Sindicato retoma atividades normais

Publicado por Administrador 9 janeiro, 2012 Nenhum Comentário Imprimir

Após o descanso merecido entre Natal e Ano Novo, a equipe do Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região retoma atividades a partir das 13 horas desta segunda-feira, 9 de janeiro. Alguns setores como assistência médica e odontológica iniciam seus atendimentos mais à frente no mês de janeiro, enquanto os demais setores já atendem normalmente a partir desta segunda.

A comunicação via site retorna com atualizações semanais durante o mês de janeiro, e volta a ser diária a partir de fevereiro, exceto claro quando de notícias muito importantes e relativas aos direitos dos trabalhadores, que merecerão abordagem imediata. Colônia de Férias e Centro Esportivo também mantém sua rotina para o lazer e prática esportiva dos associados.

A diretoria do Sindicato e sua equipe de trabalho desejam a todos os trabalhadores e trabalhadoras um 2012 cheio de oportunidades, saúde, empregos e paz, que tudo já esteja se encaminhando para a felicidade de toda a categoria mecânica, e já avisa a categoria que a Campanha Salarial 2012/2013 será dura, e a participação de todos juntos fará a diferença. Abraço a todos e vamos juntos, porque a luta continua companheiros.

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Trabalho prejudica saúde mental de um em cada cinco nos países ricos

Publicado por Administrador 12 dezembro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Condições de saúde mental, como depressão e ansiedade, atingem um em cada cinco trabalhadores em países desenvolvidos, diz relatório da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico (OCDE). O estudo, divulgado nesta segunda-feira (12), mostra mais preocupação com os efeitos do cenário sobre a produtividade dos profissionais.

A OCDE reúne os países desenvolvidos do mundo, incluindo os Estados Unidos e os da União Europeia, que atualmente vivem severas crises econômicas. Uma conclusão do estudo é de que pessoas com doenças mentais ausentam-se mais frequentemente do trabalho por motivos médicos e, mesmo no serviço, produzem menos do que os demais. De 30% a 50% das demandas de direitos e benefícios de trabalhadores envolvem abalos à saúde mental.

Até 2020, a depressão será o segundo maior fator de doenças mundiais em todas as idades no mundo, segundo a OCDE. O relatório cita pesquisas recentes que estimam em 800 bilhões de euros – R$ 1,94 trilhões – as despesas anuais decorrentes da doença.

Fatores decisivos para causar problemas desse tipo, como o estresse no trabalho, devem aumentar nos próximos anos, segundo a organização. Sem cogitar rever conceitos relacionados a jornada ou organização do trabalho, o desafio destacado pelo relatório cabe a legisladores, de quem se esperam novas formas de combater esse “problema social e econômico”.

“O aumento da falta de segurança do emprego e a pressão hoje em dia nos espaços de trabalho devem agravar os problemas de saúde mental nos anos à frente”, admite o relatório. Os países ricos, que compõem a OCDE, vêm aumentar os padrões de estresse e situações de tensão no trabalho na última década.

“E diante da atual conjuntura econômica (de crise), cada vez mais pessoas estão preocupadas com a segurança no emprego.” Na prática, o relatório sugere que o medo de perder o posto de trabalho só irá agravar a situação.

Há um agravante relacionado à estrutura de tratamento de saúde dos países. No que diz respeito à saúde mental, a maioria, segundo o estudo, está mais centrada em males mais graves, como esquizofrenia, por exemplo. Uma atenção maior à depressão poderia favorecer a recuperação dos trabalhadores, permitindo sua permanência ou retorno às atividades. Metade dos casos sérios fica desacompanhada e 70% das ocorrências consideradas moderadas não recebem tratamento adequado.

Da Rede Brasil Atual

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Receita da indústria cresce mais que horas de trabalho

Publicado por Administrador 6 dezembro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

O faturamento da indústria cresceu pelo quinto mês consecutivo e, no acumulado deste ano, atingiu um nível quase quatro vezes superior ao de horas trabalhadas, indicou a pesquisa “Indicadores Industriais” de outubro, divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O levantamento mostrou evolução de 5,4% no faturamento real do setor ao longo dos primeiros dez meses do ano. O aumento da atividade industrial, com base nas horas de produção, foi de 1,4%. A utilização da capacidade instalada da indústria no período teve um ligeiro avanço de 0,1 ponto percentual.

A trajetória de crescimento do faturamento real se mantém desde o fim do segundo trimestre do ano, de acordo com a CNI, e se “descola” das demais variáveis. Os ganhos cresceram tanto no ano que, mesmo se o faturamento de novembro e dezembro ficar estável, a indústria terá elevação de 4,4% no indicador. O cálculo levou em consideração os ganhos até outubro comparados com o resultado de todo o ano de 2010.

Em outubro, a indústria operou, em média, com 81,4% da capacidade instalada, de acordo com dados dessazonalizados. Esse é o menor nível desde fevereiro de 2010. “É quase estagnação”, avaliou o economista da CNI Marcelo de Ávila, ao citar os dados de atividade industrial. A quantidade de horas trabalhadas recuou 1,1% e o nível de operação da capacidade instalada em outubro caiu 1 ponto percentual em comparação com igual período do ano passado.

As condições favoráveis à importação incentivaram a entrada de bens importados, usados como insumos na indústria nacional. A CNI explicou que, com isso, a produção brasileira cai, mas o faturamento, que contabiliza a venda da mercadoria final, se eleva. O acúmulo de estoques indesejados também foi apontado como um dos motivos do avanço de 1,4% do faturamento do setor entre setembro e outubro, “descolado” da queda da atividade.

“Vem chegando um período de demanda fraca, que é o começo de ano. A indústria, ao ver estoques elevados, reduz o ritmo de produção para desovar as mercadorias”, afirmou o gerente-executivo da CNI, Renato da Fonseca. A demanda interna tem sido abaixo da esperada pelos empresários, completou o economista Marcelo de Ávila. A evolução do nível de estoque, segundo mostrou a “Sondagem Industrial” ficou em 52,4 pontos em outubro, o que representa acúmulo indesejado de mercadorias finais.

Entre os 19 setores da indústria de transformação, apenas quatro apresentaram queda no faturamento real em outubro, em relação ao mesmo mês do ano passado. São eles: têxteis, vestuário, minerais não metálicos e móveis. “Eles estão em processo de maior competição com os produtos asiáticos que entram com preços mais baratos aqui e no mundo”, analisou o gerente Renato da Fonseca.

O mercado de trabalho da indústria, por outro lado, mostrou melhores resultados no mês. Depois de cair em setembro, o emprego no setor, com ajuste sazonal, avançou 0,2% em outubro. Os rendimentos médios reais, sem ajuste sazonal, recuaram 1,4% no mês, em relação a setembro. Essa foi a maior queda para outubro desde o início da série, em 2006.

Valor Econômico

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Seis em cada dez brasileiros trabalham mais de nove horas por dia

Publicado por Administrador 11 novembro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Difícil encontrar um brasileiro que trabalhe apenas oito horas por dia. Essa é a conclusão que se pode tirar de uma pesquisa realizada pela Regus. De acordo com o levantamento, feito com 12 mil pessoas em 85 países, sendo 500 no Brasil, 43% dos profissionais brasileiros dedicam entre nove e onze horas diárias ao trabalho e 17%, mais de onze. Os números estão acima da média global, já que, no mundo, 38% das pessoas dizem trabalhar cerca de 10 horas por dia e apenas 10% dedicam mais de 11 horas diárias ao escritório. “De uma maneira geral, a pressão por resultados impulsiona esse aumento na quantidade de horas trabalhadas no Brasil”, afirma Guilherme Ribeiro, diretor geral da Regus no país. 

Além das longas jornadas, o estudo comprovou que os profissionais também levam trabalho para casa com frequência. No Brasil, 46% fazem isso pelo menos três vezes na semana, contra 43% da média global. Aqui, apenas 14% afirmam nunca terminar as tarefas profissionais em casa. Os trabalhadores que mais levam pendências para onde moram são os sul-africanos, os americanos e os holandeses.

Ainda de acordo com a pesquisa, uma quantidade menor de mulheres estende a jornada para além de 11 horas diárias. No Brasil, apenas 4% o fazem, contra 20% dos homens. No mundo, a tendência é  a mesma: 5% contra 12%. Profissionais do sexo masculino também tendem a levar mais trabalho para casa. Entre os brasileiros, 49% dos homens o fazem pelo menos três vezes na semana, contra 30% das mulheres. Na média global, a proporção é semelhante, 48% e 32%. “As  mulheres têm sempre a segunda jornada, que envolve os cuidados com os filhos e a administração da casa, o que toma várias horas do dia. Por isso, muitas mães, quando possível, optam por uma jornada de trabalho flexível ou de meio período”, diz Ribeiro.

As pessoas que trabalham de forma remota costumam passar mais horas envolvidas com as tarefas profissionais, segundo a pesquisa. Entre os respondentes, 14% daqueles que exercem a função longe do escritório dedicam mais de 11 horas diárias ao trabalho, contra 6% dos que atuam na sede da empresa. No Brasil, 20% dos trabalhadores remotos exercem suas funções profissionais por mais de 11 horas diárias, contra 11% daqueles que vão todo dia ao escritório da companhia. “As pessoas que trabalham a distância conseguem ter maior tempo disponível para se dedicar às atividades, pois não ficam presas em congestionamentos ou sofrem com o estresse gerado pelo transporte coletivo”, conclui Ribeiro.

Valor

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Decreto institui Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho no Brasil

Publicado por Administrador 10 novembro, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Pela primeira vez, o Brasil terá uma Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PNSST). O Decreto 7.602 que instituiu a nova Política foi publicado no Diário Oficial da União nesta terça-feira, dia 8, e traz avanços pontuais ao estabelecer normas para promoção da saúde e a melhoria da qualidade de vida do trabalhador, buscando a prevenção por meio da eliminação ou redução dos riscos nos ambientes laborais.

 A construção desta Política de Saúde do Trabalho é fruto de um amplo debate e organização da comissão tripartite formada pelas centrais sindicais, representantes do governo (ministérios do Trabalho, Saúde e Previdência) e entidades patronais, onde a CUT teve papel importante na elaboração das diretrizes.

 Partindo dos princípios de universalidade, proteção e prevenção, o Plano será fundamental para diminuir e eliminar os riscos de acidentes laborais. Segundo o Anuário Estatístico da Previdência Social, somente em 2010 foram registrados 701.496 acidentes de trabalho, número menor se comparado ao ano anterior (733.365). Mas o número de mortes cresceu 11,4% de um ano para o outro, de 2.650 para 2.712.

 As ações no âmbito da Política devem constar do Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho e desenvolver-se seguindo as diretrizes de inclusão de todos trabalhadores brasileiros no sistema nacional de promoção e proteção da saúde, com a harmonização da legislação e a articulação das ações de promoção, proteção, prevenção, assistência, reabilitação e reparação da saúde do trabalhador; adoção de medidas especiais para atividades laborais de alto risco e promoção da implantação de sistemas e programas de gestão da segurança e saúde nos locais de trabalho; reestruturação da formação em saúde do trabalhador e em segurança no trabalho e o estímulo à capacitação e à educação continuada de trabalhadores; promoção de agenda integrada de estudos e pesquisas em segurança e saúde no trabalho; 

 CUT

Para o alcance de seu objetivo a Política deverá ser implementada por meio da articulação continuada das ações de governo no campo das relações de trabalho, produção, consumo, ambiente e saúde, com a participação das organizações representativas de trabalhadores e empregadores.

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Dúvidas trabalhistas? Ligue para a ouvidoria do Ministério do Trabalho gratuitamente

Publicado por Administrador 23 setembro, 2011 (2) Comentários Imprimir

Cidadãos com dúvidas trabalhistas podem solucioná-las pelo telefone 158, o número da Ouvidoria do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A ligação é gratuita quando realizada de telefones públicos ou residenciais fixos. A Ouvidoria do MTE é um canal direto de comunicação com a população, que permite ao cidadão fazer reclamações, sugestões, críticas, elogios e denúncias, referentes a procedimentos e ações de agentes, diretamente ligados ou subordinados ao MTE.

O papel da Ouvidoria é proteger o cidadão contra a violação de direitos, contra erros, negligências, abuso de poder ou contra a má administração do serviço público, com o propósito de melhorar a administração pública e tornar a ação governamental mais transparente e os agentes públicos mais responsáveis por suas ações, omissões e decisões.

Como atua a Ouvidoria
A ouvidoria recebe, analisa e encaminha as manifestações dos cidadãos aos setores do MTE. Acompanha as providências adotadas, cobra soluções e mantém o cidadão informado acerca de suas manifestações. Atua sugerindo mudanças, de acordo com as demandas dos cidadãos. Elabora relatórios que sugerem melhoria e subsidiam os gestores na tomada de decisões. Funciona como um canal de comunicação rápido e eficiente, estreitando a relação entre a sociedade e o MTE.

Fonte: Meu Salário

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Mercado de trabalho favorece intenção de consumo das famílias

Publicado por Administrador 22 agosto, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Em agosto, a intenção de consumo das famílias brasileiras apresentou alta de 2,5% em relação ao mês de julho, e de 1,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior. É o que revela a pesquisa nacional de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

De acordo com a Divisão Econômica da entidade, as condições favoráveis do mercado de trabalho mais uma vez contribuíram significativamente para a elevação do índice. No entanto, mesmo com a alta, os resultados dos componentes diretamente ligados ao consumo ainda indicam uma expansão mais moderada dos gastos das famílias brasileiras em relação ao ano passado. Neste cenário de desaceleração do consumo, a previsão da Divisão Econômica da CNC é de que o volume de vendas do varejo encerre 2011 com crescimento em torno de 6,0%.

Monitor

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Montador da Volvo prova que tendinite foi causada pelo trabalho

Publicado por Administrador 18 julho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Um empregado da Volvo do Brasil Veículos Ltda. conseguiu provar na Justiça do Trabalho que a doença que o acometeu (tendinite, evoluída para poliartralgia e fibromialgia) e causou seu afastamento do trabalho ocorreu em virtude do serviço realizado na linha de montagem de ônibus da empresa, e não pelo fato de ser baterista nas horas vagas. A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu do recurso da Volvo e manteve decisão que a condenou a pagar indenização por danos materiais ao empregado, em forma de pensão mensal até que ele complete 65 anos de idade.

O empregado foi admitido como montador em abril de 2000, na linha de produção. No início, montava eixos de ônibus, passando, em seguida, a executar serviços na suspensão dos veículos, nas mesas dos ônibus, montagem de radiadores, tanque de ar e outros. A partir de 2002, começou a sentir fortes dores no braço e na mão direita e no pescoço, que atribuiu à sobrecarga de trabalho e às pressões por maior produtividade.

Exames de ressonância magnética constataram que ele contraíra tendinite, uma das doenças profissionais equiparada por lei a acidente do trabalho. Orientado por médico da empresa a permanecer em serviço, e tendo esta se recusado a emitir comunicação de acidente de trabalho (CAT), o empregado procurou o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, que emitiu a CAT no dia 29/03/2004. Logo em seguida, o INSS concedeu-lhe auxílio doença com código 91 (quando há nexo etiológico da doença adquirida com o exercício da função). Afastado do trabalho, começou a ter transtornos psicológicos, e durante cerca de quatro meses submeteu-se a tratamento e a sessões de fisioterapia. Não obstante, a Volvo o demitiu no dia 22/03/2004.

Por discordar da demissão, o empregado não compareceu à formalização da rescisão do contrato, nem foi procedida baixa na Carteira de Trabalho. Assim, ajuizou ação com pedido de restabelecimento de seu plano de saúde, reconhecimento de doença ocupacional equiparada a acidente do trabalho e reintegração ao emprego em outra função, ou indenização correspondente a doze meses de salário, além de danos materiais (pensão mensal de R$ 998,00 até os 65 anos de idade) e morais (100 vezes o último salário).

Mesmo com parecer do INSS confirmando a existência de nexo entre a doença e o trabalho exercido na linha de produção, o juiz da 18ª Vara do Trabalho de Curitiba solicitou laudo pericial, cuja conclusão foi de que a tendinite e a lesão por traumas cumulativos eram moderadas, de baixo risco, sem correlação com os movimentos e gestos executados. Diante disso, o juiz deferiu ao empregado apenas a reinclusão no plano de saúde, e rejeitou os demais pedidos.

Ao examinar recursos das duas partes, o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) entendeu comprovada a incapacidade de trabalho parcial e permanente do empregado e reformou a sentença para condenar a Volvo a pagar indenização por danos materiais na forma pedida e danos morais no valor de R$ 20 mil.

A Volvo recorreu da condenação, insurgindo-se contra o pagamento de pensão mensal. No julgamento do recurso pela Quinta Turma, seu advogado sustentou da tribuna que o perito judicial concluiu que a doença era característica de quem executava instrumento musical – no caso do montador, bateria. Insistiu, ainda, que não se poderia valorizar o ofício do INSS que reconhecera o nexo causal em detrimento da perícia judicial.

Mas, para o ministro Brito Pereira, relator na Turma, de acordo com os fundamentos da decisão, o juízo fixou o valor da indenização em observância ao princípio da razoabilidade e proporcionalidade em relação aos danos sofridos pelo empregado. Observou, ainda, que o valor arbitrado pelo Regional “encontra correlação com a lesão causada”.

TST

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Assédio Moral: trabalhadores com carteira assinada são mais visados

Publicado por Administrador 27 junho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

A pressão por produtividade é uns dos fatores determinantes de muitos transtornos à saúde dos trabalhadores, entre eles o assédio moral. Pesquisa realizada de janeiro de 2005 a janeiro de 2011, sob a coordenação da médica do trabalho Margarida Barreto, comprovou que os trabalhadores com carteira assinada são os que mais sofrem assédio moral em seus locais de trabalho, representando 40% do universo pesquisado. 

Os servidores públicos, contratados através da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), correspondem a 34%; estagiários e pessoas em experiência, 4,5%; contratados por tempo de serviço, 3,5%; temporários, 1%; e outros,17%. 

- Na maioria dos casos, os mais assediados são aqueles com vínculo formal (registrados ou por CLT). A pressão é maior porque eles representam grandes custos para a empresa. E, hoje em dia, o que as organizações querem é menos custos e mais produtividade – diz a médica. 

Quanto aos informais, temporários e estagiários, como não têm vínculo com a empresa, por não existir um contrato formal, são menos pressionados a apresentar resultados. 

A especialista explica que o assédio moral se caracteriza por atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, em que predominam as desqualificações e desmoralizações, constrangimentos e humilhações durante toda a jornada de trabalho, acarretando prejuízos práticos e emocionais para os trabalhadores e para a organização do trabalho. 

Ainda de acordo com a pesquisa, 68% dos casos de assédio ocorrem em grandes empresas privadas, de caráter nacional ou internacional. O sexo masculino é o que mais pratica o assédio em relação aos seus funcionários, com 46,5%, enquanto que as mulheres, na posição de chefia, chegam a 31%. Os entrevistados também responderam que a atividade é contínua, ou seja, elas acontecem várias vezes por semana (68,3%). Apenas 19,5% disseram que a prática é realizada uma vez na semana e 12,2%, uma vez ao mês.

Do Observatório Social – Matéria de O Globo

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Cid: trabalhadores conquistam plano de cargos e salários

Publicado por Administrador 21 junho, 2011 Nenhum Comentário Imprimir

Os trabalhadores da Cid Produtos Metalúrgicos já comemoram a conquista de um grande avanço para suas carreiras: a implantação do plano de cargos e salários na empresa, uma política clara que mostra a todos de onde partem nas funções assim que entram na empresa, até o final dos degraus de crescimento, com os valores salariais respectivos.

Essa é mais uma ação do Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região que ouviu os trabalhadores da empresa, e trabalha há mais de ano pela solução que agora é realidade. Agora o trabalhador que entra no cargo inicial na produção recebe R$ 3,73 por hora, e após efetivado R$ 4,03 – podendo chegar até R$ 5,53 a hora, sem contar os aumentos salariais conquistados nas campanhas salariais pelo Sindicato.

Para o presidente do Sindicato, e também funcionário da empresa licenciado para dirigir a entidade, João Bruggmann, a nova política poderia ser melhor e maior. “Esse é um trabalho do nosso Sindicato, e uma conquista dos trabalhadores, unidos e ao lado da gente, que marca um novo momento. É certo que poderia e deve ser bem melhor, mas é o início. Outras empresas tem planos melhores, e isso pode levar a empresa a perder profissionais. Mas é a lei da oferta e procura, do melhor espaço. Parabéns a todos que acreditaram mais uma vez”, comentou o Presidente.

Recentemente o Sindicato conquistou as mesmas políticas – cada uma com seus valores e patamares diferenciados – na Schneider/Franklin e Metalúrgica Duque. Esse trabalho vai continuar firme.

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