ProUni: inscrições abertas esta semana
Começam hoje e se estendem até sábado à meia noite as inscrições dos estudantes interessados em disputar uma das bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) para o segundo semestre.
Serão oferecidas pelo menos 60 mil bolsas, cerca de 40 mil integrais, com custeio de 100%, e outras 20 mil parciais, com o governo federal arcando com 50% dos custos.
Para se inscrever é preciso que o estudante tenha cursado todo o ensino médio em escola pública ou na rede particular na condição de bolsista. Além disso, o aluno deve ter nota superior a 400 na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), sem ter zerarado na redação. A nota do Enem será usada para o preenchimento das vagas.
As bolsas integrais são destinadas a alunos com renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio (R$ 765,00) e as parciais são para candidatos com renda familiar per capita até três salários mínimos (R$ 1.530,00).
Os candidatos podem escolher três opções de instituições de ensino, cursos ou turnos. As inscrições serão somente pela internet no endereço eletrônico: www.mec.gov.br.
ProUni já registra mais de 265 mil inscrições
Até as 18h de domingo, 7, o Ministério da Educação registrou mais de 265 mil inscrições no Programa Universidade para Todos (ProUni), que este ano oferece 165 mil bolsas integrais e parciais a estudantes de baixa renda em instituições particulares de educação superior, em todo o pais. O MEC registrou, neste segundo dia de inscrições, um novo recorde — foram 128.277 no primeiro dia.
No ano passado, foram distribuídas 160 mil bolsas integrais e parciais em 1,4 mil instituições de ensino. A expectativa para este ano é a de se superar a procura de 2009 — 600 mil inscrições. Desde a criação em 2005, o ProUni já atendeu 600 mil estudantes.
Para conseguir uma bolsa do ProUni, o candidato deve ter prestado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009, obtido a nota mínima de 400 pontos e comprovar renda familiar per capita máxima de três salários mínimos para bolsas parciais e um salário mínimo e meio para bolsas integrais.
As inscrições só podem ser feitas pela internet, na página eletrônica do ProUni, até as 23h59 (de Brasília) de quarta-feira, dia 10.
Fonte: MEC
MEC abre nova etapa de inscrições para o ProUni
Começou nesta segunda-feira (20) a segunda etapa de inscrições do Programa Universidade para Todos (ProUni). São oferecidas 49.157 bolsas para quem cursou todo o ensino médio em escola pública ou foi bolsista integral em escola particular, e para quem é portador de deficiência ou professor da educação básica nas redes municipal, estadual ou federal. A inscrição pode ser feita no site do programa.
É obrigatório ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2008 e ter obtido pelo menos 45 pontos na média das provas de redação e de conhecimentos gerais. Podem pedir a bolsa integral os estudantes que possuem renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio (R$ 697,50). A bolsa parcial, de 50% do valor da mensalidade, é destinada a estudantes que tenham renda familiar, por pessoa, de até três salários mínimos (R$ 1.395).
O prazo para requisitar uma das bolsas vai até a sexta-feira (24). A lista dos pré-selecionados será divulgada na terça-feira (28) e os alunos terão até o dia 12 de agosto para comprovar as informações prestadas ao Ministério da Educação (MEC).
O estudante pode escolher qualquer instituição de ensino superior que seja participante do ProUni. A lista de faculdades está disponível no site. Os professores podem se inscrever em bolsas de cursos de licenciatura, pedagogia ou normal superior, sem a necessidade de comprovar rendimentos.
Segundo o MEC, na primeira etapa deste semestre, que terminou no dia 5 de junho, foram oferecidas 91.227 bolsas. Neste ano, 156.416 vagas já foram disponibilizadas. Segundo o órgão, desde o início do programa, em 2005, foram ofertadas 247.643 bolsas.
Fonte: G1
ProUni abre inscrições para 91,2 mil bolsas em duas etapas
Podem concorrer às bolsas integrais os candidatos com renda familiar de até um salário mínimo e meio, R$ 697,50 por pessoa; e para as bolsas de 50% da mensalidade, estudantes com renda familiar de até três salários mínimos (R$ 1.395,00) por pessoa.
O estudante também precisa atender pelo menos um entre os seguintes critérios: ter cursado todo o ensino médio em escola pública; se em escola particular, na condição de bolsista integral; ser pessoa com deficiência; professor do quadro permanente da rede pública da educação básica. Os professores podem se inscrever para bolsas em cursos de licenciatura, pedagogia ou normal superior e não precisam comprovar rendimentos. Para concorrer, o estudante precisa ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2008.
A Portaria Normativa MEC nº 5, publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira, 26, informa que na inscrição o candidato deve escolher o tipo de bolsa (se integral ou parcial) e marcar até cinco opções de instituições de ensino, de cursos, de habilitações ou turno. Já os candidatos com deficiência ou que se autodeclararem indígenas, pardos ou pretos poderão optar por concorrer às bolsas destinadas às políticas afirmativas.
Novidades – O processo seletivo do ProUni para o segundo semestre traz novidades: tem duas etapas de inscrição de candidatos, o que significa dois processos seletivos independentes. As inscrições da primeira etapa vão de 27 de maio até as 21h de 5 de junho. Depois disso, o sistema do ProUni pré-seleciona e divulga os classificados em primeira e segunda chamadas. Todas as fases da primeira etapa serão concluídas em 15 de julho.
A segunda etapa de inscrição, para candidatos novos ou que ficaram fora da primeira etapa, vai de 20 a 24 de julho. Esta fase também terá duas chamadas e o processo termina em 14 de agosto. As informações para os candidatos e o calendário estão na página do ProUni, além do acesso à ficha de inscrição.
Resultados – Entre 2005 (primeira edição) e o primeiro semestre de 2009, o ProUni possibilitou a inclusão de 540 mil estudantes no ensino superior privado. No primeiro semestre de 2009, o programa ofereceu 156.416 novas bolsas de estudos, das quais 95.694 integrais e 60.722 parciais de 50% da mensalidade. Com as 91.227 bolsas ofertadas no segundo semestre, o ProUni soma este ano 247.643 bolsas.
ProUni faz taxa de alunos com emprego subir a 80%
Alunos recém-formados por meio do Programa Universidade para Todos (ProUni) estão saindo do ensino superior empregados e dizem que tanto a renda familiar como sua vida melhoraram após iniciar o curso. Essas são conclusões de pesquisa inédita realizada com 1,2 mil recém-formados. Uma das principais bandeiras do governo Lula usadas na campanha da reeleição em 2006, o ProUni começou a formar os primeiros estudantes em janeiro deste ano.
O levantamento, feito por telefone no mês passado pelo Instituto Ibope a pedido do Ministério da Educação, apontou que 80% dos entrevistados disseram estar saindo da universidade com emprego garantido. Esse índice era de 56% antes de os estudantes entrarem no programa. Além disso, 68% afirmaram que a renda familiar aumentou desde a entrada na faculdade, sendo que a maioria, 40%, diz que a melhoria foi pequena. Outros 28% afirmam que sua renda melhorou muito.
Diferenças
Há, no entanto, diferenças significativas entre as regiões pesquisadas. No Norte e Centro-Oeste – onde é registrada a menor oferta de cursos superiores no País – 36% informaram que sua renda aumentou muito. Já no Sul, 69% afirmaram que houve melhoria, mas apenas 23% disseram ter registrado um aumento significativo.
Criado em 2004, o ProUni selecionou sua primeira turma de beneficiados no ano seguinte. Estudantes que cursaram o ensino médio em escola pública e com renda familiar per capita de até 3 salários mínimos podem concorrer a bolsas integrais ou parciais em instituições particulares de ensino superior usando a nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As instituições filantrópicas concedem as bolsas para cumprir a exigência legal, já que elas têm isenção de impostos. As outras instituições particulares têm abatimento de alguns impostos federais em troca das bolsas.
A cada semestre são oferecidas entre 100 mil e 150 mil bolsas integrais e parciais. Atualmente, o programa atende cerca de 450 mil alunos. No início deste ano, cerca de 156 mil jovens formaram o primeiro grupo graduado totalmente dentro do ProUni.
Fonte: CNM/CUT
ProUni abre inscrições até o dia 12 de dezembro
O Ministério da Educação está, até 12 de dezembro, com as inscrições abertas para bolsas de estudo do Programa Universidade para Todos (ProUni). O processo seletivo permitirá o ingresso em cursos de instituições particulares de educação superior no primeiro semestre de 2009.
O ProUni oferece bolsas integrais e parciais de 50% da mensalidade. Podem se candidatar às integrais estudantes com renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio (R$ 622,15 em valores de hoje). As parciais destinam-se àqueles com renda familiar, por pessoa, de até três salários mínimos (R$ 1.245).
Os candidatos devem ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2008 e obtido, na prova objetiva e na redação, média de no mínimo 45 pontos. Precisam ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou, no caso de escola particular, na condição de bolsista integral. Mais informações na página eletrônica do ProUni.
Fonte: MEC
Política de Cotas e ProUni aumentam número de estudantes negros
O sistema de cotas sociais e raciais para ingresso nas universidades públicas e escolas técnicas não é regulamentado por nenhuma lei específica. As escolas, no entanto, têm plena autonomia para adotar esta política. Em 2003, a Universidade de Brasília e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro foram pioneiras na implantação de cotas raciais em seus vestibulares. E atualmente cerca de 60 instituições em todo País já implantaram diferentes modalidades de cotas.
“Acredito que com a formação de jovens pelo sistema de cotas e pelo ProUni, teremos condições de ter um debate massificado no que se refere às relações de trabalho. Evidentemente, um jovem que se forma engenheiro, advogado ou médico vai ingressar no mercado e não vai aceitar uma diferenciação salarial pelo fato de ser negro”, afirmou o ministro da Secretaria Especial de Políticas Públicas da Igualdade Racial (Seppir), Edson Santos.
ProUni – Em relação ao ProUni, o número de bolsistas declarados “pardos” e “negros” representam 45,39% do total. O Programa tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e seqüenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior. Criado pelo governo federal em 2004 e institucionalizado em 13 de janeiro de 2005, oferece, em contrapartida, isenção de alguns tributos àquelas instituições de ensino que fazem adesão ao Programa.
De acordo com a Seppir, a adoção de políticas desta natureza beneficia a sociedade brasileira como um todo, uma vez que cria igualdade de condições para todos os indivíduos. Estas ações também fortalecem os instrumentos para a extinção das práticas discriminatórias e propicia às pessoas o exercício pleno de seus direitos fundamentais. A Secretaria defende que a política de cotas seja adotada em caráter provisório, até que a participação dos negros na educação superior seja proporcional ao peso da população negra.
PNUD - Relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) de 2008 mostra que os negros no Brasil estão em desvantagem em relação aos brancos em itens como violência, renda, educação, saúde, emprego, habitação e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Em relação ao ensino superior, a proporção de brancos com curso universitário passou de 1,8% em 1960 (3% dos homens, 0,49% das mulheres) para 11,8% em 2000 (11,6% dos homens e 12% das mulheres). O percentual entre os negros subiu de 0,13% (0,21% dos homens e 0,04% das mulheres) para 2,9% (2,7% dos homens e 3,1% das mulheres) no mesmo período.
Cotistas e não-cotistas têm desempenho semelhante
Estudo realizado junto às instituições de ensino superior do Estado do Rio de Janeiro, que adotaram o sistema de cotas, demonstra que o coeficiente de rendimento médio dos alunos cotistas é tão bom quanto o dos demais alunos. Quanto à evasão escolar, o mesmo levantamento demonstra que as taxas de evasão são semelhantes. Relatório da Assessoria de
Diversidade e Apoio aos Cotistas (Adac), da Universidade de Brasília (UnB), também mostra que o desempenho acadêmico dos estudantes da instituição que entraram pelo sistema de cotas para negros é semelhante ao do sistema universal.
De acordo com o relatório, média dos cotistas da UnB é de 2,1 para as notas, em uma escala de 0 a 5. O número de trancamentos é de 0,3 e reprovações são duas por período. A nota média dos não-cotistas é de 2,3. Eles trancam em média uma disciplina ao longo do curso e 3,5 são reprovados por período. Deve-se considerar que o número de estudantes universalistas é muito maior que o de cotistas. “Não há separação entre os jovens cotistas e os não-cotistas. As relações são as melhores possíveis. Além disso, o rendimento desses jovens cotistas tem sido comprovadamente superior à média da universidade”, afirmou o ministro.
Do Em Questão