Justiça Eleitoral restringe propaganda eleitoral em templo religioso

Publicado por Administrador 31 agosto, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

A Procuradoria Regional Eleitoral no Rio Grande do Norte (PRE-RN) proibiu a propaganda eleitoral, impressa ou verbal, em qualquer templo religioso do estado. Quem desrespeitar a regra esta sujeito à multa de R$ 8 mil.

Na recomendação, o procurador regional eleitoral Ronaldo Sérgio Chaves Fernandes determina, ainda, “a ampla divulgação a todos os membros de igrejas que sejam candidatos a cargos eletivos, para que adotem as medidas necessárias ao fiel cumprimento da legislação eleitoral vigente”, para evitar a punição por propaganda irregular. A declaração foi dada ao site UOL.

Caso a lei não seja cumprida, os representantes religiosos terão o prazo de cinco dias, a contar do recebimento da recomendação, para cumprir o que foi determinado pela legislação e evitar a aplicação da multa.

A interpretação da legislação eleitoral é de que propagandas fixadas em templos são ilegais. A Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral lembra que o comportamento do líder religioso deve levar em consideração também a ética, além da lei. O órgão entende que ensinar o fiel sobre o valor do voto consciente é uma coisa, mas “catequizá-lo” para eleger um determinado nome ou legenda é outra postura completamente diferente.

A coordenadora da Corregedoria do TRE da Paraíba, Valessa Egypto, ressaltou que a resolução de nº 23191 trata sobre a propaganda eleitoral no pleito de 2010. O documento faz observações, inclusive, com relação aos templos.

“Ela é clara quando determina que não pode haver a propaganda fixada. Mas também não existe no documento ressalvas com relação a um religioso emitir opinião em público sobre uma legenda ou candidato. Mesmo assim, a gente entende que esse tipo de comportamento não é ético. Afinal, estaria (o religioso) induzindo o fiel, utilizando-se da fé e do poder que ele tem para persuadir”, afirmou ao site Vitrine do Cariri, da Paraíba.

Rede Brasil Atual

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África do Sul quer aprender com Brasil modelo de gestão de programas sociais

Publicado por Administrador 25 agosto, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

Atendimento nas área social e de Previdência foram objeto de assinatura de memorando de entendimento entre os governos do Brasil e da África do Sul, nesta terça-feira (24). Segundo a vice-ministra do Desenvolvimento Social da África do Sul, Bathabile Dlamini, seu país desenvolve programas de segurança alimentar e de transferência de renda, “mas sem a organização desenvolvida pelo governo brasileiro”.

Dentre todos os setores, os programas sociais envolvem, na África do Sul, segundo Bathabile Dlamini, uma das maiores destinações do orçamento anual. Ela destacou que seu país “começou pela conquista da liberdade para o seu povo” e o objetivo, agora, é que os programas sociais deem cobertura a um grande contingente da população que está desempregada, a maioria na faixa etária entre 19 a 59 anos. A vice-ministra disse que o programa de distribuição de renda da África do Sul atende a 40 milhões de pessoas pobres.

A ministra do Desenvolvimento Social, Márcia Lopes, afirmou que a integração de trabalho dos diversos setores do governo, nos programas sociais, tem despertado a atenção de muitos países. Segundo ela, no Brasil, na área social, nada se resolve, “sem antes serem ouvidos os conselhos e os gestores nacionais de assistência social”, incluindo decisões que se referem à destinação de recursos.

Na assinatura da parceira com a África do Sul, o ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, disse que os dois ministérios seguem a orientação de colaborar com a inclusão social de outros países, também com o objetivo de globalizar a proteção previdenciária do trabalhador. Nesse sentido, ele informou que o Brasil vai firmar acordo previdenciário, em setembro, com os Estados Unidos, para o reconhecimento do tempo de serviço de trabalhadores brasileiros que vivem naquele país.

Rede Brasil

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Garotinho, deputado cassado e condenado por formação de quadrilha

Publicado por Administrador 25 agosto, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

O ex-governador do Rio Anthony Garotinho (PR), o ex-chefe de Polícia Civil e deputado estadual cassado, Álvaro Lins (PMDB), e mais oito pessoas foram condenadas pela 4ª Vara Federal Criminal no processo que comprovou a atuação de uma quadrilha que usava a estrutura da Polícia Civil para cometer uma série de crimes e facilitar negócios para o jogo do bicho.

Garotinho, que tenta se eleger deputado federal na eleição deste ano, foi considerado culpado de formação de quadrilha e sentenciado a uma pena de dois anos e seis meses de reclusão. Álvaro Lins foi condenado por formação de quadrilha armada, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Sua pena totaliza 28 anos, um mês e doze dias de prisão e multa.

O delegado Ricardo Hallack, que sucedeu Álvaro Lins no comando da Polícia Civil do Rio, também foi condenado por formação de quadrilha e corrupção passiva, com pena de sete anos e nove meses de prisão e multa. O juízo da 4ª Vara Federal Criminal ainda condenou o grupo de policiais que ficou conhecido como os “inhos”: Fábio Menezes de Leão, o Fabinho, que pegou quatro anos e meio de reclusão por corrupção passiva); e Mario Franklin Leite de Carvalho, o Marinho, condenado a 11 anos e três meses de prisão e multa, por formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de bem.

Completam a lista: Alcides Campos Sodré Ferreira: cinco anos e nove meses de prisão (corrupção passiva); Daniel Goulart: dois anos de reclusão (formação de quadrilha); Francis Bullos: quatro anos e meio de prisão e multa (lavagem de bem); Luciana Gouveia: três anos de reclusão e multa (lavagem de bem); Sissy Toledo de Macedo Bullos Lins: três anos e dez meses de prisão (lavagem de bem)

O processo resultou das investigações da Operação Gladiador, desencadeada pelo Ministério Público Federal do Rio e pela Polícia Federal, a partir da quebra de sigilo fiscal de Álvaro Lins e de investigações posteriores de documentos colhidos pela PF. A Justiça atestou a prática de crimes como facilitação de contrabando (a exploração de caça-níqueis pelo grupo do bicheiro Rogério Andrade não era reprimida) e corrupção ativa e passiva.

Todos os condenados podem recorrer.

Completam a lista: Alcides Campos Sodré Ferreira: cinco anos e nove meses de prisão (corrupção passiva); Daniel Goulart: dois anos de reclusão (formação de quadrilha); Francis Bullos: quatro anos e meio de prisão e multa (lavagem de bem); Luciana Gouveia: três anos de reclusão e multa (lavagem de bem); Sissy Toledo de Macedo Bullos Lins: três anos e dez meses de prisão (lavagem de bem)

O processo resultou das investigações da Operação Gladiador, desencadeada pelo Ministério Público Federal do Rio e pela Polícia Federal, a partir da quebra de sigilo fiscal de Álvaro Lins e de investigações posteriores de documentos colhidos pela PF. A Justiça atestou a prática de crimes como facilitação de contrabando (a exploração de caça-níqueis pelo grupo do bicheiro Rogério Andrade não era reprimida) e corrupção ativa e passiva.

Todos os condenados podem recorrer.

Estadão

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CNT/Sensus aponta Dilma com 55% dos votos válidos

Publicado por Administrador 24 agosto, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira mostra vitória da candidata Dilma Rousseff (PT) no primeiro turno na disputa pela Presidência da República. A candidata do PT recebeu 46% das intenções de votos na pesquisa estimulada, contra 28,1% para José Serra (PSDB) e 8,1% para Marina Silva (PV). A petista somou 55,3% dos votos válidos.

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Os demais candidatos, incluindo Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), não atingiram 1% das intenções de votos. Os indecisos e votos nulos/brancos somam 16,8%.

Na pesquisa espontânea, em que a lista de candidatos não é apresentada aos eleitores, Dilma também aparece em primeiro lugar com 37,2% das intenções de votos. Ela é seguida por Serra, com 21,2% e Marina Silva, com 6%. Os demais candidatos também não somaram 1% dos votos.

Num eventual segundo turno, Dilma venceria com 52,9% contra 34% de Serra. Nulos, brancos e indecisos somariam 13,2%.

A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 20 e 22 de agosto, com duas mil entrevistas em 136 municípios. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número 24.903/2010.

Pesquisa Datafolha divulgada no último sábado também mostrou vitória de Dilma no primeiro turno, com 47%, contra 30% de Serra. No levantamento anterior, feito entre os dias 9 e 12, a petista estava com 41% contra 33% do tucano.

Na última edição da pesquisa CNT/Sensus, divulgada dia 5 de agosto, Dilma apareceu 10 pontos percentuais à frente de Serra. Na ocasião, a petista a petista recebeu 41,6% das intenções de voto, enquanto o tucano ficou com 31,6%. Marina Silva (PV) apareceu em terceiro lugar, com 8,5% dos votos, enquanto Zé Maria (PSTU) tem 1,9% e Plínio Arruda (PSOL),1,7%. Outros candidatos mencionados na pesquisa não registraram 1% dos votos.

Com Folha de S. Paulo

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No JN, Dilma Rousseff (PT) mostra por que foi escolhida por Lula

Publicado por Administrador 11 agosto, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

A candidata Dilma Rousseff estreou, nesta segunda-feira (9), a rodada de entrevistas com os principais candidatos presidencias na bancada do principal telejornal da Globo, o Jornal Nacional, e se saiu muito bem. Confiante, elegante e bem treinada para dialogar com as câmeras e os entrevistadores.

Em recente entrevista à revista IstoÉ, o presidente Luis Inácio Lula da Silva disse que quando conheceu Dilma percebeu que estava diante de um “animal político não trabalhado”. Era um elogio. Hoje, após ver a performance da ministra na entrevista do Jornal Nacional, Lula certamente deve estar convencido de que agora está diante de uma “fera política trabalhada” e preparada para encarar o desafio de disputar e vencer a corrida presidencial.

O casal global Willian Bonner e Fátima Bernardes, no papel de entrevistadores, passaram menos segurança do que a entrevistada. Bonner chegou a ser grosseiro com Dilma em alguns momentos. Mesmo assim, a ex-ministra não perdeu a tranquilidade, nem deixou-se pegar em eventuais saias justas como a que Bonner tentou criar ao citar o apoio de “aliados incômodos” como Collor, Renan Calheiros e Jader Barbalho à candidatura petista.

Apesar de demorar um pouco para entrar propriamente no tema, Dilma conseguiu deixar claro que “a ampla aliança” que o presidente Lula construiu foi o que permitiu que se aprovassem medidas que possibilitaram o sucesso de seu governo.

“O PT percebeu que governar um país com a complexidade do Brasil implica necessariamente na capacidade de construir uma aliança ampla”, disse Dilma. A candidata ainda frisou que foram alianças onde os aliados é que se submetiam às diretrizes do governo e não o contrário.

O release do JN sobre a série de entrevistas já avisava que as sabatinas iriam abordar “pontos polêmicos de cada candidatura”. E Dilma pareceu preparada para encará-los. Mas apenas a pergunta sobre os aliados tratou de tema realmente polêmico, as demais serviram de gancho para Dilma expor as muitas realizações do governo Lula.

Ela respondeu a perguntas dos entrevistadores durante 12 minutos. A primeira pergunta feita por Bonner à candidata foi quase um presente para Dilma mostrar que, para além de sua “falta de experiência em eleições”, ela tem muita experiência administrativa acumulada.

A candidata mencionou todas funções públicas importantes que ocupou desde a Secretaria de Planejamento da prefeitura de Porto Alegre, até a chefia da Casa Civil da Presidência da República. “Eu considero que eu tenho experiência administrativa suficiente [para governar o país].

Mais do que isso, eu conheço o Brasil de ponta a ponta, conheço os problemas do governo brasileiro”, garantiu. E aproveitou para reafirmar sua ótima relação com o presidente Lula. “Fui o braço direito e esquerdo dele nesse processo de transformar o Brasil em um país diferente, que cresce, que distribui renda”, afirmou.

Dilma também marcou um golaço ao comparar sua fama de “durona” com uma mãe que busca ser firme com os filhos para que eles não se desviem. Apesar de ter sido neste momento que Bonner perdeu a compostura com a ex-ministra – a ponto de Fátima Bernardes ter que intervir na discussão – Dilma terminou sua fala sobre este tema passando a mensagem de pessoa “firme” que controla com rédias curtas os subordinados para que as coisas possam efetivamente acontecer. “Tem uma hora que você tem que cobrar resultado”, afirmou.

E aproveitou a pergunta para atacar seu principal adversário, José Serra (PSDB). “Você nunca vai ver o governo do presidente Lula tratando qualquer movimento social a cassetete”, numa referência às várias manifestações sindicais que foram duramente reprimidas pelo polícia paulista durante a gestão de Serra como governador de São Paulo.

Para além do destempero, Willian Bonner ainda mostrou desinformação quando tentou menosprezar o crescimento econômico do Brasil. Contrariando todos os indicadores que mostram que o Brasil está vivendo um de seus melhores momentos na economia, Bonner questionou Dilma sobre o porquê que o Brasil não cresce como os outros países emergentes e alguns países vizinhos.

O resultado da pergunta mal elaborada foi ter de ouvir de Dilma a reafirmação de que o Brasil está crescendo sim e que só não cresceu antes pois teve que arrumar a casa depois de pegar um país destruído economicamente pelo governo anterior.

No final, Dilma disse que pretende “dar continuidade ao governo do presidente Lula”. “Mas não é repetir, é avançar. Eu acredito que é a hora e a vez do Brasil”.

Repercussão
A repercussão mais imediata da entrevista ocorreu no Twitter, onde ficou clara a percepção de que a ex-ministra foi bem e que a nota negativa ficou para o casal de entrevistadores.

“Willian, Fátima, deixem a mulher responder e melhorem o nível das perguntas”; “O que foi essa entrevista da Dilma? Sério que a Globo não tem ninguém mais preparado que o casal Bonner pra fazer uma entrevista?”; “O q foi esse ataque à Dilma no JN? Bonner não deixava ela falar nada. Fora q não teve uma pergunta de verdade, só acusações.”, foram algumas das postagens feitas por internautas logo após a entrevista.

Até o blogueiro Ricardo Noblat, alinhado com a oposição, teve que reconhecer: “Dilma não foi mal” disse, e depois explicou: “Foram 8 perguntas. Dilma enrolou ao responder a 5. Mas fez isso com talento. Dominou a cena. Pareceu + à vontade q os entrevistadores”.

O presidente do PT, José Eduardo Dutra, também gostou do desempenho da candidata. “Excelente participacao da Dilma no JN. Firme, sem perder a calma, nem cair nas provocacoes. Quem dizia que ela nao aguenta pressao?”, disse o dirigente petista em seu perfil no Twitter.

O único escorregão da candidata foi ter confundido Baixada Santista com Baixada Fluminense. Mas depois ela se corrigiu. Porém, a correção não bastou para que muitos twitteiros pegassem no pé da candidata por causa disso, numa atitude típica de internautas, sem maiores consequências para a avaliação positiva da entrevista. Os termos “Willian Bonner”, “Fátima Bernardes”, “Dilma Rousseff” e “Baixada Santista” rapidamente ocuparam o “Top Trending Brasil” do Twitter.

De Agência DIAP

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Serra diz não ter propostas para geração de empregos

Publicado por Administrador 11 agosto, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

José Serra (PSDB), candidato à Presidência da República, afirmou não ter respostas prontas sobre políticas para geração de empregos. Durante o evento “Candidatos à Presidência falam aos empreendedores do Brasil”, promovido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o tucano prometeu reduzir a carga tributária e fez críticas ao sistema eleitoral.

Questionado por uma participante sobre a solução para o desemprego, o candidato não ofereceu saídas. “Se você me perguntar uma fórmula para isso, agora, não tenho, sinceramente. O que tenho é disposição para enfrentar”, declarou. Ele mencionou estratégias de treinamento técnico e qualificação como opções, mas recusou-se a entrar em detalhes.

Além de Serra, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e Marina Silva (PV) participaram do encontro. Dilma Rousseff (PT) declinou o convite e passou o dia no Rio de Janeiro, em campanha.

Apesar de o tema estar relacionado aos empresários, Serra dedicou-se a discutir o sistema eleitoral e a distribuição do horário eleitoral gratuito. Ele proôs que o voto distrital misto seja aplicado nas cidades onde possa haver segundo turno – as que contam com mais de 200 mil eleitores. Serra voltou a criticar o loteamento político de cargos no governo e reiterou a necessidade de se “estatizar órgãos governamentais”.

O tucano prometeu facilitar a abertura e fechamento de empresas e defendeu a adoção de programa análogo à Nota Fiscal Paulista, em nível federal, para combater a sonegação de impostos. Serra considera que a carga, atualmente estimada em 35% do Produto Interno Bruto (PIB), é ainda mais alta “para quem paga”. “A carga tributária é excessiva, e nesse sentido está uma diferença enorme entre mim e a Dilma. Ela diz que a carga tributária não é tão alta, porque compara com a Noruega, a Suécia. Mas temos de comparar com países em desenvolvimento”, criticou.

Sem apontar quando e como, Serra prometeu fazer esforços para garantir que a carga tributária cresça a um ritmo inferior ao da economia. “A gente tem de segurar os impostos quando a economia está crescendo”, calculou. Ele também criticou o fato de haver impostos sobre obras de saneamento básico, o que cria uma dificuldade a mais para ações no setor.

Da Rede Brasil Atual (Suzana Vier e Anselmo Massad)

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Dilma abre vantagem de 5 pontos sobre Serra, diz Ibope

Publicado por Administrador 3 agosto, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

A candidata do PT, Dilma Rousseff, lidera a corrida presidencial com cinco pontos à frente de José Serra (PSDB), aponta nova pesquisa Ibope divulgada na última sexta-feira (30) pela TV Globo.

De acordo com o levantamento, Dilma tem 39% das intenções de voto, enquanto Serra aparece com 34%. Marina Silva alcança 7%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Na pesquisa anterior do Ibope, Dilma e Serra estavam empatados com 36% e Marina tinha 8%. O Ibope desta sexta-feira confirma tendência apontada pelo instituto Vox Populi e divulgada na semana passada. Pelo Vox, Dilma aparecia com oito pontos de vantagem sobre Serra. A petista tinha 41% das intenções de voto, enquanto Serra aparecia com 33% e Marina com 8%.

O Datafolha do último sábado (1), no entanto, mostrou empate técnico em que Serra aparecia com 37% das intenções de voto contra 36% de Dilma. Marina tinha 10%. Em um eventual segundo turno, o Ibope divulgado nesta noite indica vitória de Dilma com 46%, enquanto Serra surge com 40%. Ela cresceu seis pontos e ele caiu três em relação ao levantamento anterior.

Para o levantamento, o Ibope fez 2.506 entrevistas em 174 cidades entre os dias 26 a 29 de julho.

Fonte: Brasil Econômico

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Vox Populi: Dilma abre 8 pontos sobre Serra no 1º e no 2º turnos

Publicado por Administrador 27 julho, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

A pesquisa eleitoral do Instituto Vox Populi, contratada e divulgada sexta-feira (23) pela Band e pelo Portal IG, mostra mais uma vez a liderança da candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff. Dessa vez, a petista tem 8 pontos percentuais de vantagem em relação ao segundo colocado, José Serra (PSDB).

O levantamento aponta Dilma com 41% das intenções de voto, contra 33% do tucano. Marina Silva, candidata do PV, tem 8%. Na sondagem anterior, divulgada no dia 29 de junho e que incluía 11 nomes, Dilma tinha 40% contra 35% de Serra e 8% de Marina.

O Vox Populi aponta ainda que os demais candidatos somam 1% da intenção de votos. Os votos brancos e nulos chegam a 4%. E 13% dos entrevistados disseram que ainda estão indecisos.

Esse foi o primeiro levantamento desde a oficialização das candidaturas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O instituto ouviu 3 mil eleitores nesta semana, e a margem de erro é de 1,8 ponto percentual.

Voto espontâneo
Na pesquisa espontânea, quando o entrevistado não recebe uma lista para escolher o candidato preferido, Dilma também lidera. A petista tem 28%, contra 21% do candidato do PSDB e 5% de Marina. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo sem estar concorrendo, tem 4% das intenções de voto.

A rejeição do candidato tucano também é a maior entre os concorrentes: 24%. A de Dilma é a menor e ficou em 17%.

Segundo turno
Numa possível disputa entre Dilma e o candidato tucano no segundo turno, a candidata do PT também venceria segundo o levantamento. Dilma teria 46% das intenções de voto e Serra apenas 38%.

A candidata que representa a continuidade do governo Lula tem o melhor desempenho na região Nordeste, onde abre 30 pontos de vantagem em relação ao concorrente da oposição (54% a 24%). O tucano só leva vantagem na região Sul, onde a pesquisa aponta uma vantagem de 4 pontos em relação à Dilma (39% a 35%).

Na região Sudeste, onde se concentra o maior eleitorado do país, há um empate técnico. O tucano tem 36% da intenção de votos, e Dilma está com 34%.

A petista lidera tanto entre os homens quanto entre as mulheres. Ela tem 43% das intenções do eleitorado masculino contra 34% de Serra e 7% de Marina. No eleitorado feminino, Dilma tem 38%, o tucano 32% e a verde 9%. Dilma também é a preferida em todas as faixas e níveis de ensino.

Da Fecesc

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Eleitorado cresce 8,5% e chega a 135,8 milhões

Publicado por Administrador 20 julho, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

O Tribunal Superior Eleitoral divulgou nesta terça-feira (20) dados consolidados sobre o eleitorado brasileiro que mostram que 135,8 milhões de eleitores estão aptos a votar nas eleições de outubro. O número é 8,5% maior que o da última eleição presidencial, de junho de 2006, quando o total de eleitores brasileiros era de 125,9 milhões. Os dados foram repassados ao TSE pelos tribunais regionais eleitorais (TREs).

O principal colégio eleitoral do país continua a ser o estado de São Paulo, com 22,3% do total de eleitores brasileiros –30,3 milhões de pessoas aptas a votar neste pleito–, seguido de Minas Gerais, com 14,5 milhões de eleitores (10,6% do eleitorado).

Em seguida, os estados com mais eleitores são o Rio de Janeiro (11,5 milhões de eleitores e 8,5% do eleitorado nacional), a Bahia (9,5 milhões e 7%) e o Rio Grande do Sul (8,1 milhões e 5,9%). O menor colégio eleitoral é Roraima –271,8 mil eleitores (0,2% do total).

A maioria do eleitorado brasileiro é composto de mulheres –51,8% das pessoas aptas a votar, ou 70,3 milhões de eleitoras. Os homens representam 65,2 milhões de votantes. Em 2006, o eleitorado feminino correspondia a 51,5% (64,8 milhões de votantes) e o masculino, a 48,3% (60,8 milhões).

Com 984,6 mil eleitoras (53,6% do total), o Distrito Federal é a unidade da federação com o maior proporção de mulheres votantes, seguido do Rio de Janeiro, com 6,1 milhões de eleitoras (53,2% do total).

Segundo o TSE, 200,3 mil eleitores devem votar no exterior. O voto para quem está fora do país vale apenas para os cargos de presidente e vice-presidente.

Segundo o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, o perfil básico do eleitor brasileiro são pessoas do sexo feminino com idade entre 25 a 34 anos. A maioria dos estados tem maior percentual de mulheres eleitoras, com exceção de Mato Grosso, Pará, Roraima e Rondônia.

“O aumento do eleitoral ele se estende em todos os outros números, como sessões, pontos de votação e de mesários convocados e tudo corresponderá a esse aumento”, afirmou Janino.

O assessor da Corregedoria-Geral Eleitoral do TSE, Sérgio Cardozo, afirmou que o aumento total do eleitorado brasileiro e a predominância feminina já eram esperados pela Justiça eleitoral.

“É difícil de estabelecer circunstância determinante da movimentação do eleitorado. De acordo com o padrão vegetativo do eleitorado, de uma eleição para outra, a média de crescimento é de 4%. Não apresentou-se surpresa em relação ao aumento e ao número maior de mulheres. Não há como explicar essa tendência de maior participação feminina, talvez interesse maior das mulheres ou fator genético do eleitorado”, afirmou o assessor do TSE.

Do G1

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Presidenciáveis irão debater propostas para a Amazônia

Publicado por Administrador 13 julho, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

A Amazônia será o tema principal de uma série de debates com os candidatos à Presidência da República que um grupo de empresas e organizações não governamentais promove. O candidato do P-SOL, Plínio Arruda Sampaio, será o primeiro a apresentar as suas ideias amanhã (13) às 16h, em Belém.

Os três principais candidatos da disputa presidencial já confirmaram participação. Marina Silva (PV) será ouvida em agosto. José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), em setembro.

A intenção dos organizadores do Fórum Amazônia Sustentável é conhecer as propostas dos presidenciáveis para o desenvolvimento do maior bioma do país, onde vivem 23 milhões de brasileiros. Entre os temas, estão questões como o combate ao desmatamento, estratégias de desenvolvimentismo sustentável para as populações tradicionais da região e o papel da floresta na política nacional de mudanças climáticas.

Os debates serão mediados pelo pesquisador do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Adalberto Veríssimo. Cada candidato terá duas horas para expôr o que considera os principais desafios da Amazônia, apresentar suas propostas para o desenvolvimento da região, responder a perguntas da plateia e fazer considerações finais.

Da Ag. Brasil

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