Marcopolo e Caio Induscar procuram terrenos em Joinville (SC)

Publicado por Administrador 7 fevereiro, 2012 (1) Comentário Imprimir

Representantes da empresa que está sendo formada através da joint venture entre as fabricantes de carrocerias de ônibus Marcopolo, de Caxias do Sul (RS), e Caio Induscar, de Botucatu (SP), estiveram hoje pela manhã em Joinville. Em reunião com o prefeito Carlito Merss, o grupo pediu ajuda para encontrar terrenos e galpões na cidade. A nova empresa pretende investir R$ 110 milhões para fabricar carrocerias de ônibus para exportação, além de peças e acessórios para o mercado interno.

Segundo o prefeito, o objetivo da vinda da empresa para Joinville é aproveitar a mão de obra parada com a crise da Busscar. — Há uma consultoria local prestando serviços para esta joint venture e eles querem encontrar um local para se instalar o quanto antes. A chance de que o terreno escolhido seja em Joinville é muito grande, mas eles também consideram outros municípios da região —, afirma Carlito.

Matéria está no site de A Notícia e é assinada pela jornalista Larissa Guerra

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Busscar: Sindicato pede impugnação do Plano de Recuperação Judicial

Publicado por Administrador 27 janeiro, 2012 (107) Comentários Imprimir

Atento aos procedimentos da Busscar e seus representantes legais com a apresentação do Plano de Recuperação Judicial, e atitudes que aumentaram o descrédito sobre a atual administração familiar da empresa mesmo nesse momento agudo que beira à falência, o Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região decidiu pedir a impugnação do Plano apresentado pela empresa à Justiça Comum, com base em análise criteriosa dos números apresentados, e com base na Lei vigente.

A intenção é como sempre, proteger os direitos dos trabalhadores, e por consequência também de outros credores, haja vista o fraco e inconsistente Plano apresentado à Justiça e que tem sido tentado enfiar goela abaixo dos trabalhadores e credores em geral. São 20 objeções divididas em duas impugnações que em resumo, apresentam o seguinte:

a) Não há menção de saída da família Nielsen da administração da sociedade;

b) Plano de alcançar boas margens (24,7% em 2014) deve estar atrelado à pratica de preços do mercado. Ocorre que o plano desconsidera o fato de que o produto está desatualizado e que o market share perdido já foi ocupado por concorrentes;

c) Plano baseado em operação com a Guatemala, o qual não tem perspectiva imediata de retomada dos embarques, a curto prazo. No plano esta operação representa mais de 70% da produção de 2012;

d) Credores são novamente convidados a bancar a operação com descontos, carências e taxas de juros subsidiadas, que reduzem seu crédito para até 15% do valor de face (aplicando-se o ajuste a valor presente);

e) O plano concede tratamento diferenciado para credores de mesma classe;

f) O plano de pagamento aos credores trabalhistas em prazo superior a 1 ano, em violação ao art. 54 da Lei de Falências;

g) Não há plano para pagamento da dívida tributária, na monta de aproximadamente R$ 477 milhões, sendo que os programas de parcelamento do Governo se estendem a no máximo 60 meses, gerando um comprometimento de receita mensal superior a R$ 5 milhões;

h) A administração da sociedade ainda acredita na obtenção do crédito prêmio de IPI em relação às exportações após 1990, ainda que em descompasso com inúmeras decisões judiciais, inclusive do STF;

i) Com a aprovação do plano, a Administração ficará autorizada a vender ativos (imóveis, Tecnofibras, etc) que hoje são a garantia dos credores;

j) Mantendo o mesmo estilo de gestão do passado, a empresa não alcançará as margens planejadas, e consumirá o capital de giro eventualmente aportado ou obtido com as alienações;

k) A situação ficará pior que está atualmente, pois não mais se terá os ativos para garantia do pagamento dos débitos;

l) Na realidade, serão os mesmos atores, no mesmo cenário, realizando as mesmas ações, bancados pelos credores, que ao final, além de não receberem seus créditos, estarão sem bens passíveis de garantí-los;

Agora é aguardar o posicionamento do juiz Maurício Póvoas e do administrador judicial Rainoldo Uessler nos próximos dias. O Sindicato dos Mecânicos reafirma seu compromisso com os trabalhadores e trabalhadoras que foram e ainda estão sendo lesados pela Busscar, e que vai lutar até que tudo se normalize, os direitos e salários sejam devidamente quitados, e se possível, a empresa volte a produzir e gerar empregos nas mãos de novos investidores e administradores, com um plano realmente viável e verdadeiro.

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Busscar: plano de recuperação é questionado pelo Sindicato

Publicado por Administrador 9 janeiro, 2012 (121) Comentários Imprimir

Sem ter contato ainda com a íntegra do plano de recuperação judicial da Busscar, o presidente do Sindicato dos Mecânicos de Joinville, João Bruggmann, diz não estar contente com a proposta de pagamento das dívidas trabalhistas sugerida pelo documento. A medida abrange cerca de cinco mil pessoas. Ele reclama, principalmente, da diferenciação de descontos nos débitos com os trabalhadores de acordo com sua situação com a empresa. O valor médio do desconto é de 15%.

Na semana passada, Bruggmann teve uma conversa informal com responsáveis pela elaboração do plano para adiantar alguns pontos da tentativa de negociação das dívidas trabalhistas. Descontente, ele alega que “todos que têm crédito com a Busscar precisam ser tratados igualmente, até porque todos os trabalhadores estão sendo prejudicados com essa ideia”.

— Estamos falando de pessoas que estão há pdois anos sem salários, de pessoas que estão endividadas e que não vão conseguir desconto nas suas dívidas porque a Busscar não vai pagar o valor integral dos seus débitos —, reclama. Bruggmann diz que há muita desconfiança também sobre as mudanças na gestão da empresa sugeridas pelo plano. Segundo ele, seria mais interessante que as mudanças na atual diretoria tivessem começado antes do pedido de recuperação judicial.

Outra sugestão que ele diz ter repassado ao grupo que elaborou o documento era a de dividir a empresa, seguindo o exemplo do caso de recuperação judicial da Varig, iniciada em 2006.  O sindicalista diz que, com o fim do recesso da Justiça, pretende reunir-se com os advogados da entidade para ter acesso à integra do plano e, assim, discutir qual será a melhor forma de negociar com a Busscar.

Ele confirma a pretensão de realizar uma assembleia com os trabalhadores para explicar o que foi proposto e votar se ela será aceita ou não. Com o plano de recuperação judicial divulgado, o advogado da Busscar, Eurides Ribeiro Júnior diz que os próximos dias deverão ser de especulações no mercado sobre o futuro da empresa.

— Precisamos nos ater ao que tem de completo —, diz o advogado da fabricante de carrocerias de ônibus. O próximo passo é a avaliação pela Justiça que a encaminhará para discussão na assembleia de credores, sem data definida.


PDF: Veja o plano de recuperação judicial da BUSSCAR

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Busscar: Sindicato nega qualquer proposta de reduzir dívida com os trabalhadores

Publicado por Administrador 16 novembro, 2011 (121) Comentários Imprimir

A diretoria do Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região se reuniu e já decidiu sua posição em relação aos créditos trabalhistas que os mais de cinco mil trabalhadores da Busscar tem a receber: não aceitará qualquer proposta de redução da dívida nos processos coletivos movidos pela entidade. A posição foi tomada em virtude da divulgação feita na imprensa por representantes da empresa de que apresentaria uma proposta neste sentido.

Para o presidente do Sindicato, João Bruggmann, o sofrimento dos milhares de trabalhadores e suas famílias não pode ser esquecido, e que notícias largadas assim só servem para tentar confundir os trabalhadores. “Os trabalhadores chegaram a passar fome com suas famílias, e o Sindicato inclusive realizou campanha de arrecadação de alimentos que foi prontamente atendida pela sociedade. Eles assumiram dívidas com bancos, perderam carros, motos, estão com o nome sujo na praça, tudo por que a Busscar não pagou o que lhes era de direito. Não é justo, e seria desumano até, pedir aos trabalhadores que abram mão do que lhes devem para ajudar a empresa agora, só agora, na recuperação judicial”, afirma Bruggmann.

Ele ressalta ainda que todos deram seu suor e talento para render lucros ao negócio da Busscar, e o que receberam foi abandono, descaso, e não pagamento dos seus direitos. “E tem mais. É só olhar a lista de credores, dos trabalhadores, lá consta que a acionista majoritária e seu filho se credenciaram para receber cerca de um milhão e meio! Isso só pode ser brincadeira e de mau gosto. Mas ainda bem que agora está bem claro como se administrava a empresa”, dispara o líder sindical. A entidade lembra também que os trabalhadores tem a preferência na lista de credores, e que isso também motiva a empresa a tentar criar um fato para facilitar a negociação com outros credores maiores, como bancos, fornecedores e outros.

O Sindicato assinala ainda que não pode intervir em processos que alguns trabalhadores entraram individualmente, e que orienta a todos que não abram mão dos seus direitos, de cada centavo da dívida que está sendo apurada. “Não temos o poder de interferir nesses casos, mas orientamos a todos para que não abram mão de seus valores, porque é injusto cobrar ainda mais de quem já ficou sem nada, mas que vai receber sim, na recuperação, na falência ou em leiloes, tudo o que a empresa deve”, destaca João Bruggmann.

A posição da entidade representativa dos trabalhadores joga um balde de água fria na iniciativa midiática da Busscar via seus representantes na recuperação judicial. Para finalizar, João Bruggmann assinala também que a decisão dos acionistas da empresa em pedir a recuperação judicial só aconteceu porque o leilão do parque fabril estava com data marcada para acontecer.

“Lembramos que o leilão já tinha sido decretado, e graças às ações do Sindicato que iniciaram no início de 2010. Não fosse a ação firme do Sindicato, com grandes méritos ao nosso departamento jurídico, a novela que já virou filme longo demais, se transformaria em uma série de mau gosto, e sem fim”, conclui o presidente do Sindicato dos Mecânicos.

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BNDES financiará exportação de ônibus brasileiros para a Colômbia

Publicado por Administrador 18 outubro, 2011 (4) Comentários Imprimir

O BNDES aprovou financiamento no valor total de US$ 90 milhões para exportação, pela Scania Latin America Ltda, de até 454 ônibus fabricados no Brasil para a Colômbia.

Os veículos serão destinados às operadoras de serviços de transporte público de passageiros do Sistema Integrado de Transporte Público de Bogotá (SITP), o denominado sistema TransMilenio, em fase de expansão.

O TransMilenio é um Bus Rapid Transit (BRT) construído e gerenciado pela  prefeitura  de  Bogotá. Trata-se de um serviço de transporte de passageiros por meio de linhas-tronco e alimentadoras.

Para as linhas-tronco, foi construída uma estrutura de corredores exclusivos para ônibus, separados fisicamente do tráfego comum. Todo o sistema de transporte rodoviário é gerenciado pela TransMilenio S.A.

O BRT de Bogotá é considerado um dos mais importantes do mundo. Desde que foi inaugurado, em dezembro de 2000, o tempo de deslocamento dos usuários foi reduzido em 32% e a emissão de poluentes diminuiu 40%. O sistema transporta, hoje, 1,7 milhão de passageiros/dia.

Entre os méritos do projeto financiado pelo BNDES, destaca-se a oportunidade de os fabricantes brasileiros de chassis e carrocerias de ônibus consolidarem posição no mercado sul-americano.

O projeto viabilizará, ainda, maior exportação de serviços de manutenção, criação direta e indireta de empregos e, em uma perspectiva de mais longo prazo, aumento na competitividade externa do Brasil e sua consolidação como plataforma de exportação de empresas globais do setor.

O BNDES já apoiou, em 2001, exportação de ônibus brasileiros para a primeira fase do sistema TransMilenio.

BNDES

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Busscar: Caio/Induscar apresenta proposta para compra do parque fabril

Publicado por Administrador 26 setembro, 2011 (196) Comentários Imprimir

Finalmente aparece a primeira proposta oficial e concreta para a retomada dos empregos e produção de ônibus em Joinville (SC) com base nos bens do Grupo Busscar que estão relacionados para leilão. A Caio Induscar, com sede em Botucatú (SP), protocolou na última sexta-feira (23) uma proposta oficial na 4ª. Vara da Justiça do Trabalho para a compra do imóvel matricula 61.069 da 1ª. Circunscrição de Joinville, um terreno com área total de 331.735,92 m2, e também todo o complexo fabril existente conforme relação de máquinas e equipamentos, ambos da Busscar S/A. A empresa paulista oferece R$ 40 milhões em 10 parcelas de R$ 4 milhões. O valor estimado dos bens é de aproximadamente R$ 90 milhões.

Segundo o documento, acessível no processo de número 922-10-2011.5.12.0030, a empresa se compromete a constituir empresa autônoma e independente, que deve arrematar e realizar o primeiro pagamento caso a proposta seja aceita pelo Juiz. Outro compromisso que consta na proposta é que assim que tomar posse do imóvel e do parque fabril existente, a empresa iniciará a contratação de trabalhadores para iniciar a produção “diferenciados com uma marca nova para esta unidade”. A Caio/Induscar faz parte do Grupo Ruas, que está com produção a todo vapor em suas unidades.

O Sindicato dos Mecânicos comemorou a apresentação da primeira proposta concreta e oficial para a retomada da produção e empregos apresentada pela empresa paulista, mas ainda analisa qual posição tomar em manifestação ao Juiz, que é quem decidirá sobre a venda ou não em qualquer situação.

“Ficamos satisfeitos em saber da primeira proposta oficial pelo parque fabril e o imóvel da Busscar, o que deve motivar uma solução final para a tristeza em que vivem milhares de trabalhadores que foram lesados e já estão há 17 meses sem receber salários, entre outras coisas. Estamos analisando com o jurídico o nosso posicionamento, mas é inegável que a proposta mostra uma saída, aquilo que sempre cobramos: pagamento dos atrasados e retomada dos empregos e produção. Quem sabe agora, finalmente, os acionistas da Busscar se manifestam, mas penso que é tarde, e devem aparecer outras propostas”, manifestou o presidente João Bruggmann.

Os trabalhadores da Busscar estão há 17 meses sem receber salários, mais o décimo terceiro de 2010 e parte do décimo de 2009. Trabalhadores que se desligaram não receberam suas rescisões, tampouco os parcelamentos prometidos via Justiça. Tudo isso está sendo cobrado por ações do Sindicato dos Mecânicos, que conseguiu o bloqueio dos bens, e agora o seu arrolamento para venda em leilões, tudo para quitar o que a empresa deve aos seus funcionários desligados e ainda ligados à Busscar.

Não há prazo para que o Juiz tome a decisão sobre a proposta, mas é fato que há uma petição sobre a mesa que precisará de decisão após o Sindicato ser ouvido. A iniciativa da Caio/Induscar já marca um novo momento: vários outras propostas devem surgir a partir desta, o que levará ao final desse processo doloroso e lento de desrespeito com os trabalhadores.

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Busscar: 17 meses sem pagar salários, vergonha nacional

Publicado por Administrador 6 setembro, 2011 (60) Comentários Imprimir

Mais um infeliz aniversário se comemora hoje em Joinville (SC): 0 17º mês sem pagamento de salários dos trabalhadores e trabalhadoras da Busscar Ônibus, mais o décimo terceiro de 2010 e parte do décimo de 2009, uma vergonha nacional que mancha a história dessa marca catarinense que já foi uma das líderes de mercado.

A triste data é marcada também por total falta de comunicação com os trabalhadores e trabalhadoras, com imprensa e sociedade em geral, uma insensibilidade jamais vista na maior cidade catarinense. Sem contar os recursos à Justiça para adiar os pagamentos de rescisões, salários, direitos, desde a sentença condenando a empresa a pagar o que deve, até agora com a reafirmação da sentença no TRT/SC.

Para o presidente do Sindicato, João Bruggmann, esse estágio mostra quem sempre esteve agindo na contra-mão da lei, atropelando direitos, e mostra também que o Sindicato sempre esteve ao lado dos trabalhadores, alertando sobre todos os erros e mentiras. ”

Sempre alertamos, tentamos evitar o pior, mas infelizmente houve mais apoios aos acionistas, que enterraram a empresa nesta situação. Mas os leilões começaram, e isso dá uma pressionada ainda maior para que algo aconteça para os trabalhadores”, explica Bruggmann.

Semana passada foi realizado o primeiro leilão, de bens em Florianópolis, que tinham avaliação de R$ 1,58 milhão. Apenas duas garagens foram vendidas pela metade do preço, e a parte maior do imóvel espera proposta de comprador pela via direta, na Justiça.

“O fato é que as coisas andaram, sinalizam que logo novos leilões serão feitos. Isso é positivo, mas não é  que os trabalhadores precisam. E a empresa é que deve explicações e dinheiro aos trabalhadores, e precisa de explicar”, dispara Bruggmann. O Sindicato continua trabalhando para resgatar os direitos dos trabalhadores da Busscar.

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Busscar: Banco Fibra pede a recuperação judicial e falência na Justiça

Publicado por Administrador 20 julho, 2011 (85) Comentários Imprimir

Está na 2a. Vara Cível em Joinville (SC) o processo 038.11.029624-6 de autoria do Banco Fibra S/A que pede a recuperação judicial e falência da Busscar Ônibus, o primeiro pedido desde o início da crise que já derrubou milhares de empregos e mantém milhares de trabalhadores em situação de abandono, sem salários há quase 16 meses e outros direitos negados pelos acionistas. O Banco Fibra (www.bancofibra.com.br) tem R$ 3 milhões a receber da Busscar. Faz parte do Grupo Vicunha, que soma mais de 40 anos de atividades no Brasil. Além do Banco Fibra, o Grupo possui, entre outros investimentos, o controle societário da Vicunha Têxtil, e da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), empresas líderes nos seus setores.

O pedido ainda não entrou em análise do Juiz, e segue o trâmite do judiciário, sem quaisquer manifestações desde a sua entrada no final de junho deste ano. O Sindicato dos Mecânicos está atento ao processo e cobra que a Busscar solucione essa questão para não prejudicar ainda mais os trabalhadores, já que se acatado o pedido, todo o processo que já avançou muito e bem na Justiça do Trabalho – uma ação certeira e correta do Sindicato - será remetido para a Justiça Comum, o que deixará todo o processo ainda mais lento, moroso e péssimo para os trabalhadores que já suportam tantos meses sem salários e direitos. No TRT/SC ainda não há data para a retomada do julgamento dos recursos da Busscar contra a sentença dada em Joinville.

O presidente João Bruggmann lamenta mais uma vez que a situação chegue a esse ponto, de pedido de falência. “Lamentamos pelos milhares de trabalhadores, gente de luta, de fibra que deu o sangue pela Busscar, e não recebe o respeito e pagamento de seus direitos, e agora pode ver tudo entrar na roda comum, atrasando ainda mais a justiça devida. Mas o Sindicato está atento, e espera que eles evitem essa situação pedida pelo Banco, e mais, que ainda apareça um investidor que resgate essa marca e imprima um novo ritmo, pagando os salários atrasados e retomando a produção”, afirma Bruggmann.

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Ônibus fecham semestre com a maior alta da indústria: 23%

Publicado por Administrador 8 julho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

As vendas internas do mercado de ônibus fecharam o primeiro semestre com aumento de 23,1% sobre mesmo período do ano passado. De acordo com dados divulgados pela Anfavea na quarta-feira, 6, foram licenciadas 16 mil 261 unidades na primeira metade de 2011, ante 13 mil 210 dos seis meses iniciais de 2010.

Em junho os licenciamentos totalizaram 2 mil 627 unidades, aumento de 14,7% sobre igual mês de 2010, mas 8,8% menor do que o total negociado em maio.

As vendas no período anualizado, julho de 2010 a junho de 2011, somaram 31 mil 376 unidades, volume 22% maior do que o registrado em período imediatamente anterior.

No mesmo ritmo das entregas, a produção cresceu 4% no primeiro semestre, para 22 mil 66 chassis de ônibus montados, 847 unidades além do apurado em mesmo período do ano passado, 21 mil 219 ônibus.

Em junho as linhas de montagem produziram 4 mil 105 chassis de ônibus. O volume representou crescimento de 6,3% na comparação com idêntico mês do ano passado, mas retração de 2,9% ante maio.

Do total produzido no primeiro semestre 3 mil 685 unidades foram destinadas ao Exterior. No acumulado de janeiro a junho houve retração de 8,4% sobre o desempenho das exportações em iguais meses de 2010, 4 mil 25 chassis de ônibus.

No mês passado as exportações do segmento somaram 697 unidades, o que representou recuo de 8,2% com relação a junho de 2010. Ante maio o volume foi 14% menor.

CNMCUT

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Volvo amplia disputa no negócio de ônibus do mercado brasileiro

Publicado por Administrador 7 julho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

A companhia sueca Volvo investe em estratégia competitiva e entra agressiva no mercado latino-americano de ônibus ao seguir os passos de seus maiores concorrentes, Mercedes Benz e Scania, e lançar o chassi B 270 F, o primeiro fabricado para motor dianteiro da categoria semipesado no Brasil.

Com isso, a Volvo Bus Latin America, braço da companhia na fabricação de ônibus, dá um salto quádruplo em participação latino-americana e passa a competir num mercado que produz 16 mil unidades de chassi ao ano, somando as duas categorias: pesado, com quatro mil peças anuais, e semipesado, com 12 mil por ano.

O objetivo, segundo o presidente da Volvo Bus Latin America, Luiz Carlos Pimenta, é aumentar o market share de ônibus pesado de 28% na América Latina em 3 pontos percentuais, e no Brasil, de 17% para 30%, ambos até o final deste ano.

Com operações no Brasil desde 1979, até então a Volvo Bus atuava somente na categoria de ônibus pesado, de chassi com motor traseiro e monobloco.

A Volvo Bus Latin America garante que as instalações da fábrica em Curitiba (PR) estão preparadas para atender o aumento da demanda. A expectativa do Volvo é comercializar 1,2 mil unidades por ano e participar de 10% do mercado do segmento. A empresa estima crescimento contínuo da demanda pelo modelo e pretende em 2013 fabricar 3 mil unidades anuais. A pré-venda já foi responsável por comercializar 200 unidades.

CNMCUT

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