Superávit comercial chega a US$ 23 bi, 81,4% maior que em 2010

Publicado por Administrador 3 outubro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O superávit comercial, exportações maiores que importações, de janeiro a setembro deste ano, chegou a US$ 23,034 bilhões, crescimento de 81,4% em relação ao mesmo período de 2010 (US$ 12,695 bilhões). As informações, divulgadas hoje (3), são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

No acumulado até setembro, com 189 dias úteis, as exportações chegaram a US$ 190 bilhões (média diária de US$ 1,005 bilhão) e as importações ficaram em US$ 166,966 bilhões (média de US$ 883,4 bilhão). Pelo critério da média por dia útil, o superávit comercial ficou em US$ 121,9 milhões, crescimento de 80,5% em relação ao ano passado (US$ 67,5 milhões).

Na última semana de setembro, as importações desaceleraram e o saldo comercial voltou a ficar positivo (US$ 1,126 bilhão), após fechar a quarta semana com déficit de US$ 584 milhões.

Em setembro, as exportações chegaram a US$ 23,286 bilhões, com média por dia útil de US$ 1,108 bilhão. As importações ficaram em US$ 20,212 bilhões, com média por dia útil de US$ 962,5 milhões. Com isso, o superávit comercial ficou em US$ 3,074 bilhões, ante US$ 1,078 bilhão registrado em igual período do ano passado.

Da Ag. Brasil

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CUT é contra decisão de aumentar superávit contra crise

Publicado por Administrador 30 agosto, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O governo decidiu aumentar o superávit primário – economia que o governo faz para pagar os juros da dívida – para conter os efeitos da crise econômica mundial e permitir a redução dos juros. Para o governo, as medidas de aperto fiscal ajudam o Banco Central a iniciar mais rapidamente a redução da taxa básica de juros.

O anúncio foi feito pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Fazenda Guido Mantega, na manhã desta segunda-feira (29) para representantes da CUT e das demais centrais sindicais. Dilma disse aos sindicalistas que a decisão é necessária para que o governo possa enfrentar a crise sem abrir mão dos investimentos sociais.

Para o presidente da CUT, Artur Henrique, “essa decisão vai contra a visão da CUT de que é preciso fortalecer o mercado interno e manter as políticas públicas e sociais”. Durante a reunião, Artur, deixou claro que a central não concorda com o aumento do superávit e alertou que a manutenção das políticas públicas e sociais depende fundamentalmente do papel do Estado. Segundo ele, o governo quis dar um sinal de austeridade fiscal ao mercado como se, com isso, a redução da taxa de juros fosse automática.  

“A presidenta acha que as medidas criam as condições para diminuir as taxas de juros e nós achamos que se não houver mobilização da sociedade, a taxa não cai. Por isso, a CUT vai realizar mobilizações esta semana para pressionar o COPOM a baixar a taxa”, disse Artur, que completou “o que sangra o Brasil é essa taxa de juro criminosa; é o dinheiro que sai do nosso orçamento e vai direto para o bolso dos especuladores. O que o país precisa é de uma redução drástica da taxa de juros”.

O COPOM - Comitê de Política Monetária do Banco Central, grupo quedefine as diretrizes da política monetária e a taxa básica de juros do País, se reúne nestas terça e quarta-feiras para decidir a nova taxa de juros.

Artur defendeu mais investimentos do Estado na manutenção e fortalecimento das políticas públicas e sociais. Para ele, programas como o “Minha Casa, Minha Vida” e “Combate a Miséria” não podem corre o risco de ser prejudicados por essas medidas de aperto fiscal. 

Superávit primário

Até julho deste ano, o esforço do governo para pagar os juros da dívida cre

sceu 111%, atingindo 78% da meta de R$ 117,9 bilhões para o ano todo.  

CUT

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Balança comercial: superavit de US$ 537 milhões em outubro

Publicado por Administrador 19 outubro, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O superavit comercial da terceira semana deste mês ficou em US$ 537 milhões, com exportações de US$ 2,977 bilhões e importações de US$ 2,440 bilhões. Com o resultado da semana passada, o superavit comercial do mês está em US$ 1,313 bilhão, segundo dados divulgados hoje (19) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Em outubro até a terceira semana, as exportações somam US$ 7,736 bilhões e as importações, US$ 6,423 bilhões. De janeiro até a terceira semana de outubro, o superavit comercial é de US$ 22,588 bilhões, valor 9,9% superior ao registrado no mesmo período de 2008 (US$ 20,560 bilhões). As exportações somam, até a terceira semana do mês, US$ 119,519 bilhões e as importações, US$ 96,931 bilhões.

Fonte: Ag. Brasil

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Superávit da balança comercial sobe e supera US$ 15 bi ao ano

Publicado por Administrador 13 julho, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O saldo positivo da balança comercial brasileira (exportações menos importações) continuou a crescer na última semana, com um superávit de US$ 639 milhões, e, no acumulado do ano, superou a marca dos US$ 15 bilhões, informou nesta segunda-feira (13) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Na segunda semana de julho, (entre 6 e 12, com cinco dias úteis), as exportações somaram US$ 2,71 bilhões e as compras do exterior totalizaram US$ 2,08 bilhões, informou o Ministério do Desenvolvimento nesta segunda-feira.

Acumulado de julho

No acumulado de julho, até este domingo (12), o superávit da balança somou US$ 1,25 bilhão, com exportações de US$ 4,74 bilhões (média diária de US$ 593 milhões) e compras do exterior de US$ 3,49 bilhões – média de US$ 436 milhões por dia útil. Contra o mesmo mês de 2008, as exportações caíram 33,2% e as importações recuaram 41,4%.

Resultado do ano

De janeiro até 12 de julho, o superávit da balança somou US$ 15,24 bilhões, informou o MDIC. As exportações totalizaram US$ 74,70 bilhões no período, e as compras do exterior importações somaram US$ 59,45 bilhões. O resultado positivo deste ano é 18,8% superior ao registrado em igual período de 2008, quando o superávit somou US$ 12,83 bilhões.

A explicação para o crescimento do superávit da balança comercial em 2009 é a queda maior das importações – fruto da crise financeira internacional. No ano, até 12 de julho, as exportações tiveram queda de 22,7%, enquanto as compras do exterior recuaram 29,2% – ambas pela média diária.

Projeção do mercado

O Banco Central informou nesta segunda-feira (13) que a projeção do mercado financeiro para o saldo positivo da balança comercial em 2009 permaneceu em US$ 22 bilhões. Há alguns meses atrás, a expectativa de saldo positivo estava em US$ 16 bilhões. Em 2008, a balança comercial teve superávit de US$ 24,7 bilhões, com forte queda de 38,2% frente ao ano de 2007, quando o resultado positivo somou US$ 40 bilhões.

Fonte: G1

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Saldo da balança comercial em maio é de US$ 2,651 bilhões

Publicado por Administrador 1 junho, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) em maio deste ano chegou a US$ 2,651 bilhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Em maio de 2008, o superávit comercial foi de US$ 4,075 bilhões.

No mês passado, as exportações somaram US$ 11,985 bilhões e as importações US$ 9,334 bilhões.

No acumulado de janeiro a maio, o superávit comercial é de US$ 9,372 bilhões, 9,3% superior ao registrado no mesmo período de 2008 (US$ 8,573 bilhões). Nos cinco primeiros meses do ano, as exportações somaram US$ 55,484 bilhões e as importações, US$ 46,112 bilhões.

Às 15h30, o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, concederá entrevista coletiva para comentar o desempenho do comércio exterior brasileiro no mês de maio de 2009.

Fonte: Ag. Brasil

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Balança comercial tem o melhor resultado desde maio de 2008

Publicado por Administrador 4 maio, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

A balança comercial brasileira do mês de abril de 2009, com 20 dias úteis, fechou com um superávit comercial (diferença entre os valores exportados e importados) de US$ 3,712 bilhões, com exportações de US$ 12,322 bilhões e importações de US$ 8,610 bilhões. É o maior saldo desde maio de 2008 (US$ 4,075 bilhões). Os dados foram divulgados hoje (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Na quinta semana de abril, com quatro dias úteis, o superávit comercial foi de US$ 1,167 bilhão, com exportações de US$ 2,828 bilhões e importações de US$ 1,661 bilhão.

O resultado da balança comercial registrado em abril indica recuperação do saldo. Em janeiro, houve déficit comercial – com importações maiores do que exportações – de US$ 527 milhões. Em fevereiro, o superávit comercial foi de US$ 1,765 bilhão e em março de US$ 1, 772 bilhão. Com isso, no acumulado do ano o saldo é de US$ 6,722 bilhões, contra US$ 4,498 bilhões registrados nos quatro primeiros meses de 2008. De janeiro a abril, as exportações somaram US$ 43,499 bilhões e as importações US$ 36,777 bilhões.

Fonte: Ag. Brasil

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Balança comercial tem superávit de US$ 138 milhões

Publicado por Administrador 16 março, 2009 Nenhum Comentário Imprimir

O superávit comercial (saldo positivo das exportações menos as importações) somou US$ 138 milhões na segunda semana de março. A informação foi divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

No mês, o superávit comercial é de US$ 422 milhões e no acumulado do ano está em US$ 1,665 bilhão, 22,2% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado.

Na segunda semana deste mês, as exportações somaram US$ 2,515 bilhões e as importações, US$ 2,377 bilhões. No mês, as vendas do Brasil ao exterior estão em US$ 5,197 bilhões e as importações em US$ 4,775 bilhões. No acumulado do ano, as exportações totalizam US$ 24,567 bilhões e as importações estão em US$ 22,902 bilhões.

Fonte: Ag. Brasil

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Balança registra superávit de US$ 334 milhões até terceira semana

Publicado por Administrador 21 outubro, 2008 Nenhum Comentário Imprimir

Na terceira semana de outubro, entre os dias 13 e 19, a balança comercial brasileira registrou exportações de US$ 4,093 bilhões (média diária de US$ 818,6 milhões) e importações de US$ 3,759 bilhões (média diária de 751,8 milhões). O superávit comercial (diferença entre o valor exportado e o importado) foi de US$ 334 milhões (média de US$ 66,8 milhões) e a corrente de comércio (soma das exportações com as importações), US$ 7,852 bilhões.

Em relação às médias diárias apresentadas até a segunda semana de outubro – US$ 856 milhões de exportações e US$ 788 milhões de importações – houve, na terceira semana do mês, queda nas duas operações. As exportações retraíram 4,37% e as importações, 4,65%.

Nesta comparação, houve redução das vendas internacionais de bens semimanufaturados (-32,1%) e manufaturados (-10,4%). As exportações de produtos básicos, entretanto, aumentaram 24,2%. Sobre as importações, houve retração nos desembarques de equipamentos mecânicos, adubos e fertilizantes, instrumentos de ótica e precisão, plásticos e obras, e aeronaves e partes.

Mês
Até o dia 19 de outubro, as exportações brasileiras totalizaram US$ 10,941 bilhões, com média diária de US$ 841,6 milhões, valor 17,4% maior que o desempenho médio diário registrado em todo mês de outubro do ano passado (US$ 716,7 milhões), com aumento dos embarques de produtos das três categorias: semimanufaturados (+38,3%) – destaque para ferro fundido, semimanufaturados de ferro e aço, óleo de soja em bruto, ferro-ligas, açúcar em bruto e celulose – básicos (+25,5%) – principalmente minério de ferro, fumo em folhas, carne de frango, carne bovina, café em grão e petróleo em bruto – e manufaturados (+1,7%) – por conta de etanol, aparelhos celulares, açúcar refinado, laminados planos de ferro e aço e veículos de carga.

Sobre o desempenho médio diário das exportações em setembro deste ano (US$ 910,2 milhões), houve queda de 7,5% até a terceira semana do mês. Nessa comparação, observou-se retração nas vendas de manufaturados (-15,6%) e básicos (-5,2%). As exportações de produtos semimanufaturados, contudo, cresceram (+7,2%).

As importações, até a terceira semana de outubro, acumularam US$ 10,067 bilhões, com média diária de US$ 774,4 milhões. Por esse critério, ao se comparar com o desempenho médio apresentado em outubro do ano passado (US$ 560,7 milhões), verificou-se um crescimento de 38,1%, em função de aeronaves e peças (+119,6%), siderúrgicos (+86,4%), adubos e fertilizantes (+63,4%), combustíveis e lubrificantes (+58,6%), veículos automóveis e partes (+38,0%), produtos plásticos (+34,5%), equipamentos elétrico-eletrônicos (+32,1%) e equipamentos mecânicos (+27,4%).

Em relação ao valor médio diário importado em todo o mês de setembro deste ano (US$ 784,7 milhões), houve retração de 1,3% com redução das compras de adubos e fertilizantes (-18,5%), farmacêuticos (-14,1%), químicos orgânicos e inorgânicos (-9,6%), instrumentos médicos, de ótica e precisão (-8,8%), automóveis e partes (-5,1%), equipamentos mecânicos (-5,0%) e equipamentos elétrico-eletrônicos (-3,4%).

O superávit observado até a terceira semana do mês foi de US$ 874 milhões (média diária de US$ 67,2 milhões). Na comparação com o desempenho médio diário do saldo comercial em outubro de 2007 (US$ 156 milhões), houve retração de 56,9% e sobre a média diária registrada em setembro deste ano (US$ 125,5 milhões), a queda foi de 46,4%

Ano
De janeiro à terceira semana de outubro (202 dias úteis), as exportações brasileiras somaram US$ 161,809 bilhões, com média diária de US$ 801 milhões, cifra 28% maior que a registrada no mesmo período do ano passado (US$ 625,6 milhões). As importações, no ano, totalizaram US$ 141,279 bilhões (média diária de US$ 699,4 milhões), um acréscimo de 51,2% sobre a média diária no mesmo período de 2007 (US$ 462,5 milhões).
O saldo comercial, no ano, acumulou US$ 20,530 bilhões (média diária de US$ 101,6 milhões), um decréscimo de 37,7% sobre o desempenho médio diário do mesmo período de 2007 (US$ 163,1 milhões).

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Superávit primário até agosto supera total de 2007

Publicado por Administrador 30 setembro, 2008 Nenhum Comentário Imprimir

Até agosto, o superávit primário (economia que o governo faz para honrar compromissos financeiros, inclusive juros da dívida pública) superou todo o resultado de 2007. O valor chegou a R$ 108,409 bilhões, em oito meses, enquanto ficou em R$ 101,606 bilhões em todo o ano passado.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), a soma de tudo o que o país produz, esses valores representaram 5,78% e 3,97%, respectivamente. No mesmo perídodo de 2007, o superávit primário era de R$ 87,669 bilhões, o que representa 5,26% do PIB. Os dados foram divulgados hoje (30) pelo Banco Central.

Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, no final do ano há uma aceleração dos gastos públicos, mas o resultado acumulado no ano em relação ao PIB já assegura o cumprimento da meta para 2008 de 4,3%. “Torna factível o cumprimento da meta, sem dúvida”, disse Lopes.

De janeiro a agosto deste ano, o segmento público que mais contribuiu para o resultado foi o governo federal, com R$ 100,358 bilhões, o maior valor da série histórica do BC, iniciada em 1991. Os governos estaduais, também chegaram ao maior valor da série, com superávit primário de R$ 22,416 bilhões. Os municípios contribuíram com R$ 2,115 bilhões. As empresas estatais federais fizeram a economia de R$ 7,013 bilhões, as estaduais de R$ 1,111 bilhão e as municipais de R$ 51 milhões.

Os gastos com juros chegaram a R$ 119,329 bilhões no acumulado do ano, contra R$ 103,889 bilhões acumulados no mesmo período de 2007. No ano passado, os gastos com juros nominais somou R$ 159,532 bilhões.

O resultado do período, no entanto, não foi suficiente para pagar os juros. Com isso, o país teve déficit nominal de R$ 10,921 bilhões, o que representa 0,58% do PIB. No mesmo período do ano passado, esse valor era de R$ 16,221 bilhões, valor correspondente a 0,97% do PIB.

No mês de agosto, o superávit primário ficou em R$ 10,184 bilhões, valor menor do que os R$ 12,109 bilhões registrados no mês anterior e maior do que os R$ 8,091 bilhões registrado no mesmo mês de 2007. “É um resultado bom, mostra uma contribuição bastante disseminada, a despeito do resultado da previdência de R$ 4,060 bilhões deficitário, em função de antecipação de pagamento de décimo terceiro”, disse Lopes.

Os gastos com juros nominais ficaram em R$ 12,527 bilhões no mês passado, contra R$ 18,777 bilhões de julho deste ano e R$ 10,948 bilhões de agosto de 2007. O déficit nominal no mês chegou a R$ 2,343 bilhões, valor menor do que os R$ 6,668 bilhões de julho deste ano e do que os R$ 2,858 bilhões de agosto de 2007.

Fonte: Ag. Brasil

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