local: SINPRO/DF.</p>
<p><strong>Espírito Santo</strong></p>
<p><strong>Dia 5 de março</strong><br />
O Sintraconst realizará em auditório da entidade uma atividade para homenagear as mulheres da construção. Serão palestrantes, Ivone Vila Nova e Viviane Galvão Guedes.</p>
<p><strong>Paraíba</strong></p>
<p><strong>Dia 1 de março, às 18h</strong><br />
Tema: Igualdade de Oportunidade na Vida no Trabalho e no Movimento Sindical<br />
Palestrantes: Cícera Isabel (secretária da Mulher Trabalhadora da CUT-PB) e Eurides Ferreira de Almeida (Sintesp)<br />
Local: Sindicato dos Comerciários<br />
(Av. General Osório, 199, Centro)</p>
<p><strong>Dia 2 de março, às 18h</strong><br />
Tema: Assédio Moral<br />
Palestrante: Joseane da Silva Guedes (Sindicato dos Bancários)<br />
Local: Sindicato dos Comerciários</p>
<p><strong>Dia 3 de março, às 18h</strong><br />
Tema: Violência Contra a Mulher<br />
Palestrante: Walquíria Alencar (Centro da Mulher 8 de Março)<br />
Local: Sindicato dos Comerciários</p>
<p><strong>Dia 4 de março, às 18h</strong><br />
Tema: Políticas Públicas para as Mulheres: avanços para as trabalhadoras<br />
Palestrantes: Rosane Silva (Secretaria Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT Nacional), Douracy Vieira dos Santos (gerente do Programa Estadual de Políticas para Mulheres) e Nésia Gomes Toné (coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres da Prefeitura de João Pessoa)<br />
Local: SINTTEL<br />
(Rua Rodrigues de Aquino, 290, Centro)</p>
<p><strong>Dia 5 de março</strong><br />
Baile &#8220;Tirando as Máscaras&#8221;, com Banda R2<br />
Local:  Sindicato dos Bancários<br />
(Av. Beira Rio, 3100, Tambauzinho)</p>
<p><strong>Dia 8 de março</strong><br />
9h00 &#8211; Manifestação na Praça dos Três Poderes<br />
16h00 &#8211; Entrega da Carta das Mulheres à OAB, Ministério Público Federal e Tribunal de Justiça</p>
<p><strong>Dia 11 de março</strong><br />
Sessão Especial  (propositura da vereadora Sandra Marrocos)<br />
Câmara Municipal de João Pessoa</p>
<p><strong>Roraima</strong></p>
<p>Dia Internacional da Mulher com atividades organizadas por CUT-RR e Venezuela</p>
<p>Dia Internacional da Mullher, marcha sem fronteira, 7 e 8 de março<br />
Santa Elena de Uairén &#8211; San Sabana &#8211; Venezuela</p>
<p><strong>Dia 7 &#8211; Encontro Sem Fronteiras da Mulher</strong><br />
Local: Parque Serial</p>
<p>Manhã<br />
8h &#8211; Abertura<br />
Atividade cultural com apresentações artítistica de Brasil e Venezuela<br />
9h &#8211; Relato das experências pessoais sobre a violencia doméstica por mulheres do Brasil e da Venezuela<br />
10h30 &#8211; Intervalo<br />
11h &#8211; Fórum sobre tráfico de mulheres, homens e crianças e direitos humanos</p>
<p>Tarde<br />
12h30 &#8211; Almoço<br />
14h &#8211; Economia solidária e desenvolvimento sustentável a partir da mulher<br />
Exposição de organismos de financiamento e microeconomía ou economía alternativa e solidária; intercâmbio de experiências<br />
Entrega de Proyectos a la Alcaldía y otros organismos de financiamiento<br />
15h30 &#8211; Intervalo<br />
Mesa de trabalho e debate para construção coletiva de carta pública do evento<br />
Unificação de criterios e recolhimento de assinaturas para integrar o conteúdo da carta<br />
17h &#8211; Evento cultural</p>
<p><strong>Dia 8 &#8211; Marcha sem frontera<br />
</strong>Lugar de saída &#8211; La Frente a Duty Free<br />
Lugar de chegada &#8211; Praça Bolívar</p>
<p>8h &#8211; Saída da Marcha<br />
10h &#8211; Chegada a Praça Bolívar<br />
Intalação de sessão da Câmara<br />
Discurso das oradora da Ordem (Brasil &#8211; Venezuela)<br />
Tributo a Ordem Dia Internacional da Mulher em memoria a Reilna Rodríguez, Fundador da Rede de Mulheres no Município<br />
Evento cultural<br />
Despedida</p>
<p><strong>São Paulo</strong></p>
<p><strong>Dia 1 de março, às 14h</strong><br />
Auditório da CUT (Rua Caetano Pinto, 575 &#8211; Brás &#8211; São Paulo)<br />
Painel Desigualdade de gênero e aula inaugural do Curso de Promotoras Legais Populares, com Luana Simões Pinheiro (assessora da Subsecretaria de Planejamento e representante da Ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéia Freire)<br />
Mais informações: (11) 2108 9169 &#8211; e-mail: <a href="mailto:semt@cutsp.org.brEste">semt@cutsp.org.brEste</a> endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email</p>
<p><strong>Dia 7 de março, às 9h</strong><br />
Encontro da Mulher Comerciária de Osasco e Região<br />
Local: Secor Clube<br />
Endereço: Rua Laura Josefa dos Santos nº 400  Parque Jandaia / Cid.Carapicuíba (próximo ao heliporto, saída do Rodoanel).<br />
Haverá também um torneio de futebol feminino<br />
Mais informações:<br />
ANA MARIA<br />
DIRETORA SECOR<br />
COORDENADORA CUT OSASCO E REGIÃO<br />
(11) 3685-0355 &#8211; (11) 3682-0266 &#8211; (11) 9573-1657</p>
<p><strong>Dia 8 de março, às 10h30</strong><br />
Ato em celebração ao Dia Internacional da Mulher<br />
&#8220;100 anos de 8 de março: mulheres em luta por autonomia, igualdade e direitos&#8221;<br />
Ainda há por que lutar!<br />
Local: Praça do Patriarca &#8211; Centro &#8211; São Paulo<br />
Mais informações para a imprensa:<br />
SOF &#8211; (11) 3819-3876 (das 09h00 às 18h00)</p>
<p><strong>Dia 13 de março, às 10h</strong><br />
Palestra Violência, Assédio Moral e Saúde da Mulher<br />
Sede do Sindicato dos Vidreiros de São Paulo<br />
Mais informações:<br />
Marilza Tenório (Secretaria Jurídica &#8211; Sindicato dos Vidreiros/SP)<br />
e-mail: <a href="mailto:juridicovidreiros@terra.com.brEste">juridicovidreiros@terra.com.brEste</a> endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email<br />
Fone: (11) 3228-3088  (11) 8070-0758</p>
<p><em>Da CUT</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Seminário vai debater relação entre trabalho, família e vida pessoal</title>
		<link>http://www.sindmecanicos.org.br/site/blog/2009/03/16/seminario-vai-debater-relacao-entre-trabalho-familia-e-vida-pessoal/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 14:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[mundo do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[vida pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="justify">O equilíbrio entre a vida pessoal, o trabalho e a vida familiar dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros será tema de um seminário promovido pela&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O equilíbrio entre a vida pessoal, o trabalho e a vida familiar dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros será tema de um seminário promovido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) e o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem). O seminário tripartite para discutir o assunto será realizado de 16 a 18 de março em Brasília.</p>
<p align="justify">De acordo com a diretora do escritório da OIT no Brasil, Laís Abramo, o seminário vai preparar os representantes do governo e da sociedade civil brasileira para as discussões que irão ocorrer na Convenção Geral da OIT, marcada para junho deste ano em Genebra, na Suíça.</p>
<p align="justify">Segundo ela, existe uma situação desigual entre homens e mulheres no que diz respeito à divisão de tarefas e de tempo livre para cuidar de assuntos pessoais. Por questões culturais, os cuidados com a família &#8211; crianças, idosos, familiares doentes &#8211; ainda ficam mais a cargo da mulher, mesmo quando ela trabalha e chefia a família.</p>
<p align="justify">De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007, 67% dos homens que são chefes de família são casados e têm filhos. Já entre as mulheres que são chefes de família, 49% têm filhos, mas não têm parceiros. Para Laís, os números demonstram que, mesmo quando chefiam as famílias, os homens dividem as responsabilidades financeiras e de cuidados, enquanto as mulheres acumulam as funções.</p>
<p align="justify">&#8220;O homem não está sozinho nesta tarefa. As mulheres que são chefes de família e não têm parceiros ou cônjuges estão sozinhas. Isso significa que elas mesmas vão ter que exercer essas tarefas ou elas vão ter que recorrer a outro membro da família, que em geral é uma mulher &#8211; pode ser a mãe, a irmã ou a filha mais nova&#8221;, afirma Laís. Na avaliação dela, isso explica porque 72% dos jovens entre 15 e 24 anos que não estudam e não trabalham na América Latina são mulheres. &#8220;Ou seja, esse estereótipo de que são as mulheres as responsáveis pela casa e a família prejudica também a inserção e a autonomia financeira das gerações futuras&#8221;, completa.</p>
<p align="justify">Mas, apesar dessa situação de desvantagem das mulheres no mercado de trabalho e na vida pública em geral &#8211; inclusive política &#8211; a vice-diretora do Unifem no Brasil, Júnia Puglia, defende que as empresas ofereçam oportunidades para que ambos os sexos tenham facilidade de conciliar os cuidados com a casa e a família com o trabalho. &#8220;É preciso promover a idéia de que os trabalhos domésticos e os cuidados com a família e os filhos são responsabilidades do pai e da mãe&#8221;, explica. Segundo ela, é preciso reforçar o conceito de &#8220;responsabilidade paterna&#8221; para que os homens sintam que as obrigações com a família também são deles.</p>
<p align="justify">Para elas, a melhora da percepção de divisão de responsabilidades virá com políticas públicas, como aumento da licença paternidade, expansão dos serviços públicos como acesso a creches e até eletricidade e água &#8211; o que facilita e diminui o tempo gasto com os trabalhos domésticos.</p>
<p align="justify">Além disso, a OIT e o Unifem defendem que as empresas também colaborem para a melhoria do equilíbrio entre família, casa e trabalho. Segundo Laís e Júnia, os acordos coletivos devem incluir cláusulas de auxílio-creche para trabalhadores que tenham responsabilidades familiares, e não apenas as mulheres. As empresas também devem colaborar permitindo flexibilização de horários para trabalhadores com essas características, de modo que tenham condições de acompanhar os filhos ao colégio ou ao médico, por exemplo.</p>
<p align="justify">Os organismos internacionais cobram ainda que os acordos coletivos de trabalho ampliem o conceito de família, eliminando cláusulas que reforcem a responsabilização exclusiva da mulher sobre família e filhos, e incluindo os homens.</p>
<p align="justify"><em>Fonte: CNM/CUT e CUT</em></p>
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