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	<title>Sindicato dos Mecânicos &#187; ônibus</title>
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		<title>Caio/Induscar leva trabalhadores selecionados para Botucatú</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 10:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A encarroçadora de ônibus Caio/Induscar de Botucatú, interior de São Paulo, está embarcando cerca de 40 trabalhadores selecionados em processo seletivo realizado há alguns dias em Joinville, para a sua sede visando conhecer a cidade e a empresa. O ônibus com os profissionais recrutados sai da frente do Sindicato dos Mecânicos na manhã desta quarta-feira &#8211; 11 de agosto. O retorno está previsto para sexta-feira após o almoço.</p>
<p>Os trabalhadores selecionados são engenheiros, técnicos, projetistas e profissionais de outras áreas, especialistas no setor, todos disponíveis no mercado desde a crise que abateu a Busscar Ônibus. &#8220;A saída desses talentos e profissionais aqui de Joinville é uma perda para a inteligência que faz  da cidade a referência que é em todas as áreas. Infelizmente a Busscar chegou a essa crise sem fim por falta de sensibilidade dos acionistas, e quem perde com isso é Joinville e Santa Catarina&#8221;, lamentou o presidente do Sindicato, João Bruggmann.</p>
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		<title>Busscar ou Paraná Bus: quem está ludibriando os trabalhadores?</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 18:23:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma prova de que a Busscar está nesta situação por má gestão, falta de controles e desrespeito às leis trabalhistas e trabalhadores. O Sindicato dos Mecânicos recebeu denúncia e comprovou que a Paraná Bus retirou dois ônibus DB que estavam parados na Busscar &#8211; como em vários casos a Busscar não entregou os ônibus e deixou de cumprir o contrato &#8211; e os levou para o setor de reformas da Busscar, localizado na rua Rui Barbosa, bairro Costa e Silva em Joinville.</p>
<p>Lá, por convites de chefias e coordenadores da Busscar, estão chamando os trabalhadores da empresa -  notem, e que estão há quatro meses sem ver seus salários &#8211;  para trabalhar na finalização dos ônibus da Paraná Bus pagando R$ 60 por dia! Um absurdo, mais uma ilegalidade flagrante que deixa claro a forma como a Busscar, e neste caso a Paraná Bus, tratam de negócios. O Sindicato já comprovou a ilegalidade, está denunciando o caso para a Justiça do Trabalho, Ministério do Trabalho, Ministério Público do Trabalho, e vai tomar outras medidas cabíveis via departamento jurídico.</p>
<p>O Sindicato lamenta que a Busscar, por meio de chefias, coordenadores e outros cargos graduados, esteja agindo às escondidas dos trabalhadores, da Justiça, e da legalidade. Para o presidente João Bruggmann, a empresa mais uma vez pisou na bola e mostra porque está nesta situação. &#8220;A Busscar pisa na bola mais uma vez com seus trabalhadores, e a sociedade em geral. Nós perguntamos: se acontecer algum acidente de trabalho com esse pessoal, quem vai assumir a responsabilidade, a Busscar ou a Paraná Bus? Quem vai pagar os direitos trabalhistas que estão sendo sonegados, a Busscar ou a Paraná Bus? É mais uma vergonha que o Sindicato vai coibir em nome dos quase três mil que estão sem receber seus salários há meses&#8221;, disparou Bruggmann.</p>
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		<title>Produção de carroçarias cresce 31% no semestre</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 13:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria brasileira de encarroçamento de ônibus fechou o primeiro semestre do ano com 14 mil 952 unidades produzidas, alta de 31% sobre o mesmo período do ano passado. Do total, o setor exportou 2 mil 82 ônibus, volume praticamente igual ao da mesma base de comparação: 2 mil 55.</p>
<p>Por marca, a Marcopolo apresentou o maior incremento, com 73%, atingindo volume de 3 mil 690 unidades, respondendo por 24% da produção nacional, seis pontos porcentuais acima do consolidado no primeiro semestre de 2009. A Caio/Induscar manteve a liderança, com 4 mil 476 veículos, evolução de 60% e participação de 30%, igualmente seis pontos acima do ano passado. A empresa do interior de São Paulo também é a principal exportadora nacional, com 716 unidades, cinco vezes mais do que no ano passado.</p>
<p>Quando somada a participação da Ciferal, com registro de 2 mil 361 ônibus fabricados, acréscimo de 51%, e de 40% dos volumes que detêm na Neobus, o grupo Marcopolo atinge a soma de 6 mil 690 veículos, dos quais exportou 841. Sua participação na produção nacional alcança 43%.</p>
<p>Junho registrou alta de 24% sobre igual mês do ano passado ao somar 2 mil 675 veículos. Também cresceu sobre maio último: 3%. O único desempenho negativo foi apurado pela Irizar, em queda de 25%, para quarenta unidades, das quais exportou 24. No mercado externo houve incremento de 26%, para 359 ônibus.</p>
<p>Por modelo 59% das vendas do semestre foram para aplicação urbana. Os rodoviários participam com 18%, os micros com 12%, os intermunicipais com 4% e os mini com 7%. Nos segmentos rodoviário e intermunicipal, a Marcopolo domina com 63% e 67%, respectivamente. No urbano, a Induscar/Caio lidera com 46%. A Neobus é a primeira em micros, com 35%, e nos minis Marcopolo e Mascarello participam com 52% e 48% cada.</p>
<p><em>Fonte: AutoData</em></p>
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		<title>Crise Busscar: empresa está totalmente paralisada</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 20:06:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Com quatro meses de salários atrasados, sem o décimo-terceiro de 2009, faltando comida em casa, com o iminente corte de água e luz nas&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com quatro meses de salários atrasados, sem o décimo-terceiro de 2009, faltando comida em casa, com o iminente corte de água e luz nas suas casas, sem a carteira de trabalho liberada para ter a dignidade de receber e buscar novos empregos e trabalho, e com as dívidas aumentando a cada dia, os trabalhadores da Busscar Ônibus estão contando os dias para o fim do prazo dado pela Justiça do Trabalho para que a empresa pague alguns dos atrasados.</p>
<p>Na semana passada cerca de 500 trabalhadores assinaram procurações para o encaminhamento das rescisões indiretas. No dia da assembleia geral eram aproximadamente 1,3 mil que aprovaram a saída. O departamento jurídico do Sindicato, após o mutirão realizado para atender o que foi decidido em assembleia, mantém uma tarde &#8211; todas as terças-feiras a partir das 14 horas na sede central &#8211; para atender aos interessados que ainda entendem ser essa a sua melhor decisão.</p>
<p>A empresa está totalmente paralisada. A Justiça do Trabalho determinou no dia 9 de julho que a Busscar pague salários atrasados e décimo-terceiro de 2009 em até 15 dias, e esse prazo vence dia 24 (sábado) e deve valer então a segunda-feira como data final. A Justiça bloqueou também todos os bens móveis e imóveis das empresas do Grupo e dos acionistas para garantia de pagamento dos direitos dos trabalhadores. Caso a empresa não pague os salários no prazo estipulado, a Justiça deve determinar arresto de bens para leilão, e a partir da venda, o pagamento dos atrasados.</p>
<p><strong><em>Intransigência e descaso<br />
</em></strong>Diante de todo esse quadro caótico que envolve pessoas e suas famílias &#8211; seres humanos que precisam se alimentar e viver dignamente &#8211; a diretoria da empresa e seus acionistas não se manifestam. Não dizem se vão pagar os atrasados, se vão disponibilizar alimentação aos seus trabalhadores, se vão abrir o capital e deixar novos acionistas tocarem a empresa, enfim, estão tratando a mais de 10 mil pessoas, aproximadamente, com um descaso que agride a consciência de quem teme a Deus.</p>
<p>Diante dessa intransigência e descaso, os trabalhadores buscam no Sindicato sua guarida, e o Sindicato tem mantido sua postura e lado que é o dos trabalhadores e seus direitos. Desde o início a entidade se posicionou claramente, e tem até os últimos dias buscado saídas, mas a Busscar não abre qualquer possibilidade de acordo. Querem tudo,mas não abrem mão de nada. Preferem deixar seus trabalhadores presos ao liberá-los para uma nova vida. Dessa forma forçam a que entrem na Justiça para se verem livres do pesadelo.</p>
<p>O Sindicato, mais uma vez, procurou os remanescentes de cargos de confiança que ainda estão na empresa para ouvir algum sinal, mas nada de concreto veio. Insistem em não liberar os trabalhadores, em não abrir para novos sócios, e assim arruinam não só a marca Busscar, mas também endividam ainda mais a empresa, e seus trabalhadores que ainda acreditam na retomada. Afinal, a cada dia aumentam as dívidas com os trabalhadores, fornecedores, bancos e tudo o mais. Que administração racional faria isso?</p>
<p>Segundo o presidente do Sindicato, João Bruggmann, os trabalhadores comentam diariamente na sede central sobre todo o apoio que deram a empresa, e que agora queriam o retorno, mas o que recebem é o desrespeito à sua dignidade.</p>
<p>&#8220;O Sindicato está ao lado dos trabalhadores, e espera as decisões finais da Justiça. Tentamos de todas as formas negociar com os acionistas, buscamos saídas para novos acionistas lá no BNDES e bancos credores, buscamos resguardar os direitos dos trabalhadores com as ações, e ainda assim insistimos com acordo, mas a intransigência, a falta de solidariedade, de Deus no coração, impede essa gente de ver o sofrimento dos trabalhadores. Mas nós não vamos parar, ainda acreditamos na solução que atenda a retomada da produção e manutenção dos empregos e renda&#8221;, declarou Bruggmann.</p>
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		<title>Caio/Induscar contrata em Joinville quinta e sexta-feira</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 19:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a Busscar em situação falimentar, sem pagar salários a quatro meses e desrespeitando direitos básicos dos trabalhadores, muitas empresas estão interessadas no talento dos trabalhadores que estão sendo abandonados pela empresa.</p>
<p>Semana passada empresas vieram à Joinville para contratar essa mão de obra especializada que está em busca de um futuro melhor para sua família. A partir da próxima quinta-feira (22/7) e sexta-feira (23/7) a empresa Caio/Induscar estará na cidade para recrutar os interessados. O atendimento será feito na Recreativa do Sindicato em horário comercial.</p>
<p>A Caio/Induscar oferece vagas de Soldadores, Pi OPntores, Operadores de Máquinas, Montadores, Modeladores, Eletricistas, serralheiros; Engenheiros, Desenhistas Mecânicos, Projetistas, Project Leader, Técnicos e Analistas de Processos, Assistente de Produção, profissionais com experiência em CKD, profissionais de logística, de manutenção industrial; Supervisores, Chefes de Produção, e de Áreas Técnicas.</p>
<p>Seus recrutadores estarão atendendo no Centro Esportivo e Recreativo do Sindicato dos Mecânicos localizado na rua Rui Barbosa, 495 no bairro Costa e Silva a partir das 8:30 horas. O Sindicato está disponibilizando a sede recreativa para atender pedidos dos trabalhadores que precisam garantir o sustento de suas famílias.</p>
<p><em><strong>Alimentos<br />
</strong></em>A Campanha de Alimentos para os trabalhadores da Busscar deve ser finalizada ainda esta semana. Ainda há cestas básicas para quem necessitar, bastando se dirigir até a sede do Sindicato no centro da cidade, onde pessoas autorizadas e responsáveis pelo armazenamento farão a entrega. Não há mais alimentos na Busscar.</p>
<p>Essa foi mais uma iniciativa do Sindicato para atender emergencialmente a quase três mil trabalhadores que foram abandonados pela empresa, sem salários a quatro meses, sem 13o. de 2009, e que sequer tem suas carteiras de trabalho liberadas para trabalhar em paz em outra empresa.</p>
<p>Segundo o presidente João Bruggmann, o Sindicato fez e está fazendo sua parte, mas a Busscar tem de fazer a sua, pagando os atrasados, abrindo o capital para novos acionistas retomarem a produção, e inclusive se esforçar então para oferecer alimentos aos seus trabalhadores.</p>
<p>&#8220;Essas pessoas merecem mais consideração pelo que já fizeram pela empresa e seus acionistas. Falta mais Deus no coração dos acionistas da Busscar, mais solidariedade para com esses seres humanos&#8221;, afirma Bruggmann.</p>
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		<title>Crise Busscar: Sindicato não participará da passeata</title>
		<link>http://www.sindmecanicos.org.br/site/blog/2010/05/18/crise-busscar-sindicato-nao-participara-da-passeata/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 18:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Busscar]]></category>
		<category><![CDATA[crise financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A diretoria do Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região decidiu hoje (18/5) que não vai participar institucionalmente da passeata que deverá ser realizada&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A diretoria do Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região decidiu hoje (18/5) que não vai participar institucionalmente da passeata que deverá ser realizada na manhã desta quarta-feira (19) a partir da Busscar, e que é promovida por um grupo de funcionários que se autodenominam &#8220;representantes dos trabalhadores&#8221;.</p>
<p>Segundo a direção, o grupo de trabalhadores determinou que não será permitida manifestação contra a direção da empresa, a favor da mudança de gestão e direção atual, e muito menos para cobrar os direitos dos trabalhadores que estão sendo atingidos neste momento como décimo-terceiro salário atrasado há seis meses, rescisões do PDV atrasadas há quase um mês, e salários de abril que ainda não foram pagos. Somente seria permitido manifestações a favor da luta do IPI e negociações com BNDES.</p>
<p>&#8220;Não participaremos de uma manifestação que coloca como prioridade os desejos dos patrões, da empresa e acionistas. Nossa responsabilidade exige que defendamos os trabalhadores e seus direitos. Se não podemos pedir pelos salários atrasados, rescisões atrasadas, FGTS e mudança nos rumos para que a empresa sobreviva, não há porque participarmos. Em nossa opinião, a manifestação do Procurador da Fazenda foi contundente e no mínimo diz que não se pode se prender a este fato do IPI para salvar a empresa. Os trabalhadores tem suas contas a pagar, e querem saber dos seus salários já e não um dia qualquer que a empresa sequer informa&#8221;, dispara o presidente João Bruggmann em nome da diretoria do Sindicato.</p>
<p>O Sindicato mantém sua decisão de cobrar a mudança do comando da Busscar, de uma guinada geral na gestão e acionistas, para que a empresa volte a respirar e produzir. &#8220;Nossa posição neste caso não muda: é preciso mudança imediata da direção, dos gestores e da gestão. Em nossa opinião, os cerca de 14 bancos credores, incluído aí o BNDES, têm de assumir a gestão já que segundo o presidente da empresa eles já detém 100% das ações. A partir daí não temos dúvidas de que não faltará recursos para reerguer a empresa e manter empregos, renda e a marca Busscar para Joinville&#8221;, explica o presidente João Bruggmann.</p>
<p>O Sindicato continua atento e atendendo aos trabalhadores e trabalhadoras da Busscar para garantir seus direitos, não descartando qualquer ação em defesa dos salários, FGTS e demais direitos em atraso. &#8220;Os bancos credores, que já receberam muito dinheiro em juros após todos esses anos, também devem tomar uma atitude já que encheram seus caixas com recursos vindos do suor dos trabalhadores. Agora é hora de assumir responsabilidades também. Na hora certa o Sindicato vai se manifestar, sempre na defesa dos trabalhadores&#8221;, destacou João Bruggmann.</p>
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		<title>Crise da Busscar: Sindicato não reconhece comissão &#8220;chapa branca&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 17:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[BNDES Ideli Salvatti]]></category>
		<category><![CDATA[Busscar]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A diretoria da empresa Busscar Ônibus insiste em buscar culpados para mais esta grave crise financeira que a está levando, nessas atuais condições, à&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A diretoria da empresa Busscar Ônibus insiste em buscar culpados para mais esta grave crise financeira que a está levando, nessas atuais condições, à falência. Depois do BNDES, do IPI, do Sindicato, do Prefeito, todos culpados segundo a empresa tenta fazer crer, agora os responsáveis pela situação parece que deverão ser a senadora Ideli Salvatti, o deputado Claudio Vignatti e também o presidente Lula. Pelo menos é isso que se traduz da carta entregue aos parlamentares por parte de uma &#8220;representação dos trabalhadores da Busscar Ônibus&#8221;, cuja existência o Sindicato não reconhece. Para a diretoria do Sindicato, essa é uma comissão &#8220;chapa branca&#8221;, ou seja, para defender a empresa e não os trabalhadores.</p>
<p>A diretoria do Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região alerta aos trabalhadores e trabalhadoras da Busscar que o único representante legal, jurídica e moralmente falando, é o Sindicato. Essa &#8220;representação&#8221; foi formada para ser o escudo dos acionistas da empresa diante da imprensa, e para enrolar os trabalhadores diante da falta de pagamento dos salários em dia, do décimo-terceiro atrasado há meio ano, do não pagamento das rescisões dos companheiros que aderiram ao PDV proposto pela empresa, sem aprovação do Sindicato, não depósito do FGTS, e por aí afora. Semana passada a dita &#8220;representação&#8221; dos trabalhadores não deixou outros colegas se manifestar em reunião dentro da empresa, somente eles podiam falar. Essa é a &#8220;comissão&#8221; que diz representar os trabalhadores?</p>
<p>&#8220;Seria cômico se não fosse ridículo a forma como usam esses trabalhadores para manobrar os demais trabalhadores, tentando fazer crer que são mais importantes e que representam a categoria. Vamos reiterar aos companheiros e companheiras: essa representação ou comissão, como queiram, não existe perante a lei, não tem poder jurídico algum, e vários deles ocupam cargos de chefia e bem próximos da direção geral, dos acionistas, ou seja, defendem o quê, ou quem?&#8221; questiona o presidente João Bruggmann.</p>
<p><em><strong>A carta que não defende os trabalhadores</strong></em><br />
No sábado (8/5), essa &#8220;representação&#8221; entregou uma carta aos parlamentares Ideli e Vignatti. Nesta carta, em nenhum momento cita o atraso da folha de pagamento de abril, e de inúmeras folhas de pagamento anteriores; não cita o não pagamento do décimo-terceiro salário desde dezembro de 2009 e que sequer data tem para ser quitado; não cita a falta de depósitos do FGTS que já chega a cerca de R$ 25 milhões; não diz em nenhum momento que o BNDES já entregou R$ 30 milhões para a recuperação da empresa em 2004 com apoio deste Sindicato; não cita que a empresa nunca deixou garantias físicas, bens, para os débitos trabalhistas com seus trabalhadores; ou seja, em nenhum momento defende os trabalhadores!</p>
<p>Pelo contrário: a carta joga no colo de terceiros a solução para uma gestão ruim que vêm fracassando gradativamente ao longo de pelo menos 10 anos, não cobra posicionamento dos acionistas &#8211; <em><strong>ou alguém não sabe que a empresa é de capital fechado, de três donos apenas &#8211; Claudio, Fabio e Rosita Nielson &#8211; e que eles têm de colocar recursos próprios para que a Busscar reaja. </strong></em>A diretoria do Sindicato entende, e a sociedade também, que uma empresa privada é de responsabilidade dos seus donos, dos acionistas. Se eles não possuem recursos para salvar a Busscar, que busquem parceiros com recursos financeiros.</p>
<p>&#8220;O Sindicato dos Mecânicos não é administrador da empresa, mas tem compromisso e responsabilidade com os trabalhadores e trabalhadoras e seus direitos que não estão sendo respeitados pela empresa. Não podemos aceitar que os companheiros sejam tratados como joguetes, enganados. Nós falamos a verdade, já oferecemos nossas soluções, saídas. E não vamos compactuar com essa busca por culpados. Queremos e vamos continuar cobrando soluções dos acionistas, que paguem salários, FGTS, décimo-terceiro e coloquem a empresa para funcionar. Ou então deixem que outros administrem&#8221;, dispara o presidente João Bruggmann.</p>
<p><em><strong>Alertas aos trabalhadores<br />
</strong></em>Por fim a diretoria do Sindicato alerta para mais algumas questões. Primeiro à senadora Ideli Salvatti e ao deputado Claudio Vignatti: que o representante legal dos trabalhadores da categoria, e nisso se inclui da Busscar, é o Sindicato dos Mecânicos. E mais, que essa carta colocando a faca no pescoço deles e do presidente Lula, portanto, a verdade é que a empresa e algumas das suas chefias quer culpar alguém pela situação de quase falência.</p>
<p>Segundo, aos trabalhadores da Busscar e da categoria: o único representante legal, moral e juridicamente perante a lei é o Sindicato dos Mecânicos. Essa &#8220;representação&#8221;, ou &#8220;comissão&#8221; de trabalhadores da Busscar é apenas um grupo, quase todos, que ganharam cargos de chefia já na crise de 2003/2004, e que agora estão colocados para se fazer passar de representantes dos seus direitos. Não são, e não serão. &#8220;O Sindicato tentou, pediu, cobrou a implantação da comissão de fábrica, eleita, com estatuto e estabilidade para quem dela participasse, mas a empresa não aceitou. Não aceitou porque só quer pessoas que diga sim, digam amém ao que a diretoria, seus três acionistas, querem. Portanto, não existe comissão de fábrica legalizada. O Sindicato é o seu porto seguro, sempre&#8221;, destaca o presidente João Bruggmann aos trabalhadores da Busscar e da categoria mecânica.</p>
<p>Finalmente em terceiro lugar: O Sindicato dos Mecânicos vai continuar a trabalhar em defesa dos direitos dos trabalhadores da Busscar, pelo pagamento dos salários em dia &#8211; de abril não foi pago até agora &#8211; do décimo terceiro atrasado desde dezembro de 2009, das rescisões dos demitidos no PDV que também estão atrasadas, do FGTS, e para resguardar todos os direitos com garantias reais. Não existem outros culpados pela situação da empresa, existem três acionistas que devem assumir definitivamente suas responsabilidade jurídicas, morais e legais, mesmo que para isso seja preciso abrir mão de ações, patrimônio e orgulho, em favor de milhares de famílias joinvilenses.</p>
<p>&#8220;Já lutamos em 2003/2004 pelos empregos dos companheiros da Busscar, avalizamos a vinda dos R$ 30 milhões do BNDES liberados politicamente com a força do presidente Lula, já que a empresa não tinha condições técnicas para receber o financiamento. Agora desde o início de 2009 tentamos saídas, mas a empresa se fecha, cometendo erros após erros, colocando em risco milhares de empregos. Afinal, se a empresa realmente fechar, quem vai pagar os salários atrasados, rescisões atrasadas, FGTS atrasado, INSS? O grupo que se autodenomina &#8220;representantes dos trabalhadores&#8221;? Representar uma categoria é coisa séria, de alta responsabilidade, e é isso que o Sindicato dos Mecânicos faz e não deu procuração para ninguém fazer, especialmente na Busscar&#8221;, finaliza o presidente João Bruggmann.</p>
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		<title>Crise da Busscar: Empresa tenta reaproximação com Sindicato</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 19:54:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda sem solução para a grave crise em que está mergulhada a Busscar Ônibus, através do seu Diretor Claudio Nielson,  tenta agora uma reaproximação com o Sindicato dos Mecânicos. Em contato telefônico com o presidente João Bruggmann, o diretor informou que estão tentando marcar audiência em Brasília e que gostariam que o Sindicato acompanhasse a comitiva, caso a agenda seja marcada.</p>
<p>O contato tenta corrigir o equívoco provocado pela Busscar no tratamento com o Sindicato que representa os trabalhadores, ignorando o apelo para reuniões produtivas e diretas para que se definisse uma saída para a crise. O descaso com o Sindicato e seus trabalhadores resultou no cancelamento da reunião que teria a presença dos representantes do Ministério do Trabalho e Ministério Público do Trabalho, já que a empresa entende não ser importante e necessária a participação de entidades tão importantes na defesa dos direitos dos trabalhadores.</p>
<p>Para o presidente João Bruggmann, se houver a audiência e tiver objetivo definido, o Sindicato deve sim participar. &#8220;Nós temos a nossa opinião sobre essa crise, e ela se mantém igual. É preciso mudança na gestão da empresa, mas não é só da diretoria não, é preciso que seja geral em todos os níveis, além da participação dos trabalhadores, e todas as outras sugestões que demos. Não nos negaremos nunca a defender os trabalhadores e seus empregos, mas dentro de uma solução definitiva&#8221;, explicou Bruggmann.</p>
<p><em><strong>Convênios liberados</strong></em><br />
A empresa, ou seus representantes, tem tentado jogar os trabalhadores contra o Sindicato no caso do bloqueio dos convênios, medida que foi tomada diante da apropriação indébita da Busscar dos valores correspondentes aos gastos feitos pelos trabalhadores, descontados na folha de pagamento, mas não repassados ao Sindicato, que é quem paga todos os fornecedores de farmácias, supermercados e muito mais.</p>
<p>&#8220;Os convênios via Sindicato foi a única coisa que restou para os trabalhadores da Busscar, que já cortou Unimed, farmácia e outros benefícios. Mas a empresa se apropriou do dinheiro dos trabalhadores que foi descontado na folha de pagamento e não repassou a nós para que honrássemos os compromissos. Por isso foi feito o bloqueio, para evitar novos gastos que inviabilizam a administração do Sindicato e pressionar a empresa a efetuar o pagamento. Agora que foi feito, está tudo normalizado. Esperamos que a Busscar pague em dia e não se aproprie mais do dinheiro dos trabalhadores&#8221;, detalha o presidente João Bruggmann.</p>
<p><em><strong>Emails desrespeitosos</strong></em><br />
Outra atitude infantil e que pode acarretar processos judiciais são os emails desrespeitosos e com acusações falsas que estão sendo postados no site do Sindicato, certamente com orientação de alguns puxa-sacos que ajudam a afundar a Busscar na crise.</p>
<p>A maioria deles ataca pessoalmente o presidente João Bruggmann, e em outros o Sindicato, todos levianamente e com base em emails falsos facilmente obtidos na rede mundial de computadores. Esses emails e mensagens são todos rastreados pelo IP &#8211; endereço da máquina onde foram postados &#8211; e tem origem, quase todos eles, de dentro da empresa. Todas as medidas cabíveis para o caso serão tomadas nos próximos dias.</p>
<p>&#8220;Nosso papel é de defesa dos direitos dos trabalhadores. Não fosse a pressão do Sindicato com carro de som, entrevistas e outras ações, ninguém destes que nos atacam teriam recebido seus salários. Nada veio de graça, tudo depende da luta que travamos pelos empregos da Busscar, pelos direitos. E vamos continuar assim, mesmo que alguns teimem em defender o que é indefensável, a má-gestão que levou a empresa ao atual estágio&#8221;, dispara João Bruggmann.</p>
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		<title>Crise da Busscar: Sindicato recebe comissão de trabalhadores</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 18:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Após realizar manifestações diante da fábrica da Busscar na quinta-feira (12/11) e realizar inúmeras reuniões e contatos de bastidores, a diretoria do Sindicato dos Mecânicos recebeu na tarde desta segunda-feira &#8211; 16 de novembro &#8211; uma comissão de trabalhadores da empresa para conversar sobre os rumos a tomar sobre a crise na empresa.</p>
<p>O presidente João Bruggmann conduziu a reunião com a comissão formada por 13 trabalhadores, ouvindo o apelo de todos para o apoio do Sindicato ao grupo. Bruggmann anunciou o apoio à comissão provisória formada, observando que o objetivo final é a formalização de uma verdadeira Comissão de Fábrica como acontece a muitos anos no ABC paulista. &#8220;Lá funciona muito bem em todos os aspectos. Aqui os empresários pensam que somos inimigos&#8221;, explicou o Presidente.</p>
<p>Ainda sobre a crise da Busscar, Bruggmann lamentou a desinformação que alguns diretores da empresa tentaram espalhar aos trabalhadores, afirmando que o Sindicato quer a falência da empresa. Segundo ele, o Sindicato é o maior interessado na solução definitiva para a empresa por conta dos trabalhadores, que sofrem com a falta de informaçoes corretas, salários e direitos pagos em dia, e futuro mais claro.</p>
<p>&#8220;Quero reiterar que a nossa direção já atuou decisivamente na primeira crise (2003-4), sem o que não haveria mais Busscar hoje, e agora somos os maiores interessados em que a empresa saia do atoleiro. Já dissemos algumas saídas, agora temos essa comissão que deve ser respeitada, mas os diretores da Busscar tem de abrir a cabeça e dialogar conosco, que é o que sempre pedimos e nos esforçamos para ter&#8221;, explicou Bruggmann.</p>
<p>A empresa ainda não pagou os 50% restantes dos salários de outubro, que havia prometido quitar na sexta-feira (13), até o momento de fechamento desta nota. O Sindicato continua em alerta e conversando com todos as lideranças envolvidas em busca da saída que preserve direitos, empregos e salários</p>
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		<title>Busscar: Sindicato está atento à situação da empresa</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 17:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A imprensa já noticiou exaustivamente a situação financeira da Busscar, tradicional fabricante de carrocerias de ônibus sediada em Joinville, e principal empregador da categoria&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A imprensa já noticiou exaustivamente a situação financeira da Busscar, tradicional fabricante de carrocerias de ônibus sediada em Joinville, e principal empregador da categoria mecânica da região. Mas é preciso informar também a quem visita o site do Sindicato sobre a atenção que a diretoria do sindicato está dedicando ao assunto.</p>
<p>Segundo o presidente João Bruggmann, a direção está atenta e busca participar da solução para a crise financeira que novamente afetou a empresa. &#8220;Nós já vivenciamos essa situação em 2003 quando fomos fundamentais para que a empresa não fechasse as portas, conseguindo a vinda dos R$ 30 milhões do BNDES com o apoio de muita gente. Hoje a situação é diferente, até porque na época existia uma diretoria contratada. Hoje são os próprios acionistas que a comandam&#8221;, explica Bruggmann.</p>
<p>Atualmente a empresa encontra-se novamente quase paralisada, faltando recursos para honrar compromissos, inclusive com os convênios utilizados pelos trabalhadores via Sindicato e descontados em folha de pagamento. Segundo informações extra-oficiais, a empresa está buscando novos empréstimos via BNDES ou até um acordo com outras empresas e bancos. </p>
<p>&#8220;O fato é que o Sindicato está preocupado com a situação, está trabalhando para garantir os direitos dos trabalhadores, pronto para tomar as medidas e decisões necessárias para resguardar os companheiros e companheiras&#8221;, destaca o presidente João Bruggmann. A crise na Busscar é exclusiva da empresa, já que o mercado retomou o crescimento, está contratando novos trabalhadores, o que mostra que a crise financeira está deixando de ser um empecilho para o crescimento e desenvolvimento econômico brasileiro.</p>
<p>Qualquer mudança ou novidade na questão Busscar, o Sindicato comunicarã imediatamente.</p>
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