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	<title>Sindicato dos Mecânicos &#187; pesquisa</title>
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		<title>Desemprego é maior em cidades com mais negros ou pardos</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 18:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa divulgada nesta segunda (7) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) apontou que o desemprego é maior em metrópoles com maior número de pessoas negras ou pardas. O estudo, coordenado pelo economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, dissociou a questão de escolaridade do desemprego, mostrando que a falta de trabalho tem relação com a cor, sem relação obrigatória com os anos de estudo. </p>
<p>“A gente sabe que a taxa de desemprego dos brancos é mais baixa do que dos outros grupos. Dado esse fato, quando se observa uma composição populacional majoritariamente branca, comparando com outros estados, como a Bahia, onde a participação de negros e pardos é muito mais elevada, isso acaba determinando o diferencial de desemprego entre essas duas regiões”. </p>
<p>Segundo dados da pesquisa, enquanto a taxa de desemprego em Salvador chegava a 14,2%, em Porto Alegre o desemprego era 6,8%. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad) de 2009, citada no trabalho, na Bahia 30% da população são formados por negros e 53% por pardos. No Rio Grande do Sul, os brancos são 80%, 7% são negros e 10,8% pardos. </p>
<p>Barbosa Filho ressaltou que o estudo não deixa claro se o maior desemprego entre negros e pardos pode estar associado à questão do racismo, o que demandaria outra pesquisa, para aprofundar a questão. Segundo ele, também deve se levar em conta as estruturas econômicas de cada região. </p>
<p>“Uma coisa que se percebeu no estudo é que, aparentemente, esse diferencial na taxa de desemprego explicada por raça não está diretamente relacionado somente à escolaridade, como se suspeitava. Quando se faz essa mesma análise separando por grau de escolaridade, isso explica muito menos a diferença de desemprego entre as regiões metropolitanas estudadas. O que implica que somente o investimento em educação não vai ser eficaz. Simplesmente universalizar a educação não vai solucionar o problema.” </p>
<p>A íntegra da pesquisa pode ser consultada no endereço <a href="http://www.fgv.br/ibre">www.fgv.br/ibre</a>.</p>
<p><em>Da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Mais de 50% dos entrevistados aprovam governo Dilma</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 18:42:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aprovação]]></category>
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		<category><![CDATA[Governo Dilma]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><em>Dados da Pesquisa CNI/Ibope mostram que aumentou de 48% para 51% o percentual de entrevistados que consideram o desempenho do governo Dilma Rousseff ótimo&#8230;</em></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dados da Pesquisa CNI/Ibope mostram que aumentou de 48% para 51% o percentual de entrevistados que consideram o desempenho do governo Dilma Rousseff ótimo ou bom</em></p>
<p> Além disso, conforme números divulgados nesta sexta-feira (30/9), a aprovação da presidenta aumentou quatro pontos percentuais, passando de 67% para 71%, de julho para setembro.</p>
<p> O percentual de eleitores que confiam no governo subiu de 65% para 68%. O Sul foi a região onde o governo foi mais bem avaliado (57%), no critério ótimo ou bom.</p>
<p> Três área de atuação do governo tiveram avaliação positiva: combate à fome e à pobreza, ações contra o desemprego e atividades em meio ambiente. Por outro lado, os impostos foram desaprovados por 66% dos entrevistados e a saúde, por 67%.</p>
<p> O percentual de eleitores que consideram o governo Dilma melhor que o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu de 11% para 15%. No entanto, 26% consideram o de Dilma pior.</p>
<p> A entrevista ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios, entre os dias 16 e 20 de setembro.</p>
<p>CNMCUT</p>
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		<title>49% da população aprova governo Dilma, diz Datafolha</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 20:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crise política]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Apesar  de enfrentar uma crise política, que culminou com a demissão do ministro Antonio Palocci, da Casa Civil, e do anunciado repique inflacionário dos&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar  de enfrentar uma crise política, que culminou com a demissão do ministro Antonio Palocci, da Casa Civil, e do anunciado repique inflacionário dos últimos meses, pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11) mostra que a aprovação do governo de Dilma Rousseff continua em alta. O estudo, realizado nos 9 e 10, mostra que 49% dos entrevistados consideram a presidenta ótima ou boa. Em março passado, quando foi feito o último levantamento, o percentual era de 47%.</p>
<p>Segundo o instituto, porém, a imagem pessoal da presidente foi afetada, de acordo com a pesquisa. Houve ainda uma piora generalizada nas expectativas com a economia, principalmente em relação à inflação. Além disso, o levantamento revela que a maioria dos brasileiros quer que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva opine nas decisões de Dilma.</p>
<p>A pesquisa ouviu 2.188 pessoas em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.</p>
<p><em>Da Rede Brasil Atual</em></p>
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		<title>Governo vai criar índice para medir desemprego real no país</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 17:55:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[taxa de emprego real]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse em entrevista à Agência Brasil que o governo precisa de uma “fotografia mensal” do emprego formal em todo o&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse em entrevista à Agência Brasil que o governo precisa de uma “fotografia mensal” do emprego formal em todo o país, para orientar as políticas públicas da área.</p>
<div id="content">
<p>Lupi disse que, para isso, o Ministério do Trabalho criará até o final do ano a Taxa de Emprego Real, que vai revelar esse cenário e contribuir para as decisões do governo relacionadas a seguro-desemprego e à qualificação do trabalhador, por exemplo.</p>
<p>A composição do novo índice, que ainda está em fase de estudo, vai considerar informações que já existem no banco de dados do ministério. Uma das fontes será o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), com informações sobre admissões e demissões, fornecidas, mensalmente, por mais de 7,3 milhões de empresas. A taxa também vai considerar dados das 3 mil agências de atendimento do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).</p>
<p>“Do cruzamento dessas informações vamos ter uma taxa de desemprego formal real, ou seja, vamos saber quem está procurando emprego, que tipo de emprego está faltando, qual emprego está surgindo, quem tem qualificação, onde está faltando qualificação e o que o trabalhador busca”, ressaltou o ministro.</p>
<p>Para Lupi, o novo índice não se chocará com a taxa de desocupação divulgada atualmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>“O IBGE trabalha com pesquisas e trabalhamos com dados da fotografia real de todo o Brasil. O IBGE trabalha com regiões metropolitanas. Esse dado [Taxa de Emprego Real] vai dar uma fotografia das 27 unidades da Federação”, destacou. “São questões diferentes, dados diferentes e momentos diferentes. Os dados do Caged e do Sine são do que acontece no mercado de trabalho”, ponderou Lupi.</p>
<p>O levantamento feito pelo IBGE – divulgado desde 1980 e que passou por uma revisão em 2002 para atender a orientações da Organização Internacional do Trabalho (OIT) – considera os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que é feita em seis regiões metropolitanas do país (Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Salvador e São Paulo). Essa taxa revela informações sobre mercado de trabalho em curto e médio prazos, comparando os resultados mês a mês e ao mesmo mês de anos anteriores.</p>
<p>O gerente da PME, Cimar Azeredo, disse que “hoje é visível a necessidade de um índice nacional”, por causa das mudanças ocorridas no país desde 1980, como a maior distribuição do emprego. “Você tem Manaus com força maior, o Centro-Oeste, que não tem nenhuma unidade de Federação incluída no índice”, exemplificou.</p>
<p>“Hoje a gente consegue ter dados uma vez por ano pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios [Pnad, pesquisa nacional que revela níveis de rendimento e ocupação e geração de postos com carteira de trabalho]. Mas não é uma pesquisa conjuntural”, disse ele, que é representante do IBGE no grupo formado pela OIT que reúnes cinco países em torno do debate sobre trabalho decente.</p>
<p>Azeredo, porém, lembra que o IBGE já indicou a intenção de ampliar o levantamento sobre a taxa de desocupação. O instituto vem desenvolvendo um estudo para tornar esse índice trimestral, com divulgação mensal sobre capitais, e com abrangência de todo o país, incluindo as áreas urbana e rural. Segundo ele, o projeto está sendo desenvolvido com a participação da sociedade, de acadêmicos e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e vai passar a oferecer um cenário nacional. Mas será mantida a característica que o levantamento já traz hoje, que é um cenário mais geral do mercado.</p>
<p>“O Caged, por exemplo, é uma pesquisa que só considera emprego registrado. No caso das pesquisas domiciliares, a gente atinge não só emprego com carteira assinada, mas emprego informal também, cuja parcela no país é bastante expressiva”.</p>
<p>“[Com a pesquisa domiciliar] eu pego tanto o rendimento daquela pessoa que trabalha numa barraca de praia, quanto de um empresário, de um funcionário público, de um policial ou jornalista. Essa é a grande vantagem da pesquisa domiciliar que tem uma penetração no cenário da ocupação de uma forma geral sem fazer restrições sobre o trabalho registrado ou não registrado”, completou Azeredo.</p>
<p><em>Da Agência Brasil</em></p>
</div>
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		<title>Pesquisa revela que eleitor prefere voto distrital puro e facultativo</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 14:08:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[eleitor]]></category>
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		<category><![CDATA[voto distrital]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Os eleitores brasileiros preferem votar diretamente no candidato a deputado ou vereador, sem considerar a votação do partido.  São 64% dos eleitores entrevistados em&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Os eleitores brasileiros preferem votar diretamente no candidato a deputado ou vereador, sem considerar a votação do partido.  São 64% dos eleitores entrevistados em pesquisa realizada pelo DataSenado que defendem o voto distrital, ou seja, preferem votar em candidatos que sejam de uma determinada região eleitoral.</p>
<p>A preferência pelo distrital puro foi o resultado manifestado em outras duas questões: 55% dos eleitores querem que sejam eleitos os candidatos mais votados e 83% querem que o voto seja dado diretamente ao candidato (e não em partidos ou listas pré-definidas).</p>
<p>Também é vontade de seis em cada dez eleitores que o voto no Brasil seja facultativo. E caso o voto deixe de ser obrigatório, 81% dos entrevistados afirmou que votaria mesmo assim.</p>
<p>O levantamento do DataSenado foi feito de 21 a 29 de março. No total, foram entrevistadas 797 pessoas nas capitais de todos os estados e o Distrito Federal. Os resultados foram publicados na semana em que é finalizado o trabalho da comissão especial para a reforma política no Senado.</p>
<p>O grupo definiu inicialmente o sistema proporcional com lista fechada e que o sufrágio permaneça obrigatório. Todos os pontos acordados pelos membros da comissão precisam ser levados a Plenário e, caso aprovados, serem aprovados também pela Câmara.</p>
<p>Mesmo com decisão divergente do resultado pesquisado com eleitores, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), garantiu que a vontade da sociedade será &#8220;levada em conta&#8221;. &#8220;A gente tem que levar em conta, evidentemente, o que está pensando o povo&#8221;, declarou.</p>
<h2>Financiamento e reeleição</h2>
<p>Sobre o financiamento de campanha, a maioria dos eleitores (48%) prefere que as eleições sejam financiadas apenas com dinheiro privado. A opção é seguida pelo financiamento público (32%) e pela combinação das duas modalidades (15%).</p>
<p>Para cargos eletivos no Executivo (prefeitos, governadores e presidente da República), a maioria (58%) quer manter o atual modelo de mandatos de quatro anos com direito a uma reeleição. A comissão vai recomendar o fim da reeleição e o aumento dos mandatos para cinco anos.</p>
<h2>Interesse na política</h2>
<p>A maioria dos entrevistados (79%) veem positivamente a possibilidade de reforma política e acreditam que as mudanças na legislação serão vantajosas para o país.</p>
<p>A pesquisa revela ainda que nove em cada dez eleitores ouvidos têm interesse em política em alguma medida, sendo que apenas 11% não querem saber do assunto. Na prática, 53% tem disposição média para acompanhar o tema. O mesmo percentual de entrevistados (18%) possuem alto e baixo interesse.</p>
<p>Os brasileiros ouvidos pelo DataSenado apontaram a televisão como a principal fonte de informação sobre política, opção indicada por 56% dos entrevistados. Jornais e revistas foram apontados por 20% dos entrevistados, e a internet, por 15% deles.</p>
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		<title>Pesquisa Vox Populi mostra Dilma com 51% das intenções de voto e Serra com 39%</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 12:34:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A poucos dias do segundo turno das eleições, a candidata do PT à Presidência Dilma Rousseff apresenta vantagem de 12 pontos em relação a&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A poucos dias do segundo turno das eleições, a candidata do PT à Presidência Dilma Rousseff apresenta vantagem de 12 pontos em relação a seu adversário, o tucano José Serra. Pesquisa Vox Populi/iG divulgada hoje (19) mostra que Dilma tem 51% das intenções de voto e Serra, 39%. Os votos brancos e nulos permaneceram em 6%, e os indecisos passaram de 6% para 4%.</p>
<p>A vantagem é maior do que a da última pesquisa, divulgada nos dias 10 e 11 de outubro. Há uma semana, Dilma tinha 48% e Serra, 40%. Uma diferença de 8 pontos.</p>
<p>A pesquisa mostra ainda que, ao se considerar apenas os votos válidos, a diferença entre os candidatos sobe de 8 para 14 pontos. Dilma tinha 54% e passou para 57%. Serra caiu de 46% para 43%. A margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual.</p>
<p>Na análise das regiões, Dilma Rousseff apresenta melhor desempenho no Nordeste: 65%, contra 28% de Serra. Ela ainda vence no Sudeste, região que concentra os dois maiores colégios eleitorais – São Paulo e Minas Gerais. Na Região, Dilma aparece com 47% das intenções de voto, contra 40% de Serra. O candidato tucano, por sua vez, vence na Região Sul: 50% contra 41% da candidata petista.</p>
<p>Foram ouvidos três mil eleitores entre os dias 15 e 17 de outubro. O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral é 36.193/10.</p>
<p><em>Agência Brasil</em></p>
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		<title>Avaliação positiva do governo bate recorde com 78,4%, diz Sensus</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 19:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A pesquisa do Instituto Sensus, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e divulgada nesta terça-feira (14), mostra um recorde na aprovação do governo&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisa do Instituto Sensus, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e divulgada nesta terça-feira (14), mostra um recorde na aprovação do governo e um ligeiro crescimento na avaliação pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No levantamento realizado entre 10 e 12 de setembro, a aprovação do governo atingiu inéditos 78,4% e o desempenho pessoal de Lula chegou a 81,4%.</p>
<p>Em agosto, a última rodada da pesquisa Sensus mostrava Lula com 80,5% e o governo com 77,5%. A melhor avaliação de Lula na série histórica do levantamento é de 84%, em janeiro de 2009. Já a aprovação do governo vem batendo recordes desde maio, quando chegou a 76,1%.</p>
<p>A avaliação positiva do governo e do presidente Lula são fatores apontados pelo Instituto Sensus para justificar o desempenho da candidata do PT, Dilma Rousseff, na disputa pela Presidência da República contra oposicionista José Serra (PSDB) e contra a candidata do PV, Marina Silva.</p>
<p>Entre 10 e 12 de setembro, foram ouvidos 2 mil entrevistados em 136 municípios de 24 estados. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Na última rodada, divulgada em 24 de agosto, Dilma tinha 46% contra 28,1% de Serra e Marina, 8,1%.<br />
<strong><br />
Denúncias<br />
</strong>A pesquisa realizada pelo Instituto Sensus já mediu a repercussão do caso da quebra de sigilos fiscais de integrantes do PSDB e de familiares do candidato José Serra. As recentes denúncias de tráfico de influência no governo envolvendo a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, não foram repercutidas no levantamento.</p>
<p><strong>Corrida eleitoral<br />
</strong>A pesquisa do Instituto Sensus sobre a corrida eleitoral para a sucessão do presidente Lula mostra a candidata do PT, Dilma Rousseff, com 50,5% das intenções de voto, 24,1 pontos percentuais à frente do candidato do PSDB, José Serra, que tem 26,4%. Marina Silva (PV) aparece com 8,9%.</p>
<p>Entre os demais candidatos, Zé Maria (PSTU) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) aparecem empatados, com 0,6%. Eymael (PSDC) tem 0,2% e Rui Pimenta (PCO), 0,1%. Levy Fidelix (PRTB) e Ivan Pinheiro (PCB) não pontuaram. Brancos e nulos somaram 3,5% e os entrevistados que não souberam ou não responderam totalizaram 9,1%.</p>
<p>Segundo o Instituto Sensus, considerando apenas os votos válidos da pesquisa, Dilma venceria a eleição no primeiro turno, com 57,8% dos votos contra 30,2% e 10,2%.</p>
<p><strong>Segundo turno<br />
</strong>Em um eventual segundo turno pesquisado pelo Instituto Sensus entre Dilma e Serra, a petista venceria com 55,5%. Serra teria 32,9% das intenções de votos. A pesquisa não simulou segundo turno envolvendo a candidata do PV, Marina Silva.</p>
<p>A pesquisa realizada pelo Instituto Sensus já mediu a repercussão do caso da quebra de sigilos fiscais de integrantes do PSDB e de familiares do candidato José Serra. As recentes denúncias de tráfico de influência no governo envolvendo a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, não foram repercutidas no levantamento.</p>
<p><strong>Rejeição<br />
</strong>Segundo o presidente da CNT, Clésio Andrade, os ataques proferidos por Serra contra a campanha petista no programa eleitoral de TV e rádio fizeram aumentar a rejeição do tucano para 41,3%. Em 24 de agosto, a rejeição de Serra era de 40,7%.</p>
<p>A rejeição de Dilma ficou em 29,4% dos entrevistados e de Marina, em 45%. Em agosto, a petista tinha 28,9% e a candidata do PV, 47,9%. A rejeição superior a 40%, segundo o Instituto Sensus, já inviabiliza a eleição do candidato. No caso de Marina, a alta rejeição é explicada pelo diretor do instituto, Ricardo Guedes, pelo conteúdo das propostas da candidata: “É a falta de consistência política nas propostas dela.”</p>
<p><strong>Voto definitivo<br />
</strong>Segundo a pesquisa Sensus, 72,7% dos entrevistados já definiram em quem votar nas eleições de outubro e não pretendem mudar de candidato “de jeito nenhum”. Ainda podem mudar totalizam 12,4% e ainda não definiram, 11,2%.</p>
<p>O Globo</p>
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		<title>Ibope: Dilma amplia para 11 pontos a vantagem sobre Serra</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 12:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dilma Roussef]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
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		<category><![CDATA[Serra]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>A candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, ampliou a vantagem e poderia ganhar a eleição para presidente da República já no primeiro turno. Segundo pesquisa Ibope divulgada na noite desta segunda-feira (16) pelo Jornal Nacional, da TV Globo, a candidata petista tem 51% das intenções de votos válidos.</p>
<p>Na simulação de primeiro turno, Dilma recebeu 43% das intenções de voto e está 11 pontos percentuais à frente do adversário José Serra (PSDB), que tem 32%. Já a candidata Marina Silva (PV) continuou com 8% da preferência do eleitorado.</p>
<p>As intenções de voto em Dilma subiram 4 pontos percentuais em relação à última pesquisa Ibope, divulgada no início de agosto, enquanto José Serra perdeu 2 pontos. Naquele levantamento, Dilma tinha 39% das intenções de voto e Serra, 34%.</p>
<p>Num eventual segundo turno, Dilma venceria a eleição com 48% dos votos dos eleitores contra 37% de Serra. O Ibope ouviu 2.506 pessoas entre os dias 12 e 15 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.<br />
<em><br />
Do PT Nacional e Ag. de Noticias</em></p>
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		<title>Alerta: IBGE não enviará e-mails pedindo informações para o Censo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 13:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Censo 2010]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não enviará e-mails ou correspondências com pedidos de informações para as residências que serão recenseadas, alertou&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não enviará e-mails ou correspondências com pedidos de informações para as residências que serão recenseadas, alertou nesta segunda-feira (2) o chefe da instituição no Paraná, Sinval Dias dos Santos.</p>
<p>&#8220;A pesquisa só é feita [de maneira] presencial, pelo recenseador devidamente credenciado ou por meio da internet. Neste caso, o morador recebe uma senha para acessar o site do IBGE e fazer a transmissão dos dados&#8221;, explicou.</p>
<p>Segundo ele, se os recenseadores forem a um domicílio várias vezes e não encontrarem ninguém, deixarão um aviso com o telefone do IBGE para contato e agendamento do local e horário para nova visita.</p>
<p>De acordo com Santos, é importante que as pessoas recebam bem os recenseadores e deem respostas corretas aos questionamentos feitos. &#8220;Por exemplo, quando a pessoa informa o tempo para percorrer o trajeto entre a casa e o trabalho estará ajudando a resolver o problema dos congestionamentos, uma característica dos grandes centros urbanos&#8221;, destacou. &#8220;[O censo] é a mais completa radiografia que um município pode ter.&#8221;</p>
<p>No Paraná , o Censo Demográfico Brasileiro 2010 envolve o trabalho de 11.162 recenseadores do IBGE, que visitarão 3,8 milhões de residências até o dia 31 de outubro. O censo começou no domingo (1º) em todo o país.</p>
<p><em>Da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Brasil precisa avançar na formação de pesquisadores das ciências do mar</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 17:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[SBPC]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A falta de pesquisadores em ciências do mar é um dos entraves para o desenvolvimento dos estudos nessa área no país, avaliam os participantes&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A falta de pesquisadores em ciências do mar é um dos entraves para o desenvolvimento dos estudos nessa área no país, avaliam os participantes da 62ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Natal.</p>
<p>Dados mostram que o número de pesquisadores dedicados às ciências do mar é reduzido em comparação a outros segmentos. De 1968 a 2008, 6.725 estudantes graduaram-se em cursos de ciências do mar, sendo 38,5% engenheiros de pesca e 33% oceanógrafos, de acordo com informações publicadas pela SBPC. Atualmente, o país dispõe de 38 cursos de graduação específicos para atividades no mar, porém 25 deles surgiram há menos de dez anos. Na pós-graduação, há 29 mestrados e 21 doutorados.</p>
<p>Para o oceanógrafo e professor da Universidade Federal do Ceará, Carlos Schettini, a carreira tem poucos atrativos de trabalho – o que afasta os universitários. “É preciso tornar a carreira acadêmica interessante. Dinheiro tem, o problema é que não tem gente”, disse.</p>
<p>O coordenador da reunião da SBPC, Aldo Malavasi, aponta o alto custo do trabalho de campo nos mares como outro obstáculo – e cita os gastos para compra e manutenção de um barco. “Nesses trabalhos, é necessário usar meios mais complexos e caros, como barcos. O deslocamento e a pesquisa de animais marinhos são mais complicados em comparação à uma excursão terrestre, onde você tem uma rede hoteleira, por exemplo”, disse à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>A comunidade científica espera um aumento no número de cursos e interessados no tema por conta da exploração do petróleo na camada pré-sal e das discussões sobre os efeitos das mudanças climáticas nos mares e oceanos.</p>
<p>Os pesquisadores cobram também a criação de um instituto governamental para a coleta e análise de dados a respeito do ambiente marinho.</p>
<p>Na abertura da reunião da SBPC, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, liberou R$ 30 milhões para a implantação de dois centros focados nas ciências do mar. Os recursos serão aplicados por meio de editais de propostas a serem lançados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</p>
<p><em>Da Ag. Brasil</em></p>
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