Busscar: BNDES diz o que Sindicato cobrava, mudança na gestão e recomeço

Publicado por Administrador 31 maio, 2010 (19) Comentários Imprimir

Mais uma semana inicia sem que os trabalhadores e trabalhadoras da Busscar recebam seus salários atrasados, sim existem pelo menos dois salários atrasados – de abril e décimo terceiro de 2009 – e os  demitidos pelo PDV recebam suas parcelas.

Na semana passada trabalhadores foram à Brasília tentar audiência com o Presidente, e ouviram do presidente do BNDES a receita que o Sindicato dos Mecânicos já oferecia aqui mesmo em Joinville: a mudança da gestão e direção, reestruturação financeira e administrativa e abertura para novos sócios para que dinheiro novo apareça e dê nova vida à Busscar, e assim, à manutenção dos empregos dos companheiros e companheiras.

“Para nós o caminho da verdade é o pagamento dos salários e direitos em dia, no bolso do trabalhador”, afirmou o presidente João Bruggmann em conversas com trabalhadores da empresa. Bruggmann também esteve em Brasília no dia 26 de maio para participar de reunião com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, convocada às pressas um dia antes no final da tarde. Junto com ele foram os dirigentes sindicais de base Marcos Joriatti e Nivaldo Senna, ambos da Busscar.

Transparência é fundamental
O Sindicato dos Mecânicos sempre manteve postura racional diante de cada fato que agravou a situação da empresa. A diretoria reiterou inúmeras vezes a sua prioridade principal, a manutenção dos direitos dos trabalhadores em dia, salários em dia, FGTS em dia, enfim, as responsabilidades da empresa com seus colaboradores que a trouxeram viva até aqui.

“Nunca vendemos, e não venderemos, ilusões aos trabalhadores como foi o caso do IPI e de que o BNDES não queria dar dinheiro para salvar empregos. O BNDES dá sim, mas diante de mudanças estruturais, da direção. E isso não é só o BNDES que quer, mas todos os credores e fornecedores, como consta de várias reportagens publicadas na imprensa”, explica Bruggmann.

Sociedade quer mudança para manter empregos
Não há quem seja contrário à sobrevivência da Busscar em Joinville. Mas há uma quase unanimidade de que a mudança da diretoria, entrada de novos sócios com capital para fazer girar o negócio e o retorno da credibilidade é o primeiro passo para sua recuperação. 

Qquem deve capitanear esse novo momento deverá ser o BNDES, e os novos sócios poderiam ser os próprios bancos credores, como o Sindicato já sugeriu, haja vista que recolheram muitos juros sobre os empréstimos, e nada mais justo e viável que venham agora a assumir o problema.

Nas matérias publicadas no Jornal A Notícia e Notícias do Dia, empresários, fornecedores e até entidades empresariais respeitadas como Acij e Ajorpeme tem a mesma visão, mesmo que as coloquem de forma comedida. Enquanto a formação e convocação da Comissão formada por Sindicato, trabalhadores, bancos e outros não for iniciada, o Sindicato vai continuar cobrando os salários atrasados, direitos fundamentais para que os trabalhadores da Busscar retomem sua dignidade.

Para a diretoria, o Sindicato vai sempre estar pronto a atender os trabalhadores na luta pelos seus direitos, em qualquer momento. Estará aberto a tudo o que for necessário para defender os direitos dos trabalhadores de forma serena e responsável.

“Enquanto as ilusões campeiam por ai, existem milhares de trabalhadores que estão sem luz e água, que foram cortados. Que não tem comida para por na mesa e tem de se humilhar e pedir porque seus salários ainda não foram pagos. Existe uma situação seríssima, grave socialmente falando, que precisa de solução urgente. Vamos continuar cobrando uma solução definitiva para a Busscar, mas que o que ela deve seja pago urgentemente! São pais de famílias que não tem como manter suas casas”, critica o presidente João Bruggmann.

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Campanha Salarial: Em São Bento do Sul assembleia aprova 6%

Publicado por Administrador 4 maio, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

Os trabalhadores e trabalhadoras da categoria reunidos em São Bento do Sul no último sábado – 1º. De Maio – também aprovaram o índice de 6% conquistado na mesa de negociações, e o Piso Único de R$ 680,00 que vai alavancar a base de salários, impulsionando também a massa salarial no planalto norte para cima.

O Sindicato mantém uma sub-sede em São Bento do Sul para apoiar as ações sindicais, organizar convênios e atender as demandas jurídicas e sociais dos trabalhadores. “Os companheiros precisam saber é que nada vem de graça, mesmo esse aumento foi conquistado nas negociações, os patrões não dão nada de graça. Por isso é importante o envolvimento cada vez maior, porque quanto mais força mostrarmos, mais aumento podemos conquistar”, explica o presidente João Bruggmann.

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Campanha Salarial: Assembleia aprova 6% e Piso Único de R$ 685,00

Publicado por Administrador 26 abril, 2010 (1) Comentário Imprimir

Os trabalhadores da categoria mecânica de Joinville e Região aprovaram em assembleia geral realizada no sábado (24) pela manha no Centro Esportivo do Sindicato a contraproposta patronal de 6% de aumento salarial – 0,7 ponto percentual sobre a inflação entre abril/2009 e março/2010. O índice têm de ser aplicado nas folhas de pagamento de abril que serão pagas até o quinto dia útil de maio.

Outro avanço conquistado pela categoria foi o Piso Único no valor de R$ 685,00, uma conquista importante para uma grande massa de trabalhadores que antes recebiam na contratação o valor de R$ 511,00, ou ainda R$ 630,00 após a experiência. “Arrancamos um reajuste significativo para os trabalhadores, já que elevamos em 34,2% o Piso, que agora é único, e 8,8% aproximadamente se levarmos em conta o Piso que existia após a experiência. Esse avanço vai possibilitar reflexos fortes em todos os salários da categoria, pois eleva o nível em todos os sentidos”, destaca o presidente do Sindicato, Joao Bruggmann. O Piso Estadual de Salários aprovado em 2009 e já em vigor determina um Piso de R$ 679,00 para a categoria.

As demais cláusulas sociais permanecem todas, inclusive a Pré-Aposentadoria, que é um benefício obrigatório de estabilidade no emprego para quem tem 10 anos na empresa e está a dois anos de se aposentar. Outras categorias que estão em negociação coletiva no momento ainda não conseguiram avançar no índice de aumento salarial e também no Piso.

“Não é o que merecemos e o que queríamos, mas é um passo importante na medida em que a participação dos companheiros nas assembleias e negociações tem sido baixa. Quanto menos mobilizados, perdemos força na mesa de negociações. Mas o importante é que o Sindicato continua a lutar por mais e melhores salários e benefícios para a categoria. Agora vamos nos concentrar na negociação coletiva em São Bento do Sul que está emperrada”, finaliza João Bruggmann.

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Salário médio de admissão alcança o valor de R$ 816

Publicado por Administrador 19 abril, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

No primeiro trimestre de 2010, os salários médios de admissão, tiveram um aumento real de 4,37%, em relação ao mesmo período de 2009. O salário passou de R$ 782,53 para R$ 816,70. Na comparação entre o primeiro trimestre de 2003 e o primeiro trimestre de 2010, os salários médios de admissão registraram um aumento real de 28,53%, oriundo de aumentos generalizados.

São Paulo foi a Unidade da Federação que apresentou o maior salário médio de admissão, que foi de R$ 937,92. Seguidos por Rio de Janeiro (R$ 902,27), Distrito Federal (R$ 837,43), Santa Catarina (R$ 780,11) e Espírito Santo (R$ 773,23).

Houve uma elevação quase generalizada dos salários de admissão entre as Unidades da Federação. Os estados que mais se destacaram com as maiores taxas de aumento foram Piauí, com o aumento de 13,69%, Rondônia, com 10,84%, Alagoas, com 10,83%, Sergipe, com 10,74%, e Roraima, com 10,32%.

O salário de admissão dos homens teve um aumento de 4,50%, passando de R$ 813,47 no primeiro trimestre de 2009, para R$ 850,07 no mesmo período de 2010. Já o das mulheres teve aumento de 3,79%, passando de R$ 725,49 para R$ 752,98. O Nordeste é a região em que há um maior equilíbrio entre os salários feminino e masculino, equivalendo a 93%, ante uma média nacional de 89%.

Com relação ao grau de instrução, os dados apontam aumentos reais em todos os níveis para homens e mulheres. Foi constatado que dentre pessoas que cursaram até o quinto ano do ensino fundamental, os homens tiveram ganhos reais maiores que as mulheres. Para pessoas com ensino médio incompleto, houve praticamente o mesmo percentual de aumento entre os dois gêneros. Já para as mulheres com níveis de escolaridade mais elevados, foram registrados ganhos reais maiores que os obtidos pelos homens.

Dentre os trabalhadores com grau de instrução superior incompleto e superior completo, nos quais predominam as mulheres, é onde se observa a menor diferença entre os salários femininos e masculino. O salário médio de admissão dos trabalhadores que possuem educação superior completa foi de R$ 2.007,65, o que permite concluir que trabalhadores com maior grau de instrução obtêm maiores remunerações.

Com relação aos setores, a atividade econômica que obteve maior aumento nos salários de admissão foi a Extrativa Mineral com percentual de 18,22%. Em seguida ficaram as Instituições Financeiras (9,32%) e os Serviços Industriais de Utilidade Pública (7,27%).

As mulheres vêm se destacando cada vez mais em atividades onde predominam os homens. O salário médio de admissão das mulheres foi superior ao recebido pelos homens nos seguintes setores: Extrativismo Mineral (16,88%), Indústria de Produtos Minerais Não-Metálicos (5,53%), Serviços Industriais de Utilidade Pública (16,05%) e Construção Civil (10,04%).

Do MTE

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Campanha Salarial avança em Joinville

Publicado por Administrador 13 abril, 2010 (2) Comentários Imprimir

Após pressão diante das fábricas com carro de som explicando aos trabalhadores o atraso nas negociações, o sindicato patronal da categoria mecânica compareceu à reunião agendada na Gerência Regional do Trabalho de Joinville e finalmente apresentou sua contraproposta: INPC apenas e um piso único no valor de R$ 680,00. A proposta já foi rejeitada pelo Sindicato dos Mecânicos, que pede desde fevereiro um aumento de 10% e um piso único de R$ 800,00.

Nova rodada de negociações está agendada para sexta-feira (16/4) a partir das 16 horas na sede do patronal. “Acredito que podemos avançar bastante já na sexta-feira, basta o patronal apresentar uma proposta adequada com ganhos reais significativos”, revela o presidente João Bruggmann.

Em São Bento do Sul ainda não houve uma contraproposta do sindicato patronal até o momento. Há uma pré-agenda de reunião para sexta-feira (16) pela manhã. Já no segmento das retíficas e reparação de veículos o descaso continua gritante. “Vamos partir para a pressão nas mecânicas caso a direção do patronal não respeite seus trabalhadores”, afirma Bruggmann.

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Campanha Salarial 2010/2011 – São Bento vai à mesa, Joinville não!

Publicado por Administrador 5 abril, 2010 (2) Comentários Imprimir

A mobilização e pressão do Sindicato para o início das negociações surtiu efeito em São Bento do Sul, onde a primeira reunião acontece nesta terça-feira (6/4) a partir das 11 horas. Em Joinville o desrespeito e pouco caso continuam, pois o patronal sequer retornou contatos para o início das negociações.

A data-base foi prorrogada até 30 de abril por conta do atraso das negociações. Segundo o Dieese/SC, a inflação medida desde abril de 2009 já chegou a 4,77%, e o Sindicato dos Mecânicos pede 10% de aumento e piso salarial único de R$ 800,00.

“Em São Bento tenho a convicção que conseguiremos um bom acordo em poucos dias. Já em Joinville eu também imaginei que consolidaria uma negociação positiva, de gente grande, mas sequer iniciar conversas conseguimos. Por isso estamos com roteiros de carros de som nas fábricas e se não sentarem à mesa ainda nesta semana, vamos até o Ministério do Trabalho para defender nossos direitos”, destaca o presidente João Bruggmann.

Hoje a diretoria esteve em frente à Metalúrgica Duque, e a mobilização em favor da Campanha Salarial 2009/2010 segue à frente em empresas como RW Metal, Cid, Sercald e empresas sediadas inclusive na região de Pirabeiraba.

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Assembleia aprova pauta com pedido de 10% de aumento nos salários

Publicado por Administrador 3 março, 2010 Nenhum Comentário Imprimir

O Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região já protocolou junto ao sindicato patronal a pauta de reivindicações da categoria para o período 2010/2011 aprovada em assembleia geral dos trabalhadores e trabalhadoras no sábado – 27 de fevereiro. Tanto em Joinville como em São Bento do Sul a luta é a mesma: 10% de aumento nos salários e piso único de R$ 800,00, além da redução da jornada para 40 horas semanais, licença-maternidade de seis meses, entre outras reivindicações sociais.

Segundo o presidente João Bruggmann, a disposição do Sindicato é acertar a nova convenção coletiva o mais breve possível. “Não há porque demorar a negociação, afinal já sabemos que os lucros foram enormes, temos o índice de inflação aproximado, e até o TRT já indica que os pisos devem seguir o que diz a lei estadual, no mínimo. Portanto, para que adiar uma boa notícia para os trabalhadores que dão tanto do seu talento e força para o desenvolvimento das empresas, da cidade, estado e pais?”, diz Bruggmann.

A primeira reunião de negociação com o patronal ainda não foi marcada porque a diretoria deles está em viagem para Angola, na África.

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Redução da Jornada: Comissão deve votar parecer nesta terça (30)

Publicado por Administrador 29 junho, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

A comissão especial que analisa a proposta de emenda à Constituição (PEC 231/95) da redução da jornada de trabalho, marcou para esta terça-feira (30) a discussão e votação do parecer do relator, deputado Vicentinho (PT-SP).

A PEC prevê a redução da carga máxima de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais e aumenta o valor da hora extra de 50% para, no mínimo, 75% do valor da hora normal. A expectativa do relator, deputado Vicentinho é de que haja “presença maciça” dos trabalhadores na votação da proposta.

“Já li parte do relatório e o voto será lido nesta terça-feira (30), quando deveremos votar. No texto me posiciono a favor da redução da jornada que, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), permitirá a criação de 2,5 milhões de empregos. Além disso, a redução é importante para a melhorar a saúde do trabalhador, diminuir os acidentes de trabalho e estimular que o funcionário possa fazer cursos de aprimoramento”, disse Vicentinho.

Carta – Também na próxima terça-feira, as centrais sindicais CUT, CGTB, CTB, Força, NCST e UGT entregam uma carta aos parlamentares sobre a importância da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem redução de salário. Depois de aprovada na comissão especial a matéria seguirá para análise do plenário da Câmara, onde será votada em dois turnos.

Fonte: Ag. Câmara

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Assembléia aprova proposta de 6% de aumento salarial

Publicado por Administrador 28 maio, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

Reunidos em assembléia geral no sábado – 23 de maio – cerca de 200 trabalhadores e trabalhadoras da categoria aprovaram a contraproposta patronal de 6% sobre os salários de maio, além do aumento dos pisos salariais que ficaram assim: empresas com até 60 funcionários, o piso passa de R$ 465,00 para R$ 510,40, um reajuste de 9,82%; e nas empresas acima de 60 trabalhadores o piso subiu de R$ 590,00 para R$ 630,00, representando 6,80% de elevação. As demais cláusulas sociais permanecem inalteradas.

Desta vez a assembléia teve maior participação ativa dos trabalhadores, que questionaram a postura das empresas em relação a proposta de aumento salarial, negando aumento real e melhores cláusulas sociais, e se colocando mais a disposição para fortalecer a luta do Sindicato. “Penso que a categoria começa a reagir para a luta sindical, que não é uma causa nossa, dos dirigentes sindicais, mas sim uma causa dos trabalhadores e suas famílias. Sem união, nossas dificuldades aumentam”, destacou o presidente João Bruggmann.

A data-base da categoria é 1o. de abril, e a proposta inicial do Sindicato, aprovada em assembléia geral, era de inflação do INPC do período mais 6 pontos percentuais de ganho real. O resultado ficou pouco acima da inflação, dadas as atuais circunstâncias da crise financeira internacional que dificultou as negociações. “Não é o que queriamos, mas conseguimos repor inflação e um pouco a mais de ganho real. Diferente de outros casos na cidade que reduziram salários e jornada, prejudicando o poder de compra da categoria. Agora é seguir em frente na luta”, explicou Bruggmann.

Nos próximos dias a convenção coletiva estará disponibilizada no site do Sindicato.

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Assembléia Geral aprova 6% de aumento salarial em São Bento do Sul

Publicado por Administrador 18 maio, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

Reunidos em assembléia geral no último sábado – 16 de maio – às 14 horas na sede do Sindicato dos Moveleiros de São Bento do Sul, os trabalhadores e trabalhadoras da categoria mecânica decidiram aceitar a contraproposta patronal apresentada à direção do Sindicato, que foi de 6%. Esse aumento salarial vale a partir de 1o. de abril, ou seja, deverá ser pago ao trabalhador, em caso de ainda não ter sido efetuado nenhum adiantamento na folha de abril. As demais cláusulas sociais não sofreram alteração, já que ainda atendem aos desejos da categoria na região do planalto norte.

Para o presidente João Bruggmann, que conduziu as negociações e comandou a assembléia geral, o resultado não foi o pretendido pelo Sindicato, mas recupera perdas com a inflação, mantendo o poder de compra dos trabalhadores e trabalhadoras. “As negociações foram difíceis até pelo momento que vive o planalto norte em sua economia já que é quase que totalmente atrelada ao dólar e setor moveleiro. O patronal de São Bento do Sul negocia duro, mas entende e trata melhor os seus trabalhadores. Penso que podemos evoluir nas próximas negociações salariais. Vamos continuar a luta”, destacou Bruggmann.

Nos próximos dias a convenção coletiva estará disponível no site do Sindicato para todos os interessados poder baixar e organizar suas questões legais.

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