Eleições: Chapa Única recebe 97,7% dos votos dos associados

Publicado por Administrador 25 outubro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região já tem uma nova diretoria eleita para o período 2012/2016. Em votação realizada nos dias 20 e 21 de outubro (quinta e sexta-feira) com os associados aptos a participar das eleições sindicais, 97,7% dos votantes depositaram seu “sim” para a Chapa Única liderada pelo atual secretário Geral, Evangelista dos Santos, como Presidente.

A Comissão Eleitoral confirmou que o pleito foi tranqüilo durante os dois dias. O presidente João Bruggmann acompanhou de perto os trabalhos, até a apuração final que encerrou por volta das 19 horas no auditório do Sindicato dos Mecânicos no centro de Joinville. Para ele, o resultado mostra a aprovação à atual gestão que terá continuidade com renovação e ampliação da presença da base na categoria.

“Fico feliz de ver a receptividade e o apoio da categoria e dos nossos associados ao nosso trabalho, que é transparente e com grandes resultados para os companheiros. Tenho a certeza que o Evangelista vai dar continuidade à gestão, com inovações e avanços para todos. A categoria mecânica está de parabéns, e eu vou continuar firme e forte até o final do mandato deixando tudo pronto para a nova direção, da qual farei parte na secretaria de Finanças, com muito orgulho”, afirmou Bruggmann após cumprimentar o presidente eleito, Evangelista dos Santos.

João Bruggmann assumiu a direção em 1999 e recuperou a convenção coletiva, direitos sociais, ampliou serviços e convênios, investiu na comunicação social e enfrentou a crise da Busscar por duas ocasiões em 2003 e 2009/10 que está se arrastando até hoje, sem reduzir a qualidade dos serviços aos associados e dependentes.

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Sindicato marca eleições para 20 e 21 de outubro

Publicado por Administrador 20 setembro, 2011 (2) Comentários Imprimir

O processo eleitoral na categoria mecânica está valendo. Após correr o prazo determinado pelo Estatuto para inscrição de chapas para concorrer à direção do Sindicato, apenas a Chapa 1, da situação, foi inscrita para buscar o voto dos companheiros da categoria mecânica. As eleições acontecem nos dias 20 e 21 de outubro por convocação já feita pelo Sindicato.

Com o slogan “Renovando, avançando e conquistando” a Chapa 1 pretende continuar o trabalho realizado pela atual diretoria capitaneada por João Bruggmann. Os votos serão colhidos nas empresas– nos horários dos três turnos. A urna correrá as empresas colhendo os votos dos associados ao Sindicato, que são os que têm direito ao voto.

A categoria mecânica congrega cerca de 20 mil trabalhadores e trabalhadoras em aproximadamente 500 empresas em Joinville e região. O Sindicato dos Mecânicos é uma das mais importantes entidades representativas dos trabalhadores em todo o estado de Santa Catarina.

Estrutura
Sediado em Joinville, possui uma sub-sede em São Bento do Sul para atender ao Planalto Norte, e oferece uma excelente infraestrutura de atendimento aos cerca de três mil associados e dependentes, com inúmeros convênios em todas as áreas, médicos, dentistas, advogados, centro esportivo e recreativo, colônia de férias na praia, entre outros benefícios.

A Chapa 1 – Renovando, avançando e conquistando representa uma administração atuante, forte e determinada, que deixou o Sindicato em boa situação com bons resultados nas campanhas salariais, e investimentos em seu patrimônio.

Desde 1999, ano em que a direção assumiu o Sindicato, houve uma verdadeira revolução administrativa e de atuação junto à base dos trabalhadores. Foram recuperadas as cláusulas sociais, aumentos reais, e ainda foram enfrentadas várias crises, como da Busscar em 2003/2004 e da atual crise da empresa. Com muita habilidade e trabalho, o Sindicato mantém os direitos sendo respeitados.

Renovação
Sob o comando do atual presidente João Bruggmann, a aprovação da direção superou os 80% em pesquisa realizada. Para dar o novo salto de modernidade e  Da atual direção para a próxima a ser votada nas eleições de outubro na Chapa 1, houve uma renovação de 55% nos quadros diretivos.

O novo presidente será Evangelista dos Santos, atual secretário Geral do Sindicato. Ele é ligado à Metalúrgica Duque, onde entrou como operador de máquina há 21 anos. Pela primeira vez um trabalhador ligado à Duque comandará o Sindicato dos Mecânicos.

O atual presidente com mandato até março de 2012, João Bruggmann, será o secretário de Finanças da entidade, como registrado na Chapa 1. Para Bruggmann, que teve a iniciativa de deixar a Presidência para renovar e dar oportunidade aos mais novos, o Sindicato ficará ainda mais forte e sintonizado com o que a sociedade e trabalhadores esperam

“Se dependesse dos companheiros eu deveria ser reconduzido, mas entendi que se deve dar lugar e renovar. Vou para a secretaria de Finanças, mas ajudando e transferindo minha experiência ao Evangelista, grande companheiro que saberá continuar a boa gestão em nossa entidade”, declara.

Nessa nova direção haverá maior avanço na base, com vários diretores ligados à mais empresas da categoria, ampliando o espaço de luta e divulgação sobre os direitos dos trabalhadores. O novo mandato inicia em março de 2012.

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Redução da jornada pode gerar 2,2 milhões de novos postos

Publicado por Administrador 29 junho, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

As centrais sindicais CUT, CGTB, CTB, Força, NCST e UGT entregarão uma carta aos parlamentares no próximo dia 30, na Câmara Federal, em Brasília, sobre a importância da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem redução de salário. A manifestação tem início previsto para as 14 horas no auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados. Neste dia, a Comissão Especial que trata do tema irá votar o relatório favorável ao projeto, apresentado pelo deputado Vicentinho (PT-SP).

“Face aos desafios colocados pela crise econômica mundial e a urgente necessidade de defender os empregos e os salários dos trabalhadores e trabalhadoras, a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 393/2001 é imprescindível”, destaca o manifesto.

Na avaliação do presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores, Artur Henrique, “os lucros acumulados pelos setores econômicos, bem como as altas taxas de produtividade registradas nos últimos anos, criam larga margem para a redução da jornada e a proteção dos salários sem qualquer prejuízo para a competitividade ou perdas econômicas dos empregadores, como alegam alguns conservadores”.

Conforme estudos do economista Cássio Calvete, do Dieese, o impacto da medida no custo da mão-de-obra seria praticamente nulo: “a redução para 40 horas semanais aumentaria o custo da mão de obra em 2%, o que seria absorvido em apenas seis meses, frente ao ritmo de crescimento da produtividade”. Calvete lembra que uma possível redução do crescimento econômico não significa necessariamente queda da produtividade. Na década de 1990, conforme o próprio IBGE, houve grande desaceleração e, mesmo assim, a produtividade industrial cresceu a fortes taxas, em média 8% ao ano.

O secretário geral da CUT, Quintino Severo, ressalta que dados do Dieese apontam que a produtividade da indústria brasileira cresceu 150% em período de 15 anos compreendido até 2001, “o que já é um indicativo e tanto sobre o excedente de capital acumulado por este setor”.

Dados mais recentes levantados pelo IBGE, relativos ao período entre os anos 2000 e 2006, apontam em igual direção, registrando crescimento da produtividade industrial em 30%. Já em 2007, segundo o “Anuário dos Trabalhadores 2008″, publicado pelo Dieese, o crescimento da produção industrial brasileira foi de 6% em relação ao ano anterior, o que representa um outro indicador importante.

Para Quintino, é fundamental também mencionar que o custo da mão-de-obra industrial brasileira, por hora, é de US$ 4,9. Na Dinamarca, numa ponta, esse custo é de US$ 35,5. Na outra ponta, só o custo horário do trabalho industrial mexicano é menor do que o do Brasil, entre 19 países selecionados pelo mesmo “Anuário dos Trabalhadores”. No México, país que tristemente tem registrado deterioração das condições de vida da maioria de sua população, em especial por ter aderido quase cegamente ao receituário de Washington, esse custo é de US$ 2,8. “Não podemos nem imaginar algo parecido no Brasil”, rejeita Quintino.

O objetivo da CUT foi sempre foi o de gerar novos empregos e, com isso, distribuir um pouco melhor a renda e aumentar a participação do trabalho no PIB nacional. “O cálculo do Dieese é que a redução da jornada com a limitação das horas extras tem o potencial de gerar 2,2 milhões de novos postos de trabalho. Para isso, as horas extras deverão pagar 75% da hora normal – contra os 50% atuais – e não poderão exceder duas horas diárias, 30 horas mensais e 110 horas em seis meses. As novas regras cortam pela metade o número de horas extras permitido pela legislação atual.

Fonte: Observatório Social

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