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	<title>Sindicato dos Mecânicos &#187; Pastoral da Terra</title>
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		<title>Trabalho escravo: Pastoral da Terra alerta para denúncias não fiscalizadas</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 21:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pastoral da Terra]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho escravo]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Pastoral da Terra (CPT) divulgou no final de fevereiro os resultados de sua Campanha de Combate ao Trabalho Escravo, relativos ao ano de 2009. Os dados referem-se a denúncias, casos registrados e libertações de trabalhadores submetidos a condições análogas à escravidão.</p>
<p>Dos 4.274 trabalhadores libertados no país no ano passado, 1.582 (37%) foram localizados na Região Sudeste &#8211; com destaque para o Rio de Janeiro, com 715 (16,7%) registros. São cerca de mil casos a mais do que os registrados em 2008, quando a região sudeste foi palco de 555 libertações &#8211; 10,5% do total daquele ano.</p>
<p>Para Xavier Plassat, frade dominicano e coordenador da campanha da CPT, os números relativos a 2009 se devem a dois fatores principais. Um deles, o chamado &#8220;efeito canavial&#8221;, deve-se ao grande número de trabalhadores libertos ao mesmo tempo nessas circunstâncias. &#8220;Quando a libertação se dá em um canavial, não são três ou quatro pessoas. São 200 ou 500 pessoas&#8221;, diz Xavier.</p>
<p>O outro efeito está ligado à maior abrangência das operações das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTEs). Isso gera, segundo o coordenador, &#8220;um empenho maior da fiscalização em regiões onde os fiscais não chegavam para averiguar a questão do trabalho escravo&#8221;.</p>
<p>Como ponto preocupante, Xavier destaca que algumas denúncias de trabalho escravo, em especial as colhidas na Região Norte, acabam não sendo devidamente averiguadas. Nessa Região, foram 113 denúncias oferecidas em 2009, e apenas 62 fiscalizações. &#8220;Praticamente uma em cada duas denúncias não foi fiscalizada&#8221;, diz Xavier. &#8220;Ou seja, aqueles prováveis escravos que a denúncia apontava não chegaram a entrar nas estatísticas porque ninguém foi lá para ver&#8221;.</p>
<p><em>Do Observatório Social</em></p>
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