Vendas de veículos no atacado têm melhor janeiro da história
As montadoras instaladas no Brasil venderam em janeiro deste ano 268,2 mil veículos, um aumento de 9,6% sobre o mesmo período do ano passado. Esse foi o melhor desempenho registrado em um mês de janeiro de toda a história da indústria automobilística no País. Esse volume, no entanto, foi 23% inferior ao de dezembro quando a indústria comercializou 348,4 mil veículos.
A participação dos importados teve ligeira baixa sobre dezembro e passou de 27% para 25,3%, índice que supera a marca de janeiro de 2011 (23,5%).
O destaque da comercialização coube aos fabricantes de máquinas agrícolas que obtiveram elevação de 16% sobre dezembro e 16,6% sobre janeiro de 2011, com um total de 4.687 unidades. As exportações de veículos também cresceram em relação a janeiro de 2011 com 33.075 unidades, 6,9% maior do que naquele período. Sobre dezembro, porém, houve queda de 31,7%.
A produção do setor em janeiro somou 211,8 mil veículos ante 262 mil em dezembro, um recuo de 19,2%. Na comparação com janeiro de 2011, a queda na produção foi 11,4%.
FEM-CUT
Vendas de veículos no Brasil sobem 6,9% em agosto
Embora as vendas de automóveis de entrada tenham sido afetadas pelo aumento da restrição de crédito imposta pelo governo, o mercado brasileiro de veículos continua forte. Em agosto, o setor cresceu 6,9%, com 327.393 unidades comercializadas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Em julho, haviam sido emplacadas 306.229 unidades. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
O número é recorde para o mês de agosto, afirma o presidente a entidade, Sergio Reze.
“Se não houver nenhuma quebra de um banco, por exemplo, que desencadeie uma crise mundial, teremos recorde atrás de recorde”, prevê o executivo, que mantém a projeção de crescimento para o setor em 5,5%.
No entanto, considerando as vendas diárias, agosto não foi um mês tão expressivo, diz Reze. “Tivemos dois dias a mais em relação a julho. Nos baseamos em vendas diárias e, se analisarmos assim, agosto foi mais fraco, mas nada demais.”
No acumulado do ano, de janeiro a agosto, também foi batido recorde. Saíram das concessionárias 2.370.777 unidades. A alta, ao comparar com o mesmo período de 2010, foi de 8%, já que entre janeiro e agosto do ano passado foram emplacadas 2.194.687.
O presidente da Fenabrave destaca que a preocupação do setor agora é a alta dos estoques nas lojas. De acordo com Reze, eles já estão em 40 dias. Em julho, eram 35. “O nível ideal para as concessionárias seria de 21/22 dias”, analisa. “Agora a preocupação é o que as montadoras vão fazer para resolver isso.” Reze diz que o sistema de feirões “está se esgotando” e que uma nova estratégia tem que ser criada. Ele ressalta que a situação está no limite e a lucratividade dos concessionários caiu muito. “O problema é que tem muita oferta, isso é que precisa ser resolvido” , reclama.
Automóveis
Ao destacar somente o segmento de automóveis e comerciais leves, o aumento é de 6,9%, de 287.967 unidades em julho, para 307.824 unidades em agosto. Em relação a agosto de 2010, quando foram vendidas 296.573 unidades, há uma leve queda de 0,44%.
No mês, o líder de vendas continua a ser o Volkswagen Gol, com 27.203 unidades vendidas, que chegou a perder a primeira colocação em alguns meses do ano para o Fiat Uno, que em segundo lugar teve 24.947 unidades emplacadas (inclui o Fiat Mille). Em terceiro lugar ficou o Chevrolet Celta, com 12.554, seguido do VW Fox/CrossFox, com 11.382 e da Fiat Strada, com 11.237.
No acumulado do ano, o segmento já soma 2.233.757 unidades emplacadas de automóveis e comerciais leves. O volume representa alta de 7,53% sobre o mesmo período de 2010, quando foram emplacadas 2.077.350.
Motocicletas
Com dados compilados à parte, o segmento de motocicletas encerrou agosto com 181.363 unidades vendidas, contra 160.182 unidades de julho, alta de 13,22%. Sobre agosto de 2010, com 158.503 unidades, o aumento é de 14,42%. Os números estão baseados nos modelos mais baratos. “É a base da pirâmide, especialmente no Nordeste, onde as vendas de motos têm crescido muito”, analisa o presidente da Fenabrave.
No acumulado de janeiro a agosto, foram vendidas 1.259.743 motocicletas, crescimento de 10,74%, sobre as 1.137.542 unidades comercializadas no mesmo período de 2010, o que já mostra a recuperação do setor, que havia sido prejudicado desde 2008 com a crise de crédito.
Entre as motos, a Honda ocupa as quatro primeiras posições. A CG150 lidera com 44.788 unidades vendidas no mês. A CG125 teve 37.951. Em terceiro, ficou a Biz, com 19.960 unidades vendidas, seguida pela NXR 150, com 17.989 motos emplacadas. Em quinto, aparece a Yamaha YBR125, com 12.217 unidades vendidas.
Caminhões
O setor de veículos comerciais vive um forte momento no país. Em agosto, foram vendidos 16.442 caminhões, alta de 5,85% em relação às 15.534 unidades comercializadas em julho. Ao comparar com o mesmo mês do ano passado, a expansão chega a 24,29% — em agosto de 2010 foram 13.229 unidades emplacadas.
No acumulado do ano, o segmento já soma 114.796 unidades comercializadas, alta de 16,34% em relação aos 98.671 caminhões vendidos entre janeiro e agosto de 2010.
Ônibus
No mês de agosto foram vendidos 3.137 ônibus, volume 14,6% superior às 2.728 unidades registradas em julho. Em relação a agosto de 2010, quando foram emplacadas 2.972 unidades, a alta é de 5,22%. No acumulado do ano, os emplacamentos de ônibus somam 22.224 unidades, expansão de 19% em relação às 18.666 unidades comercializadas no mesmo período do ano passado.
Ranking das montadoras
A Fiat continua na liderança do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves. A fabricante italiana soma de janeiro a agosto 501.166 unidades comercializadas e garante 22,44% de participação. A Volkswagen tem a segunda maior fatia do mercado, 20,66%, com 461.567 unidades vendidas. Um pouco atrás, a General Motors registrou 410.760 unidades emplacadas, com 18,39% de participação no mercado.
A Ford, em quarto lugar, mantém-se na colocação com 210.348 unidades vendidas e 9,42% do mercado, seguida da Renault (15,12%), Hyundai (3,31%), Honda (2,93%), Citroën (2,75%), Toyota (2,65%) e Peugeot (2,58%).
Do Auto Esporte
Brasil impulsiona ganhos da Bosch na América Latina
O Grupo Bosch apurou crescimento de 16% em seu faturamento obtido na América Latina em 2010 na comparação com o ano anterior, para R$ 5,3 bilhões. O Brasil foi responsável por 85% deste total, ao somar vendas de R$ 4,5 bilhões no período.
O presidente da Robert Bosch para a América Latina, Andreas Nobis, afirmou em comunicado que “o resultado alcançado demonstra a superação do impacto da crise econômica global sentida em 2009″.
Sem revelar valores de participação do faturamento, a empresa afirma que apurou aumento nos ganhos de todas as suas divisões – dedicadas ao setor automotivo e também tecnologia industrial, bens de consumo e tecnologia da construção.
Apesar do bom desempenho na região, o Grupo considerou que as exportações geradas a partir do Brasil permaneceram em patamares menos expressivos, devido ao efeito de câmbio com a valorização do real frente ao dólar. Ainda assim os embarques brasileiros representaram 22% do faturamento na América Latina no ano passado.
Em 2010 o Grupo Bosch ampliou sua presença na região e abriu representações na Bolívia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Guatemala, Jamaica, Nicarágua, República Dominicana e Paraguai. A empresa está, agora, presente em catorze dos vinte países que compõem a América Latina.
CNMCUT
Mercado brasileiro supera Alemanha e é o maior da Volks no mundo
Com uma participação de 15% nas vendas globais da marca, o Brasil superou a Alemanha e se tornou o segundo maior mercado do grupo alemão Volkswagen no mundo. Conforme Thomas Schmall, presidente da montadora no Brasil, o desempenho da filial brasileira só ficou atrás da subsidiária na China. “Poderia ser mais, mas a China cresceu mais do que nós”, comentou o executivo durante a apresentação à imprensa da nova versão do sedã Jetta, que foi oficialmente lançada na noite de ontem.
A ascensão do mercado nacional de veículos – que continua renovando marcas recordes neste ano – coloca o Brasil em posição de destaque nos planos da Volkswagen de se tornar a maior montadora do mundo até 2018.
O plano para o país inclui investimentos de R$ 6,2 bilhões – num ciclo que vai de 2010 a 2014 – e a pretensão de iniciar no país a produção de um carro de entrada, na faixa de R$ 20 mil a R$ 23 mil – cujo mercado, conforme aposta a montadora, deverá dobrar de tamanho em quatro ou cinco anos.
Metade dos investimentos está prevista para a fábrica de São Bernardo, a maior unidade fabril da empresa no Brasil e onde são fabricados carros dos modelos Gol, Saveiro, Polo, Kombi e Parati.
Na comparação com igual período de 2010, as vendas no Brasil de carros de passeio e veículos comerciais leves da alemã cresceram 18,8% no acumulado de janeiro até quarta-feira, para 148,43 mil unidades. O desempenho superou a média do mercado, que avançou 9,6% no período, segundo a Volks.
Conforme Schmall, a expectativa é que o crescimento da marca se desacelere para a faixa de 10% a 12% até o fim do mês, em razão de um fortalecimento da base de comparação. Na segunda quinzena de março de 2010, os consumidores correram às concessionárias para aproveitar os últimos dias de IPI reduzido nas vendas de carros.
“Conseguimos conquistar esse crescimento sem grandes lançamentos”, disse o executivo, acrescentando que a meta é manter a filial entre as três maiores operações do mundo no longo prazo.
A expectativa é, no mínimo, acompanhar o crescimento do mercado doméstico de automóveis e comerciais leves neste ano, que, nas contas da empresa, crescerá em torno de 5% até dezembro.
O executivo lançou mão de frases de efeito para comentar a busca pela liderança e a ameaça da chegada de marcas chinesas no país. “Market share (participação de mercado) não paga almoço”, disse o executivo, ao enfatizar que a montadora vai privilegiar a rentabilidade e não volumes de vendas.
Neste ano, a montadora tem disputado a liderança do mercado com a Fiat. Até a primeira quinzena de março, a diferença favorável à montadora italiana era de apenas 3 mil carros, aproximadamente. “Ter a liderança é sempre bom, mas uma empresa sobrevive do lucro e não do market share.”
SMABC
Mercedes-Benz cresce em vendas de caminhões
A Mercedes-Benz registrou um aumento de 107% no volume de vendas de caminhões no primeiro bimestre de 2011 em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) foram emplacadas 1.986 unidades nos dois primeiros meses.
Esse resultado da Mercedes-Benz é superior ao que foi obtido pelo mercado total de pesados no Brasil, que subiu cerca de 37% nesses dois primeiros meses frente a 2010.
O desempenho de vendas nos dois primeiros meses do ano colocam a Mercedes-Benz na liderança do segmento de caminhões pesados, com 25% de participação.
“O sucesso comercial nesse início de 2011 comprova a maior presença da nossa marca no mercado de pesados, o que mais reflete o crescimento econômico do País”, afirma Joachim Maier, vice-presidente de Vendas da Mercedes-Benz do Brasil. “Revela também o reconhecimento dos clientes ao elevado padrão tecnológico oferecido pelos caminhões da marca, especialmente os modelos Actros e Axor Premium, o que assegura a rentabilidade para os seus negócios de transporte”.
Segundo o executivo, o crescimento nas vendas de caminhões pesados em 2011 confirma que o ritmo da atividade econômica brasileira continua aquecido em áreas como mineração, grandes obras de infraestrutura, agronegócios e operações logísticas.
Para atender aos clientes que atuam nessas e em diversas outras atividades, a Mercedes-Benz oferece completa linha de caminhões. Além disso, os clientes da marca contam com a rede de concessionários, com mais de 200 pontos de atendimento em todo o território nacional. Isso assegura tranquilidade aos transportadores, que dispõem de assistência técnica especializada e reposição de peças em qualquer ponto do País, por meio de pacote de pós-venda do mercado.
ABCD Maior
Brasil passa a ser o quarto maior mercado em vendas de PCs
A alta demanda dos consumidores por novos computadores em 2010 conduziu o Brasil à quarta posição no ranking mundial dos países que mais vendem PC no mundo.
A constatação faz parte do estudo Brazil Quarterly PC Tracker, realizado pela consultoria IDC Brasil. No ano passado, foram vendidos 13,7 milhões de computadores no Brasil, sendo 55% deles desktops e 45%, notebooks, deixando o País atrás apenas de Estados Unidos, China e Japão.
O número total de computadores vendidos em 2010 representa um crescimento de 23,5% ante 2009. Somente no último trimestre de 2010 foram vendidos 3,6 milhões de equipamentos. Deste total, 52,5% foram desktops e 47,5%, notebooks.
“O quarto trimestre de 2010 mostrou um cenário diferente do que víamos no passado, quando eram vendidos mais computadores, por conta do Natal”, afirma o gerente de pesquisas da IDC, Luciano Crippa.
“Com a antecipação do varejo nas compras de final de ano, o terceiro trimestre de 2010 foi mais forte. Mesmo assim, os números apontam um crescimento de 15% com relação aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2009”, completa.
Estimativas
A princípio, a previsão da IDC para o mercado tecnológico em 2010 era de 13,2 milhões de computadores, mas a competição acirrada entre os fabricantes de PCs fez com que o número fosse 3,6% maior.
“E, se somássemos o número de tablets comercializados no Brasil, cerca de 100 mil unidades, chegaríamos ao total de 13,8 milhões de equipamentos”, aponta o gerente de pesquisas da IDC.
Vendas
No geral, 65% dos computadores vendidos foram para usuários domésticos e 35% para o mercado corporativo, incluindo os segmentos de educação e governo.
De acordo com a IDC, a venda de notebooks para usuários domésticos ultrapassou em 30% a dos desktops. “Isso confirma que a categoria dos portáteis chegou para ficar no mercado nacional”, explica Crippa.
“E não podemos esquecer que, para o ano de 2011, ainda esperamos que as vendas de tablets cheguem à casa das 300 mil unidades comercializadas, e este número não está contemplado nas previsões do mercado de computadores tradicionais”, completa.
De acordo com Crippa, a influência dos tablets no mercado de PCs é certa. “À medida que avaliamos o comportamento do segmento, notamos sinais de um novo cenário, que aponta cada vez mais para um crescimento maior do que havíamos projetado anteriormente”, explica.
“Definitivamente, o mercado de PCs será impactado pela venda de tablets, principalmente quando observarmos os netbooks. Basta olharmos para os produtos apresentados na CES e MWC, eventos ocorridos agora no primeiro trimestre de 2011”, conclui o gerente de pesquisas da IDC.
SMABC
CNI: vendas reais da indústria crescem 3,2% em julho
As vendas reais da indústria de transformação cresceram 3,2% em julho, na comparação com o mês anterior, de acordo com dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Com ajuste sazonal, o faturamento real da indústria foi 0,4% maior na comparação de julho ante junho. Em relação a julho de 2008, as vendas tiveram queda de 9,2%. Os dados da CNI revelam ainda que no período de janeiro a julho deste ano, o faturamento teve queda de 8,2% ante igual período de 2008.
A utilização da capacidade instalada subiu em julho para 80,5%, de 79,7% em junho. Em julho de 2008, esse porcentual era de 83,8%. Pelo critério dessazonalizado, a utilização da capacidade instalada atingiu 79,9% em julho, ante 79,4% em junho e 83,2% em julho de 2008.
As horas trabalhadas na indústria subiram 2,8% em julho ante junho, de acordo com a CNI. Pelo critério dessazonalizado, as horas trabalhadas cresceram 0,1% na mesma base de comparação. Em relação a julho de 2008, as horas trabalhadas tiveram queda de 9,5% em julho deste ano. No acumulado de 2009 até julho, as horas trabalhadas recuaram 8,6% ante igual período do ano passado.
O emprego na indústria subiu 0,2% em julho ante junho, interrompendo oito meses seguidos de queda. Pelo critério dessazonalizado, o emprego na indústria ficou estável em julho ante mês anterior. Em relação a julho de 2008, o nível de emprego na indústria caiu 5% em julho de 2009. No acumulado dos sete primeiros meses deste ano, o emprego caiu 3,1% em relação ao mesmo período do ano passado.
A massa salarial real subiu 3,7% em julho ante junho, mas caiu 1,3% na comparação com julho de 2008. De janeiro a julho de 2009, a massa salarial caiu 1,6% ante igual período de 2008.
Fonte: CNM/CUT
IPI: desconto é prorrogado para venda de carros novos
Este fim de semana seria o último para quem quisesse comprar carro zero quilômetro com redução de IPI. Mas o governo decidiu prorrogar a medida e as concessionárias de São José dos Campos, em pleno sábado, comemoraram o aumento nas vendas. Fim de semana é sinônimo de trabalho… pelo menos nas concessionárias. O setor vive um bom momento nas vendas por causa da redução do IPI.
Alguns modelos 1.0 estão, em média, dois mil reais mais baratos. O gerente da loja, Carlos Alberto Soares, diz que muitos clientes estão aproveitando a oportunidade para equipar os carros. “O pessoal que está comprando um carro desses, vê que tem um poder de compra maior, e acaba ficando com um carro mais completo”, conta o gerente.
Nesses três meses de redução de IPI, a quantidade de carros vendidos foi 3% maior em comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, foram comercializados mais de 600 mil unidades em todo o país.
Esse sucesso fez o Governo Federal estender o benefício por mais três meses. Os clientes terão mais tempo para aproveitar a oportunidade. “As nossas vendas em comparação ao fim do ano, quando tivemos um redução nas vendas, e a partir do desconto do IPI, as vendas voltaram ao normal, bem além do que a gente esperava”, diz outro gerente de concessionária, Waldeir Corrêa Pinto.
Apesar do aumento das vendas nas concessionárias, as montadoras continuam adotando medidas anti-crise. Essa semana a GM prorrogou a licença de 400 funcionários da unidade de São José dos Campos. E a Ford anunciou a abertura de um plano de demissões voluntárias em três unidades do Brasil, inclusive a de Taubaté.
Fonte: CUT Nacional